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Comando Vermelho

Revoltados por não terem conseguido retomar a área, traficantes do CV incendiaram carros de moradores na Vila Sapê

A madrugada de sabado foi marcada por momentos de pânico na comunidade da Vila Sapê, em Curicica, na região de Jacarepaguá Segundo informações, criminosos do Comandl Vermelho tentaram retomar o controle da área, mas não conseguiram avançar. Revoltados, partiram para a covardia: vários carros de moradores foram incendiados deixando prejuízos para pessoas inocentes . A região já vem enfrentando constantes confrontos, com disputas violentas por território entre grupos criminosos. Mais uma vez, quem sofreu é o trabalhador, que vê seu patrimônio sendo destruído sem ter qualquer envolvimento com o crime. Clima de medo e insegurança toma conta da comunidade. Uma bomba chegou a atingir a casa de uma moradora na Rua Gâmbia, aumentando ainda mais o desespero de quem vive na área L

Tiroteio causa pânico na Vila Kennedy (CV) “Tive medo de morrer”

“Foi muito pânico e correria. Muitos homens armados começaram a atirar do nada. Tive medo de m0rrer na hora. Apavorante!” – relata uma moradora da Vila .Kennedy. Clima tenso na comunidade. Relatos de tiros preocupam moradores. Intenso confronto relatados por diversas pessoas. Alguns comércios suspenderam temporariamente entregas por questões de segurança. Lojas foram atingidas por disparos na região do Barrão. Boato de ataque de milicianos dó bando do PL. Ha relatos, não confirmados, que uma criança teria sido baleada PMs no local.

Sob domínio do crime: narcomilícia ligada ao CV explora comerciantes que vendem gás em São Gonçalo

São Gonçalo já registra a atuação de grupos de narcomilícia, que unem práticas típicas do tráfico de drogas com a lógica de exploração econômica das milícias. A constatação veio à tona após a prisão de um homem suspeito de extorquir comerciantes na comunidade da Coruja. De acordo com as investigações, o suspeito atuava junto a comparsas na cobrança de taxas mensais impostas a comerciantes de gás, que eram obrigados a pagar para continuar exercendo suas atividades na região. No momento da prisão, ocorrida em dezembro, policiais encontraram com o homem R$ 8.500 em espécie. Segundo ele próprio confessou, o valor havia sido arrecadado no mesmo dia junto a cerca de 15 comerciantes. Ainda de acordo com o depoimento, o dinheiro seria destinado a uma narcomilícia ligada à facção criminosa Comando Vermelho. Um veículo utilizado na prática das extorsões também foi apreendido durante a ação. A defesa do suspeito chegou a ingressar com um pedido de habeas corpus para tentar revogar a prisão, mas a solicitação foi negada pela Justiça. O caso segue em andamento, com audiência marcada para o dia 19 de maio.

Justiça manda prender cúpula do TCP da Serrinha por ataque de guerra que terminou em execução no Morro do Juramento (CV)

A Justiça determinou a prisão preventiva de quatro integrantes do tráfico — conhecidos como Lacoste da Serrinha, Coelhão, Boneco Assassino e Bonitão — acusados de envolvimento direto em um homicídio brutal ocorrido durante uma incursão armada do Terceiro Comando Puro (TCP) ao Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, território sob influência do Comando Vermelho (CV). De acordo com os autos, a vítima, Douglas Azevedo Pinheiro, deu entrada já sem vida no Hospital Estadual Getúlio Vargas em 25 de junho de 2025, após ter sido atingida durante o ataque ocorrido na madrugada do dia anterior, por volta de 1h45. Os autos apontam que ele era envolvido com o CV. A denúncia descreve de forma detalhada a ação criminosa, apontando que o homicídio foi resultado de uma ofensiva organizada no contexto da disputa territorial entre facções rivais. As investigações, reunidas no Inquérito Policial nº 901-00663/2025, indicam uma atuação estruturada e hierarquizada do TCP, com os denunciados ocupando posições estratégicas de comando. Segundo o Ministério Público, embora os executores diretos dos disparos ainda não tenham sido identificados, há fortes indícios de que as ordens partiram da cúpula da organização criminosa. Lacoste da Serrinha aparece como uma das principais lideranças e, em tese, um dos mandantes da incursão armada que culminou na morte da vítima. Coelhão também é apontado como integrante do alto escalão da facção, com possível atuação na coordenação de ataques contra grupos rivais. Já Boneco Assassino e Bonitão surgem nas investigações como membros relevantes da estrutura de comando, com capacidade de participar de decisões estratégicas e emissão de ordens para invasões territoriais. O crime é tratado como homicídio qualificado, classificado como hediondo, e inserido no cenário de “guerra” entre facções criminosas que disputam o controle do Morro do Juramento. A forma de execução — um ataque armado na madrugada, com uso de armamento de alto poder e diversos disparos em via pública — expôs moradores a risco extremo e reforça, segundo a decisão judicial, o elevado grau de periculosidade dos envolvidos. Para a Justiça, o conjunto de provas evidencia não apenas a gravidade concreta do crime, mas também o risco real de continuidade das ações violentas, justificando a prisão preventiva como medida necessária para garantia da ordem pública.

Conversas interceptadas levantam suspeitas que traficantes da Cidade de Deus (CV) possam estar envolvidos no roubo na casa de Poze do Rodo

Após informar em uma matéria que milicianos poderiam estar envolvidos no assalto à casa do cantor MC Poze do Rodo, o jornalista Bruno Assunção idivulgou em nova publicação que existe agora uma suspeita forte contra traficantes da Cidade de Deus Segundo o jornalista, a Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a possível participação do filho de um chefe do tráfico da Cidade de Deus no roubo . Interceptações numa troca de mensagens obtidas pelo repórter revelam diálogos entre traficantes que mencionam diretamente o suposto envolvimento do jovem no crime. Em uma das conversas, registrada por volta das 2h da madrugada, um dos criminosos afirma: “já deu maior K.O., filho do Sam que pegou ele”, indicando que o filho do traficante conhecido como Sam teria participação direta na ação. Horas depois, em nova mensagem enviada às 10h28 desta quinta-feira, outro integrante do grupo relata: “já morreram dois hoje”, sugerindo possíveis desdobramentos violentos relacionados ao caso. As investigações seguem em andamento para esclarecer a participação dos envolvidos e a motivação do crime.

Conversas levantam suspeitas de que traficantes do TCP tentaram cooptar PMs em guerra em Niterói

Prints de conversas que circulam nas redes sociais expõem bastidores da guerra entre o Terceiro Comando Puro e o Comando Vermelho em Niterói e levantam suspeitas graves: traficantes teriam oferecido dinheiro a supostos policiais militares para atuar diretamente nos confrontos. Nos diálogos, atribuídos a integrantes do TCP, os criminosos falam abertamente sobre pagamentos para execução de rivais, chamados de “alemão” no vocabulário do tráfico. “Fala assim, mn, vai te dar 20 mil reais para você ajudar a matar esses caras aí”, diz um traficante a um suposto PM. “Dá um dinheiro a mais para ele. Ajuda a gente a matar os ‘cães’. Cara, vou dar um dinheiro maior, mas quero ver resultado.” “Dá cinco por semana para ele, mas tem que matar — 20 mil por mês.” As mensagens indicam não apenas a tentativa de cooptação de agentes públicos, mas também a existência de metas e recompensas por execuções, em meio à disputa territorial que vem se intensificando na cidade. De acordo com as conversas, o objetivo dos criminosos seria transformar o Fonseca, tradicional área de conflito, novamente em um reduto do TCP. Em outro trecho, um dos envolvidos afirma que pagaria R$ 10 mil como “mérito” para quem matar rivais e apreender armas. Outro integrante diz que o grupo adversário estaria adotando a mesma prática, indicando uma escalada ainda mais violenta no confronto. Os diálogos também mencionam o uso da “caixinha” da facção — espécie de fundo coletivo do crime — para financiar as ações. “Irmão, caixinha mandou, meta foi dada. O valor que eles iam dar para o Fonseca. Foi prestado tudo que foi gasto com a caixinha.” Embora não haja confirmação oficial sobre a autenticidade das conversas ou a identidade dos envolvidos, o conteúdo expõe um padrão já conhecido em disputas entre facções: a profissionalização da violência, com pagamento por metas e tentativa de infiltração ou cooptação de agentes do Estado. Relatos recentes apontam que a disputa entre as duas facções vem provocando mudanças no controle territorial em áreas de Niterói, com episódios de expulsão de criminosos rivais e avanço armado sobre comunidades estratégicas. Há relatos de que o Comando Vermelho teria expulsado o TCP do Complexo do Fonseca. A guerra na cidade se acirrou em novembro. Há trechos de conversas em que traficantes falam que iriam abandonar a guerra com receio de morrerem e da perda de fuzis. Um deles chegou a dizer que a facção perdeu oito fuzis.

Veja os bastidores da operação na Taquara que terminou com tenente da PM morto. Agente faleceu hoje

Leia os detalhes da operação policial realizada em 16 de março, na Taquara, Zona Oeste do Rio, que terminou com dois policiais militares baleados. Um deles, o tenente Jorge André Chaves Lobo Machado, de 47 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã desta terça-feira (31), no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. O oficial ingressou na Polícia Militar em 2000 e havia sido promovido por bravura em 2025. De acordo com informações do inquérito, a equipe realizava diligências com o objetivo de localizar e prender o traficante conhecido como “Pretão”, apontado como integrante do Comando Vermelho e responsável pela Comunidade dos Teixeiras. Havia informações de que o criminoso participava de uma confraternização em um sítio na região e que, posteriormente, seguiria para a comunidade Santa Maria. Durante o deslocamento pela Estrada dos Teixeiras, na esquina com a Estrada da Boiúna, os policiais se depararam com um grupo de criminosos fortemente armados, conhecido como “bonde”, composto por um veículo Hyundai Creta azul e cerca de quatro motocicletas. Segundo relato de um dos agentes, diversos suspeitos — principalmente os garupas — portavam fuzis de forma ostensiva. Diante da situação, a equipe decidiu realizar a abordagem. Ao desembarcarem da viatura descaracterizada, um Nissan Kicks preto, os policiais foram surpreendidos por intensa troca de tiros. Durante o confronto, os tenentes Lobo e Martins foram atingidos — o primeiro no abdômen, em estado grave, e o segundo na coxa. Os policiais reagiram à agressão para conter os disparos. Um dos agentes informou ter efetuado sete tiros com um fuzil Colt M-16, buscando abrigo durante a ação. Ainda segundo o relato, foi possível ouvir os oficiais comunicando que haviam sido baleados. Após o confronto, os criminosos fugiram. Parte deles abandonou o Hyundai Creta e escapou a pé em direção à Comunidade dos Teixeiras, enquanto outros deixaram o local em motocicletas, atirando. Um dos suspeitos foi encontrado caído a cerca de 20 metros, ao lado de um fuzil calibre 7,62 (AR-10) com numeração suprimida. Outros quatro indivíduos também foram vistos feridos a aproximadamente 50 metros do local. Diante da gravidade da situação, a equipe priorizou o socorro aos policiais feridos, encaminhando-os ao Hospital Lourenço Jorge. Posteriormente, foi confirmado que um dos suspeitos baleados morreu no local. As investigações apontam ainda que quatro homens deram entrada em unidades de saúde da região com ferimentos por arma de fogo. Policiais realizaram diligências em hospitais e reconheceram ao menos três deles como participantes do confronto. Um quarto suspeito chegou a ser identificado, mas já havia recebido alta antes da chegada da equipe. No local da ocorrência, foram apreendidos um fuzil de uso restrito com numeração raspada, duas motocicletas e aparelhos celulares. O veículo Hyundai Creta utilizado pelos criminosos era produto de roubo ocorrido em 2025 e circulava com placa adulterada, o que indica tentativa de dificultar a identificação e a investigação de outros crimes. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Homicídios da Capital (DH-Capital), sob o procedimento nº 901-00275/2026. As armas utilizadas pelos policiais também foram recolhidas para perícia. O caso segue sob investigação.

PM impediu ataque do CV contra a milícia e matou três

Três suspeitos foram mortos durante um tiroteio com PMs em Campo Grande na Estrada do Rio do A. Segundo a PM, os agentes impediram um ataque de traficantes do Comando Vermelho a uma facção rival, a milicia . Dois fuzis foram apreendidos, além de uma pistola e carregadores. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de três homens, ainda não identificados. De acordo com informações preliminares, policiais militares estavam em patrulhamento quando flagraram um veículo com criminosos. Ao tentarem realizar a abordagem, foram atacados e houve confronto. Os três ocupantes do automóvel morreram no local. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.

Polícia pede a prisão de Lacoste, Coelhão e outros dois traficantes da Serrinha (TCP) por dois homicídios no Juramento (CV)

A polícia pediu a prisão de traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio, por dois homicídios ocorridos no ano passado no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. As autoridades solicitaram as prisões dos traficantes Lacoste, chefão da Serrinha, além de seu braço-direito Coelhão e os criminosos vulgos Bonitão e Boneco Assassino. As vítimas foram Douglas Azevedo Pinheiro, o Dou, morto em 25 de junho, e Matheus de Paula Ferreira da Silva, executado dois dias depois. Os processos tramitam na 3ª Vara Criminal da Capital do TJ-RJ. Há tempos se sabe que traficantes da Serrinha ligados ao Terceiro Comando Puro vêm atacando o Juramento, dominado pelo Comando Vermelho.

“Sentença de morte”: integrante do CV preso no RJ diz à Justiça que será executado se voltar para Minas”. Família também correria risco

A defesa de um integrante do Comando Vermelho preso no Rio de Janeiro recorreu à Justiça para tentar impedir sua transferência para um presídio de Minas Gerais, estado de origem do detento. O principal argumento é o risco concreto de morte, tanto para ele quanto para familiares, caso o retorno seja efetivado. Segundo os autos, o preso é apontado pela polícia mineira como um dos maiores traficantes do estado — apesar de alegar ter rompido vínculos com o crime. Ainda assim, sua associação passada com o Comando Vermelho o tornaria um alvo prioritário de facções rivais que atuam em Minas Gerais, dentro e fora do sistema prisional. Ele foi preso pela Polícia Federal em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes ano passado. Um dos pontos centrais apresentados no processo envolve um episódio ocorrido em 19 de dezembro de 2023. Na ocasião, durante saída temporária e trabalho extramuros, o filho do detento teria sido alvo de um atentado junto com a ex-esposa. Segundo a defesa, ambos escaparam por pouco de serem mortos. Após o episódio, o filho não retornou ao sistema prisional, sendo posteriormente localizado e também está preso no Rio de Janeiro. Os advogados também destacam que a família do preso está estabelecida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde mantém sua principal rede de apoio. Segundo a defesa, o vínculo familiar é ativo, com visitas frequentes ao detento na unidade prisional fluminense. A decisão de transferência teria sido fundamentada, entre outros pontos, na alegação de insuficiência de vagas no sistema penitenciário do Rio de Janeiro, que enfrenta um déficit estimado em cerca de 15 mil postos. Para a defesa, no entanto, trata-se de uma questão administrativa que não pode se sobrepor ao direito fundamental do preso à integridade física e ao convívio familiar. Outro argumento apresentado é o cenário de violência em Minas Gerais, descrito como uma “guerra” entre facções. Segundo a defesa, haveria uma aliança entre PCC (Primeiro Comando da Capital), Família AR (AR-118) e TCP (Terceiro Comando Puro), grupos que teriam emitido ameaças diretas contra integrantes do Comando Vermelho — facção predominante na unidade onde o detento está atualmente custodiado no Rio. Para reforçar o pedido, os advogados anexaram ao processo uma carta escrita por uma familiar, que relata o medo e a angústia diante da possibilidade de transferência, apontando risco real de que membros da família sejam mortos caso retornem a Minas Gerais.

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