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Justiça decretou a prisão de traficante do CV acusado de matar dois homens que tentavam impedir expansão da facção em Japeri

A Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante do Comando Vermelho acusado de matar duas pesoas em Japeri porque elas estavam dificultando a expansão da facção na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense. As vítimas foram Bruno dos Santos Teixeira e Bruno Carlos Barbosa Rezende. Outras duas pessoas, R.S.P.L e I.S tamb[em foram alvos de tiros mas sobreviveram. O bandido junto com comparsas executaram as vítimas porque desejavam instalar uma boca de fumo no bairro Chacrinha, local dos fatos, o que era repreendido pela vítima Bruno Carlos. Além disso, as vítimas, que estavam conversando na calçada, foram pegas de surpresa peloS criminosos, que, de inopino, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra elas, o que foi a causa da morte delas. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Traficantes da ADA picharam a sigla da facção em casas de comunidade que foi tema de matéria de TV falando sobre a milícia

Traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) gravaram um vídeo dentro da Colônia, em Jacarepaguá pichando algumas casas com a sigla do grupo. As imagens foram divulgadas nas redes sociais. Circulam boatos na internet de que os bandidos pretendem atacar a comunidade a qualquer momento assim como áreas em Curicica dominadas por milicianos, que estariam ajudando eles. A Colônia foi tema de reportagem de TV hoje falando sobre a atuação da milícia. Vale lembrar que recentemente oito traficantes da ADA foram presos dentro da Vila Sapê, em Curicica. FONTE: Páginas Milicia RJ News (Twitter) e Pega Visão RJ News (Telegram).

Polícia de SP concluiu inquérito sobre execução de delator do PCC

A polícia de São Paulo concluiu o inquérito sobre o assassinato do delator do PCC Antônio Vinícius Gritzbach, no Aeroporto de Guarulhos, em 8 de novembro De acordo com a investigação, a execução foi encomendada por Emílio Carlos Gongorra, o “Cigarreiro”, com a ajuda de Diego Amaral, o “Didi”. A motivação foi vingança, conforme interceptações telefônicas realizadas pelos policiais. Além dos dois, uma terceira pessoa, apontada como olheiro no dia do crime, segue foragida. Três policiais militares que executaram o assassinato seguem presos no Presídio Militar Romão Gomes. Os PMs, conforme os delegados, foram contratados para o crime por meio do homem que atuou como olheiro. A Polícia Civil remeteu o relatório de quase 500 páginas ao Poder Judiciário.  Os delegados representaram pela conversão da prisão temporária em preventiva de seis pessoas por homicídio. FONTE: Secretaria de Segurança de São Paulo

Troca de comando em morro dominado pelo CV na Zona Sul do Rio

O traficante Mexicano que há tempos era o frente do Morro Dona Marta, em Botafogo, teria sido destituído do cargo por suspeita de desvio de dinheiro. A ordem teria partido do dono das bocas de fumo local que tem os vulgos de Ronaldinho do Tabajaras ou R9, preso há vários anos. Relatos indicam que houve uma espécie de tribunal para decidir a punição do frente. Os traficantes pediram explicação a Mexicano sobre as acusações e ele implorou para não ser morto e acabou sendo rebaixado na hierarquia do crime na comunidade. O vulgo do novo frente não foi divulgado mas seria um cria da própria favela. FONTE: Pega Visão News RJ (Telegram) e Canal Cidade do Medo (Youtube)

Veja como agia quadrilha da Vila Aliança (TCP) que roubava vans na Avenida Brasil. Gerente do grupo foi preso essa semana

O traficante vulgo Foguinho, preso na última quarta-feira (12), era o gerente de roubos na Vila Aliança, em Bangu. Ele fornecia as armas e os carros para as ações criminosas. Segundo invetsigações, ele chegava a pagar R$ 1.000 para os executores a cada van roubada. Era ele mesmo que realiza o pagamento. O destino final dos veículos roubados era desmanches na Vila Aliança e em outro município. Um dos membros da quadrilha disse a policiais civis que chegava a roubar duas vans por semana. Todos os veículos eram entregues na Vila Aliança. O bando trabalhava em esquema de escala. Que a área de atuação do grupo é na Av. Brasil, nas alturas de Itaguaí, Campo Grande, Bangu e Realengo. Acima de Foguinho, o responsável por todo os roubos de carro, van e cargas da Vila Aliança é o elemento de vulgo TH, TH circula na comunidade de fuzil sendo escoltado por seguranças armados com fuzis; Que TH é o terceiro da hierarquia da Comunidade da Vila Aliança; O segundo elemento forte da Comunidade é o irmão do chefão Peixe, conhecido pelo vulgo Galo. O traficante Peixe é o cabeça da comunidade de Vila Aliança, estando no topo da cadeia hierárquica, coordenando as ações dos demais integrantes do grupo criminoso, de modo a manter o domínio territorial. Outros dois bandidos ficavam incumbidos de abordar as vítimas, subtrair seus pertences, ou seja, ficavam na linha de frente, na execução dos roubos planejados pelos outros integrantes do grupo criminoso. O grupo comercializava os veículos inteiros ou os desmontava para revenda das peças. Cada motor e caixa de câmbio era comercializado por valores entre R$ 30 mil e R$ 50 mil. Em 2024, a ação do grupo causou prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico. Foguinho participou diretamente de ao menos 15 desses roubos. O Setor de Inteligência da DRFA monitorava o suspeito havia três meses. Ele estava foragido desde abril do ano passado. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Traficantes do CV passaram atirando em várias áreas da milícia na Zona Oeste do Rio

Relatos de muitos tiros durante a noite de ontem nas localidades do Barbante, Casinhas, Vila Nova, Campo Belo, NovonHorizonte, Letícia e Tingui, que ficam entre os bairros de Inhoaiba e Campi Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Essas áreas são controladas por milicianos e teriam sido atacadas por traficantes do Comando Vermelho que passaram atirando liderados pelo bandido vulgo RD, dado como morto recentemente.. Os paramilitares reagiram. “Muito tiro mesmo. Moro no Vila Nova e deu para escutar de casa”, escreveu um morsdor”. “Moro no Jardim Letícia. Muito perto e alto. Vários tiros”, postou outro. “Muito tiro mesmo. Estava fazendo janta e perdi até a fome” “Moro no Barbante e foi muito tiro”. *Muito tiro. Fui comprar bebida, tomei um susto e a garrafa até caiu”.. “Estava na rua. Tremendo até agora 🥴” FONTE: Página Campo Grande ao Vivo ( instagram)

Testemunhas disseram que bebê de 11 meses torturado por casal chorava muito. Padrasto gritava com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Uma delas ouviu barulho de queda com posterior choro

 Uma testemunha relatou à Justiça como eram as agressões feitas por um casal acusado de torturar e tentar matar um bebê de apenas 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio.  Ela disse que o padrasto gritava muito com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. No dia 13 de fevereiro, a testemunha ouviu a criança horar muito, sem parar, por muito tempo, cerca de 20 minutos. De forma repentina, parou o choro e imaginou que ele “tivesse engolido o fôlego”;  A declarante disse acreditar que o bebê tenha ficado um bom tempo sem ser socorrido, desde o momento em que parou o choro;  No dia seguinte a testemunha soube que o menino fora socorrido pela vizinha. A declarante chegou a gravar uma das discussões entre o casal. Ela ouviu a suspeita dizer durante uma briga.  “Se eu abrir minha boca, você já sabe, você é drogado”. Ao ouvir essa postura, a testemunha afirmou que a mãe do garoto ela era conivente com toda essa situação pois já havia sido alertada sobre os choros constantes do filho.   Outra testemunha declarou que era comum o bebê chorar diariamente, em específico no final do dia/início da noite, período em que o padrasto estava em casa. O homem gritava com o menino. “Cala a boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Ela chegou a questionar a mãe da criança porque ela chorava demais e a acusada respondeu que o filho era manhoso; Mesmo após esse contato com a mãe do bebê, a criança permaneceu chorando muito pelos dias subsequentes;  Por duas vezes a declarante ouviu barulho de queda com posterior choro forte do menino. O padrasto permanecia gritando muito com a criança após o barulho de queda;  No dia 13 de fevereiro, a filha da testemunha lhe ligou e disse que o garoto estava sendo socorrido para o hospital;  A mãe da criança lhe disse que o filho estava chorando pois havia caído da cama;  Uma terceira testemunha disse que no dia 13/02, ouviu gritarias na casa do casal e ouviu a mãe do bebê dizer. “Ele tá branco, pálido, ele tá mole. O companheiro respondeu. “Ele tá bem, não precisa levar no médico não”. A testemunha insistiu para levarem o menino ao médico e achou estranha a postura do casal pois, no estado em que a criança se encontrava, qualquer minuto a mais poderia ser fatal. Nesse momento, o menino estava desfalecido, sem apresentar qualquer reação. Ele estava branco e seu pulmão estava roncando muito. No caminho ao hospital, o padrasto estava calmo, indiferente enquanto que a mãe estava um pouco nervosa, mas não demonstrava sinais de desespero.  O menino foi levado para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande. Eles entraram direto pela porta dos fundos da emergência; Vários médicos pararam o que estavam fazendo para atenderem o bebê, tamanha a gravidade de seu quadro de saúde. O padrasto chegou a dizer. “Essa criança cai sempre” A mãe do garoto chegou a dizer para a sobra. “A Bia escutou um tapa, mas não fala para ele não”. A testemunha chegou a ouvir outras duas discussões entre o casal. Em uma delas, a mãe ameaçou. “Eu vou contar a verdade sobre meu filho.  Segundo a Justiça, a gravidade concreta do delito é elevada, posto que os denunciados praticaram crime contra a criança na primeira infância, de apenas onze meses de vida, enteado do primeiro denunciado e filho da segunda denunciada.  A vítima está, até a presente data, segundo informações do inquérito policial, internada no Hospital, no CTI, o que revela a quantidade de lesões graves que foram praticadas contra ela.  A liberdade dos denunciados importará em eventual retorno da vítima, para a guarda deles, quando da eventual alta hospitalar, o que põe em risco a sua segurança.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Casal viveu momentos de terror ao ser extorquido por bandidos em Rio Bonito

Um casal passou por momentos de terror ao ser extorquido por criminosos em Rio Bonito em junho do ano passado.  Os bandidos exigiram o valor de R$ 430,00 de uma cesta básica, acrescido de juros e despesas com gasolina.   Um dos criminosos exigiu o pagamento da quantia inicialmente através de mensagens pelo aplicativo WhatsApp ameaçando a mulher, se não pagasse, colocaria fogo em sua casa e levaria sua turma à casa das vítimas para dar uma surra.    Em 5 de junho, os autores  foram até a residência das vítimas e em tom intimidativo afirmaram que não sairiam até receberem a quantia acrescida de juros.  Ainda na mesma data, por volta das 23h00, um dos criminosos, de entrou na residência das vítimas localizada na BR-101, km 257, contra a vontade das mesmas e proferiu a seguinte ameaça:  “Cadê o meu dinheiro? Tá pensando o que, que eu sou otário? Eu boto fogo na p… toda, não tem p… de filho, não tem o c… a quatro. Tá achando que você e o safado do seu marido vão me passar a perna Intimidados, as vítimas entregaram a quantia de R$ 500,00. O primeiro denunciado exigiu o acréscimo de mais R$ 100,00 para cobrir as despesas com a gasolina, totalizando R$ 600,00. Após receber a quantia, saiu da residência das vítimas e deixou o local no veículo Toyota Hilux SW4, cor preta     Posteriormente, em data e horário não definidos, mas sendo certo que no mês de junho de 2024, nesta cidade, o outro envolvido, ao saber que a mulher compareceria à 119ª DP para prestar declarações, pretendeu favorecer interesse próprio consistente em furtar-se à responsabilização criminal, e mediante grave ameaça realizada por contato telefônico com a vítima Alexandre, afirmou que a vítima não iria chegar em casa depois de sair da delegacia.   Um dos autores foi flagrado em sua residência com artefato explosivo apto a ser acionado e deflagrar com eficácia, e 03 (três) munições de arma de fogo intactas. Várias vítimas das extorsões praticadas  compareceram em sede policial para noticiar ameaças graves por parte dos mesmos e apropriação indevida de bens como forma de cobrança de valores monetários. FONTE: Denúncia do Ministério Público Estadual do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Fogos e tiros em favelas do CV para festejar aniversário de um dos principais puxadores de bondes da facção

Madrugada de fogos e tiros nas áreas de Comando Vermelho na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, e no Complexo da Penha (CV), para comemorar o aniversário do traficante Tiriça. Tiriça, é conhecido como um dos principais puxadores de bondes do Comando Vermelho. Atualmente lidera a criminalidade no Morro da Barão na Praça Seca. Foi um dos responsáveis por expulsar os milicianos do bairro. Ele é envolvido em um crime de Homicídio. Em fevereiro de 2020, um homem morreu vítima de tiros, o corpo dele foi colocado no porta-malas de um carro, que foi incendiado. De acordo com as investigações, os suspeitos, entre eles “Tiriça” cometeram o crime por acreditarem que a vítima era informante de um grupo rival. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia e Baú do Rio OFC (Telegram)

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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