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denúncia

Traficantes da Serrinha (TCP) já sabiam de operação na favela e fugiram antes de poliaos chegarem

Moradores de Madureira afirmam que a operação policial realizada na comunidade da Serrinha, na Zona Norte do Rio, já era de conhecimento do Terceiro Comando Puro (TCP) antes mesmo do início da ação. Segundo relatos, ainda na noite de segunda-feira (12), criminosos começaram a se mobilizar para esconder drogas e armas em diferentes pontos da comunidade e em favelas que integram o Complexo da Serrinha. Um morador, ouvido pelo repórter Bruno Assunção, que pediu para não ser identificado, contou que por volta das 22h já era possível perceber a movimentação dos traficantes. “Todo mundo aqui já sabia. Até os cracudo aqui da rua. A única coisa boa é que não teve tiroteio e eu consegui ir trabalhar tranquila, graças a Deus”, relatou. De acordo com informações de outros morador, os bandidos podem ter fugido para as comunidades do Para Pedro e Parada de Lucas. Desde as primeiras horas da manhã, policiais militares do 9º BPM realizam uma operação na Serrinha com o objetivo de coibir a atuação de criminosos envolvidos em disputas territoriais, desobstruir vias públicas e reprimir roubos de cargas e de veículos na região. Ainda de acordo com moradores e fontes ouvidas pelo repórter Bruno Assunção, integrantes do TCP teriam deixado a comunidade ainda durante a madrugada, evitando confronto com as forças de segurança. Com isso, a entrada das equipes policiais ocorreu com resistência quase nula até o momento.

Maior milícia do RJ está envolvida em recente guerra em Jacarepaguá

A maior milicia do Rio liderada hoje por PL e Naval estaria envolvida na recente guerra entre grupos paramilitares en Jacarepaguá. A nova guerra veio à tona na última sexta-feira depois que criminosos invadiram a pista da Transolímpica, via expressa que liga as zonas Sudoeste e Oeste,   para roubar carros.  Eles acabaram trocando tiros com a PM. Um suspeito foi baleado e com ele foi apreendido um fuzil.Os bandidos envolvidos no tiroteio participaram de um confronto na comunidade do 700 ou Ipadu, na Taquara. A disputa, segundo a polícia, envolve o grupo liderado pelo miliciano Leonardo Freitas Pacheco Silva, o Léo Problema que tem o apoio da milícia do Catiri e também de Santa Cruz, comandada hoje por Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL, sucessor de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho,, contra os paramilitares de Rio das Pedras e de Curicica. Léo Problema tomou todas as áreas dos irmãos Erivaldo e Damião Juvino da Silva que dominavam a Taquara e tinha planos também de conquistar comunidades de Curicica, que tem como dono André Costa Bastos, o Andre´Boto, que está preso. E buscou ajuda de paramilitares da Zona Oeste para conseguir o objetivo. Em meio a essa movimentação, os milicianos de Rio das Pedras se uniram a Curicica e invadiram a comunidade do 700 esta semana resultando em intenso tiroteio.. Eles expulsaram o grupo de Léo Problema da área, para tentar impedir a expansão deles para a Curicica.Moradores ficaram apavorados com o confronto: “Há um ano ocorre esta troca de tiros, mas ontem foi surreal… Foi tiroteio intenso durante quase duas horas… Parecia uma guerra… Foi a maior até agora”, disse. Na semana passada, o ex-bombeiro Rodrigo Barraca foi assassinado em Cabo Frio. A morte de Barraca teria ligação com essa guerra na medida que ele estava do lado de Rio das Pedras e de Curicica nesta disputa. Léo Problema atuava na comunidade da Covanca, no Tanque, em Jacarepaguá, anos atrás, até essa comunidade ser tomada pelo Comando Vermelho. Ele chegou a ser preso em 2020.Na década passada, Léo Problema rivalizava com Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, que está preso em penitenciária federal.  Orlando é acusado de assassinar o irmão de Leonardo, Rafael Freitas Pacheco Silva, em novembro de 2015. Em 2016, dois homens ligados a Orlando Curicica — Renato Araújo Ignácio e Anderson de Souza Comper — foram executados. Leonardo chegou a ser um dos acusados. Antes de tomar as áreas dos irmãos Nem e Damião, Léo Problema chegou a atuar junto com eles nas comunidades da licianos atuantes de Jacarepaguá, mas precisamente nas localidades de Boiuna, Curumaú, Teixeiras, Mananciais, Rio Grande, Malvina e Cabeça de Porco. A Polícia Civil, por meio de suas delegacias, especializadas e distritais, investiga de forma contínua a atuação de milícias e facções criminosas no estado do Rio de Janeiro. Agentes realizam diligências, com trabalho de inteligência, para identificar e responsabilizar criminalmente os envolvidos. A instituição atua de forma integrada com a Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo, para coibir essa prática criminosa.

Veja fotos de pessoas que desapareceram em Jacarepaguá e podem estar entre os corpos encontrados em cemitério clandestino de Rio das Pedras

Somente uma policial que trabalha na Delegacia de Descobertas de Paradeiros (DDPA) da Polícia Civil do Rio investiga o desaparecimento de pelo menos cinco pessoas em Jacarepaguá. A agente disse que não pode entrar em detalhes da investigação mas informou que é de conhecimento que todas as cinco foram vítimas de homicídios e ocultação de cadáver por parte da milícia que atua na área. Policiais civis da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), em conjunto com a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), localizaram um cemitério clandestino na comunidade de Rio das Pedras, Zona Sudoeste do Rio. Os agentes foram ao local, nesta sexta-feira (09/01), para verificar informações de inteligência e um homem foi capturado em flagrante. As investigações apontaram que o local era utilizado por criminosos locais para ocultar os cadáveres de suas vítimas. Na ação, os agentes localizaram dois corpos. Os restos mortais encontrados serão levados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Durante as diligências, os agentes capturaram um integrante de um grupo paramilitar atuante em Rio das Pedras. O bandido estava com uma pistola raspada, munição, diversos carregadores e uma motocicleta roubada, além de cadernos de contabilidade com registro das extorsões sofridas por comerciantes locais. Veja as fotos das vítimas desaparecidas. Sobre esses desaparecidos, apuramosg com a Justiiça que um deles integrou a milícia da Gardênia Auzl em 2024 que praticacva, extorsões a moradores e comerciantes. A comunidade, no entatnto, passou a ser domianda pelo Comando Vermelho. Daniel Damasceno de Souza, era morador do AniJ Ele desapareceu no dia 20 de agosto de 2024, por volta das 19h00, após sair de sua residência sem revelar seu destino. Segundo informações de familiares, Daniel foi visto pela última vez na Gardênia Azul. Se você viu o Daniel e tem informações sobre ele é só ligar para (21) 22531177 / 0300 253 1177 (interior) ou enviar uma mensagem para o Whatsapp Desaparecidos +55 21 +5(21) 98849-6254.

Traficantes do CV mataram comerciante em Tanguá que se recusou a pagar taxa para eles

A Polícia Civil do Rio divulgou hoje que o comerciante Cascudo do Gás que foi assassinado no último dia 27 de dezembro em Tanguá, cidade da Região Metropolitana fluminense,  foi morto por traficantes do Comando Vermelho. Ex-candidato a vereador, Carlos Henrique Paula de Souza foi executado a tiros em frente ao seu estabelecimento, no Centro da cidade.   Os autores do crime, dois homens em uma moto, surpreenderam comerciante. Usando capacetes, os criminosos se aproximaram, sacaram pistolas e fizeram vários disparos em direção à vítima, que teve morte instantânea. As investigações revelaram que os criminosos, ligados ao tráfico de drogas local, estavam exigindo pagamentos extras de comerciantes para permitir que eles continuassem suas atividades.  Além disso, esses bandidos restringiam a venda de produtos como água, carvão e cigarro, com o objetivo de monopolizar o comércio e aumentar os lucros à custa dos moradores.  Cascudo foi brutalmente assassinado por se recusar a ceder às exigências do grupo criminoso. Hoje, a polícia fez uma operação contra os envolvidos.. Cinco bandidos foram presos em flagrante e os agentes apreenderam grande quantidade de material entorpecente, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie.  As diligências contaram com apoio de outras unidades do 4ª Departamento de Polícia de Área (DPA) e do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI). Diante dos fatos e com base em trabalhos de inteligência da unidade, a operação visa o cumprimento de dois mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho, envolvidos nesses crimes de homicídios, extorsões, torturas e associação criminosa. Durante a ação desta quinta, os agentes apreenderam 2214 pinos de cocaína, 454 papelotes de maconha, 1528 papelotes de crack, 5 rádios transmissores, 1 balança de precisão, 3 celulares e R$ 1.7 mil em espécie.

Polícia indicia toda cúpula do CV que está na rua por causa de roubo de veículos

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou toda a cúpula da facção criminosa Comando Vermelho que está na rua pela explosão de roubos de veículos registrada no final de semana dos dias 30 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 800 crimes foram cometidos em apenas quatro dias em diferentes regiões do estado. A ação criminosa, investigada no âmbito da “Operação Torniquete”, teve como objetivo principal causar pânico na população e tentar desestabilizar o comando das forças de segurança. As investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) comprovaram que os crimes não tiveram como motivação o lucro, mas gerar pânico para a população. De acordo com a análise de dados e cruzamento de informações de inteligência, a ordem para os roubos partiu diretamente da cúpula da facção em complexos estratégicos, como Penha, Chapadão e Salgueiro, como forma de retaliação às operações policiais e às novas gestões da segurança pública. O mapeamento revelou ainda que grande parte dos veículos roubados foi abandonada e recuperada pouco tempo depois em áreas sob domínio da própria facção, evidenciando que os crimes funcionaram como uma ação coordenada de intimidação e propaganda criminosa. Os roubos foram executados por criminosos vinculados a comunidades controladas pelo Comando Vermelho, seguindo determinações diretas das lideranças locais.Os indiciados são: Edgard Alves de Andrade, o “Doca”, líder da facção no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio;Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”, braço direito de “Doca” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo da Penha;Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o “Nando Bacalhau”, líder da facção no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio;Alexsandro Miranda da Silva, o “Dando”, braço direito de “Nando Bacalhau” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo do Chapadão;Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, líder da facção no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo;Hilário Gabriel dos Santos Rangel, o “Biel do Feijão”, líder da facção na Comunidade do Feijão, no município de São Gonçalo;Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o “Bochecha Rosa”, líder da facção na Comunidade Corte 8, no município de Duque de Caxias;e Joab da Conceição Silva, o “Joab”, líder da facção na Comunidade Rua Sete, no município de Duque de Caxias. O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, afirma que a investigação complexa da DRFA-CAP comprovou que essas ações criminosas foram em retaliações a várias ações das forças de segurança contra a caixinha do Comando Vermelho. “Essa é uma espécie de poupança da facção, que serve para financiar os luxos dos parentes das lideranças e também uma espécie de previdência privada para os parentes dos presos faccionados. Isso causou uma revolta na facção e acabou resultando nessa onda de roubos e de terror praticados pelo Comando Vermelho”, afirma o delegado. A ação faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. O trabalho investigativo resultou na individualização das responsabilidades e no indiciamento dos líderes e operadores da facção que coordenaram os ataques em diferentes territórios. A Polícia Civil visa atingir não apenas quem executa o crime nas ruas, mas principalmente quem planeja, ordena e lucra com a violência. “Não vamos admitir que esse tipo de retaliação ocorra novamente em nosso estado. Vocês lembram da Megaoperação Contenção ocorrida no dia 28 de outubro de 2025. Vem mais por aí”, destaca o secretário Felipe Curi. Desde setembro de 2024, a “Operação Torniquete” já registrou mais de 740 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em quase R$ 45 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

Traficantes exibem fotos de morador de área de milícia na Zona Oeste do Rio sob mira de fuzis. Ele foi sequestrado e morto

Moradores da comunidade do Barbante, em Campo Grande, vivem dias de tensão Segundo relatos recebidos por residentes e familiares, imagens de um morador da comunidade estariam sendo enviadas de forma intimidatória para amigos e parentes, como forma de ameaça e pressão psicológica. A vítima, identificada como Maycon, teria sido sequestrada e morta por criminosos da Penha. Os criminosos estariam sequestrando e matando moradores que tem alguma relação com milicianos. De acordo com informações que circulam nna comunidade, o crime teria ocorrido a mando de indivíduos conhecidos como Doca e Gardernal, líderes do tráfico no Complexo da Penha. As circunstâncias do sequestro e da execução ainda causam revolta e medo entre os moradores. Além disso, denúncias apontam que moradores estariam sendo coagidos a repassar informações sobre a atuação de milicianos na região, sob ameaças de represálias.

Adolescente é suspeita de atrair homem errado para a morte em Paracambi por achar que ele havia matado o seu namorado

Uma adolescente é suspeita de atrair um homem para a morte em Paracambi, cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro como vingança por ela achar que ele tinha matado seu namorado. Gabriel Pereira Fernandes Araújo foi morto no último dia 5, na localidade da Cascata, por traficantes do Comando Vermelho.  Por telefone, a menor orientou Gabriel onde ir. No local do crime, a Estrada Governador Roberto Silveira, ele foi morto por dois homens, de vulgos CL e Pajé. Segundo o processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, quem havia matado o namorado da jovem havia sido o irmão de Gabriel que tem o mesmo nome que ele e é ligado ao Terceiro Comando Puro.  A menor é prima de um dos executores, vulgo CL.PMs souberam que os elementos envolvidos no crime em tela teriam fugido para Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Os suspeitos acabaram sendo encontrados e foram presos, não oferecendo nenhuma resistência.  Eles não estavam armados e ambos tinham telefone celular. O pai de CL disse que o filho estava querendo ir embora após se envolver no homicídio. Disse que ele pediu ajuda para fugir.Em depoimento, a menor disse que ligou para um homem chamado Emanuel para marcar um encontro dela com ele, Gabriel e mais uma menina mas ela acabou desistindo.  Posteriormente, Emanuel mandou mensagem para a adolescente que ele e Gabriel  “tinham tomado uma dura”, mas não disse quem seriam as pessoas que os tinham abordados.A menor ligou para ele e Emanuel afirmou para parar de ligar porque quase morreram. Pouco depois, Emanuel mandou mensagem para a jovem afirmando que Gabriel havia sido baleado. No mesmo dia, CL ligou para a adolescente dizendo que havia matado Gabriel. Os presos permaneceram em silêncio em depoimento na delegacia e na Justiça. Ambos estão com a prisão temporária decretada. A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos para dar prosseguimento às investigações mas não informou qual a situação da menor. 

Braço de guerra do CV exibe fuzis e diz a moradores de Campo Grande que extorsões chegarão ao fim. VIDEO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o ex-miliciano como “RD do Barbante” hoje um dos braços de guerra do Comando Vermelho exibindo armamentos de uso restrito. No vídeo (disponível no grupo do Bruno Assunção), ele faz declarações direcionadas aos moradores de Campo Grande, afirmando que práticas como cobranças e extorsões vão chegar ao fim. O conteúdo teria sido gravado após alguns integrantes ligados à milícia de Zinho romperem com o grupo e migrarem para o Comando Vermelho (CV). Segundo apuração do repórter, a movimentação faz parte de uma tentativa do grupo de avançar sobre áreas de Campo Grande e ampliar sua atuação na Zona Oeste do Rio, com o objetivo de chegar a Santa Cruz, região historicamente associada ao Comando Vermelho, mas que há anos está sob controle da milícia.

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar mulher no final do ano em São Gonçalo

A Justica decretou a prisáo temporária de Luiz Carlos Souza Dias pelo feminicidio de Cintia Barcelis Peres achada morta na ultima semana do ano passado, em Sâo Gonçalo. Segundo apurado até o momento, o suspeito já possui histórico de violência doméstica, roubo e tráfico, sendo certo que mantinha relacionamento conflituoso e abusivo com a vítima, a qual apenas vivia em sua companhia e do filho menor, tendo sido encontrada com um plástico envolto na cabeça e mãos amarradas. Narra, ainda, a autoridade policial que vizinhos descreveram tentativas de vender pertences da vítima após os fatos, sendo certo que, momento depois, ausentou-se o suspeito do local sem mais retornar.

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