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denúncia

Jornalista apontado como chefe da quadrilha de furtos de cabos subterrâneos alvo da polícia do RJ esta semana também integrava organização que movimentava grandes quantidades de drogas, inclusive para o Rio

O jornalista apontado como chefe da quadrilha que atuva no furto de cabos subterrâneos que foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio nesta semana integrava também em uma organização criminosa que movimentava grandes quantidades de droga, aferindo alto enriquecimento ilícito. Sua atuação, apesar de mais intensa no Paraná, estende-se para outros Estados da Federação – notadamente para o Rio de Janeiro, e Minas Gerais em que há notícias e indicativos de transportes e remessa de grandes quantidades de drogas. O bando é aparentemente dotada de um avançado sistema operacional de atuação, em que as cargas de drogas são realizadas em compartimentos ocultos de caminhões refrigerados carregados com cargas lícitas, o que dificulta muito a persecução dos ilícitos. Ainda, possui estratégico sistema de lavagem de dinheiro, de modo que os rendimentos do tráfico são mascarados com negócios aparentemente lícitos, bem como, há indícios do uso de diversas pessoas e empresas como “laranjas”, para que a movimentação financeira da ORCRIM não chame atenção das autoridades . Há relevantes indícios de que a organização cooptou Policiais Civis e Militares, inclusive que atuavam na Comarca de Toledo/PR. Também há informações de que a ORCRIM não tem pudor em utilizar-se de crimes violentos, o que foi reforçado pela tentativa de assassinato sofrida por um membro em um contexto claro de “queima de arquivo” ou “acerto de contas”, evidenciando o envolvimento da ORCRIM com a prática de atividades delitivas, O jornalista em questão era o elo com o tráfico de drogas do Morro do Fallet e a quadrilha de furtava cabos. .Ele atuava como contador da facção Comando Vermelho, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem de dinheiro através de empresas reais. FONTE: Superior Tribunal de Justilça

Bandidos do CV suspeitos de participar de ataque à delegacia foram denunciados

O Ministério Público Estadual denunciou Deivid Rodrigues Barreto, conhecido como 2D, e Giliarde Sobescijanski Martins, o Gordinho ou Teleco, por associação para o tráfico de drogas, com o agravante do uso de armas de guerra. Eles foram presos temporariamente no dia 26 de fevereiro, durante as investigações sobre o atentado à 60ª DP (Campos Elíseos), ocorrido em 15 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 15 criminosos armados com fuzis invadiram a unidade para tentar resgatar o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, preso horas antes por tráfico e associação ao tráfico. Durante a operação que resultou na prisão, foram apreendidos celulares que, após análise pela Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, comprovaram o vínculo direto e funcional de ambos com a facção Comando Vermelho. As investigações apontaram que o grupo atuava sob forte intimidação armada, com uso de pistolas, fuzis e granadas. Deivid exercia a função de vigia e informante sobre ações policiais na região, enquanto Giliarde participou de um confronto armado que resultou na morte de quatro traficantes da mesma comunidade. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

Em meio a ataques do CV e a da ADA, nova milícia assumiu o controle de comunidade de Curicica

A Justiça confirmou que em março, traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) tomaram o controle da comunidade Vila Sapê, em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Mas segundo informações nas redes sociais, a ADA não ficou por muito tempo no local já que vários integrantes foram presos. Logo, uma nova milícia tomou conta da comunidade, que foi durante um bom tempo reduto de André Boto. O grupo é comandando por paramilitares da antiga como Betinho e um outro conhecido como Capitão Americano, que era do bando de Tubarão. Eles têm o apoio de Play do Jordão. No início desta semana, os traficantes do CV atacaram a Vila Sapê. Os invasores tomaram a arma de um policial morador do condomínio e ficaram de devolver a arma depois na portaria. No ataque, um bandido da Cidade de Deus foi preso. Ele é conhecido como França e foi pego na vizinha comunidade Dois Irmãos, recebendo abrigo de homens do Boto,. FONTE: TJ-RJ e Página Milícia RJ News (Twitter)

Ex-policial civil que era da milícia agora estaria com o CV e aterroriza a Zona Oeste do Rio

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o ex-policial civil Pulgão teria se aliado a traficantes do Comando Vermelho para tomar a comunidade do Catiri, em Bangu, Uma das informações passadas à reportagem apontam que ele teria estado no Complexo da Penha se reunindo com o traficante Doca, chefão da facção, e estaria junto do ex-miliciano RD, que vem comandando bondes do CV em diversos ataques a redutos da milícia na Zona Oeste do Rio. Há relatos de que ele vem tocando o terror nos motoristas de transporte alternativo no Catiri e Jardim Bangu. Antes de ser preso, Pulgão atuava como miliciano e dominava áreas na Zona Oeste do Rio Pulgão foi solto no ano passado.. Ele é condenado por chefiar uma milícia e foi acusado de usar o aparato da Polícia Civil para disputar territórios com o Wellington da Silva Braga, o Ecko, que morreu em 2021. Ele estava preso desde o dia 3 de julho de 2018, quando foi surpreendido com comparsas quando saía de uma boate na Barra da Tijuca por agentes da Corregedoria da Polícia Civil. No carro de Pulgão, que era roubado, os policiais encontraram ainda cinco fuzis, três pistolas, uma metralhadora antiaérea e munição de diferentes calibres. FONTE: Páginas Milícia RJ News e Bau do Rio OFC (Twitter)

Preso por ataque a helicoptero da CORE estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos por atacar PMs

Preso suspeito de ser um dos autores do ataque ao helicóptero da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em março que deixou o copiloto baleado, Douglas Fernando Lúcio da Silva, o Douginho, estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos de prisão em regime fechado. Em 2019, na comunidade da Coreia, em Senador Carmará, ele participoiu de um confronto com PMs e acabou saindo baleado. Na ocasião, PMs faziam patrulhamento pela Rua Caminho Anes Dias quando se depararam com um veículo Fiat Palio dirigido por Douglas, cujos ocupantes efetuaram diversos disparos contra os agentes, que revidaram. Mesmo depois de os ocupantes do Palio pararem de atirar, outros bandidos também fizeram disparos contra os PMs. Cinm Douglas e os comparsas, foram apreendidos na ocasião, um fuzil, uma espingarda e um radiotransmissor ligado na frequência do tráfico local. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Absolvidos na Justiça, PMs que se uniram a miliciano para extorquir homem em Magé poderão ser expulsos da corporação após seis anos do crime

Depois de seis anos do crime, a PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de dois policiais militares que se uniram a um miliciano de Magé para extorquir um homem lhe atribuindo o delito de tráfico de droags. O caso aconteceu em dia 14 de janeiro de 2019, na Rua 103, Bairro Ipiranga,Município de Magé/RJ. Na ocasião, a vítima alega, que veio ser agredida e extorquida pelos indiciados em razão do recebimento de uma indenização pecuniária da Empresa Construcap, a qual foi responsável pela morte de sua filha menor, ocorrida em acidente de trânsito, no dia 03 de janeiro de 2015, Ocorre que os PMs, ao tomarem conhecimento do valor recebido de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), em conluio com o miliciano “André Careca”,chefe da milícia “Família Suruí”, arquitetaram o flagrante forjado contra a vítima, com a finalidade de obter vantagem econômica indevida no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Dianteda negativa em ceder à empreitada criminosa, os indiciados efetuaram da vítima e de seu companheiro, sobre a alegação de que ambos estariam envolvidos com o tráfico de drogasda localidade. Os PMs foram absolvidos na Justiça. A vítima relatou ter sido agredida fisicamente pelos indiciados e testemunhas confirmaram as agressões físicas com uso do ventilador,A vítima teme pela sua vida, visto que no dia 09 de maio de 2020, por volta das 15h, quando visitava familiares no bairro onde residia, veio a sofrer tentativa de homicídio, cuja au-toria é imputada ao miliciano André Careca, o qual desceu do veículo com uma pistola prateada e realizou vários disparos em sua direção. Em outra oportunidade, a vítima observeou Em outra oportunidade, a vitima observou o miliciano utilizando uniforme da PMERJ na presença do PM Andrezinho, que foi excluído da corporação. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Com o avanço do TCP e do CV na região das Vargens e do Recreio, somente uma milícia ficou na área. SAIBA MAIS

Segundo relatos nas redes sociais, hoje com o avanço do TCP e CV nas regiões de Vargens (Grande e Pequena) e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, somente uma milícia sobreviveu na área: a que atua na comunidade do Beira-Rio, no Recreio. A quadrilha é liderada por um indivíduo chamado Vinicius, que conta com seu braço-direito um suposto PM conhecido como Bigode. A milícia da Beira-Rio surgiu nos anos 2000, com o então sargento PM de vulgo China Banai à frente das comunidades Beira-Rio, 14 e Servidão D todas na Avenida das Américas. Após a morte do China, o então ex motoboy Vinicius deu golpe e assumiu o comando. Com o avanço do tráfico, Vinicius ficou acuado e se viu forçado a fazer uma aliança com antigos milicianos, como o Fernandes um ex- PM e miliciano de Vargens que atuaria hoje de forma discreta na cobranças da vans, mototáxis, mercados, igrejas e empresas de internet. Dois cunhados que atuariam na milícia_ vulgos DVD e Gonazga,_ seriam responsáveis por várias mortes e por ameaçar moradores da comunidade Beira-Rio. Há relatos de que Vinicius dvem fazendo várias covardias com moradores. A comunidade não aguentaria mais sofrer nas mãos dele e de seu bando. FONTE: Página InformaçõesVargens (Twitter)

Processo sigiloso revelou tortura de babá contra bebê de oito meses no Rio

Um processo sigiloso revela a tortura de uma bebê de oito meses por uma babá no Rio. A investigação se baseou em vídeos obtidos através do circuito interno de uma brinquedoteca onde ocorreram as agressões. A babá segurou os dois braços da criança, puxando e girando-a de forma agressiva, além de jogá-la de costas no tatame. Em seguida, após verificar a necessidade de troca de fraldas, de maneira hostil, puxou a criança novamente pelos braços sendo possível observar o choro da menor. A bebê já apresentava marcas de agressões anteriores. Não há mais informações disponíveis sobre o caso. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Entenda a atuação de uma quadrilha que subtraía cabos de telecomunicações e tinha elo com o CV

Investigações, que levaram à denúncia de 22 ipessoas, revelaram um sofisticado esquema criminoso, baseado na subtração de cabos de telecomunicações e energia elétrica, com posterior recolhimento do material por empresas de reciclagem ligadas aos próprios líderes da organização e lavagem dos lucros ilícitos por meio de transações bancárias fracionadas, aquisição de veículos de luxo, emissão de notas fiscais falsas e simulação de contratos com empresas reais. A quadrilha atuava realizando fraude documental e disfarce operacional, ação furtiva com vigilância armada. Os furtos ocorriam durante a madrugada, com batedores armados em motocicletas, ligados ao tráfico de drogas, garantindo a evasão e a proteção da operação. Os criminosos amarravam os cabos aos caminhões, puxando-os com força, causando danos estruturais severos às estações subterrâneas. Os cabos subtraídos eram transportados para galpões e ferros-velhos em Queimados, Baixada Fluminense; no Morro do Fallet, Centro do Rio; e no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo — todos de propriedade dos líderes da organização, situados em territórios dominados por facções criminosas. O grupo dividia o percentual do faturamento com os traficantes locais, garantindo a proteção do território. Nos depósitos, os cabos eram decapados, fracionados e queimados para eliminar vestígios de origem, e revendidos a ferros-velhos e metalúrgicas no Rio de Janeiro e, principalmente, em São Paulo, com apoio de intermediadores. Parte dos pagamentos era feita com veículos de luxo, e outra era lavada por meio de empresas ligadas ao núcleo de comando, nos ramos de alimentos e comunicação, com emissão de notas fiscais falsas, anúncios e propaganda de clientes fictícios. Segundo apurado, o líder do grupo era também o elo com o tráfico do Fallet. Atuava como contador da facção, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem via empresas reais. O homem foi preso pela Polícia Civil do Paraná por ser o elo entre fornecedores de drogas daquele estado e traficantes de drogas do Rio. Os galpões usados pelo bando ficaram em áreas dominadas pelo Comando Vermelho e os envolvidos dividiam os lucros com os integrantes da facção, que também faziam a segurança armada do grupo. A mulher dele assumiu a liderança após sua captura, comandando pagamentos, lavagem, contratos simulados e gerenciamento de empresas. Outros integrantes do núcleo central do grupo incluíam organizadores de equipes e contato com batedores armados, um grande receptador e responsáveis pela movimentação do material ilícito. Hoje a Polícia Civil faz uma megaoperacão voltada à desarticulação da organização criminosa. Sete pessoas foram presas O objetivoé o cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, incluindo residências dos alvos, sete ferros-velhos e metalúrgicas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Há ainda mandados de prisão preventiva expedidos contra integrantes da organização criminosa, inclusive da cúpula, e o pedido judicial de bloqueio de até R$ 200 milhões em contas bancárias e ativos financeiros, além do sequestro e indisponibilidade de bens e imóveis como casas e veículos de luxo, lanchas , cavalos de raça., entre outros. FONTE: PCERJ

Vizinhos disseram que desconfiaram que homem matou mulher em Caxias e enterrou o corpo no quintal porque quando bebia ele dizia que havia matado um homem e porque a vítima já havia contato de suposto estupro que ele cometeu

Vizinhos desconfiaram que Márcio André da SIlva Teodoro havia matado Dulcilene da Costa Rodrigues, encontrada morta com o corpo enterrado e concretado em Duque de Caxias, porque quando ele bebia dizia que havia matado um homem além do fato de Dulce, como a v[itima era conhecida, ter contado sobre o estupro da filha da ex-companheira de Márcio. Márcio e Dulcilene já haviam sido namorados em 2020 mas há quatro meses, ele havia se mudado para a casa dela porque queriam matar devido a suspeita de Márcio ter estuprado a filha de 13 anos de sua ex-copmanheira. Ao desconfiarem de que Márcio teria matado Dulce e enterrado o corpo no qiuintal da casa, vizinhos começaram a cavar os fundos do terreno. Após o corpo ter sido encontardo, a polícia foi acionada, Uma vizinha chegou a perguntar a Dulce sobre Márcio e ela lhe disse que ele era só um amigo. Ela disse ainda que na tarde da última segunda-feira (21) viu Márcio saindo da casa de Dulce de bicicleta com uma mochila nas costas. Preso, Márcio confessou o crime e teve a prisão temporária decretada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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