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Comando Vermelho

Morador da Cidade Alta (TCP) teria sido sequestrado por traficantes da Penha (CV)

Circula desde ontem nas redes sociais que um morador da Cidade Alta (TCP) foi sequestrado por traficantes do Complexo da Penha (CV) e levado até as lideranças do Comando Vermelho. Não ha informações do que tenha acontecido com a vítima. Em um vídeo, um traficante disse que ele ficou f… e desafiou os rivais a irem busca-lo lá na Penha. Falou inclusive que estão olhando o Instagram do rapaz.

Denúncia aponta que traficante teria caído no ‘tribunal’ do CV em Nova Iguaçu e foi esquartejado

Circula desde ontem nas redes sociais a informação de que um traficante conhecido como Di Menor teria caído no ‘tribunal’ do Comando Vermelho na comunidade do Grão Pará, em Nova Iguaçu, Segundo relatos, Menor teria vacilado e fugiu para o Conjunto da Marinha, comunidade vizinha. Os bandidos foram atrás dele, que acabou sendo julgado e teria sido esquartejado. A denúncia diz ainda que a namorada do bandido teria tentado impedir a ação e foi morta também. A conferir.

Chefão da Serrinha (TCP) teria entregue gestão de morro da Tijuca a cúpula do Complexo da Maré

Segundo informações que circulam na internet, o traficante Lacoste do Complexo da Serrinha, em Madureira, teria entregue a administração do Morro da Casa Branca na Tijuca para a cúpula do TCP do Complexo da Maré. Isso teria ocorrido porque o foco de Lacoste agora é a guerra nos morros do Campinho e do Fubá. Os membros do TCP na Casa Branca da Tijuca, estariam se exibindo com as siglas “Mano César” e “Homem de Ferro”, em alusão aos dois maiores chefões do TCP na Maré. Os morros do TCP na Grande Tijuca, como a própria Casa Branca, o Cruz e a Chácara do Céu são alvos de cobiça de rivais do Comando Vermelho, que vire e mexe promove ataques, com tiroteios constantes atormentando a vida de moradores. A conferir.

CV atacou reduto do TCP matou um e baleou outro

Segundo Informações que circulam nas redes sociais, traficantes da Tropa do Arrascaeta (CV) e Tropa do Rex (CV) do Complexo do Chapadão invadiram o Morro do Chaves (TCP) e Bairro 13 (TCP), em Barros Filho e Costa Barros controlados pela Tropa do Menino Rei (TCP) Há relatos de que os invasores mataram um traficante rival e balearam outro. Um fuzil foi pego pelos invasores dos oponentes.

“Quero ver vocês me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam”, disse Oruam quando a polícia estava a sua procura

“Quero voer vocês virem aqui, pô, me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam, Vai tnc, sou filho do Marcinho, seus fdps, vem me pegar aqui agora, estou na Penha, entra aqui para você vê Essas foram as palavras literais feitas pelo rapper Oruam depois que a polícia estava atrás dele após a tentativa de homicídio contra policiais em julho. Os dizeres constam nos autos de decretação da prisão preventiva do cantor. Ao todo, sete pedras foram lançadas contra os policiais do peitoril da primeira janela do andar superior de 4,5m (quatro metros e cinquenta centímetros) de altura, vindo a serem jogadas de cima para baixo por Oruam e comparsas. Pedras atingiram diretamente o policial Alexandre (uma pedrada acertou as costas e a outra atingiu o calcanhar esquerdo) e em relação ao delegado Moyses Santana,uma das pedras passou a poucos centímetros de seu rosto, sendo necessário se abrigar atrás da viatura, movimento também realizado pelo seu colega. Oruam persistiu na escalada criminosa e buscou atrair os agentes de segurança para local com maior garantia de resultado morte dos mesmos, no caso a fuga para o Complexo da Penha, Convém observar que as vítimas estavam desprovidas de capacete, colete e equipamentos de segurança, o que ingressou na esfera de conhecimento dos acusados durante a ação criminosa, contribuindo para o agravamento do risco Concluiu que a 1ª pedra, ao atingir o solo (ou um alvo humano), atinge força de impacto superior a 9000 N, valor muito acima do limiar de fratura óssea craniana, podendo resultar em lesões letais imediatas. Em relação às demais (2ª à 7ª pedra), utilizando-se das mesmas bases de cálculos e dados observou através do gráfico constante no bojo da denúncia que, em se tratando de caso de múltiplos lançamentos, a análise dos fatos narrados, envolvendo o lançamento sucessivo de pedras de uma sacada situada a 4,5 metros de altura, com direcionamento a pessoas e locais habitados, indica que os denunciados assumiram o risco de produzir o resultado morte. Oruam e os demais indivíduos também lançaram pedras na viatura utilizada pelo declarante, danificando-a. O rapper também deu socos na viatura.Os policiais optaram por sair do local, tendo em vista que naquele momento havia risco real de que alguma pedra acertasse os mesmos, pondo em perigo suas vidas e integridade física; que assim entraram rapidamente na viatura e se posicionaram mais a frente, se distanciando dos autores, enquanto o reforço era solicitado, inclusive da PMERJ; Segundo a Justiça, a posição audaciosa de Oruam desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública. Frise-se que, por força das ações eleitas pelo próprio acusado, o caso ganhou notoriedade e imprescindível que o Poder Judiciário garanta que a segurança estatal retome a ordem diante do caos gerado pelas ações dos denunciados. Percebe-se que as ações dos acusados, em especial acusado “Oruam”, repercutem de modo tão negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende pelo início da ação legítima de apreensão do adolescente “Menor Piu” e também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social. Assim, a Ordem Pública restou extremamente abalada pelos fatos em comento, demandando rápida ação estatal a fim de conter as futuras e prováveis ações de escalada delituosa. Por fim, ressalte-se que o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências

Nova guerra entre o CV e o TCP no Campinho e no Fubá tem mortes e armas perdidas por ambos os lados. Moradores se desesperam. “Ninguém aguenta mais”

Após intenso tiroteio entre facções rivais nos morros do Campinho e Fubá nas últimas horas, o traficante “Kadu da Ilha” foi morto e perdeu seu fuzil para os rivais do Comando Vermelho. No mesmo confronto, outros dois fuzis que pertenciam aos criminosos do Comando Vermelho teriam sido pegos por rivais do TCP_ um Parafal e um AR. Há relatos de que um integrante do CV teria sido morto também. Agora pela manhã, moradores se queixaram de tiros na região. Até pessoas que ficam em outros bairros disseram ter escutado o barulho dos disparos. Estou ouvindo ,meu Deus!Todo dia isso, que Deus venha proteger as pessoas inocentes, que não tem nada haver com essa guerra! Misericórdia, é mto tiro. Socorro senhor. Não dá uma trégua. Só armamento pesado. O Rio de janeiro acabou. Triste demais ver bairros valorizados, onde não tem mais acesso a comércio, as pessoas tem medo de ir à rua, e não saber como será a volta. Infelizmente não deveria ser uma coisa normal. Só pedimos proteção para os moradores de bem, que não tem absolutamente nada com essa guerra maldita causada por poder de algo que não pertence a eles e ódio Estou escutando de Oswaldo Cruz. Parece que é na esquina da minha rua,agora imagina que está lá mesmo?!Não consegui nem tomar café na varanda A gente não pode nem sair tem que ficar em casa e final de semana a gente não tem paz Estou ouvindo è um horrorrr! Desde muito cedo, infelizmente. Daqui de Rocha Miranda, ouço nitidamente. Infelizmente tá assim todo dia aqui esse terror ninguém aguenta mais! Acordei com esse inferno,

Homem de guerra da Serrinha (TCP) preso ontem responde por homicídio de rival do CV e há dois anos tinha sido pego baleado com fuzil durante guerra na Praça Seca

Preso ontem, Igor Gomes Mateus, o Rugal, homem de guerra do Complexo da Serrinha (TCP), é citado em processo aberto esse ano por homicídio com ocultação de cadáver. A vítima foi Arthur Gomes de Melo, integrante do Comando Vermelho. Ele havia sido preso da última vez em 9 de março de 2023 durante uma guerra entre bandidos na comunidade do DIvino, na Praça Seca. Na ocasião, foi baleado na perna e estava de posse de um fuzil, calibre 5,56mm, com carregador, com inscrição de nº 495067; 16 munições (cartucho intacto), calibre 5,56mm; um rádio transmissor; 01 arma de fogo, tipo pistola, calibre 9mm, com carregador, 10 munições (cartucho intacto), calibre 9mm. Rugal havia participado da troca de tiros com policiais. O bandido foi preso ontem quando esttava trafegando em um táxi por Tomás Coelho. A ocorrência foi encaminhada à 44ª DP.

Chefão do CV preso este ano mandou instalar gatonet em Jardim América e Cordovil

O traficante conhecido como Nico, que comanda da cadeia comunidades no Jardim América e Cordovil, dominadas pelo Comando Vermelho, mandou instalar rede clandestina de sinal de televisão (gatonet) em seus redutos. O serviço descoberto pela polícia em julho funcionava há pelo menos três meses. No mês passado, a polícia fez o flagrante de um suspeito no momento em que estava em cima de uma escada, em posse de um medidor de sinal que serve para verificar a estabilidade da rede clandestina. Outros dois estavam em uma motocicleta Honda, cor vermelha, placa LUS 6J57, auxiliando o primeiro No interior de um veículo Chevrolet Vectra, de propriedade de um dos envolvidos, havia diversos materiais que se destinam a manutenção do sinal clandestino de TV , a saber: 02 (dois) rolos de cabo coaxial, 05 (cinco) amplificadores de sinal de TV e 18 (dezoito) divisores de sinal. Adilson Gomes da Hora Júnior, o Nico, de 48 anos, é o chefe do tráfico de drogas da Favela Furquim Mendes, no Jardim América, e também do Dique, Tinta e Dourados, e havia herdado o controle da favela de Furquim Mendes após a queda de Elias Maluco, ex-chefe da região que se svicidou em uma penitenciária federal em 2020. Desde então, Nico consolidou sua posição na hierarquia do CV. Considerado pela Polícia Militar como um criminoso de alto risco, Nico também é acusado de liderar o grupo responsável pela m0rte do Tenente Marcos José Oliveira de Amorim, assassinado em 31 de janeiro de 2025 durante operação policial na comunidade de Furquim Mendes. Além disso, sua quadrilha é investigada pelo h0micídio do Tenente-Coronel Carlos Vidal Martin da Silva, morto em 25 de fevereiro deste ano, durante tentativa de roubo no Jardim América.

Traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias tem outros homicídios pelas costas. Justiça confirma que ele manda em atirar em policiais

Apontado como mandante do ataque que deixou uma criança morta em Duque de Caxias, o traficante Bochecha Rosa ou BX é réu em quatro processos por homicídios abertos no ano passado. Uma das vítimas foi Pedro Henrique de Almeida Silva, morto em 15 de setembro de 2023. As outras foram Marlon Luiz Saué e Marcos Paulo Santos Saué Os processos revelaram ainda que BX determinou que seus subordinados  alvejassem quaisquer policiais que tentassem adentrar a comunidade para a repressão das atividades que ali desenvolviam. Em junho de 2022, seus soldados por exemplo efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais militares. Os crimes de homicídio  não se consumaram por razões alheias às suas vontades, haja vista que, por erro de pontaria, as vítimas, que repeliram a injusta agressão, não foram atingidas. BX controla  as comunidades da Mangueirinha, Corte Oito, Santuário Sapo,  Lagoinha, Morro da Favelinha de Caxias (Escadão, Curva da Morte, J. Seabra e Caixa D ́água) e do São Pedro,região conhecida como Complexo da Mangueirinha. O bando conforme restou apurado, espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo, subjugando moradores daquelas localidades, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas ilícitas a partir da prática de atividades criminosas como homicídios, roubos, extorsões, porte ilegal de arma de fogo, sequestro, tortura, tudo isso utilizado como meio de assegurar a continuidade da atividade central, qual seja, o tráfico de drogas.BX  quem autorizava ou proibia os roubos na região da Mangueirinha, bem como ordenava a execução de desafetos. Determina também a colocação de barricadas nas vias de acesso. Um vídeo gravado no interior da Comunidade do Corte Oito, onde é possível verificar homens armados com pistolas e fuzis, ostentando o poderio bélico de umas das Comunidades que formam o Complexo da Mangueirinha. Em tal vídeo observa-se uma aglomeração de pessoas, provavelmente em um baile funk no interior da comunidade, onde se vê no palco um homem cantando, cercado de criminosos fortemente armados com pistolas com carregadores alongados e fuzis com lunetas. Da audição dos áudios, extrai-se: “… mano”Bochecha… é o chefe pelos “crias” e os “crias” pelo chefe… nós vai pula na alta p… é o Bonde do “Bochecha… o elenco tá em campo, o” BX “convocou soldado perigoso preparado pro caô, seleção do Corte oito.”

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