Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Justiça decretou prisão de chefão da maior milícia do RJ que é suspeito de envolvimento no homicídio do dono de uma padaria que se recusou a pagar a taxa da farinha

A Justiça decretou a prisão preventiva do chefe da maior milícia do RJ, vulgo PL (sucessor de Zinho), e de seu comparsa Jotinha pelo homicídio do dono de uma padaria que havia se recusado a pagar a taxa da farinha. Os autos não informam onde ocorreu o crime a data certa. mas dizem que imagens de câmeras de segurança flagraram os autores dos disparos chegaram ao local de motocicleta e usando capacetes. Essa motocicleta esteve, momentos antes, em uma padaria próxima conhecida por reunir paramilitares. “As câmeras de segurança desta padaria mostram dois homens chegando ao local, sendo que um deles era o indiciado Jotinha existindo imagens dele colocando uma arma na cintura”, diz a decisão judicial. Uma testemunha que está presa atualmente disse que a vítima Rafael Oliveira Braga, foi morta pelo motivo do mesmo se recusar a comprar farinha com a milícia do Orelha, o qual se reporta ao miliciano PL, monopolizando a venda da farinha. “O fato criminoso imputado aos denunciados é de extrema violência, posto que a vítima foi abatida com tiros, quando estava em seu local de trabalho, quando o dia ainda iniciava, o que evidencia a gravidade concreta do crime.”, dizem os autos. Orelha foi morto pela milícia após comandar a invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, para tentar matar a própria testemunha deste processo por outra desavença. Segundo o seu relato, o pão custava R$ 0,30, porém, a milícia obrigou as padarias a vender a unidade do pãozinho pelo valor de R$ 0,60; Perguntado quem foi o autor imediato do homicídio de Rafael, o declarante acredita que foi o miliciano Jotinha. Acrescentou que Jotinha foi um dos milicianos que atentaram contra sua vida no dia 17/09/2025, no sítio do Tenebra, Varanda, Santa Cruz, fato em que foi alvejado por nove disparos de arma de fogo 9mm. A testemunha disse entrou para a milícia em 2014, foi preso em 2019 e solto em 2021, saindo da milícia e abriu um bar. Chegou a ficar no mesmo presídio que PL. Contou que quando vivia nas comunidades Nova Jersey, Gouveia e adjacências sempre se deparava com o miliciano Erlan, vulgo Orelha e com o vulgo Jotinha, e com o miliciano de vulgo Pivete. Falou que Orelha e vulgo B2 eram os responsáveis pela localidade Gouveia, Nova Jersey e Varanda, porém Bruno “B2” foi morto recentemente, desta forma apenas o miliciano Orelha se tornou frente das localidades Nova Jersey, Gouveia e Varanda; Disse que Jotinha e Pivete eram seguranças de Orelha, Quando o miliciano Orelha tinha algum assunto para resolver, o mesmo enviava o miliciano Jotinha, Quando algum comerciante se negava a pagar a taxa da milícia, Orelha enviava Jotinha para resolver o assunto. Falou que Orelha se reportava ao miliciano PL. Se resolvesse matar alguém, PL tinha que permitir; Acrescentou que sempre via Jotinha armado com pistola e fuzil, fazendo uso de um automóvel Honda, modelo HRV, na cor preta. Ele ambém se locomovia no interior da comunidade de Nova Jersey, Gouveia e Varanda fazendo uso de motocicletas;

Comissão Internacional de Direitos Humanos diz que durante megaoperação na Penha e no Alemão pessoas foram vistas vivas sob custódia policial e depois encontradas mortas

Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos aponta que na megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 122 mortos há relatos de pessoas vistas vivas sob custódia policial e posteriormente encontradas mortas. O documento aponta que depoimentos de familiares e testemunhas, bem como informações colhidas nas imediações da Vacaria e da Praça São Lucas, descreveram corpos com múltiplos disparos mna cabeça, na boca, nas costas, nas axilas e no tórax, em posições que não seriam compatíveis com troca de tiros . Há indícios ainda de além de indícios de amarras, lesões perfurocortantes e disparos à queima-roupa. Especialistas de direitos humanos das Nações Unidas também registraram indícios como mãos amarradas, tiros na parte posterior da cabeça e, em um caso, decapitação Diversos depoimentos colhidos durante a visita contradizem a narrativa oficial segundo a qual as mortes teriam ocorrido exclusivamente em áreas de mata ou em contextos de confronto armado. Familiares e testemunhas relataram que algumas pessoas teriam sido mortas durante a subida às comunidades ou no interior de residências, o que poderia indicar invasões domiciliares sem mandado judicial e fora de cenário de confrontodireto . Dois relatos específicos merecem atenção: um descreve que pessoa ferida teria sido levada à residência de vizinho e posteriormente executada; outro aponta que indivíduo teria sido morto ao sair da casa de familiar na parte baixa da comunidade Por conta disso, a Comissão entende que a Operação Contenção deve ser investigada sob a hipótese de uma chacina (massacre), no contexto de política de segurança que pode ter tolerado ou promovido uso ilegítimo e desproporcional da força letal. Tal investigação deve apurar responsabilidades penais e disciplinares tanto dos autores materiais quanto da cadeia de comando envolvida no planejamento e supervisão da operação, especialmente diante de indícios de possíveis execuções extrajudiciais.

Depois de um ano e meio do crime, Justiça decretou a prisão preventiva de 11 traficantes do TCP suspeitos de matar homem em Cabo Frio por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos bandidos

Depois de um ano e meio do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de traficantes do Terceiro Comando Puro Derick, Jô ou Barriga, Gorila, Zu, Gustavo, Baiano, PT, Bicudinho, Testa, PL ou Polegar e Pônei por um homicídio cometido em Cabo Frio em outubro de 2024 por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos envovlidos. Consta nos autos que no dia 07/10/2024, por volta das 02h40min, na Rua do Pomar, bairro Jacaré, os suspeitos efetuara disparos de arma de fogo contra a vítima Joel Campos Josuel, vulgo “joca” que foram a causa de sua morte. A denúncia aponta que o crime foi cometido devido aos ciúmes de Pablo, integrante do tráfico da facção TCP, em face do irmão da vítima, G, que estaria tentando reaproximar-se da ex-namorada e atual companheira de Pablo, I.C.A, além de disputa territoriais do tráfico, ensejando a qualificadora do motivo torpe O crime cometido com emprego de tortura e por recurso que dificultou a defesa da vítima, eis que Joel foi abordado pelo grupo, em superioridade numérica, além de sofrer intenso castigo físico antes de sua morte. Por fim, os denunciados teriam ocultado o cadáver da vítima, O pai de Joel, ao saber pelo filho Gabriel sobre o desaparecimento de Joel, passou a buscar informações sobre o filho, indo á residência dele, no bairro Jacaré, onde soube que integrantes do tráfico o teriam abordado quando chegava em casa do trabalho, efetuando disparos de arma contra ele além de espancar a vítima e a colocarem em um veículo com destino a um local denominado ‘Chiqueirinho” onde segundo soube, Joel teria sido executado, sem notícias do corpo. Ouvido, ele relatou que em busca de informações sobre o filho Joel, soube por um vizinho dele que Joel vestia uma camisa branca e bermuda quando foi abordado e levado pelo grupo, após ter sido alvejado com vários tiros e em seguida colocado em um carro, seguindo para local desconhecido. No local apontado, a irmã da vítima teria encontrado o telefone celular de Joel destruído enquanto o pai verificou que havia manchas de sangue na entrada do referido beco, não notando se havia munições deflagradas. Esclareceu, ainda, que a vítima era usuário de maconha e residia próximo ao beco onde foi abordada pelo grupo, além de ter sido preso em 2018 por envolvimento no tráfico, estando hoje trabalhando como mototáxi para entrega de lanches, em que pese não ter localizado a moto usada pelo filho, uma Yamaha descrita no id. 17. Outro irmão de Joel, da mesma forma que o pai, buscou investigar no bairro notícias do irmão Joel e por duas vezes prestou declarações nformando que moradores da rua Pomar visualizaram o momento que a vítima chegava em casa e foi derrubado da moto que conduzia e em seguida alvejado com vários disparos e obrigado a entrar em um veículo, sem notícias de seu paradeiro. Disse ter ouvido informações que a motivação seria sobre o envolvimento de seu outro irmão Gabriel com a companheira de uma liderança do tráfico de nome Pablo, negando que Joel tivesse envolvimento com a facção TCP. O irmão Rosildo juntou a imagem que circulava no bairro e apontou o homem com quem a moça teria envolvimento (de bigode com as mãos na cabeça), além de identificar o terceiro que aparece nas fotos, de cor escura e com bigode que sob ordens de Pônei”, teria efetuado dispqaros contra seu irmão. G, , irmão de Joel e pivô do crime, primeiramente se recusou a comparecer na delegacia temendo pelas ameaças que recebeu dos denunciado mas devido ao sofrimento da família sem notícias de Joel procurou um policial civil para que o acompanhasse à DP. Ele contou que no dia 07/10/2024, na madrugada, por volta das 02h40min, chegava em casa na companhia de seu irmão Joel que conduzia sua motocicleta Yamaha e foi derrubado pelo grupo que efetuaram disparos contra a vítima, além de espanca-lo violentamente, arrastando-o para o alto do morro, enquanto Joel implorava por sua vida. Segundo ele, a motivação seria ciúmes de Pablo pois G relacionou por anos com I.C.A, hoje companheira de Pablo (vulgo polegar ou PL) com quem tem uma filha, sendo comum entregar lanches na residência da genitora da moça onde Pablo agia com desconfiança e rispidez ao ver a mulher ecebendo as entregas. Nos meses de agosto e setembro de 2024 surgiram boatos de que ele e a vítima estariam “vacilando” pois levavam informações da facção local, TCP para a facção comando vermelho devido ao livre tráfego para entrega dos lanches, ressaltando que era uma falsa justificativa pois na verdade a desavença teria sido por causa da moça e partido dos denunciados Pablo e Pônei . G presenciou a abordagem de seu irmão pelos denunciados enquanto se escondia temendo que também fosse alvejado pelo grupo, pontuando que Joel implorava por sua vida enquanto era agredido, mesmo após ter levado vários tiros, aduzindo ter ouvido o diálogo em que perguntavam à vítima sobre Gabriel dizendo que ele seria o próximo a ser executado. Além disso, relatou os envolvidos que participaram das agressões à vítima Pônei, PL/Polegar, Bicuinho/BK, Zu, Jô/Barriga, Baiano, Gustavão, DK/Huulk, Gorila, Testa e PT : Destacou, ainda que Pônei incentivava os outros envolvidos a disparar a vítima aos gritos de “mata o joca”, tendo três deles sido os primeiros a disparar contra Joel que, mesmo ferido com os tiros, foi espancado e depois carregado para o alto do morro, não sabendo até a presente data a localização do corpo de seu irmão.

Processo detalha caso de PMs presos por roubo a ônibus no Arco Metropolitano. Eles são suspeitos de outros crimes

A reportagem teve acesso a decisão da Justiça que decretou a prisão de três PMs suspeitos de roubo a um ônibus no Arco Metropolitano em maio do ano pasaado. Os mesmos PMs são investigados por outros crimes. O Ministério Público Estadual só passou o caso para um veículo primeiro para depois divulgar o caso para a imprensa. Segundo os autos, no dia 10 de maio de 2025, por volta das 02h30min, na Rodovia Raphael de Almeida Magalhães, sentido Saracuruna, no trecho entre a estrada Boa Esperança e a Estrada Pastor Lourival Machado, na localidade conhecida como Arco Metropolitano, neste estado, os agentes subtraíram 11 aparelhos celulares da marca Iphone, depois de haverem reduzido à impossibilidade de resistência as vítimas, motoristas de ônibus contratados por uma empresa; Na ocasião, os PMs suspeitos estavam escalados no serviço do DPO – Jardim Primavera, quando abordaram o ônibus e encontrado diversas mercadorias eletrônicas e, sob a alegação da inexistência de notas fiscais, que fretaram o ônibus para trazer mercadorias de São Paulo para Campo dos Goytacazes.” A apuração preliminar se deu por análise da prova oral colhida por meio dos depoimentos prestados pelas vítimas e testemunhas e do seu cotejo com os dados do GPS da VTR n° 54-1067, bem como a (falta) das imagens das câmeras corporais, os quais geraram os relatórios acostados ao inquérito que apontam imagens e diálogos que trazem indícios mínimos dos delitos imputados na denúncia. Segundo a Justiça, a conduta investigada – roubo, revela, em tese, gravíssima violação aos deveres funcionais militares e potencial afronta aos princípios da legalidade, da moralidade e da transparência na atuação operacional, o que configura risco concreto à ordem pública militar. A manutenção dos investigados em liberdade representa risco concreto à instrução criminal, visto que poderão ameaçar testemunhas, as quais já demostram medo de represálias, consoante o depoimento em que uma das vítimas que preferiu não declinar endereço, bem como poderão obstaculizar a produção probatória relacionada a outros feitos, uma vez que são suspeitos de outras investigações.

Mais um boato da morte de RD não procede

Circulou informações que o ex-miliciano Rodney Lima de Freitas, mais conhecido como RD, teria morrido após ser baleado ontem no baque mal-sucedido no Barbante, em Inhoaíba. Porém, tudo passaria de uma grande mentira para tirar o RD da mídia. São apenas especulações, sem comprovação de que ele realmente tenha morrido. Não é a primeira vez que aparece esse boato. RD vem comandando os ataques do Comando Vermekho a redutos da milícia na Zona Oeste carioca.

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

Pichações no Catiri apontam que não haveria mais aliança entre a milícia e o TCP

Após surgirem indícios de uma aliança entre o Terceiro Comando Puro e a milícia na comunidade do Catiri, em Bangu, apareceram pichações na favela dizendo que não existe mais mistura, ou seja, não haveria mais parceria entre ó grupo.paramikitar com o tráfico e que o local é milicia raiz 5.5. Há pouco mais de uma semana foi apreendido no Catiri um fuzil com a inscrição 5.3 que indicava parceria entre á milicia e a facção

Homens suspeitos de ligação com bandidos do TCP espancaram rapaz por este ter reclamado sobre o uso de drogas próximo de sua residência em Itaguaí, diz Justiça

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de espancar um outro no último dia 30 de janeiro em Itaguaí após a vítima se envolver em um acidente de trânsito. As agressões ocorreram em via pública e foram parcilamente filmadas. Segundo os autos, os envolvidos eram ligados ao Terceiro Comando Puro e teriam assim agido por estarem contrariados com a postura da vítima de questioná-los e confrontá-los sobre a movimentação e uso de drogas no local que era próxima à sua residência. A esposa do agredido contou que na madrugada daquele dia, o marido teria sido agredido com socos, chutes e pontapés, por aproximadamente cinco jovens, inclusive com chutes na cabeça após já desfalecido, após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido na Rua 27, próximo ao Trevo de Itaguaí, bairro Parque Dom Bosco, A testemunha relatou que por volta de 00h do dia 30/01/2026, seu marido retornou do trabalho, estacionou o veículo da empresa e saiu novamente utilizando o carro do casal para comprar lanche e pouco tempo depois, teria ouvido gritos vindos da rua, incluindo a frase: “Agora eu sei quem é ele, vamos pegar ele”. Narrou ainda que encontrou seu marido na entrada da rua onde moravam com o carro parado, pois havia se envolvido em uma colisão com um outro veículo e, ao chegar ao local, teria encontrado a vítima tentado acalmar a situação, sem que o outro motorista tivesse praticado qualquer agressão física. Prosseguiu descrevendo que, logo em seguida, cinco jovens teriam se aproximado, dois deles portando pedras e uma das pedras teria sido arremessada na direção da vítima e, na sequência, o grupo passou a agredir o rapaz com socos e chutes principalmente no rosto. A noticiante informou que não conseguiu identificar todos os agressores, mas descreveu as características físicas de um deles, reconhecendo um vizinho como um dos autores, afirmando não ter dúvidas quanto à identificação, visto que já o conhecia e o viu desferindo chutes na vítima após desfalecida e caída. Segundo as investigações vídeos das agressões passaram a circular em redes sociais e policiais diligenciaram no local dos fatos, acompanhados da esposa da vítima, que indicou o ponto exato da ocorrência com visíveis vestígios de sangue. No afã de identificar os agressores, a equipe policial compareceu ao Hospital Geral de Itaguaí, onde a vítima, internada no CTI, foi entrevistada, tendo sua oitiva sido gravada. Segundo os autos, informações de inteligência indicaram que o grupo agressor tinha o costume de se reunir na esquina da Rua 27 e teria ligação com criminosos do bairro Jardim Weda, área sob influência da facção criminosa “Terceiro Comando Puro” Apontado como um dos autores, o vizinho do casal foi localizado em preso no dia 02/02/2026 e formalmente interrogado, ocasião em que optou por permanecer em silêncio. Os autos noticiam que novas diligências foram realizadas visando identificar os demais envolvidos e informações colhidas de moradores que não quiseram se identificar, indicaram que o crime teria sido motivado por discussões recorrentes entre a vítima e o grupo que se reunia próximo à sua residência para uso de drogas e perturbação do sossego. O motorista do carro que se envolveu no acidente com a vítima contou que após a colisão afastou-se ao perceber a aproximação de um grupo de jovens e ouvir gritos de ameaça, e teria retornado posteriormente e encontrado a vítima desacordada no chão, sem ter presenciado as agressões nem conseguido identificar os autores e, por fim, teria relatado temer em colaborar com a investigação. Um rapaz que gravou o vídeo das agressões e, amigo de infância da vítima teria afirmado ter presenciado o início das agressões praticadas por um indivíduo e, em seguida, por um grupo, relatando ainda que não interveio por temer por sua vida e, ainda, teria reconhecido o vizinho do casal como o indivíduo que aparece no vídeo chutando a cabeça da vítima desacordada.A vítima declarou que há meses enfrentava conflitos com indivíduos que se reuniam na esquina de sua residência,Narrou que, após a colisão de trânsito, o grupo teria se aproximado gritando ameaças e uma pedra teria sido arremessada e então iniciado as agressões que o deixaram desacordado. Relatou ainda que só não morreu porque sua esposa interveio e que foi submetido a cirurgia no nariz.A vítima, em sede policial, reconheceu por fotos três suspeitos . Por fim, informou a vítima que teria recebido em rede social uma mensagem, que interpretou como uma ameaça, de autoria da mãe dos suspeitos.Sua esposa confirmou integralmente a versão da vítima, relatando histórico de conflitos com o grupo, reconhecimento dos envolvidos e intervenção direta para cessar as agressões, o que teria evitado que seu companheiro fosse morto, reforçando que no curso das agressões ele já aparentava estar morto.Em suas declarações, narrou que um perfil no Instagram teria postado, em tom de ameaça, uma imagem que atribuiu à mãe dos suspeitos com os dizeres: “Cancelo seu CPF se tentar com a minha família”.Por fim, foi acostado aos autos Laudo pericial na pedra que teria sido arremessada contra a vítima, confirmando que se trata de material pétreo sólido com massa aproximada de 3,335 kg e vítima ainda não foi submetida ao exame de corpo de delito.

Casos de estupro coletivo ocorreram em vários estados brasileiros. CONFIRA ALGUNS QUE CHEGARAM NA JUSTIÇA

O estupro coletivo contra uma adolescente no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, ganhou grande repercussão. Quatro homens e um menor foram acusados do crime sendo que três deles já se apresentaram à polícia. Casos semelhantes como esse se espalham pelo Brasil. Nossa reportagem teve acesso a alguns que chegaram à Justiça. Um deles foi o caso de um adolescente de 14 anos que vendia chocolates em Porto Velho, Rondõnia. Ele recebeu a promessa de dois homens que adquiririam toda mercadoria que ele comercializasse. Os suspeitos o convidaram para ir ao apartamento de uma amiga. O garoto pernoitou no local e quando acordou, viu um dos homens lhe fazendo sexo oral e o outro tapando sua boca para que não gritasse. Depois, os acusados trocaram de posição. A própria vítima chamou a polícia e deu o flagrante, No Amazonas, uma garota de 15 anos também foi vítima. Um dos autores a puxou. tirou sua roupa a força, mandou-a virar de frente e consumou o estupro. Em seguida, o outro autor fez o mesmo, tendo este último ejaculado na vagina da vítima. Em São Paulo, uma menina de 14 anos embriagada foi arrastada a um local ermo sem seu consentimento. PMs foram acionados e encontraram ela com seios e genitália de fora e um homem a apalpando. O autor e um outro estavam com o pênis a mostra. O ato sexual foi cometido sem a permissão da vítima. Em Campina Grande, na Paraíba, uma mulher foi vítima de estupro coletivo apontou um homem a quem conhecia pelo apelido de “dente de coelho”, como o primeiro autor do abuso. Ela descreveu com precisão as tatuagens que ele possuía: “uma tatuagem no peito com um nome escrito, uma tatuagem de um crucifixo na barriga e uma tatuagem de tio patinhas na panturrilha”. Após o crime, a vítima tentou o suicídio e teve que ser internada para tratamento psiquiátrico. No Rio Grande do Sul, uma garota de 11 anos, ao pernoitar na residência de uma amiga , teria sido induzida ao consumo de bebida alcoólica (vodca com energético) e substância entorpecente (maconha), fornecidas por dois irmãos. Aproveitando-se do estado de vulnerabilidade e embriaguez da criança, os suspeitos teriam praticado com ela atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em sexo oral recíproco. O relato da vítima, transmitido por sua mãe é rico em detalhes, indicando a participação ativa de ambos os irmãos nos atos de abuso, descrevendo inclusive os locais da casa onde ocorreram, como a garagem e a sala, e a omissão do genitor dos suspeitos, que teria presenciado parte da cena sem intervir. No Pará, uma adolescentese encontrava na casa de sua madrinha quando dois homens foram buscá-la para ir a casa de um deles. A vítima disse que no meio do percurso se arrependeu e pediu para voltar para a casa da madrinha, foi quando um dos autores falou que se ela nunca tivesse ficado com mais de uma pessoa agora ela ficaria. A vítima narrou ainda que, quando chegou no local, três homens trancaram o portão, e um deles lhe empurrou para o quarto e começou a tirar as roupas da mesma. A vítima disse ainda que, tentou se esquivar mas não adiantou, e que enquanto um deles a abusava os outros ficavam batendo na porta pedindo para entrar. Em sequência, outro entrou no quarto e abusou a vítima, logo depois o terceiro também entrou e abusou a mesma. Em dado momento a adolescente disse que não aguentava mais e começou a empurrar os autores e correu para o banheiro, se vestiu e foi embora.No Espírito Santo, homens constrangeram uma mulher mediante violência e grave ameaça a ter com eles conjunção carnal, bem como a praticar atos libidinosos, os quais não se concretizaram. Um dos bandidos mantinha em sua residência uma pistola .40. Na ocasião dos fatos, a vítima e seu marido estavam no interior do seu veículo, quando passaram pela Rua Falcão foram abordados por um bandido vulgo Tubala”, que estava armado e acompanhado por outro indivíduo que não foi identificado, também armado, tendo ambos ordenado o marido da vítima. que parasse o carro e, assim que ele. parou o veículo, os denunciados retiraram a vítima do automóvel, à força. Outro bandido pegou a vítima pelos cabelos e a levou para dentro da favela. Ato contínuo, outros suspeito arrastaram a vítima para um local ermo, momento em que chegaram os demais denunciados acompanhados de alguns indivíduos não identificados, totalizando aproximadamente quinze homens, tendo eles dito: “Como da última vez não te estupramos, agora nós vamos”, se referindo no fato ocorrido anteriormente, Na sequência, um dos bandidos desferiu um soco no rosto da vítima e determinou que os demais indivíduos continuassem agressões.Os criminosos passaram a agredir a vítima com socos e pontapés rasgando a blusa que usava, ficando os seios à mostra, ocasião em que, como haviam anunciado à vítima, tinham a nítida intenção de estuprá-la. Assim, deram início à prática de atos libidinosos, passando as mãos pelos seios e corpo de I. O estupro, entretanto, não se concretizou porque a vítima passou a gritou por socorro e foi ouvida e auxiliada por uma senhora, não identificada, que mandou que os denunciados parassem e entrou no meio dos agressores tentando contê-los, oportunidade em que a ofendida correu, porém, os denunciados lhe deram uma “rasteira”, vindo a vítima a cair ao solo, mas se levantou, correu, encontrando o seu marido, o qual já havia acionado a polícia militar. A vítima apresentava lesões no corpo, sendo que estava com olhos e os lábios inchados, com uma grande lesão na região superior das nádegas e foi levada para o Hospital João XXIII. No Rio de Janeiro, houve um caso em que um homem junto com dez outros submeteram por diversas vezes, duas crianças à prática de conjunção carnal, coito anal e diferentes atos libidinosos, sendo que dois dos acusados eram pai e avô das vítimas. Também no Pará, um instrutor de karatê, valendo-se da manipulação psicológica, praticou múltiplos atos libidinosos

