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Operação que terminou com morte de chefão do Morro dos Macacos (CV) era para checar reunião que planejaria ataques a morros do TCP na Tijuca

A operação realizada pelo BOPE no Morro dos Macacos (CV) em Vila Isabel, que resultou na morte do traficante Titauro tinha como objetivo confirmar reunião para realizar ataques nas comunidades Cruz e Casa Branca, na Tijuca, áreas do TCP. Após trabalho de inteligência e monitoramento, a SSI confirmou a reunião de criminosos fortemente armados e as equipes conseguiram localizar  o criminoso Pedro Paulo Lucas Adriano do Nascimento, conhecido como “Titauro”. Ele é apontado como uma das principais lideranças envolvidas em ataques armados e disputas territoriais promovidas por um grupo criminoso com atuação na zona norte da capital.Durante a tentativa de abordagem, houve confronto armado. O criminoso foi atingido e socorrido ao Hospital do Andaraí, mas não resistiu aos ferimentos.Com ele, os policiais apreenderam um fuzil e diversas munições. Contra “Titauro”, havia dois mandados de prisão expedidos pela Justiça. Ele era considerado uma das principais lideranças de uma facção criminosa e apontado como o articulador de invasões armadas a comunidades rivais, com o objetivo de ampliar a atuação territorial do grupo. O criminoso possuía uma extensa ficha criminal com mais de 60 anotações de registros de ocorrência e dois mandados de prisão em aberto. FONTE: PMERJ

Traficante que virou chefe do Morro dos Macacos após o CV tomar a comunidade foi morto em confronto com a PM

O traficante Pedro Paulo Lucas Adriano do Nascimento, o Titauro, foi morto durante tiroteio com policiais militares no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, no final da tarde de hoje. Titauro comandava o morro desde que o Comando Vermelho expulsou os rivais do Terceiro Comando Puro da comunidade. Ele fazia parte do TCP mas pulou para o CV e comandava as invasões à favela. Com Titauro, foi apreendido um fuzil, muita munição e carregadores. FONTE: PMERJ T

Carregadores e peças de fuzil vindos dos EUA apreendidos pela PF abasteceriam traficantes da Gardênia Azul (CV)

Na tarde desta quinta-feira, 10/7, a Polícia Federal prendeu em flagrante um homem por importar ilegalmente diversas peças de fuzil e carregadores, em ação conjunta com a Receita Federal no bairro da Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Policiais federais efetuaram a prisão do homem após ele retirar a encomenda em uma unidade dos Correios. A ação foi fruto de uma investigação conjunta entre a PF e a Receita Federal, responsável por encaminhar informação à PF acerca das cinco remessas internacionais oriundas de Miami, nos Estados Unidos, contendo material bélico controlado cuja importação é condicionada à prévia autorização do Exército Brasileiro. As remessas continham os seguintes acessórios: dois carregadores “lata de goiaba” de alta capacidade; 10 carregadores de AK-47; 10 carregadores de fuzil calibre 7.62×51; 7 carregadores de fuzil calibre 5.56; duas coronhas; duas empunhaduras; dois upper receivers; duas molas recuperadoras; um ferrolho; entre outros. Todo o material foi apreendido e levado à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro. Os acessórios e carregadores seriam utilizados pelo crime organizado situado na região da Gardênia Azul, também na Zona Oeste do Rio de Janeiro, para a prática do tráfico de drogas e outros delitos relacionados, além do enfrentamento contra forças policiais ou mesmo facções rivais. O preso também foi conduzido à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Após a formalização da prisão em flagrante, ele será encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. FONTE: Polícia Federal

Em operação contra o crime na Maré, PM destruiu muro de concreto com seteiras usadas pelos traficantes para atirar nas forças de segurança

A Polícia Militar realiza hoje uma operação de combate ao crime organizado no Complexo de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A operação tem como objetivo reprimir a atuação de criminosos envolvidos em roubos de cargas e de veículos nas principais vias expressas que cercam o conjunto de comunidades. No momento da entrada das equipes, os policiais foram recebidos a tiros por um grupo de criminosos fortemente armados. Com o cessar dos confrontos, os agentes realizaram buscas no interior da comunidade para localizar esconderijos de drogas e armas. Um veículo roubado foi apreendido pelos policiais. Na ação, policiais do BOPE e agentes do 22º BPM (Maré) encontraram uma grande quantidade da droga conhecida como cheirinho da loló, diversas trouxinhas de maconha, rádios transmissores, além de um pé de maconha. Os materiais apreendidos foram avaliados em mais de R$ 150 mil. Ainda durante a ação, equipes do 22º BPM (Maré), que realizavam buscas na localidade da Nova Holanda, localizaram uma grande estrutura de concreto com aberturas conhecidas como “seteiras”, utilizadas por criminosos para posicionar fuzis e atirar contra as forças de segurança. A estrutura foi demolida com o uso de maquinário do NAOE, adquirido por meio de um investimento de mais de R$ 11 milhões feito pelo Governo do Estado.A estrutura era utilizada estrategicamente pelos criminosos como ponto de ataque contra as forças de segurança. . Durante a operação, agentes do COE também prestaram auxílio em duas situações emergenciais envolvendo moradores da região. Na Nova Holanda, policiais do BOPE foram acionados por familiares de uma idosa que apresentava sinais de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A mulher foi socorrida pelos militares, e o veículo da família foi escoltado por uma ambulância do Grupamento Especializado de Salvamento e Ações de Resgate (GESAR) — que também atuava na operação — até uma unidade hospitalar da região. Em outro ponto da região, na comunidade Roquete Pinto, policiais que participavam de uma instrução no COE, em Ramos, atuaram no combate a um incêndio que atingia uma das casas da comunidade. Os militares foram acionados por uma moradora que estava em casa com três crianças quando percebeu as chamas se alastrando pelo interior da residência. De imediato, os policiais acessaram a parte superior do imóvel e utilizaram a água da caixa-d’água para controlar o fogo até a chegada da equipe do Corpo de Bombeiros FONTE: PMERJ

Bandidos do Alemão (CV) foram presos em aeroportos do Rio tentando embarcar para Manaus com documentos falsos e munições

Na noite da última terça–feira , 8/7, a Polícia Federal prendeu em flagrante três homens por associação ao tráfico, uso de documentação falsa e posse ilegal de munições. Duas prisões ocorreram no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e a outra no Aeroporto Santos Dumont. Os presos são oriundos do Complexo do Alemão e suspeitos de integrar o Comando Vermelho. Eles pretendiam embarcar em um voo comercial com destino final em Manaus, mas foram interceptados ao apresentarem documentos falsificados – dois deles portavam documentos distintos, mas emitidos em nome de uma mesma identidade. Assim, policiais federais lotados na Delegacia Especial da PF no Rio de Janeiro (DEAIN), no Galeão, e na Delegacia Especial da Polícia Federal no Aeroporto Santos Dumont (DEAER) efetuaram a prisão em flagrante dos três indivíduos. Após a lavratura dos autos de prisão em flagrante, os presos foram encaminhados ao sistema prisional do estado, onde permanecerão à disposição da Justiça. Eles responderão pela prática dos crimes de uso de associação ao tráfico, documentação falsa e posse ilegal de munições. FONTE: Polícia Federal

Alvo de operação ontem que prendeu sete, entre eles um PM, chefe da milícia do Catiri tem condenação de 15 anos por sequestro

O chefe da milícia do Catiri, em Bangu, Emson Alves Pereira, o Montanha, tem uma condenação por 15 anos em regime fechado acusado de participar de um sequestro em 2015. Montanha foi alvo ontem de operação da Polícia Civil na qual foram presos sete milicianos, entre eles um PM. Foram apreendidos com eles um fuzil, três pistolas e dois veículos blindados que eram usados pela quadrilha. O bando pratica extorsões contra comerciantes e moradores que são obrigados a pagar por utilização de serviços básicos como luz, internet e gás. Segundo a denúncia, Montanha e comparsas sequestraram J.P.A.J em 9 de abril daquele ano. Consta dos autos que, após restringirem a liberdade da vítima, Montanha e um parceiro levaram-na até um terreno abandonado, na Rua Jordão, onde a mesma foi entregue aos milicianos da região. Durante todo o tempo que mantiveram a vítima em seu poder, os criminosos realizaram contatos telefônicos com familiares da mesma com o intuito de obter um valor pecuniário a título de resgate. Apenas no dia 13 de abril de 2015, a vítima foi libertada após se comprometer a pagar certa quantia em espécie para os transgressores. Assim, dois dias após a libertação, um dos bandios forneceu um aparelho celular a um comparsa para que este realizasse contato telefônico com a vítima e exigisse a quantia de R$ 50.000 (cinquenta mil reais) até o fim daquela noite. Ocorre que a vítima informou não possuir tal importância e o bando passou a exigir uma quantia ainda maior, no valor de R$ 70.000 (setenta mil reais) a ser paga no prazo de 7 (sete) dias. Em seguida, a vítima propôs entregar aos transgressores, como forma de pagamento, o seu veículo, Toyota Corolla, cor prata, o que foi aceito.A vítima, orientada por policiais da Delegacia Anti Sequestro, acordou que a entrega do automóvel seria efetuada na lanchonete “Mc Donalds”, situada na Av.Brasil, bairro Bonsucesso. Desta forma, deixou o veículo em questão no estacionamento do estabelecimento, com as chaves sobre um das rodas e deixou o local. Decorrido alguns minutos, dois dos sequestradores chegaram ao local em um veículo kombi, cor branca. Ato contínuo, um dos bandidos desembarcou, aproximou-se do veículo da vítima e, após pegar as chaves, ingressou no mesmo, oportunidade em que foi abordado pelos policiais civis. Em seguida, os agentes abordaram o outro criminoso que continuava no interior da Kombi, vindo a arrecadar 10,9g (dez gramas e nove decigramas) da substância entorpecente Cocaína, distribuída da seguinte forma: 4,3g (quatro gramas e três decigramas) em 05 (cinco) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,4g (uma grama e quatro decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 0,6 (seis decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,2 (uma grama e dois decigramas) em 03 (três) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 2,1g (duas gramas e um decigrama) em 01 (uma) embalagem composta por saco plástico incolor, fechado por nó do próprio saco; e 1,3 (uma grama e três decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por sacos plásticos incolores, parcialmente envoltos por retalhos plásticos de cor azul ou amarela, fechados por grampos metálicos (vide laudo prévio de fl. 60). Na ocasião, os agentes constaram ainda que um veículo Toyota Corolla, que também estava no estacionamento, dava cobertura ao veículo tipo Kombi e, então, realizaram a pertinente abordagem. Em seu interior, estavam Montanha e mais dois sequestradores; Feita a revista, os agentes arrecadaram uma pistola calibre .040, marca Zigana; um fuzil calibre .233, marca Colt; uma pistola calibre .040, marca Taurus, 31 (trinta e uma) munições CBC calibre .223 e 67 (sessenta e sete) munições CBC calibre .40; 01 (um) carregador calibre 5.56; 06 (seis) carregadores calibre .40, bem como vários coletes a prova de bala. FONTE: PCERJ e TJRJ

Saiba tudo que foi apreendido com ex-CAC que mantinha fábrica clandestina de munições e silenciadores na Baixada

Leia agora tudo que foi apreendido com um.ex-CAC que foi preso mantendo uma fábrica clandestina de munições e de acessórios de armas como silenciadores em Nova Iguaçu Os autos narram que o local onde o armamento foi apreendido dispunha de estrutura específica com bancada, prensas, matrizes, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para a fabricação artesanal de supressores de ruído (silenciadores) e dispositivos conhecidos como “kits rajada”, configurando-se, de maneira inequívoca, uma oficina clandestina destinada à produção de acessórios bélicos e munições.  Informa que a ação policial teve como finalidade a apuração da prática dos em razão da posse e comércio irregular de Foeam apreendidos 1 Conjunto de Peças Kit Rajada, 1 Arma de Fogo TAURUS (Pistola) – Calibre (7,65 mm), 1 Arma de Fogo TAURUS (Revólver) – Calibre (.38 Special short), 1 Arma de Fogo BERSA (Pistola) – Calibre (.22 LR), 95 Componente de Munição PMP (Estojo) – Calibre (.45), 9 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.357 Magnum), 6 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,62 X 39 mm (M43)), 26 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,65 mm), 12 Componente de Munição (Estojo) – Calibre indeterminado, 1.640 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (9 mm), 630 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (32), 1.030 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.38), 900 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.40), 300 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.380), 1.070 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (5,56), 1 Componente de Munição (Espoleta), 3.000 Componente de Munição (Projétil) – Calibre indeterminado, 2 Componente carregador TAURUS – Calibre (.7,65), 4 Componentes (Cano) – Calibre, 1 Componentes BERSA (Carregador) – Calibre (22), 7 Munições de festim (Cartucho (Intacto)) – Calibre indeterminado, 7 Munição (Cartucho (Intacto)) – Calibre (32), 11 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.38), 14 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.380), 5 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (22), 2 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada), 1 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada) FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com gatonet do tráfico em Cordovil

A policia desarticulou , um esquema ilegal de exploração de TV por assinatura operado no bairro de Cordovil, na Zona Norte ligado a traficantes. Três homens foram presos no momento em que realizavam a manutenção na rede de cabos instalada clandestinamente em postes públicos. .As investigações apontam que o serviço era controlado por uma facção e representava uma das fontes de renda e lavagem de dinheiro da organização criminosa. A quadrilha atuava principalmente no período noturno. Segundo os agentes, os criminosos utilizavam módulos amplificadores para distribuir irregularmente pacotes de canais fechados de grandes operadoras a moradores da região, mediante o pagamento mensal de cerca de R$ 70. A facção criminosa ainda cobrava uma espécie de “aluguel” dos operadores de “gatonet” para permitir aatuaçãna região Durante a abordagem, os policiais apreenderam equipamentos, cabos, conectores e uma escada. A estimativa era que o serviço ilegal era prestado a mais de cem clientes na região.Os três presos foram autuados em flagrante por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. Entre os capturados estão os administradores do esquema e o responsável pelas instalações ilegais. FONTE: Policia Civil.do RJ

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