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Comando Vermelho

Confronto entre traficantes e milicianos deixou um morto no Catiri

Um confronto entre criminosos do Comando Vermelho (CV) e integrantes de uma milícia deixou um morto na região do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (8). Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, soldados do CV entraram em confronto com milicianos que atuam na área. Durante a troca de tiros, um dos suspeitos foi baleado e morreu. Outros três envolvidos, sendo um deles ferido, conseguiram fugir do local. A polícia foi acionada para a região.

Polícia indicia toda cúpula do CV que está na rua por causa de roubo de veículos

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou toda a cúpula da facção criminosa Comando Vermelho que está na rua pela explosão de roubos de veículos registrada no final de semana dos dias 30 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 800 crimes foram cometidos em apenas quatro dias em diferentes regiões do estado. A ação criminosa, investigada no âmbito da “Operação Torniquete”, teve como objetivo principal causar pânico na população e tentar desestabilizar o comando das forças de segurança. As investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) comprovaram que os crimes não tiveram como motivação o lucro, mas gerar pânico para a população. De acordo com a análise de dados e cruzamento de informações de inteligência, a ordem para os roubos partiu diretamente da cúpula da facção em complexos estratégicos, como Penha, Chapadão e Salgueiro, como forma de retaliação às operações policiais e às novas gestões da segurança pública. O mapeamento revelou ainda que grande parte dos veículos roubados foi abandonada e recuperada pouco tempo depois em áreas sob domínio da própria facção, evidenciando que os crimes funcionaram como uma ação coordenada de intimidação e propaganda criminosa. Os roubos foram executados por criminosos vinculados a comunidades controladas pelo Comando Vermelho, seguindo determinações diretas das lideranças locais.Os indiciados são: Edgard Alves de Andrade, o “Doca”, líder da facção no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio;Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”, braço direito de “Doca” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo da Penha;Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o “Nando Bacalhau”, líder da facção no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio;Alexsandro Miranda da Silva, o “Dando”, braço direito de “Nando Bacalhau” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo do Chapadão;Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, líder da facção no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo;Hilário Gabriel dos Santos Rangel, o “Biel do Feijão”, líder da facção na Comunidade do Feijão, no município de São Gonçalo;Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o “Bochecha Rosa”, líder da facção na Comunidade Corte 8, no município de Duque de Caxias;e Joab da Conceição Silva, o “Joab”, líder da facção na Comunidade Rua Sete, no município de Duque de Caxias. O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, afirma que a investigação complexa da DRFA-CAP comprovou que essas ações criminosas foram em retaliações a várias ações das forças de segurança contra a caixinha do Comando Vermelho. “Essa é uma espécie de poupança da facção, que serve para financiar os luxos dos parentes das lideranças e também uma espécie de previdência privada para os parentes dos presos faccionados. Isso causou uma revolta na facção e acabou resultando nessa onda de roubos e de terror praticados pelo Comando Vermelho”, afirma o delegado. A ação faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. O trabalho investigativo resultou na individualização das responsabilidades e no indiciamento dos líderes e operadores da facção que coordenaram os ataques em diferentes territórios. A Polícia Civil visa atingir não apenas quem executa o crime nas ruas, mas principalmente quem planeja, ordena e lucra com a violência. “Não vamos admitir que esse tipo de retaliação ocorra novamente em nosso estado. Vocês lembram da Megaoperação Contenção ocorrida no dia 28 de outubro de 2025. Vem mais por aí”, destaca o secretário Felipe Curi. Desde setembro de 2024, a “Operação Torniquete” já registrou mais de 740 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em quase R$ 45 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

Preso traficante do CV que atacava serviços de internet e energia elétrica no Catiri

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam, nesta quarta-feira (07/01), um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, responsável pelos recentes ataques à infraestrutura de serviços de internet e energia, na comunidade do Catiri, em Bangu. . Ele foi capturado em Bangu, na Zona Oeste do Rio.De acordo com as investigações, o criminoso foi apontado como responsável direto pelos ataques a pontos de internet, energia elétrica e TV a cabo, ocorridos nesta semana. Segundo as investigações, os criminosos colocaram fogo em cabos de fibra óptica e equipamentos de concessionárias e provedores de internet, com o objetivo de paralisar serviços essenciais, gerar instabilidade na região e intimidar moradores e comerciantes.Informações de inteligência revelaram a atuação de grupos em aplicativos de mensagens, criados e utilizados por integrantes da facção criminosa, nos quais eram planejados e coordenados os ataques à comunidade do Catiri. Nos grupos, havia divisão de tarefas, escolha dos alvos e participação de diversas lideranças criminosas.Na ação desta quarta, diversos homens se deslocavam em motocicletas para a realização de um novo ataque, que teria como alvo novos pontos de internet e da rede elétrica. A rápida intervenção das equipes permitiu interceptar um dos líderes do grupo, impedindo a concretização de mais um atentado criminoso. Durante a abordagem, foi constatado que o criminoso estava na posse de uma motocicleta roubada.Durante a ação, um dos comparsas evadiu e deixou cair um aparelho celular desbloqueado, onde foram encontradas fotografias dos ataques já realizados, registros da destruição da infraestrutura de internet e outros elementos relevantes para a investigação. Em diligências paralelas, os policiais identificaram imagens do capturado portando armas de fogo, bem como conversas em grupos de aplicativo que demonstram de forma clara a associação criminosa, a articulação prévia dos ataques e a divisão de tarefas entre os integrantes da facção.O homem foi preso em flagrante pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e receptação. Além disso, responderá também pelo crime de dano qualificado, em razão da destruição de bens e serviços de interesse coletivo. As investigações seguem para identificar e responsabilizar os demais envolvidos nos ataques.

Traficantes exibem fotos de morador de área de milícia na Zona Oeste do Rio sob mira de fuzis. Ele foi sequestrado e morto

Moradores da comunidade do Barbante, em Campo Grande, vivem dias de tensão Segundo relatos recebidos por residentes e familiares, imagens de um morador da comunidade estariam sendo enviadas de forma intimidatória para amigos e parentes, como forma de ameaça e pressão psicológica. A vítima, identificada como Maycon, teria sido sequestrada e morta por criminosos da Penha. Os criminosos estariam sequestrando e matando moradores que tem alguma relação com milicianos. De acordo com informações que circulam nna comunidade, o crime teria ocorrido a mando de indivíduos conhecidos como Doca e Gardernal, líderes do tráfico no Complexo da Penha. As circunstâncias do sequestro e da execução ainda causam revolta e medo entre os moradores. Além disso, denúncias apontam que moradores estariam sendo coagidos a repassar informações sobre a atuação de milicianos na região, sob ameaças de represálias.

Traficante do CV que saiu da prisão no Natal e não voltou participou de rebelião em Bangu com morte de agente e agressões a funcionários

Márcio Aurélio Martinez Martelo o Bolado do Fallet, que foi beneficiado pela saidinha de Natal e não retornou para a cadeia, participou de uma rebelião no presídio de Bangu 3, em dezembro de 2003. O objetivo dos presos com o motim era a fuga da penitenciária. Em 2 de dezembro daquele ano, aproveitando-se da oportunidade de ser dia que agentes de saúde eram esperados na unidade a fim de procederem a exames clínicos periódicos nos internos, que implicaria grande movimentação pelas áreas comuns, por volta de 09hs00mins, quando inspetores de segurança foram entregar o café da manhã, os internos iniciaram um tumulto, sob o argumento de que não havia sido entregue quantidade habitual de alimentação, e se recusaram a receber os mantimentos , exigindo que os containers fossem devolvidos a empresa para a reposição dos mantimentos faltantes, criando, desta forma, pequeno tumulto na unidade carcerária, forçando o deslocamento de parte do efetivo de plantão até as galerias. Em meio às discussões e reivindicações provocadas pelos denunciados, outro grupo se beneficiava das discussões que eram travadas com os inspetores para iniciarem quebra de paredes e arrombamento das portas das celas, e na posse de armas de fogo e outros petrechos de natureza bélica, renderem os agentes que se encontravam nas galerias. Os presos Bacalhau e Ratinho assumiram o comando dos demais, e após renderem e imobilizarem inspetores de segurança penitenciária rumaram até a entrada da unidade, local denominado inspetoria, objetivando a abertura dos portões, eis que mantinham os servidores sob a mira de suas armas, e já eram seguidos pelos demais denunciados, que igualmente mantinham agentes sob seus domínios, utilizando-se de violência física. Ao alcançarem a sala da inspetoria, os criminosos avistaram um agente de seguranla que trabalhava no serviço de operações externas da SEAP (SOE), e aguardava a vinda de um interno para transportá-lo ao Tribunal de Justiça objetivando participar de uma audiência. A vítima se encontrava armada, pois trabalhava no transporte externo de presos, e no momento dos fatos estava na área externa da unidade. Os denunciados de vulgo” Ratinho “e ” Bacalhau “, quando avistaram a vítima armada, imediatamente passaram desferir disparos de armas de fogo, com intenção de matá-la, e assim darem prosseguimento à fuga planejada, sendo a vitima atingida de forma mortal, conforme consignado no AEC de fls. 240. Após matarem a vítima , os denunciados se uniram aos demais líderes que foram identificados com Polegar, Cebolinha, DImas e o próprio Bolado, além de Rato, Ceará, Popeye que já tinham rendido agentes de segurança, funcionários da área de saúde e professores, e de maneira contínua e alternadamente mantiveram as vítimas como seus reféns, presas no pátio de visita pelo período de 75 (setenta e cinco) horas. Os denunciados, concentrados no citado pátio, desferiram, socos, pontapés, coronhadas e outros golpes com instrumentos de ação contundente nas vitimas que fizeram de reféns, e se utilizaram de botijões de gás para amarrá-los no corpo das vítimas que ficavam à frente das celas como verdadeiros”escudos humanos”, garantindo a negociação dos denunciados com autoridades de segurança pública que foram chamadas ao local. Foram graves os ferimentos das vítimas, tanto físico quanto moral, eis que pelo prazo de 75 (setenta e cinco) horas ficaram privadas de suas locomoções, todas presas no pátio de visita, sofrendo inúmeras agressões físicas e incontáveis ameaças as suas vidas e integridades corporais.

Homem foi preso levando R$ 50 mil para o Complexo da Penha (CV). Dinheiro foi arrecadado em comunidades da Baixada

Agentes da 22ª DP (Penha) e da 38ª DP (Brás de Pina) prenderam em flagrante um homem que transportava cerca de R$ 50 mil em dinheiro do tráfico, na Avenida Brás de Pina, em Vista Alegre. O valor, arrecadado em comunidades da Baixada Fluminense, seria levado ao Complexo da Penha. Com o suspeito, foram apreendidos um bloqueador de sinal, anotações do tráfico e o veículo usado no transporte. Ele confessou atuar para a facção Comando Vermelho. As investigações seguem para identificar outros envolvidos.

Braço de guerra do CV exibe fuzis e diz a moradores de Campo Grande que extorsões chegarão ao fim. VIDEO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o ex-miliciano como “RD do Barbante” hoje um dos braços de guerra do Comando Vermelho exibindo armamentos de uso restrito. No vídeo (disponível no grupo do Bruno Assunção), ele faz declarações direcionadas aos moradores de Campo Grande, afirmando que práticas como cobranças e extorsões vão chegar ao fim. O conteúdo teria sido gravado após alguns integrantes ligados à milícia de Zinho romperem com o grupo e migrarem para o Comando Vermelho (CV). Segundo apuração do repórter, a movimentação faz parte de uma tentativa do grupo de avançar sobre áreas de Campo Grande e ampliar sua atuação na Zona Oeste do Rio, com o objetivo de chegar a Santa Cruz, região historicamente associada ao Comando Vermelho, mas que há anos está sob controle da milícia.

Traficantes do CV na Maré teriam brigado e um dos chefes proibiu moradores de circularem pela área do outro

Segundo informações, aconteceu um desentendimento entre os membros do Comando Vermelho dentro de um baile que aconteceu na Favela do Parque União (CV) dentro do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. Soldados da Nova Holanda (CV) ligados ao “MTB”, entraram em desentendimento com soldados do “bonde do Alvarenga”, apontado como chefão do Parque União (CV). Após o acontecimento, o Alvarenga, dono do Parque União (CV), ordenou a proibição de soldados da Nova Holanda (CV) transitando no território do Parque União (CV).

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

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