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denúncia

Leia detalhes de uma sessão de tortura dentro de uma unidade de menores infratores no Rio que culminou com a marcação feita por objetos da sigla de uma facção na pele da vítima

Um processo sigiloso do ano passado que tramita na Vara da Infância e Juventude revela uma sessão de tortura cometida dentro de uma unidade para menores infratores no Rio de Janeiro. A vítima afirmou que diante de uma movimentação incomum dentro da unidade, dirigiu-se até o outro alojamento, onde foi amarrada pels internos. Em seguida, foi submetida a atos de asfixia, que culmiaram com a perda momentânea de consciência. Ao recobrar os sentidos, foi alvo de novos ataques, incluindo a privação do ar mediante o lançamento de tecidos sobre seu rosto. Logo depois, houve derramamento de água e por último marcação em sua pele da sigla alusiva a uma facção criminosa efetuada por meio de objetos improvisados extraídos dos recipientes alimentares. Os agressores verbalizaram. “O bagulho agora é tudo fechar o comando”. Segundo a Justiça, os atos extrapolaram em muito a mera ofensa à integridade física da vítima assumindo contornos nítidos de tortura, destacando que as ações obstruíram as vias respiratórias da vítima a partir da cobetura intencional do seu rosto por tecidos seguida de derramamento de líquido. Como o processo é sigiloso, não foi revelado nos autos disponíveis o local onde ocorreu o fato, nem a data, nem quantos autores participaram da tortura. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Adolescente que atraiu menores que tiveram os dedos amputados em Meriti para confessar roubo de celulares sorriu de satisfação quando os alvos foram capturados e ela mesmo pegou a faca e cortou os membros de um deles, que era seu ex-namorado, diz Justiça

A Justiça deu mais detalhes sobre um processo que tramita em sigilo que vai julgar os autores da tortura contra dois adolescentes na comunidade do Parque Juriti, em São João de Meriti, no ano passado, na qual as vítimas tiveram os dedos cortados após serem pegas para confessar o roubo de telefones celulares. Uma menor de idade que foi namorada de uma das vítimas e atraiu elas para as agressões deu um sorrisinho de satisfação ao ver que os alvos foram capturados. Ela mesmo pegou a faca e cortou os dedos do antigo namorado, segundo os autos. As vítimas foram agredidas com cabos de madeira e barras de ferro, além de sofrerem queimaduras. A adolescente tinha ciência de que não havia mais aparelho celular a ser recuperado e, mesmo sabendo que as vítimas eram moradores de comunidade dominada por facção rival, decidiu participar do plano, atraí-los e entregá-los aos algozes. Em nenhum momento, a menor admitiu ter sido coagida a participar da trama, revelaram os autos. Para atrair as vítimas, a menor alegou um suposto encontro para fins amorosos. Um outro adoescente que participou da tortura disse ter deixado o local antes das agressões começarem e ido para a praia mas essa versão não foi comprovada. Ambos adolescentes participantes do fato estão cumprindo medida sócioeducativa. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Motoboy foi morto pelo CV em Cosmos

Um motoboy conhecido como NG foi assassinado em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. Segundo relatos, ele foi.pego na Rua Bernardino.Rodrigues Amaro e morto pelo bonde do RD. Várias postagens no Instagram lamentaram a morte do rapaz. “Nunca iremos te esquecer para sempre vou lembrar de você meu amigo”. RD é ex-miliciano do Barbante que pulou para o Comando Vermelho e atualmente está se escondendo na Penha e na Vila Kennedy. Chegou a ser divulgada a sua morte nas redes sociais mas a história era forjada. FONTE: Página Campo Grandej Ao Vivo (Facebook e Instagram)

Após homem morrer baleado em suposto ataque do CV em Itaguai, surgem relatos que facção quer tomar áreas da milícia na cidade

Essa semana a PMERJ confirmou que um homem deu entrada em óbito no Hospital São Francisco Xavier,, em Itaguai, ao ser questionada pela reportagem sobre um ataque do Comando Vermelho na comunidade da Ponte Preta, que teria deixado duas pessoas baleadas. Pois bem. Circula nas redes sociais relatos, que foram confirmados pela reportagem com outra fonte que. traficantes do Comando Vermelho das comunidsdes do Sem Terra e Reta estariam supostamente planejando expansão territorial pela cidade com apoio de criminosos da Penha e Vila Kennedy. Segundo o que foi comentado, os bandidos pretendem.atacar as localidades da Ponte Preta, Vila Ibirapitanga e Chaperó, todas.redutos da milicia de Zinho. Os traficantes estariam avisando pelas redes que pretendem matar todos os milicianos e as pessoas que os apóiam. FONTE: PMERJ e Grupo Caos no RJ (Whatsapp)

Mais protesto orquestrado pelo tráfico(CV) fecha ruas no Engenho Novo. VIDEO

Mais uma vez os bandidos do Morro São João, no Engenho Novo, mandaram os moradores descerem para o asfalto e fechar a Rua Barão do.Bom Retiro e outras vias do bairro. Ónibus atravessados e latas de lixo com fogo bloquearam as ruas. . A PMERJ disse que equipes do GIT e da UPPSãoJoão reforçam o policiamento ostensivo na região da Rua Barão do Bom Retiro. O fogo colocado em lixeiras já foi controlado e o trânsito voltou a fluir normalmente. Cinco ônibus e lixo queimado são usados para fechar pistas no Engenho Novo Segundo a PM, “a motivação destas ações tem como origem a tentativa de desmobilizar uma ocupação da polícia militar no Morro São João” Os ônibus que foram feitos como barricadas fazem as linhas: MANIFESTAÇÃO NO ENGENHO NOVO Atenção, motoristas! Há uma manifestação ocupando uma faixa da pista da Rua Barão do Bom Retiro em ambos os sentidos, na altura da Rua Acaré. Trânsito lento ao longo da via. CET-Rio e Polícia Militar no local. Guarda Municipal acionada. FONTE:PMERJ, Grupos Caos no RJ, Diário das Comunidades e Intense (WhatsApp)

Miliciano preso ontem em Seropédica é acusado de matar homem só por causa do furto de uma garrafa e de obrigar testemunha do crime a mentir em depoimento

O miliciano vulgo Quebra, que foi preso ontem em Seropédica, é acusado de matar um homem só por causa do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido em 23 de agosto de 2020, no bairro Santa Sofia, em Seropédica/RJ. Quebra efetuou disparos de armas dse fogo contra Thiago Curityba Ramos, provocando sua morte. Segundo apurado, o crime foi praticado por motivo torpe, qual seja, uma antiga rixa existente, por conta do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, haja vista que o miliciano, se valeu da surpresa, atacando a vítima de maneira súbita enquanto ela caminhava. No local do fato, foi encontrado o documento de identidade e a carteira nacional de habilitação do criminoso que permaneceu no local acompanhando os trabalhos periciais. Inicialmente, Quebra informou que sua bermuda estava rasgada e que os documentos teriam caído. No entanto, posteriormente, foi possível verificar que a informação era inverídica. Tal elemento informativo, somado aos termos de declarações colhidos em investigações policiais, permitem a conclusão por indícios de autoria do crime. Uma testemunha disse que Quebra lhe procurou depois do dia do crime, e o coagiu a mentir em depoimento, dizendo que o colocou como testemunha junto ao inquérito para que ele confirmasse que teria encontrado o seu documento de identidade. Não somente, o declarante ainda externou que sente medo, pois João é conhecido como “Quebra” na região, o que significaria que ele é “matador”. Afirmou, ainda, que foi até a sede policial depor motivado a mentir, coagido pelo denunciado, e para confirmar a versão que o bandido combinou com ele, por medo do que ele poderia fazer, caso soubesse que ele teria contado a verdade. No entanto, preferiu falar a verdade, afirmando que não queria se envolver na situação. Nesse mesmo contexto, a testemunha relembrou uma ocasião em que Quebra se comportou de forma extremamente violenta com outro indivíduo do bairro, em um determinado dia que este estava empinando uma motocicleta na rua, onde crianças brincavam. Após o fato, ele sacou uma arma de fogo e realizou três disparos para o alto, na intenção de intimidá-lo. A ex-companheira de Thiago afirmou que, após o assassinato, Quebra passou de carro em frente a sua casa diversas vezes, causando medo a declarante, uma vez que moradores da região dizem que ele teria sido o mandante do assassinato”. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Motorista cadastrado na Uber teve prisão preventiva decretada suspeito de participar de homicídio de homem em Senador Camará que dificultava instalação de boca de fumo em frente ao seu estabelecimento

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva de três homens, entre eles um motorista cadastrado na Uber, suspeitos da morte de um homem em Senador Camará em janeiro que estava se opondo a instalação de uma boca de fumo em frente ao seu estabelecimento. O crime ocorreu na noite de 05/01/2025, por volta das 23h, no interior do estabelecimento comercial da vítima, Marivaldo Rodrigues Monteiro Filho, conhecido como “Baiano”, localizado na Estrada Duarte Nunes, nº 06, bairro Senador Vasconcelos.  Segundo consta, um indivíduo trajando capacete e máscara invadiu o local e, ao avistar a vítima, efetuou disparos de arma de fogo contra ela, fugindo em seguida, na garupa de uma motocicleta.  A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Rocha Faria, mas não resistiu aos ferimentos.  O crime teria ocorrido como forma de retaliação, em razão da resistência da vítima em permitir que os criminosos implantassem um ponto de venda de drogas no local.  Ainda segundo as peças do inquérito, um motorista de aplicativo declarou que teve sua motocicleta roubada ao atender uma solicitação de corrida. O próprio denunciado, que é cadastrado na Uber, teria se identificado para o trabalhador confirmando integrar o crime organizado local.  Esse funcionário da Uber reconheceu sua participação no homicídio de “Baiano” e afirmou que um homem chamado Erick estava na garupa da motocicleta, utilizando um pano na cabeça e um capacete preto para ocultar sua identidade, sendo este o autor dos disparos contra a vítima.  Ele também esclareceu que ele e Erick contaram com a colaboração de uma outra pessoa, chamada Wladirmir, que previamente esteve no local e repassou informações estratégicas aos seus comparsas para garantir o êxito da empreitada criminosa.  O Uber realizou o reconhecimento fotográfico dos codenunciados Erick e Wladimir. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de J\neiro

Quando ainda era da milícia, ex-PM preso suspeito de treinar traficantes do CV participou de uma extorsão de R$ 50 mil e tomada de apartamentos

Quando ainda participava da milícia da Muzema, o então PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, foi acusado de participar de uma extorsão De acordo com a testemunha, armados com fuzis e pistolas, os bandidos exigiram R$ 50 mil e ainda obrigaram a passar para o grupo o controle de quatro apartamentos.  O grupo era fortemente armado, praticamente pronto para qualquer guerra; que qualquer um que se oponha a eles, ou fizesse qualquer coisa que não seja da vontade deles, é simplesmente eliminado ou expulso do local onde reside.  A testemunha ainda disse que o grupo matou um senhor e escondeu o corpo. Caveira foi preso na última segunda,-feira suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar o dinheiro dos criminosos. Viagens, roupas de grife, festas e um carro de luxo avaliado em R$ 3 milhões. Esse era o estilo de vida ostentado por Ronny , que fazia questão de exibir sua rotina nas redes sociais. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Milícia que agiu no Quitungo movimentou mais de R$ 10 milhões. Só um taxista, R$ 1.5 milhão

A Polícia Civil busca envolvidos na lavagem de dinheiro de milicianos que atuavam na Comunidade do Quitungo, Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações revelaram um esquema de movimentação financeira suspeita que ultrapassa R$ 10 milhões.  Foi determinado pela Justiça o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. Um taxista envolvido com a quadrilha, em apenas seis meses, movimentou R$ 1,5 milhão em suas contas, transferindo parte desses valores diretamente para o homem apontado como chefe da milícia. Essa liderança também é alvo da operação desta quarta e é investigada por diversos homicídios. Ainda há mandados contra pequenos empresários que mantiveram relações financeiras com o grupo criminoso. As investigações apontam que,. para lavar o dinheiro, os suspeitos utilizavam pequenas transferências, uso de empresas inativas e movimentação entre múltiplas contas bancárias. O Quitungo não é mais dominado pela milícia, hoje está sob controle do Comando Vermrelho. FONTE: Polícia Civil do RJ

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