Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

apreensão

Preso com fuzil homem de guerra da milícia na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) prenderam na última segunda-feira (10/11), um miliciano responsável por extorsões a moradores e comerciantes na Estrada do Tingui, Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Com ele, foram apreendidos um fuzil, uma pistola com kit rajada, duas granadas, dois simulacros de pistola, além de roupas camufladas e capa de colete. De acordo com os agentes, as investigações apontaram que o criminoso atuava como cobrador e homem de guerra da milícia local. Na ação, dois veículos roubados e clonados, cujas chaves estavam em poder do miliciano, foram apreendidos. Segundo o apurado, os automóveis eram utilizados para deslocamento e “patrulhamento” da organização criminosa. O homem foi preso em flagrante pelos crimes associação para constituição de milícia privada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor. FONTE: PCERJ

Bandidos baleados e fuzil ponto 50 apreendido em São Gonçalo

Policiais do serviço reservado do 7° BPM foram recebidos a tiros durante uma operação de coleta de dados no Jardim Catarina, em São Gonçalo. O confronto começou após os agentes identificarem criminosos armados que bloqueavam a Rua Albino Imparato. Durante a ação, foram apreendidos um fuzil calibre.50 arma antiaérea , um fuzil AR 5.56mm, três pistolas e drogas. Dois suspeitos ficaram feridos e foram levados ao HEAT. Um veículo blindado foi utilizado para garantir a segurança dos policiais e dos moradores. FONTE: PMERJ

Homem de guerra do TCP foi morto em Caxias

Dois fuz!s foram apreendidos pela polícia na comunidade do Sapinho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Após confronto, um homem identificado como “Amendoim” — apontado como chefe do TCP e homem de guerra da facção — foi baleado, e seu segurança preso. Amendoim chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Operação para prender assassinos de PM tem dois baleados em Itaboraí

Na manhã desta sexta-feira (07/11), policiais militares do 35º BPM (Itaboraí), e equipes do 4° Comando de Policiamento de Área (4° CPA), com apoio do Comando de Operações Especiais (COE), realizaram uma operação conjunta no Complexo da Reta Velha, em Itaboraí. Houve confronto e dois criminosos ficaram feridos e foram socorridos ao Hospital Leal Junior. Com eles os agentes apreenderam um fuzil, uma espingarda e farto material entorpecente. De acordo com o comando da unidade, a ação teve como objetivo localizar os suspeitos de participar do assassinato de um policial militar. Os agentes também atuaram para reprimir as práticas de roubo de cargas e veículos, nas vias que dão acesso à localidade e removeram barricadas que impediam a circulação de vias públicas. A ação contou com o apoio dos batalhões de São Gonçalo, Niterói e do Batalhão de Ações com Cães (BAC).Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

TCP estaria se armando para retomar o Fubá e o Campinho aproveitando-se de baixas no CV

O Terceiro Comando Puro, do Complexo da Serrinha, está se mobilizando para tentar retomar o controle das favelas do Campinho e do Fubá, na Zona Norte do Rio, após o Comando Vermelho sofrer baixas nesta semana nessas regiões. As ações seriam coordenadas por um criminoso identificado como “Cocão da Serrinha”. Hoje, ao menos três criminosos foram mortos no Fubá, seis foram presos e seis fuzis foram apreendidos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Leia a descrição de um dos confrontos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que não teve mortes nem feridos

Leia agora como foi um dos confrontos ocorridos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão na semana passada. Neste episódio, não houve mortos nem feridos. Ao se aproximarem dos acessos às comunidades, os agentes de segurança se depararam com diversas barricadas com carros e pneus em chamas. Além disso, traficantes realizavam diversos disparos de fuzis e metralhadoras contra as equipes policiais. Na rua indicada no mandado de prisão, ao subirem uma escada, os policiais foram surpreendidos com quatro homens vestidos com roupas camufladas, toucas ninjas e coletes táticos. Os elementos estavam armados com fuzis e pistolas e realizaram disparos contra os agentes de segurança, que revidaram a injusta agressão. Cessado o confronto, no qual foi necessário inclusive o uso de granadas de efeito moral, os indivíduos se evadiram, pulando o muro de uma residência. Os policiais determinaram que os moradores saíssem da casa, sendo certo que um dos suspeitos, o qual era integrante do grupo que realizou os disparos contra os agentes, tentou sair do imóvel. Contudo, o conduzido foi reconhecido e detido. O indiciado admitiu ser integrante da facção criminosa, esclarecendo que estava acompanhado de outros traficantes do Estado do Pará e que um deles poderia estar dentro da casa. Os policiais jogaram uma granada de gás lacrimogênio e, em revista à residência, encontraram um fuzil AR10, calibre 7.62, com um carregador municiado com 9 munições íntegras, sendo uma na câmara do armamento. Por fim, os policiais destacaram que o armamento comporta 20 munições e que o preso foi um dos traficantes que efetuou disparos contra as equipes policiais. O preso integrava grupo de traficantes armados com fuzis e pistolas, que efetuaram diversos disparos contra policiais, a fim de impedir o acesso à comunidade e, por conseguinte, evitar o cumprimento de mandados de prisão e possibilitar a fuga de seus comparsas. Ademais, invadiu a residência de moradores e tentou sair do local fingindo ser residente do imóvel. No entanto, foi reconhecido pelos agentes e o fuzil que portava foi arrecadado, devidamente municiado. FONTE: TJ-RJ

Fuzis apreendidos no Alemão e na Penha tem origens em vários países, são de seis modelos diferentes, tinha arma desviada das Forças Armadas e montados com peças contrabandeadas

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio das Polícias Civil e Militar, realizou uma das maiores apreensões de armas de guerra já registradas em um único dia. O prejuízo estimado ao crime organizado apenas em armas é de R$ 12,8 milhões, conforme levantamento técnico da Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (CFAE). A megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha resultou na apreensão de 120 armas, sendo 93 fuzis, além de explosivos, munições, drogas e equipamentos militares utilizados pelo Comando Vermelho. O rastreamento conduzido pela Polícia Civil identificou que parte do arsenal tem origem em países diferentes – entre eles Venezuela, Argentina, Peru, Bélgica, Rússia, Alemanha e Brasil – e inclui modelos usados em zonas de conflito, como AK-47, AR-10, G3, FAL e AR-15. O material também contém armas desviadas das Forças Armadas e fuzis montados com peças contrabandeadas ou adquiridas legalmente na internet. – Cada fuzil retirado de circulação representa uma vida salva. Vamos continuar enfrentando quem lucra com o medo e com a morte. O Estado está presente, atuando com rigor e estratégia para enfraquecer o poder do narcotráfico e devolver o Rio de Janeiro aos cidadãos de bem — reforçou o governador Cláudio Castro. O secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, ressaltou que o trabalho de rastreamento é essencial para atingir o núcleo financeiro e operacional das facções. – Estamos diante de um arsenal típico de cenário de guerra. Essas armas são utilizadas nas guerras mais violentas do mundo contemporâneo, como da Síria e Iêmen. Identificar rotas e responsáveis pela chegada dessas armas ao Rio é o próximo passo para enfraquecer o poder bélico das organizações criminosas. O narcoterrorismo se combate com inteligência, integração e ação coordenada, mas também com atuações ostensivas – disse Curi. O delegado Vinícius Domingos, da CFAE, explicou que muitas armas trazem inscrições e símbolos de quadrilhas de outros estados. – Nas gravações e inscrições, encontramos referências a grupos como a Tropa do Lampião, formada por criminosos vindos do Nordeste e associados ao Comando Vermelho. É uma evidência da expansão da facção para outras regiões do país – destacou Domingos. Os fuzis apreendidos estão sob perícia. A Polícia Civil também compartilhará dados com o Exército Brasileiro para rastrear a origem de armamentos desviados. FONTE: Governo do RJ

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

CV pode ter tido um prejuízo de R$ 12,8 milhões com apreensão de armas, munições e carregadores em megaoperação

A megaoperação realizada no Complexo da Penha, na última terça-feira (28), resultou na apreensão de 93 fuzis com traficantes — um arsenal avaliado em cerca de R$ 9,3 milhões, segundo a Polícia Civil do Rio. Somando munições, carregadores e miras, o prejuízo estimado ao crime organizado (Comando Vermelho) pode ultrapassar R$ 12,8 milhões. As armas incluem modelos como AR-15, AK-47, FAL, G3, AR-10, Benelli MR1 e Mauser. A análise preliminar indica que muitos fuzis foram montados no Brasil a partir de peças importadas legalmente, os chamados “fuzis Frankenstein”. Também há armamentos de origem militar da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil. Os fuzis passarão por perícia para identificar fornecedores e rotas de entrada no país. Armas em bom estado poderão ser incorporadas ao arsenal das forças de segurança. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima