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denúncia

Líder máximo do CV, Marcinho VP age para ser solto em breve

O traficante Marcinho VP, líder máximo do Comando Vermelho, está tramando para ser solto em breve por meio de manobras jurídicas. O criminoso deverá concluir o tempo máximo legal de reclusão em 2026, quando completará 30 anos de prisão. O Ministério Público Estadual requereu à Justiça nova prisão preventiva de Marcinho assim como dos traficantes My Thor e Claudinho da Mineira por adotarem medidas para atrasar o andamento de um processo por homicídio que tramita há quase 23 anos. De acordo com o GAEJURI/MPRJ, embora os três cumpram pena por outros processos, este processo específico tramita com lentidão devido a manobras protelatórias recorrentes, o que tem impedido a realização do julgamento pelo Tribunal do Júri. O pedido de prisão será analisado pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Segundo o Ministério Público, as condutas adotadas pelos réus incluem a desistência dos advogados de defesa às vésperas do julgamento e a entrega de um grande volume de documentos nos momentos finais do prazo, prática conhecida como document dumping. . O GAEJURI/MPRJ destacou que, mesmo presos, os acusados continuam a comandar atividades criminosas dentro do sistema prisional, razão pela qual a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública: “Embora atualmente custodiados em razão de outros processos criminais, é certo que eventual revogação ou término dessas prisões resultaria na imediata colocação dos réus em liberdade, o que representaria risco concreto à sociedade, diante da comprovada permanência de suas influências e atuações no comando da facção criminosa”, destaca o documento. FONTE: MPRJ

Complexo da Penha (CV): A fortaleza do crime. Bandidos estão dispostos a matar ou morrer pela facção

O Complexo da Penha, por conta de diversos fatores, como a dificuldade de realização exitosa de operações policiais ao longo dos anos, acabou se tornando um esconderijo fortificado de traficantes fluminenses e até mesmo de outros entes federativos, um verdadeiro “bunker” do Comando Vermelho. O Complexo da Penha, cada vez mais, é uma fortaleza do crime, de difícil acesso a policiais para operações regulares, sendo que os traficantes locais usam armas de grosso calibre, mormente fuzil, bem como se valem de barricadas e outros obstáculos para dificultar qualquer tipo de atuação policial. Os soldados do tráfico de drogas estão dispostos a matar ou morrer em nome do predomínio de tal facção criminosa na região do complexo da Penha e arredores. A expansão do Comando Vermelho tem ceifado a vida de dezenas de pessoas anualmente, colocando em pânico regiões outrora relativamente mais tranquilas no Rio de Janeiro. O Complexo da Penha é a principal base do CV porque é um local próximo a vias expressas, de fácil escoamento de drogas e armamentos, além da proteção por conta do crescimento urbano desordenado. Além do notório dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas e atividades correlatas, como roubo de automóveis e de carga, colocam os principais traficantes do Complexo da Penha, e seus fortemente armados e leiais soldados, como de altíssima periculosidade. A expansão do CV para a região da grande Jacarepaguá, é voltada não somente para tráfico de drogas, mas também para roubo e desmanche de automóveis, e outros crimes correlatos. FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) tem prisão preventiva decretada por roubo

Sem dar detalhes do crime em seu site, a Justiça do Rio decretou a prisão preventiva do traficante Peixão e de oito comparsas pelo crime de roubo. A Justiça só informou que o crime foi cometido com uso de grave ameaça e com emprego de armas de fogo e que a liberdade dos acusados pode causar justificável temor à vítima, impedindo seu comparecimento para depôr. Disse ainda que os acusados possuem extenso relatório de vida pregressa, inclusive por outros delitos com emprego de violência e grave ameaça. A vítima reconheceu os suspeitos participantes do crime na delegacia. FONTE: TJ-RJ

Vídeos confirmam que facção cearense foi incorporada ao TCP

Veja vídeos que mostram que a facção Guardiões do Estado do Ceará (GDE) foi incorporada ao Terceiro Comando Puro (TCP) do Rio de Janeiro. Segundo o jornalista Lucas Barbosa, do Povo, a transformação da GDE em TCP reforça a centralidade do RJ no cenário da segurança pública cearense. Sem ter o “santuário” que o Rio proporciona ao CV, ficou difícil para a GDE competir com os rivais. Boa parte do avanço do CV se deve pela possibilidade…

Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Justiça autoriza transferência de sete chefes do CV para penitenciárias federais fora do RJ

O juiz titular da Vara de Execuções Penais (VEP), Rafael Estrela Nóbrega, decidiu pela transferência para presídio federal de sete dos 10 apenados da relação enviada pelas autoridades policiais do estado. Os apenados são Arnaldo da Silva Dias, (“Naldinho”), Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça do Sabão”), Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”), Fabrício de Melo Jesus (“Bicinho”), Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”), Alexander de Jesus Carlos (“Choque”), Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”). Em relação a Wagner Teixeira Carlos e Leonardo Farinazzo Pampuri, o “Léo Barrão”, o juízo da VEP requereu que, no prazo de cinco dias, a Secretaria de Polícia Civil encaminhe mais informações que permitam fundamentar a transferência, de acordo com os dispositivos da Lei 11.671, de 8 de maio de 2008. Já o processo relativo ao cabo da Marinha Riam Maurício Tavares Mota, que foi o décimo relacionado na lista da Secretaria da Polícia Civil, está no juízo de Organização Criminosa (Orcrim), dependendo, ainda, de julgamento. Portanto, a decisão caberá ao juízo da Orcrim. Ele foi preso e acusado de operar drones para o Comando Vermelho. A requisição para a transferência dos presos ocorreu após a realização da Operação Contenção pelas polícias civil e militar no dia 30 de outubro. Os presos permanecem em presídio de segurança máxima do estado do Rio de Janeiro até a sua transferência para um presídio federal. Presos O magistrado esclarece que os presos requisitados para transferência, exceto o cabo Riam, tinham condenações em processos sobre tráfico de drogas e não foram presos durante a realização da Operação Contenção. De acordo com a denúncia, eles exercem liderança na facção Comando Vermelho. “A atuação do Poder Judiciário, no âmbito da execução penal, deve, portanto, harmonizar o princípio da ressocialização da pena com o dever indeclinável de assegurar a estabilidade e a segurança do sistema prisional, que constitui pilar da própria segurança pública. Portanto, é dever deste juízo preservar o interesse coletivo sobre o individual, especialmente diante de risco real de reincidência e coordenação de práticas criminosas a partir do cárcere, situação que agrava a insegurança social e desafia a autoridade estatal. A inclusão em estabelecimento federal de segurança máxima visa, precisamente, a interromper a comunicação ilícita entre o preso e sua organização criminosa, garantindo a segregação qualificada e restabelecendo a efetividade da função preventiva e repressiva da pena”, destacou o juiz na decisão de transferência. Condenações Arnaldo da Silva Dias – condenação total corresponde a 81 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 15 anos, 8 meses e 22 dias de pena, com remanescente de 65 anos, 7 meses e 28 dias a cumprir (81%), assinalado término em 09/06/ 2042. Carlos Vinicius Lírio da Silva – condenação total corresponde a 60 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão e cumprimento de, até 29/10/2025, 25 anos, 6 meses e 25 dias de pena, com remanescente de 34 anos, 9 meses e 9 dias a cumprir (58%), assinalado término em 28/12/ 2035, progressão de regime em 30/04/2024. Eliezer Miranda Joaquim – condenação total corresponde a 100 (cem) anos, 10 ( dez) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, com cumprimento até 03/11/2025 de 20 (vinte) anos, 08 (oito) meses e 24 (vinte e quatro) dias de pena, com remanescente de 80 (oitenta) anos, 1 ( um) mês e 21 (vinte e um) dias, equivalente a 80%, previsão de término para 11/12/2037, progressão de regime em 25/07/2035. Fabrício de Melo Jesus – condenação total corresponde a 65 (sessenta e cinco) anos, 8 (oito) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com remanescente a cumprir de 45 (quarenta e cinco) anos e 8 (oito) dias, em 03/11/2025. Consta previsão para o término de pena em 22/11/2040. Marco Antônio Pereira Firmino – condenação total corresponde a 35 (trinta e cinco) anos, 5 (cinco) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com o cumprimento de até 03/11/ 2025 de 26 (vinte e seis) anos, 1 (um) mês e 17 (dezessete) dias de pena, com remanescente de 9 (nove) anos, 4 (quatro) meses e 9 (nove) dias. Alexander de Jesus Carlos – condenação total corresponde a 34 anos e 6 meses de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 17 anos, 6 meses e 29 dias de pena, com remanescente de 16 anos, 11 meses e 1 dia a cumprir (50%), assinalado término em 29/10/2038. Roberto de Souza Brito – condenação total corresponde a 50 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 19 anos, 2 meses e 2 dias de pena, com remanescente de 31 anos e 18 dias a cumprir (62%), assinalado término em 28/11/2040. FONTE: TJ-RJ

CV conquistou quase 500 territórios em sete anos no RJ

Em sete anos, o Comando Vermelho conquistou quase 500 territórios no Estado do Rio de Janeiro.  Mais da metade foram tomados das milícias como a Gardênia Azul e a Muzema.  As últimas conquistas da facção foram os morros do Fubá e do Campinho e o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, tomados do TCP este ano.  O CV se mantém como grupo dominante em termos de número de territórios no RJ. São mais de 2.000 áreas dominadas pela facção.  Há maior incidência de confrontos em áreas com a presença do Comando Vermelho, seja porque é o grupo que mais conquista territórios, seja porque é o que mais perde territórios para outros grupos armados, ou ainda porque é o grupo cujos territórios dominados apresentam maior incidência de confrontos com a presença policia   A retomada do Comando Vermelho foi impulsionada pelo crescimento na Baixada Fluminense e no Leste Metropolitano mas há expansão também pela nova Zona Sudoeste da capital.  FONTE:Geni/UFF

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

Como se estrutura o Comando Vermelho em muitos estados brasileiros

A organização criminosa Comando Vermelho (CV) foi criada em 1979 no Instituto Penal Cândido Mendes (conhecido como “Caldeirão do Diabo”), em Ilha Grande/RJ 3 , sendo denominada inicialmente como Falange Vermelha. No início, a principal atividade ilícita realizada era o tráfico de drogas, especialmente de “cocaína”, no Município do Rio de Janeiro/RJ, Estado em que se encontra até hoje seu “quartel general” e alguns membros da alta cúpula do grupo criminoso. Em síntese, pelo que já se verificou das experiências anteriores de combate ao Comando Vermelho em outros Estados brasileiros, sua estrutura hierárquica tem molde piramidal, sendo todas as atividades e ações deliberadas e autorizadas por um colegiado denominado “Comselho dos 13” (assembleia composta por membros que exercem funções de liderança na organização criminosa, referenciados como 01 ou Presidente, 02 ou Vice-presidente, 03 ou porta-voz, 04 ou tesoureiro, além de outras funções intermediárias), que objetiva o controle do quantitativo de seus membros, a determinação das atividades ilícitas a serem praticadas em prol do fortalecimento bélico e financeiro da organização criminosa (tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, roubos, sequestros, dentre outros) e o planejamento de ações criminosas contra a integridade física de agentes públicos e ataques aos órgãos de segurança pública. A estrutura organizacional do Comando Vermelho (CV) se dá em frentes distintas, sendo a primeira delas o setor do “Progresso, responsável por fomentar a parte financeira da malta, a começar pelo tráfico de drogas, que seus membros comercializam no interior dos presídios e pela traficância nas chamadas “lojinhas” (bocas de fumo pelas quais inclusive os integrantes da alta cúpula recebem aluguéis) de propriedade da organização criminosa. Outra captação ilícita de recursos se dá através da prática de crimes patrimoniais, especialmente roubos contra agências e caixas eletrônicos bancários, sendo que, para tanto, os criminosos se utilizam de equipamentos sofisticados e de alto impacto. Ainda, outra forma de angariar recursos financeiros é através do pagamento de uma taxa mensal por cada integrante do grupo, mensalidade essa chamada de “camisa”. Outro quadro distinto na estrutura organizacional é o setor do “Paiol”, responsável por uma atuação ininterrupta no comércio ilegal de armas de fogo ( pistolas, fuzis, escopetas etc.) e artefatos bélicos (coletes à prova de balas, granadas, explosivos, metralhadora antiaéreas etc. ). Nesse ponto, é importante ressaltar que alguns destes materiais bélicos são utilizados somente em situações de guerra devido ao alto grau de destruição que possuem. Outro fato que não passa despercebido é que os integrantes alocados neste setor também ficam responsáveis pela salvaguarda dos materiais bélicos e pela distribuição dentre seus membros quando determinados a cumprirem execuções e confrontarem membros de facções criminosas consideradas inimigas, sendo a mais conhecida o PCC (Primeiro Comando da Capital), com quem há muito travam uma guerra objetivando o monopólio territorial, especialmente do tráfico de drogas. Ainda sobre os armamentos em poder do Comando Vermelho, eles também são utilizados para afrontar ações praticadas pelos órgãos de segurança pública, bem como para engendrarem atentados contra a vida de Magistrados, Promotores de Justiça e agentes de segurança pública. Prosseguindo, também se noticia a existência do setor da “Disciplina”, que acumula a incumbência de controlar de ações praticadas por seus membros e de realizar o julgamento e atribuir possíveis punições contra aqueles que praticarem ações não contempladas em seu próprio “estatuto”. Mais, o quadro tem a finalidade de monitorar e exterminar membros de facções criminosas consideradas rivais, além de realizar o monitoramento, planejamento e execução de ações atentatórias contra membros do Poder Judiciário, Ministério Público e agentes públicos. Fato é que a organização criminosa Comando Vermelho (CV) expandiu seus tentáculos e estabeleceu bases territoriais em diversos Estados da Federação, implantando sua estrutura organizacional e hierárquica, o que fez com que seus líderes passassem a exercer grande influência negativa perante outros membros e novos indivíduos cooptados a ingressar na aludida facção, desencadeando ações para fomentar a estrutura bélica e o setor financeiro do grupo criminoso. É importante ressaltar que atualmente, além do Rio de Janeiro, os Estados com a dominância de ações criminosas praticadas pelo Comando Vermelho estão localizados nas regiões Norte (Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Amazonas), Nordeste (Alagoas e Ceará) e Centro-Oeste (Distrito Federal, Tocantins e Mato Grosso),, entre outros estados. Outro fato que chama a atenção é o poderio financeiro e bélico da organização criminosa em testilha, evidenciado através das ações desencadeadas pelos órgãos de segurança pública Federal e Estadual no combate ao tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo, com apreensões de vultosas quantias de drogas, inúmeras armas de fogo e artefatos bélicos (a exemplo: a apreensão de pistolas banhadas a ouro com as iniciais CV 5 , apreensões feitas pelas Forças de Segurança Estadual 6 e apreensões em outros estados brasileiros 7 ). FONTE: TJ-MS

Confira as principais comunidades dominadas pelo CV na cidade do Rio de Janeiro

Confira agora as principais comunidades dominadas pelo Comando Vermelho na cidade do Rio de Janeiro ZONA NORTE MangueiraBorelFormigaAndaraí SalgueiroTuranoMacacosSão JoãoJacarezinhoTuiutiManguinhosMandelaParque AraráBarreira do VascoBarbanteParque União – Complexo da MaréNova Holanda – Complexo da MaréVila Cruzeiro – Complexo da PenhaFé – Complexo da PenhaSereno – Complexo da PenhaChatuba – Complexo da PenhaParque Proletário – Complexo da PenhaNova Brasília – Complexo do AlemãoGrota – Complexo do AlemãoAdeus – Complexo do AlemãoFazendinha – Complexo do AlemãoKelsons Galinha Engenho da Rainha QuitungoFurqim MendesDiqueCajueiroCongonha Bandeira 2 Céu Azul Complexo do Lins Camarista Méier Rato MolhadoVai quem querJorge TurcoFubáCampinhoChapadãoPalmeirinhaUrubuDezoitoJuramentoProença Rosa Caixa D´Água ZONA OESTE Vila Kennedy ZONA SUDOESTE Cidade de DeusMuzemaTijuquinhaBancoSítio Pai JoãoGardênia AzulBarãoBateau MoucheChacrinhaJordãoFontelaCésar MaiaTeixeirasCovanca Tirol ZONA SUL Rocinha Cruzada São SebastiãoVidigalPavão-PavãozinhoCantagaloAzulSanto Amaro REGIÃO CENTRAL FalletFogueiteiroPrazeresCoroaProvidência Escndidinho FONTE: Apuração da reportagem

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