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denúncia

Casal foi preso suspeito de torturar e tentar matar um bebê de 11 meses. Criança está em estado grave

Foi.preso hoje pela 15a DP (Gávea) um casal suspeito de tortura e tentativa de homicídio contra um bebê de 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela está com duas costelas quebradas, laceração hepática, hemorragia interna e hematomas nas costas. Além disso, teve uma parada cardíaca durante a internação. A mãe e o padrasto alegaram que o bebê havia sofrido uma queda enquanto tomava banho. No entanto, os médicos constataram que as lesões não eram compatíveis com esse tipo de acidente. Vizinhos contaram que frequentemente ouviam o bebê chorando muito e observavam discussões dentro da residência. A mãe, segundo os relatos, era omissa nos cuidados com o bebê e sabia dos maus-tratos praticados pelo padrasto, que é usuário de drogas. O homem tem passagens pela polícia, incluindo lesão corporal e associação para o tráfico. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Jovem de 22 anos foi baleado por PM durante discussão entre vizinhos em Campo Grande

Um rapaz de 22 anos foi baleado por um PM na noite do último sábado (8) durante uma discussão entre vizinhos na comunidade da Carobinha em Campo Grande. Relatos indicam que o entreveiro começou depois que a mulher do PM fezr manobras perigosas com o carro na rua em que estavam familiares da vítima. A mãe do jovem foi falar com o casal e iniciou-se um bate boca. O rapaz foi defender a mãe e acabou baleado na barriga. Todos foram para a delegacia e o PM saiu escoltado por outros policiais O jovem está internado no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e tem quadro de saúde estável. Para proteger o jovem, não publicaremos nem seu nome nem sua foto, que está estampada nas redes sociais, A Carobinha é área de milícia FONTE: Página Camará Tem Voz (Facebook)

Investigação revela extorsão a presos no Rio para obtenção de laudos e atestados médicos

Investigações da Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio revelam que havia dentro do sistema prisional fluminense um esquema de extorsão de presos para a obtenção de laudos e atestados médicos. Os internos com maior poder aquisitivo eram identificados por Inspetores Policiais Penais e, sempre que era exigida a emissão de um laudo médico ou nutricional, o grupo criminoso entrava em ação para cobrar valores ilícitos. Segundo as investigações, uma advogada também estaria envolvida no esquema, atuando como intermediária entre os internos e seus familiares para a exigência dos pagamentos. Os alvos da operação desempenhavam funções específicas no esquema criminoso, exigindo quantias elevadas para fornecer documentos médicos que favorecessem os detentos. Hoje, o Miniztério Público Estadual faz operação para cumprir 10 mandados de busca e apreensão contra o grupo criminoso que atua na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu – Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho (SEAP/HA). FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de agredir com martelo na cabeça e no rosto da mulher em Itaboraí durante discussão por ciúmes

Um homem está com a prisão preventiva decretada acusado de agredir a esposa com martelada na cabeça ontem em Itaboraí. A vítima está internada sem previsão de alta médica. Vizinhos ligaram para a polícia após presenciaram uma briga envolvendo um casal de moradores. A mulher foi socorrida para a UPA de Manilha. O agressor nrelatou que teve um desentendimento com sua esposa. Ele contou que a mulher lhe deu um tapa na sua nuca e que ele revidou dando um soco no pé da orelha da companheira; A vítima disse que teve uma discussão com seu marido motivada por ciumes. Segundo ela,  o seu esposo tomado por ciumes pegou um martelo e a golpeou na nuca e rosto. Ela está com um corte na nuca, lateral esquerda do rosto inchado e os lábios machucado. Ela permanece sem previsão de alta médica. Um vizino contou que escutou pedido de socorro vindo da casa da vítima, quando avistou a mulher saindo de casa ensanguentada e gritando por socorro. Ele perguntou para a vítima se precisava de ajuda e ela o infomou que o marido dela havia acabado de tentar matá-la, golpeando sua cabeça e ainda a vítima estava desnorteada; A mulher foi socorrida por ele e vítima e levada até a UPA de Manilha. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mulher ficou gravemente ferida ao ser espancada por companheiro na frente do filho de quatro anos na Zona Oeste do Rio

A polícia procura um homem chamado Yuri Neves morador da Vila Aliança em Bangu. Ele é acusado de agredir Erica Pereira na frente do filho de apenas quatro anos. A jovem está internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer em Realengo Logo após o crime, o suspeito fugiu. Sua foto está estampada nas redes sociais FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Processo judicial que tramita em sigilo revela detalhes de sessão de tortura seguida de homicídio de uma mulher em Itaperuna. Vítima foi morta porque teria delatado ex-namorado integrante da quadrilha ao CV

Um processo sigiloso que tramita desde o ano passado revela detalhes de uma sessão de tortura seguida de homicídio contra uma mulher em Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense. A vítima foi agredida com socos, chutes, coronhadas, golpes com vara de espinhos e afogamento e sofreu graves ameaças de morte por parte de criminosos com o fim de obterem a confissão de que ela teria delatado os mesmos para facção rival Comando Vermelho e levado seu ex-namorado para ser morto pelos membros da quadrilha. Em seguimento, teriam, com dolo de matar, os bandidos efeturam disparos de arma de fogo contra a vítima, causando-lhe lesões que foram a causa eficiente de sua morte. Os autores teriam ocultado o cadáver da vítima, jogando seu corpo no rio Muriaé. Narra a denúncia que a vítima estaria em um bar com seu companheiro quando um dos criminosos chegou ao local seguido de mais dois comparsas, tendo um deles perguntado à vítima “quem é você?” e ela respondeu que seria “Claudinha”. Em seguida, o criminoso mostrou que estava armado e disse à vítima “levanta e vai lá pro beco”, determinando que o companheiro dela seguisse para o mesmo local, ocasião em que todos seguiram para o bar de uma mulher, onde estavam os demais bandidos, portando armas de fogo. A vítima e seu companheiro foram, então, ordenados a se dirigirem ao “Beco do Jajá”, próximo à Cachoeira do Macaco, momento em que um dos criminosos disse para a dona do bar “fica na visão! Qualquer coisa me avisa!”, tendo ela respondido “pode deixar”. Chegando à cachoeira, os autores determinaram que o companheiro da vítima abaixasse a cabeça e começaram a desferir socos, chutes, coronhadas e varadas de espinhos contra ela, perguntando “quem te mandou aqui? Você que está entregando a gente pra outra facção do bairro Cehab? Foi você que levou o Pablo pra morrer?”. Em seguida, um dos bandidos pegou a vítima pelo cabelo, levando-a até a beira do rio, onde passou a afogá-la e agredi-la, dizendo “fala o que você sabe! Você sabe sim!”. Em razão da vítima permanecer negando os fatos, mesmo após pedirem para que seu companheiro a convencesse a falar o que eles queriam, um bandido o levou de volta ao bar, onde o ameaçou dizendo “se você abrir a boca, eu mato seu filho e vou atrás de você até onde você for!” e o liberou, ordenando que dois indivíduos que lá estavam o seguissem em outra motocicleta, enquanto ele ia embora. Após o companheiro da vítima ser liberado, Claudinha continuou sendo torturada, até que foram efetuados disparos de arma de fogo contra ela e seu corpo foi jogado no rio. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Testemunha deu detalhes sobre o assassinato de jovem de 18 anos morta pelo ex-namorado em Meriti no último fim de semana. Suspeito disse que estaria no Paraguai

Segundo informações obtidas pela Justiça do Rio, o suspeito de matar a jovem Evelyn Cristina, de 18 anos, no último fim de semana, em São João de Meriti, vulgo Júnior Sara, a vítima morava com o acusado há quatro meses. O suspeito pode estar escondido no Paraguai. De acordo com uma testemunha, Júnior bateu em Evelyn e depois disso, a jovem  ficou uma semana sem ir pra casa e que após esse período não voltou a residir com ele, passando apenas os finais de semana na casa do acusado. A testemunha contou que no dia do crime, viu os dois discutindo mas não achou que seria algo grave. Falou que viu Júnior indo até a cozinha e voltando para o quarto com um objeto, mas não conseguiu identificar o que era;  Ficou assustada e em seguida ouviu gritos de Evelyn pedindo ajuda.  Evelyn começou a gritar, dizendo ” Me ajuda”. Ela foi até o quarto e viu Júnior deitado em cima de Evelyn e apertando seu pescoço, enquanto a vítima suplicava por ajuda;  Júnior mandou a declarante sair do quarto.  Após os gritos, o homem saiu do quarto enrolado em um cobertor e com o rosto sujo de sangue. A testemunha começou a questionar o que havia acontecido e ele lhe disse ” Eu fiz besteira, mas te amo, vou fugir, pega suas coisas, vai para a casa da sua mãe e não volta aqui, não fala nada para ninguém, fala que eu briguei na rua”. Em seguida, a testemunha pegou suas coisas e deixou na casa de sua tia, mas não contou nada a ninguém. Depois foi para casa de sua amiga, pois estava muito assustada e não sabia o que fazer. Por volta de 14:00h, foi para casa de sua mãe, mas não contou a verdade por medo;  Pediu para ir até a casa de Júnior, buscar sua televisão e o restante de suas roupas. Ao chegar no local , a televisão não estava mais lá;  Ela não teve coragem de entrar no quarto e pediu para que sua mãe fosse, para buscar seu uniforme do colégio. Ao entrar no quarto, a mãe da testemunha viu Evelyn sem vida, enrolada em um cobertor, cheio de sangue;  Disse não tem ideia do paradeiro de Júnior. Falou que ele tem uma irmã e primas que moram em Recife, mas não sabe precisar o local;  No sábado a noite, recebeu um mensagem temporária dele, dizendo que estava no Paraguai e sem dinheiro.  Diante dos fatos, o delegado titular da DHBF, requereu junto à Justiça a prisão de Hamilton Ranulfo, que foi deferida na noite desta segunda (10), pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, com pedido de prisão temporária, pelo crime de Feminicídio.  FOTO: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Saiba o modus operandi de mais uma milícia que atua em Belford Roxo

Tivemos acesso a informações sobre a atuação de uma terceira milícia em Belford Roxo O grupo atua nos bairros Wona, Vale das Mangueiras, Luz, Parque Esperança e Parque dos Ferreiras. A quadrilha é liderada por um indivíduo conhecido cono Cabeça de Ouro. Os milicianos realizavam cobranças semanalmente, aos sábados, em estabelecimentos, entre 10h e 12h, Em janeiro, dois paramilitares foram presos fazendo cobranças e admtiram aos policiais que recebiam como pagamento pela prática do crime a quantia de R$ 400,00 semanais para realizarem as extorsões; Os valores cobrados variavam entre R$ 25,00 e R$ 90,00 semanais, à depender do tamanho da loja. Um estabelecimento de materiais de construção, por exemplo, tinha que pagarR$ 50. O Serviço Reservado do batalhão da área levantou que o modus operandi do grupo consiste em dois indivíduos desarmados cobrando os comerciantes, porém informando a quem não pagar que o mal maior vai acontecer. Através da inteligência, PMs obtiveram de forma anônima vídeos que mostraram a atuação dos dois milicianos extorquindo comerciantes na região dos estabelecimentos citados; estando estes vídeos retidos na inteligência provavelmente para preservação da identidade e da própria vida dos cinegrafistas. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em outras regiões de Belford Roxo, comerciantes admitiram pagar taxas variadas a milícia

Em outra região de Belford Roxo, age a milícia do Xavantes. O proprietário de uma barbearia que ficava no bairro mas já deixou o local, disse que a milícia cobra dinheiro na localidade. Eram R$ 30 por semana. Contou que geralmente, vai um cobrador sozinho, de moto ou de carro, e nem sempre ia a mesma pessoa ; que não se recorda do dia em específico. Segundo seu relato, a milícia cobrava lá semanalmente, em dias diferentes; que a pessoa se identificava e dizia que estava ali cobrando a taxa da milicia.O dono de uma loja de rações disse que pagava segurança para a milicia, no valor de R$ 35,00 por semana. Disse que os bandidos passvaam em dias alternados; que paga a quantia em espécie; que são vários homens que passam cobrando. Contou sobre os vulgos dos milcianos que cobravam: Gordão, Orelha, Pim e Pulga. O dono de uma papelaria disse que pagava taxa para a milícia de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) por semana. Falou que não tem dia certo para as cobranças; que paga em dinheiro em espécie; que as cobranças são realizadas por pessoas diferentes. O proprietário de um sacolão disse que continua pagando, R$ 60,00 por semana para a milícia ; que varia muito as pessoas que vão realizar as cobranças, pois tem uns que acabam presos, e vão outros; que sai um e entra outro; que eles não têm dia certo para cobrar; que quando não estava na loja, seus funcionários já ficavam sabendo que tinham que pagar; que um dos cobradores, certa vez, foi preso dentro de seu sacolão; ele tinha o vulgo de Dudu; que o acusado já tinha passado na área lá cobrando; que ao ver a foto do acusado, o reconhece como uma das pessoas que passavam fazendo cobranças “. Segundo um PM, essa milícia atua no Xavantes, Farrula, Vila Entre Rios e Heliopolis. Seria liderada por um indivíduo de vulgo Kibe. Como alguns milicianos que agiam no grupo tinham passagem na polícia e tinham medo de serem presos, a quadrilha buscou uma pessoa com ficha limpa, para realizar as cobranças. Recebiam R$ 400 por semana para realizar as cobranças FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

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