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PMs poderão ser excluídos da corporação suspeitos de extorquirem turistas estrangeiros que portavam maconha na Zona Sul do Rio

Dois PMs do batalhão do Leblon estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá representar pela exclusão deles da corporação acusados de extorquirem turistas na Avenida Niemeyer, que portavam maconha em maio do ano passado. Na ocasião, os estrangeiros estavam em um veículo Renault Kwid quando foram abordados por policiais militares, os quais encontraram um material semelhante à Cannabis sativa. Relataram ainda que os agentes, inicialmente, exigiram a quantia indevida de R$ 10.000,00(dez mil reais) em espécie e, após tratativas, reduziram o valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante da impossibilidade de pagamento imediato, foram orientados a se dirigirem a um shopping para realizar osaque. Informaram que retiraram o montante total de € 1.190,00 (mil cento e noventa euros) — e o entregaram aos policiais em um estacionamento nas imediações do Shopping Fashion Mall, de forma discreta, conforme as instruções recebidas. Após a entrega do dinheiro, afirmaram ter recebido o entorpecente de volta e, em seguida, foram liberados. Após a análise das imagens das câmeras de vigilância constatou-se que os turistas foram abordados no local indicado na denúncia. Além disso, verificou-se que os investigados deixaram o local da abordagem ̳escoltando‘ as vítimas, sendo possível visualizar, instantes depois, a entrada deles no interior do shopping, sem a presença dos investigados. Os turistas anotaram as placas das motocicletas utilizadas pelos policiais. Por meio das fichas de circulação e dos mecanismos de controle do 23o BPM, constatou-se que, naquele dia, os veículos estavam sendo utilizados pelos investigados Além disso, em relação a um dos PMs, por meio de diligência telefônica realizada via aplicativo WhatsApp, um dos turistas o acusou e o identificou de maneira categórica, pormeio de uma fotografia, como um dos autores dos fatos descritos. Recai, ainda, contra a sua conduta, que ao assumir o serviço no dia 23 de maio de 2024,deliberadamente e sem a devida autorização, não acautelou a Câmera Operacional Portátil (COP), deixando assim, de captar imagens relevantes para as investigações. Seguindo as investigações, não é razoável que duas pessoas sejam ̳escoltadas‘ após umaabordagem sem que os policiais tenham produzido qualquer registro do episódio. Além disso, ao localizaremmaterial assemelhado a entorpecente, deveriam ter conduzido os envolvidos à delegacia. A omissão nesseprocedimento comprometeu a regularidade da abordagem, resultando na formalização da acusação contra osagentes na 1a DPJM. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PM foi excluído da corporação após acharem em sua casa drogas com a sigla do CV, fuzil e munições

Foi expulso da corporação um PM que teve apreendidas em sua casa em Itaguaí ano passado 144 pinos contendo pó branco com a inscrição ‘Ouro Branco CV do Cpx do Sem Terra de Itaguaí’, um fuzil Colt, calibre .223 Armalite (5,56×45 mm), número de série C121201, além de uma mochila com 12 (doze) cartuchos intacto de calibre .45, 14(quatorze) cartuchos intacto de calibre 9mm, 05 (cinco) cartuchos intacto de calibre 7,62, 03 (três)cartuchos intacto de calibre 5,56 mm, 01 (um) cartucho percutido e não deflagrado de calibre .50(12,7x76mm) e 45 (quarenta e cinco) cartuchos intacto de calibre .40 e 01 (um) tablet, marca Samsung, cor Grafite, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor prata, modelo A1633, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor cinza claro, modelo A1633, tela arranhada, 01 (um) telefone, marca Samsung, cor azul claro, 01 (um) telefone, marca REDMI, cor azul, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Motorola, cor azul petroleo, danificado, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor claro com detalhes dourado. Segundo a PMERJ, é considerada transgressão disciplinar grave o envolvimento de PMs em condutas delitivas envolvendo ―narcotraficantes‖ e usuários de ―drogas‖, conforme previsão na legislação em vigor, ou ainda, as condutas de adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar praticadas por Policial Militar, FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Cabo poderá ser expulso da PM suspeito de participar de furto de uma máquina de cigarros na Cidade da Polícia

Um cabo da PMERj está sendo submetido a comselho de disciplina que pode levar a expulsão dos quadros da corporação suspeito de participar do furto de uma máquina embaladora de cigarros que estava sob custódia na Cidade da Polícia Civil (CIDPOL). O fato teria ocorrido entre os dias 16 e 17 de fevereiro de 2023 e está sob investigação nos autos do Inquérito Policial n.o 404-00239/2024. O caso teve grande repercussão na imprensa na época. As apurações apontam que o cabo aparece em uma fotografia uniformizado com a farda da PMERJ, ao lado de vários policiais civis dentre eles um inspetor também envolvido na ação. Todos estão uniformizados e armados, sugerindo que o sindicado participou de uma operação em alguma área. É importante destacar que, no suposto dia do furto da máquina embaladora de cigarros naCIDPOL, o automóvel BMW, de placa RKMIE80, pertencente ao PM, trafegou pela Avenida Visconde de Albuquerque, no Bairro do Leblon/RJ, por volta das 21h09min (16Fev2023). Além disso, no mesmo dia, às 20h51min, a viatura ostensiva da DRFC, de placa RKK4G37, também passou por aquela via, o que leva a crer que o PM, após estacionar seu veículo nas proximidades do 23o BPM, embarcou na viatura da DRFC e, ao que tudo indica, o inspetor de polícia o aguardava. Logo após, a viatura da DRFC toma destino em direção ao bairro da Ilha do Governador/RJpela Estrada do Galeão, entre os horários de 22h37min e 23h00min, e de lá segue para a Cidade da Polícia com passagem pela Avenida dos Democráticos, registrado às 00h19min, Importante ressaltar que o veículo do PM somente tem registro de saída das proximidades do 23o BPM às 11h52min do dia 17 de fevereiro de 2023, levando as informações produzidas a crer Que o desvio do material ocorrido no galpão da DRFC, dentro das dependências da CIDPOL, ocorreu na madrugada do dia 16 para 17 de fevereiro de 2023 (quinta-feira para sexta-feira). Segundo consta no depoimento de um outroinvestigado pelo suposto furto da máquina embaladora de cigarros —, os dois policiais são muito amigos. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PMs foram expulsos da corporação acusados de pertencer à milícia de Meriti

Dois PMs foram excluídos da corporação suspeitos de participarem de uma milícia conhecida como ‘Comunidade Amiga’ que atuava nas comunidades conhecidas como “Malvina”, “Venda Velha”, “Parque José Bonifácio” e “Pau Branco”, todas situadas no município de São João de Meriti/RJ. Baixada Fluminense, no início desta década. Um dos envolvidos era responsável pela manutenção e conserto das armas de fogo utilizadas pela organização criminosa, bem como, sendo fornecedor de armas e munições. Ele está preso desde setembro de 2021. O outro PM era encarregado pela cobrança das taxas impostas aos moradores e comerciantes da localidade, inclusive, utilizando-se de violência para tanto. Ambos foram condenados em 2023 a penas de cinco anos de cadeia. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Veja o que disse o idoso preso acusado de matar e esquartejar barbeiro em Belford Roxo por causa de uma desavença sobre um imóvel

O idoso conhecido como Russo que foi preso acusado de matar e esquartejar o barbeiro Danilo da SIlva Santana em Belford Roxo por conta de uma discussão em razão de um imóvel disse em depoimento que havia uma a desavença com a vítima por conta da venda do imóvel e explicou o seguinte: Segundo ele,. há dois anos, Danilo o procurou e demonstrou interesse em comprar o imóvel; Ele aceitou a proposta e realizou a venda da casa no valor de R$20.000, sendo R$12.000,00 de entrada e o restante diluído em dezesseis parcelas de R$500,00; Danilo pagou a Russo o valor da entrada e da primeira parcela das prestações. Depois disso, segundo o acusado, não teria honardo o contrato e não pagou mais as parcelas da casa; Russo teria cobrado de Danilo diversas vezes e tiveram vários desentendimentos por esse motivo. Disse o declarante tinha receio de cobrar Danilo, pois a família dele era ligada ao tráfico de drogas da região. Danilo mesmo devendo dinheiro ao declarante fazia exigências em relação ao imóvel, como pintura e luz. Uma semana antes de ser morto, Danilo ,cansado de ser cobrado pelo declarante, pediu seu dinheiro de volta. Russo propôs devolver a quantia ,descontando os meses que Danilo residiu no imóvel, mas que Danilo não aceitou a proposta e ameçou o declarante, dizendo “Isso dá sangue, tenho quem mate você por cem reais, eu quero o dinheiro todo”. Russo disse que não contou pra ninguém que estaria sendo ameaçado, nem para suas filhas ou genros No dia do crime, Danilo foi até a igreja onde Russo trabalha e continuou insistindo para que o declarante lhe devolvesse o valor da venda do imóvel. O idoso disse que não teria o valor e reforçou a proposta. Russo falou que Danilo começou a agredí-lo com um azulejo. O idoso falou que começou a gritar diversas vezes pedindo socorro, ficou com diversos cortes na cabeça e no rosto, perdendo muito sangue. O idoso contou que revidou as agressões e em certo momento conseguiu acertar a cabeça de Danilo, que caiu ao solo. Conseguiu sair do local, mas que estava desorientado; No dia do seguinte , o declarante recebeu ligação de seu vizinho, que não se recorda o nome , apenas que tem uma oficina próximo a igreja, e disse ao declarante para não ir até a igreja, porque haviam invadido o local e estavam quebrando tudo. Disse que não sabe dizer quem invadiu a igreja, mas que ouviu de vizinhos que familiares de Danilo haviam feito um protesto na localidade, nessa oportunidade ficou sabendo da morte de Danilo;. Um caador de reciclados disse que no dia 17 de março havia um corpo em uma caçamba de lixo no bairro São Vicente. No local, só havia a cabeça e o antebraço. A filha de Russo reconheceu seu pai nas imagens em que um homem aparece perto da caçamba onde foi encontrado parte do corpo da vítima. O restante do corpo de Danilo foi achado enterrado dentro do imóvel de propriedade de Russo. Testemunhas disseram que Russo, apesar da idade, é um homem agressivo, principalmente quando o assunto é dinheiro, porque inquilinos dele quando atrasam com o aluguel recebem a visita dele ” na companhia de mais dois elementos ameaçando-os Uma delas que não chegou a pagar aluguel e resolveru sair do imóvel devido ao problema de falta d’água, contou como foi ameaçada. Disse que Russo fez uma chamada de vídeo para o Whatsapp dela e na chamada, “Russo” lhe mostrou uma arma de fogo quando disse: que ele não era de brincadeira e quando ele precisava seu genero e dois amiguiinhos meus do Roseiral fazem o trabalho para mim e eu pago. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Denúncia federal confirma que Peixão (TCP) mandava retirar remessas postais de armas de guerra importadas principalmente do Paraguai

A denúncia federal contra o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, informa que as investigações se iniciaram com a notícia transmitida pela Receita Federal do Brasil, de remessa postal internacional, contendo produto controlado pela Anatel – Bloqueadores de Sinais de Radiocomunicações (BSR), do tipo dispositivo antidrone, sendo o destinatário Everson Vieira Francesquet. Em 15 de julho de 2024, Everson foi preso em flagrante ao retirar a encomenda. Na mesma oportunidade, foi apreendido com ele o seu aparelho celular, cujas informações obtidas com a quebra de sigilo de dados, de acordo com o MPF, apontaram para a hipótese de que o acusado, possivelmente, forneceria aparato tecnológico à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na denúncia, o MPF descreve inúmeras conversas entre Everson e Peixão que indicam a retirada de remessas postais no nome do primeiro, sob ordens do traficante. O órgão denunciante acostou outros diálogos  entre Everson e vendedores residentes no Paraguai, nas quais o denunciado, aparentemente, negociava e planejava a compra e importação de armamento, como revólveres, pistolas e fuzis, tudo, em tese, custeado por Peixão. A denúncia mostra que Everson pelo menos de junho de 2024 até o presente momento, integra a organização criminosa conhecida como Terceiro Comando Puro (TCP), comercializando e negociando equipamentos proibidos, sob ordens do chefe de Peixão, que escolhia e financiava os produtos contrabandeados, com o intuito de equipar o grupo para o cometimento de crimes. FONTE: Justiça Federal do Rio de Janeiro

Peixão (TCP) responde a ação sigilosa na Justiça Federal por organização criminosa, contrabando e crimes contra a administração em geral

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, responde ação penal sigilosa na Justiça Federal do Rio de Janeiro por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa, contrabando (art. 334-A) e crimes praticados por particular contra a administração em geral. É parte também neste processo Everson Vieira Francesquet, que foi preso pela PF (Polícia Federal) suspeito de ir buscar um fuzil antidrone em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu. Ontem, o programa Fantástico da TV Globo mostrou que Peixão importaria armas de guerra e mandava trazer pelos Correios. Segundo a reportagem, era Everson que cuidava da compra e o envio do material. FONTE: Justiça Federal do RJ e Polícia Federal

Traficante do TCP está com prisão preventiva decretada acusado de matar inocente em Irajá quando na verdade queria executar homem que já havia atuado no CV

Está com prisão preventiva decretada desde o mês passado o traficante conhecido como Da Honda, da comunidade da Malvina, em Irajá, dominada pelo Terceiro Comando Puro. Ele é acusado de matar em novembro do ano passado um rapaz chamado Marlon Sobreira Mourão Araújo conhecido como Abu quando na verdade perseguia outro que já havia feito parte do Comando Vermelho. O alvo de Da Honda contou que ossui antecedentes criminais, já tendo sido preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, por duas vezes; Disse que já fez parte do tráfico de drogas da Comunidade do Juramento mas que atualmente não tem envolvimento com nenhuma organização criminosa, nem pratica nenhuma atividade ilícita. Falou que trabalhava como entregador em uma peixaria, em Irajá. Segundo ele, no dia 3 de novembro, por volta das 04h/05h, estava voltando de um evento em Madureira, na companhia de seu amigo Marlon. Ele estava pilotando sua motocicleta e Marlon estava na garupa quando, trafegando pela Av. Monsenhor Félix, próximo da Malvina, um homem que estava na calçada, em frente à loja “Tradição Madeiras” efetuou vários disparos de fogo na direção do declarante e de Marlon; Os primeiros disparos atingiram Marlon, que veio a cair na rua. Após ver Marlon caído no chão, o alvo acelerou a sua moto e entrou na Rua João Machado, mas o homem continuou efetuando disparos de arma de fogo nas suas costas; Ele foi atingido por um tiro no ombro direito;. Em seguida foi até a casa da tia de Marlon e contou o que tinha acabado de acontecer. Após isso, foi socorrido por um motoqueiro até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde foi atendido e liberado no mesmo dia. No hospital, fizeram um curativo e o declarante ficou em observação por um tempo, pois estava sangrando muito. Soube depois de um tempo, não sabe precisar que corpo de Marlon apareceu em um valão na Av. Pastor Martin Luther King Jr. Ele visualizou o autor dos disparos e o reconheceu como sendo o traficante Honda, tendo fornecido duas fotos dele e sua rede social. Disse que conhecia Da Honda antes dele ter envolvimento com o crime, pois são criados no mesmo bairro e jogaram futebol juntos. Falou que faz parte do tráfico de drogas da Comunidade da Malvina e pertence ao TCP. A Malvinha tem como líder o traficante Lacoste da Serrinha e o bandido vulgo Fortão é o frente da comunidade, que recebe ordens de Lacoste. O alvo confirmou que já atuou no CV e atualmente só frequenta e faz entregas em Comunidades da mesma facção (CV); Falou que atualmente os entregadores não podem entregar/frequentar Comunidades de organizações criminosas distintas, ou seja, tem de escolher o território dominado por uma facção só, para não correr o risco de ser chamado de “X9” e morrer no tribunal do tráfico; Q Reiterou que o crime foi motivado pelo fato do declarante já ter pertencido à facção rival, Comando Vermelho e ter sido reconhecido pelo autor.Falou ainda que Marlon nunca teve envolvimento com nenhuma atividade ilícita e sempre trabalhou; FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi morto a facadas na Zona Norte do Rio. Companheira é suspeita

Um homem identificado como João Vitor foi morto com uma facada no peito na comunidade da Proença Rosa , na Zona Norte do Rio , neste domingo. Segundo relatos, a autora do crime foi a companheira da vítima após um surto. Os motivos ainda são desconhecidos. Familitares ainda levaram João Vítor para uma UPA mas ele não resistiu aos ferimentos. A suspeita fugiu do local em um carro de aplicativo conforme testemunhas relataram. Sua foto está estmpadea na rede social. FONTE: Canal Guadalupe News (Instagram)

Na pacata Araruama, tráfico (CV) ataca PMs, bandidos se exibem de fuzil nas redes, realizam baile funk para vender entorpecentes e faturavam até R$ 20 mil por mês

Em Araruama, mais especificamente no bairro Condomínio 2, os traficantes do Comando Vermelho lucram cerca de R$ 20 mil por mês com a venda de drogas, atacam PMs, se exibem com fuzis nas redes sociais e ainda realizam baile funk para comercializar entorpecentes. Nesta semana, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes acusados de tentar matar dois PMs em maio do ano passado. Os agentes tiveram que se abrigar, mas revidaram e uma vaitura foi atingida. Um deles, vulgo GB, era apontado como liderança da quadrilha, que tem como chefe um bandido conhecido como Russo. GB confessou que no mesmo dia em que atiraram nos policiais ele “estava vendendo drogas na Rua Serrano com rua Detroit – O acusado em seu depoimento perante alegou que não desejava mais fazer parte da facção. Contou que estava na localidade condomínio 2, vendendo drogas com outro individuo de Vulgo Neguinho. Com a chegada da polícia, ele teria efetuado um disparo para o alto, e que seu companheiro “neguinho” teria efetuado 05 disparos de pistola contra os policiais. O depoente afirmo que não atirou contra os policiais, usava neste dia uma pistola 9mm glock. Ele autorizou acesso ao celular e afirmou ser a pessoa que aparece no vídeo de id.153, portando um fuzil Ak47, e o local seria um baile ocorrido em fevereiro de 2024, na localidade condomínio 2. A festa foi organizada por ele com aval do Russão/ Russo, pessoa chamada de chefe pelo declarante, e teria havido venda de drogas no local. Em resposta a como efetuaria o pagamento ao chefe Russo pelas drogas apreendidas, mencionou que sempre vinha uma pessoa diferente para o recebimento. E que lucrava R$20.000,00 (vinte mil reais) com a venda de drogas. Confessou também ser ele mesmo homem que aparecia em uma foto de com uma pistola Glock 9mm, na cintura, FONTE: TJ-RJ

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