Justiça decretou prisão de ex-PMs (um deles ex-vereador), um ex-guarda municipal e um servidor da Prefeitura por envolvimento com milícia em Araruama

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça e obteve mandados de prisão contra sete acusados de constituir uma milícia na cidade de Araruama, na Região dos Lagos. Entre os integrantes há dois ex-policiais, sendo um deles ex-vereador, um ex-guarda municipal e um servidor da cidade. Os mandados são cumpridos nesta terça-feira (03/03) pelos agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). De acordo com o GAECO/MPRJ, o grupo era responsável pela apropriação indevida de imóveis na região, extorsão contra moradores e comerciantes, controle de linhas de transporte clandestino e ameaças a membros do sistema de Justiça e das forças de segurança. Ainda segundo as investigações, para impor domínio, os milicianos valiam-se de ameaças e intimidações com o uso de armas de fogo, além da prática de homicídios e roubos. A denúncia afirma que o grupo é liderado pelo ex-policial militar e ex-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger de Moura. Os outros seis denunciados atuavam em diferentes funções: coordenação da atividade de transporte alternativo (o ex-guarda municipal Sirlei Mendonça Marinho e o ex-PM João Carlos Alves Machado); atuação como pistoleiro (Eliomar Souza da Silva Cordeiro, vulgo Bimba); cobrança de valores (Jefferson Siqueira Nogueira); e braço armado (Dilson Gabriel de Almeida Machado, o Biel, e o servidor público da Prefeitura Eduardo dos Santos Damas, vulgo Dudu). Ao determinar a prisão preventiva dos denunciados, o Juízo da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas destacou que as milícias apresentam elevado grau de periculosidade, atuando com uso reiterado de violência ou grave ameaça e colocando em risco a ordem pública e a paz social.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima