Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

PM ligado a Sem Alma e Adilsinho teve prisão preventiva decretada por dois homicídios diferentes. Em ambos, ele teria usado a mesma arma

O policial militar Thiago Alves Benício que faria parte de um grupo de extermínio, liderado pelo Policial Militar Rafael do Nascimento Dutra, vulgo “Sem Alma” e que teria ligação com o contraventor Adilsinho teve a prisão preventiva decretada por dois homicídios. O acusado está preso. Narra a denúncia que:, em um dos fatos, “no dia 10 de maio de 2024, no período da manhã, na Rua Luis Rodrigues da Paixão próximo ao numero 115, em Bangu, o PM efetuou disparos de arma de fogo contra o comerciante Emerson Teles de Menezes, que veio a óbito. – O crime foi cometido por motivo torpe, praticado por encomenda, uma vez que o acusado faz parte de um grupo de matadores. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo certo que se encontrava no interior de seu veículo quando os executores, dentre os quais o denunciado, inopinadamente efetuaram os diversos disparos fatais. O crime foi cometido com a utilização de armas de uso restrito, calibres .762 e 9mm.” A arma de fogo foi utilizada no homicídio de Emerson foi a mesma usada no assassinato de Cristiano de Souza, Consta dos autos, por meio de laudos periciais, que a arma de fogo utilizada no homicídio que vitimou Cristiano de Souza também imputado também a Thiago, que teve a prisão preventiva decretada neste crime. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, um veículo parou em frente ao bar da Edna, onde a vítima estava com várias pessoas assistindo a um jogo de futebol, quando o PM desembarcou do veículo e desferiu vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que veio a falecer no local, supostamente em razão de dívidas de jogo. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do CV acharam quatro fuzis abandonados pelo TCP no Morro dos Macacos

Traficantes do Comando Vermelho encontraram quatro fuzis e três pistolas Glock dos rivais do Terceiro Comando Puro em uma área de mata conhecida como “Pantanal”, no Morro dos Macacos, em Vila Isabel. De acordo com relatos, o material foi localizado nesta segunda-feira durante buscas realizadas pelo CV, que desde a última semana vem encontrando armamentos deixados para trás. Mesmo com o policiamento reforçado, o Comando Vermelho continua encontrando brechas para suas atividades criminosas na região. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que o comando da UPP Macacos intensificou o policiamento na comunidade após registros de confronto entre grupos criminosos rivais, desde a noite de sexta-feira ( 23/5). Na tarde de sábado (24/5), policiais militares da UPP Macacos foram à localidade conhecida como Pau da Bandeira para verificar informação de que um homem estaria em óbito. A área foi isolada. Durante a noite, foram ouvidos disparos de arma de fogo, mas os criminosos não foram localizados. Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) foram acionadas para reforçar o patrulhamento na região. Na manhã de domingo (25/5), moradores informaram que criminosos teriam colocado duas granadas na escadaria do 20, na localidade conhecida como Chelsea. Os policiais procederam ao local e acionaram o esquadrão antibombas da Polícia Civil.  Na manhã desta segunda (26/5), policiais militares da UPP Macacos apreenderam um fuzil na comunidade, o criminoso conseguiu fugir. O policiamento segue intensificado na região. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Seis PMs estão na mira para serem expulsos por suas câmeras corporais não terem registrado imagens de confronto que terminou com um baleado e um morto em Caxias. Além disso, usaram veículo particular de um deles na ação e não apresentaram na delegacia todas as armas apreendidas

Seis PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que podem expulsá-los da corporação por cometerem irregularidades em uma ocorrência em 2023 que terminou com a morte de um suspeito em Duque de Caxias, deixou outro ferido e presos. Na ação, os PMs usaram o veículo particular de um dos policiais que permitiu a utilização de um drone auxiliar a equipe em campo. Em relação ao confronto armado que resultou na morte de um suspeito, não existem imagens das câmeras corprorias, pois os policiais envolvidos na ação não acionaram o “modo ocorrência”. Isso so configura uma clara violação do previsto na Instrução Normativa n.o 168, de 30 de setembro de 2022, publicada no Boletim da PM n.o 182, de 30 de setembro de 2022. Outra suspeita foi uma conversa ocorrida entre os investigados, no qual foi discutido o número de armas apreendidas, sendo informada a quantidade de três armas. Embora os policiais militares tenham apresentado apenas uma arma de fogo na Delegacia,conforme consta nos Registros anteriormente citados, a existência de uma segunda arma foi detectada através da COP de um dos PMs a qual não foi apresentada na ocorrência. Quanto à possível terceira arma de fogo, esta não foi observada durante a Auditoria nas câmeras, levantando-se a hipótese de que os investigados tenham se confundido quanto à quantidade real do material apreendido na ação. A fim de esclarecer qualquer dúvida sobre a natureza do objeto, visto que os investigados alegaram que se trata de um “simulacro”, as imagens foram encaminhadas ao Colendo CCRim da PMERJ. Os Peritos, por meio do Laudo Pericial n.o 153/2024 (pág. 226/240), confirmaram ser arma de fogo. :Ao chegarem a delegacia, os PMs dirigiram-se aos fundos da 60a DP e iniciaram um diálogo sobre como procederiam na apresentação do caso (Um dos PMs que estava retirando as drogas de dentro da mochila: “Tá bom, não precisa disso tudo, não. ” Nesse momento, um subtenente PM afirmou que a ocorrência precisa estar “amarradinha”, pois há dois presos e um morto. Depois, um PM entregou um saco com dinheiro a um subtenente e disse : “Chefe, nem precisa colocar isso tudo, não. ” Novamente, o subtenente afirmou que a ocorrência precisa estar “amarradinha”, mpois há dois presos e um morto. Foi possível observar um outro PM falando na sequência “fui olhar minha câmera agora lá está com 30% ainda”, sendo respondido pelo subtenente: “30%, ih, qualquer coisa a câmera caiu, fo****… ao desembarcar da viatura a câmera caiu, entendeu?. O subtenente figurou como comu- nicante do R.O n.o 060-08459/2023-02. Todavia, após auditoria das imagens de sua COP, verificou-se que ele não presenciou o flagrante delito nem participou do confronto armado ocorrido, tendo permanecido durantetoda a ocorrência operando o drone e repassando informações aos seus subordinados, pairando dúvidas sobre as informações contidas no documento acostado o qual foi confeccionado pelo investigado. No dia dos fatos, o GAT-D do 15o BPM realizava patru- lhamento nas proximidades da Travessa Francisco de Assis com a Estrada Velha do Pilar, Chácaras Rio- Petrópolis, município de Duque de Caxias quando se deparou com dois indivíduos em uma motocicleta. Um dos ocupantes (garupa) efetuou disparos contra os policiais, que revidaram a injusta agressão, atingindo Jail- ton M. S. Ele foi socorrido ao Hospital Adão Pereira Nunes, onde evoluiu para óbito. O segundo indivíduo conseguiu fugir. Com um dos sjuspeitos foi encontrada 01 (uma) pistola calibre 9mm, de numeração suprimida, com 01 (um) carregador contendo 06 (seis) munições intactas. Ao progredirem no terreno, os policiais encontraram Mateus S. S. em posse de um rádio co- municador, enquanto Igor R. S. O. foi encontrado ao seu lado, com grande quantidade de material entorpe- cente, conforme detalhado no já citado Registro (págs. 150, 165 e 170) Ao chegarem ao hospital, localizaram Jonatas O. F., que havia sido socorrido por popula- res e não evoluiu a óbito. Ele foi reconhecido pelos policiais como o garupa da motocicleta conduzida por Ja-ilton, que veio a óbito. FONTE; Boletim interno da PMERJ

Três PMs deverão ser expulsos da corporação suspeitos de cobrar propina para liberar motorista que estava com documentação atrasada do carro

Três PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá expulsá-los da corporação suspeitos de exigir propina de um motorista que estava com documentação atrasada do carro. O fato ocorreu em 2023. Foi insaturado procedimento com escopo de apurar o conteúdo da Denúncia MOV – Rio no 24864.2023, cujos relatos são alusivos às condutas dos policiais militares da motopatrulha do 4o BPM, os quais estariam, constantemente, realizando operações policiais AREP II, naAvenida Castelo Branco, Praça da Bandeira e em frente ao Instituto Nacional de Traumatologia (INTO), onde ao constatarem irregularidades no veículo ou do condutor era imposta a exigência de vantagem indevida para deixar de atuar. Diligências constataram constatada a presença de 03 (três) motopatrulhas e dois caminhões reboques. Em seguida, foi percebida a abordagem ao automóvel Fiat/ Punto, de cor preta, placaonde o condutor, após entregar os documentos requisitados a um PM, componente da motopatrulha do 41o BPM, permaneceu do lado de fora do auto. Ao observar que os policiais continuavam abordando outros veículos, a equipe correicionalfoi até o local da operação para apurar o que estava ocorrendo. Ao questionar o condutor do veículo, este, relatou que seu veículo se encontrava com a documentação atrasada (CRLV-2019), todavia, foi exigida, como condição paraser liberado, a importância de R$ 200,00 (duzentos reais), tendo em vista que os R$ 108,00 (cento e oito reais) em sua conta, seria insuficiente para a guarnição. Em razão de não possuir a quantia exigida pelos policiais, o condutor do veículo imediatamente enviou mensagem de Whatsapp para seu chefe, , às 14h51min, relatando que precisava daquele valor para poder ser liberado. Às 14h54min, a transferência no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) foi realizada para conta do motorista. Contudo, ao informar que a importância já se encontrava disponível, tomou ciência de que nada poderia ser feito, pois a Corregedoria estava no local. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM é investigado por fazer ameaça a colegas da Corregedoria que prenderam suspeitos envolvidos com a milícia em Jacarepaguá. LEIA TRECHO

Um PM está sendo investigado por fazer ameaças a colegas da Corregedoria da corporação após estes levarem para a delegacia suspeitos de envolvimento coma milícia da comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá. O fato ocorreu em junho de 2023. Quando estavam na delegacia, o pai dos suspeitos detidos recebeu uma ligação em seu telefone celular. Um dos agentes da Corregedoria lhe tomou o celular e atendeu. A pessoa do outro lado da linha se identificou como sendo um PM do 18º Batalhão e indagou se a supervisão já tinha conhecimento da ocorrência, perguntando ainda se seria possível “fazer por menos”. Diante da proposta, o agente correcional respondeu: “Chefe, aqui é Corregedoria”, sendo então surpreendido com a afirmação do policial: “Ah! Estou ligado em vocês! Uma hora vocês vão se machucar!”, em tom de ameaça. Nesse momento, o militar retirou seu próprio celular do bolso e fotografou o núme-ro exibido na tela do telefone do pai dos suspeitos, logrando êxito em identificar o número como pertencente ao 1o sargento do 18º BPM. Os detidos estavam com 02 (duas) armas de fogo, 02 (dois) carregadores e cartuchos de munição. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM que recebia propina do tráfico em Angra deverá ser excluído da corporação

Está sendo submetido a conselho de disciplina, que poderá decidir pela exclusão dos quadros da PM, um policial militar lotado no batalhão de Angra dos Reis (33º BPM) que aceitou propina de um ex-PM. O dinheiro, R$ 2.500, era pago a cada plantão do agente suspeito e era oriundo da organização criminosa voltada para a prática de crimes, notadamente, o tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. O acusado praticou oito vezes as condutas típicas descritas no Art. 308 (Corrupção Passiva)do Código Penal Militar, iniciando na Auditoria de Justiça Militar a Ação Penal no 016768439.2023.8.19.0001. Destaque para a conversa do dia 24 de fevereiro de 2022, neste diálogo, o PM ,inclusive, menciona de quais comunidades de Angra dos Reis, dominadas por facções criminosas, viriam os“arregos”, sendo elas Areal, Morro de Santo Antônio e Glória. Já no dia 26, o ex-PM oferece o pagamento de propina oriunda do Morro de Santo Antônio, tratado como Santa, ao que o cabo aceita e pediu para pagá-lo na próxima segunda-feira, quando estaria de serviço. Por derradeiro, no dia 28, novamente, o ex-PM ofereceU o pagamento de propina oriunda do Morro de Santo Antônio, tratado como Santa, como em ou- tra conversa, avisando que já tinha acertado tal pagamento com os criminosos daquela localidade, ao que o cabo aceitou. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM suspeito de ajudar ex-bombeiro envolvido no caso Marielle a atrapalhar investigações sobre quadrilha que praticava homicídios entrou em conselho de disciplina e deverá ser expulso da corporação

Um terceiro sargento da PMERJ lotado no 15º Batalhão (Duque de Caxias) está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá expulsá-lo da corporação. Ele é suspeito junto do ex-bombeiro Maxwell Simões Correa, envolvido no caso Marielle Franco, de embaraçar investigação penal envolvendo organização criminosa armada, instaurada para apurar seu envolvimento em crimes de homicídios consumados. A denúncia diz que, no dia 11 de março de 2019, houve troca de mensagens entre os envolvidos no aplicativo WhatsApp, . As condutas perpetradas causaram sérios prejuízos à Administração da Justiça, na medida em que comprometeram o êxito do cumprimento das diligências pelo Ministério Público epela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, na madrugada do dia 12 de março de 2019. Tem-se, então, que as investigações continuaram no bojo do IP no 901- 00266/2019 no afã de apurar a existência de outros personagens envolvidos em crimes contra a vida, bem como o entrelaçamento deles numa organização criminosa armada, deferidos pelo juízo então competente. Por meio da quebra de sigilo de dados e telemático da conta de e-mail do PM constatou-se que foram transmitidas, por aplicativos de mensagens, informações sigilosas sobre operação policial voltada à elucidação de crimes de homicídio e organização criminosa. Analisando os dados obtidos a partir do afastamento do sigilo da referida conta telemática,foram fortuitamente encontradas conversas travadas via WhatsApp em que os denunciados e terceiros ainda não identificados tratam expressamente sobre deflagração de operação policial. Vale destacar que foram encontradas fotografias de conversas de WhatsApp, travadas nas últimas horas do dia 11 de março de 2019, as quais, indubitavelmente, encerram vazamento da operação policial. Um dos envolvidos informou ao PM ocorrência da operação policial que se avizinhava, deixando claro que havia recebido “informe” advindo de pessoa, por ora, ainda não identificada. Seguindo a cronologia dos fatos, o graduado em tela encaminhou mensagem para Maxwellindagando-lhe se já havia repassado a informação para terceira pessoa (ou terceiras pesso-as), ao que ele responde que “sim”, confirmando que difundiu o vazamento da Operação. Notou-se, a partir do teor das mensagens, que os interlocutores (ora denunciados) nutriam a especial preocupação de repassar a informação a personagem específico e/ou ao maior número de personagens integrantes da organização criminosa armada naqueles autos investigada e envolvidos no cometimento dos crimes. Frise-se, ainda, que o vazamento ora em apreço causou concretos prejuízos à busca da ver-dade real almejada não só com a deflagração de Operação Policial, como também com a instauração do IP no 901-00266/2019, o qual, como já dito, teve sua gênese com o desmembramento do IP no 901-00385/2018 no escopo de apurar os mandantes e terceiros até então não identificados e o envolvimento deles com organização criminosa em crimes de homicídios consumados. Evidente, pois, que o vazamento confirmado pelos “prints” ora ilustrados dilatou o tempo de conclusão e dificultou sobremaneira as investigações a respeito dos crimes dolosos contra a vida de que ora se trata, bem como de outros a ele conexos, todos praticados em inequívoco contexto de organização criminosa armada. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM deverá expulsar três agentes suspeitos de extorquir homem em R$ 100 para liberar moto que estava sem identificação

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de três agentes que em julho do ano passado, em São Cristóvão, extorquiram um homem em R$ 100 para liberar sua moto que estava sem idenfificação. ]No dia em questão, após notícia-crime versando que policiais militares em motos patrulhas cobraram inicialmente a quantia de R$ 300,00 (trezentos reais) pa- ra liberarem sua moto que se encontrava sem a placa de identificação, estando a mesma dentro da mochila docondutor, e, após breve negociação, a quantia ficou acordada em R$ 100,00 (cem reais). Após efetuar o pagamento, a vítima se dirigiu até a sede da 8a DPJM, onde narrou os fatos eafirmou que tinha condições de reconhecer os policiais, aduzindo, ainda, que no telefone celular de um deles, havia provas sobre a transação financeira. Equipe da 8a DPJM procedeu ao local juntamente com a vítima que identificou os policiais eapontou um terceiro sargento como o autor de uma foto da tela de seu celular, a fim de registrar o comprovante da transação financeira resultante do recebimento da quantia indevida acima descrita pelo denunciante. Importante mencionar que, apesar de terem acautelado Câmeras Operacionais Portáteis(COPs) para o desempenho de suas funções naquele dia, nenhum dos três integrantes da guarnição fazia uso delas no momento da abordagem, o que potencializou a gravidade dos fatos.Foi arrecadado com um dos PMs uma arteira contendo R$ 50,00 (cinquenta reais em espécie), CNH, 07 (sete) cartões de banco do próprio acusado, CRLV de veículo, identidade PMERJ desatualizada, autorização para uso de celular desatualizada e CRAF; no bornal foi encontrado chave de veículo, carregador, e 02 (dois) remédios de uso pessoal; 01 (uma) pistola da marca Taurus, modelo PT59, cal. 380, série n° K1081855, 02 (dois) carregadores de cal.380; 01 (uma) pistola da marca Taurus, modelo PT100, série n° STI69384, de propriedade da PMERJ, com 02 (dois) carregadorescal.40; 01 (um) telefone da marca Motorola n° 219705*, 01 (um) telefone da marca Apple de cor preta mais carregador; o valor de R$ 157,00 (cento e cinquenta e sete reais) em notas diversas, as quais se encontravam espalhadas no colete e bornal; uma impressora de notificação de autuação, equipamento de autuação de trânsito (palmer) n° 50938, acautelada em nome do acusado. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Delegado confirmou que favela de Peixão (TCP) incinera corpos de vítimas e joga na Baía de Guanabara

Um delegado afirmou à Justiça que o Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, é uma comunidade caracterizada pela execução e a incineração de suas vítimas. Ele disse que na época que estava responsável pela delegacia da área era um número cada vez mais crescente… Até se perdeu Disse que recebia mensalmente diversas informações de pessoas que eram consideradas inicialmente como desaparecidas e, na verdade, foram vítimas de homicídio e ocultação de cadáver. Os bandidos costumavam desovar e se desfazer dos corpos na Baía de Guanabara. Há seis anos a mãe de um jovem que trabalhava como radinho para o tráfico percorreu as bocas de fumo para saber do paradeiro do filho. Ela tinha a informação de que o filho Victor havia sido morto pelos criminosos após ser acusado de furtar o telefone celular de uma moradora da comunidade. Teria havido uma discussão pública entre a vítima do desaparecimento e a vítima do crime patrimonial. E essa discussão teria sido presenciada por diversas testemunhas e chegado ao conhecimento do tráfico, da cúpula do tráfico da localidade. Victor foi retirado de sua residência e levada a um outro local, onde foi subjugado por mais de uma pessoa. Na mesma época, se acharam uma cabeça encontrada na praia de Tupiacanga e uma pélvica encontrada na praia da Bica, ambas na Ilha do Governador, mas não se confirmou que se tratavam de partes do corpo de Victor. Por conta disso, o MP solicitou que ojuízo determine, com a máxima urgência, a juntada aos autos dos laudos periciais e exames técnicos do Núcleo de Cadáveres, referentes ao corpo da vítima, considerando a adequada instrução probatória e leve o traficante Peixão a júri popular pelo crime. FONTE: TJ-RJ

Saiba quanto o chefão da Muzema (CV) pagava por fuzis, munições e carregadores a seus fornecedores. Fuzil chegava a custar R$ 85 mil

Uma planilha com a relação de armas e munições que seriam adquiridas pelo chefe do tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhangá, Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, mostra quanto ele costumava pagar pelos artefatos bélicos. Uma das anotações mostra uma metralhadora ponto 50, arma antiaérea, que custaria R$ 240 mil. Zeus ia pagar R$ 110 mil pela aquisição de dois fuzis Colt calibre 556 (R$ 55 mil cada); mais R$ 100 mil para comprar mais duas armas deste tipo (R$ 50 mil cada( e outros R$ 275 mil por mais cinco da mesma arma (R$ 55 mil cada). Já um Colt calibre 762 custava R$ 85 mil. Está na tabela mais de 34 mil munições de fuzil AK-47 que sairiam R$ 36 a unidade; Já a munição calibre 223 está anotado que ele compraria 10 mil unidades com o preço de R$ 25 cada uma. Munição 762, seriam 183 unidades saindo 30 reais cada. Zeus também iria adquirir carregadores anotados na tabela como pentes. Pente AR 10- 307 unidades – R$ 725 cada Pente AR-15 – 183 unidades – R$ 544 cada Ao todo, eram cinco os fornecedores de Zeus conhecidos como Justino, Bazzana, Gordão, Barba e Aleatório. A tabela previa investimentos que somados chegavam a mais de R$ 5 milhões. FONTE: MPRJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima