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agressão

Leia detalhes sobre o assassinato de um homem que foi morto com um facão de churrasco em Irajá. Suspeito do crime foi preso em MG

Leia agora detalhes do assassinato de Leonardo Luca Hevangelista, morto na última sexta-feira com um facão de churrasco em Irajá. O principal suspeito do crime, Bento dos Anjos Nascimento, foi preso hoje em Minas Gerais. Uma testemunha afirmou que estava realizando um churrasco junto com outros funcionários da empresa e, por volta de 23:30, começou uma discussão entre alguns presentes por uma disputa de quem ganhava mais e quem seria melhor que quem na empresa¿. Leonardo estava discutindo com o nacional de vulgoCabelinho¿ até que a discussão evoluiu para vias de fato. O irmão e o filho da vítima fatal entraram no meio da briga com o intuito de ajudar Leonardo; No meio da confusão, a testemunha não conseguiu identificar as facadas que atingiram Leonardo, seu irmão e seu filho. Após um grupo de envolvidos se evadir do local o declarante identificou Leonardo ferido perdendo muito sangue, momento em que procedeu com um pano para realizar a compressão no ferimento tentando socorrer o ferido. O irmão e o filho da vítima fatal foram atingidos também. Identificou Bento`em um vídeo gravado por populares no local fugindo com uma faca na mão. Outra testemunha presenciou a confusão entre Leonardo e Cabelinho e viu quando Bento com uma faca na mão e e outro homem correndo atrás do irmão de Leonardo. Em determinado momento, Bento retornou na direção de Leonardo. Antes de ir embora, a testemunha olhou para trás e viu quando Loonardo caiu ao chão. O o declarante não viu Bento desferir a facada, mas que ao chegar à empresa hoje, 22/03/2025, ficou sabendo ele havia matado Leonardo com um golpe de faca. O irmão de Leonardo disse que a princípio a discussão era entre a vítima fatal e Cabelinho. Leonardo e Cabelinho entraram em vias de fato e ele e o sobrinho foram ajudá-lo. No meio da confusão, Bento pegou a faca de churrasco e partiiu em direção a Leonardo mas ele não conseguiu visualizar o exato momento dos golpes que atingiram seu irmão. Disse que Bento chegou a acertá-lo com com a faca e causou ferimentos no rosto e no ombro. Contou que o grupo de agressores correu para fugir do local dizendo. “Vamos embora, vamos embora” Falou ainda que populares chamaram a ambulância mas ouviu dos socorristas que o irmão teria vindo a óbito. Segundo a Polícia Civil, a investigação apontou que o autor fugiu para o estado vizinho após o homicídio e se escondeu em um endereço ligado a sua companheira, onde foi encontrado. FONTE: TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homens presos suspeitos de pertencer a milícia de Pedra de Guaratiba e que foram absolvidos por suposta falta de provas contaram terem sido agredidos e ameaçados de morte por policiais civis. “Disseram que iam me matar”

Dois homens que foram presos ano passado suspeitos de pertencerem a milícia de Pedra de Guaratiba e que acabaram absolvidos porque os policiais não comprovaram que eles estavam extorquindo comerciantes disseram que foram ameaçados de morte e agredidos pelos agentes. Um deles disse que ele e o amigo foram a um depósito, depois cortar o cabelo e em seguida comprar ração para um cavalo. Foi então que pararam dois carros. Os ocupantes do veículo estavam de preto e touca ninja. Eles lhe colocaram de cara no chão e disseram que iriam lhe matar, porque era da milícia. Ele disse, no entanto, que era trabalhador e atuava como mototaxista. Segundo o seu relato, os policiais lhe algemaram e o colocaram dentro do carro. Eles lhe deram socos. Depois eles saíram correndo com o carro e foram no sentido do Recreio. Depois do túnel, eles pararam o carro e continuaram lhe socando, dizendo que iam lhe matar. Na cidade da polícia, ficou algemado em um ferro. Disse que bateram com a sua cabeça na parede. Mandaram desbloquear o celular. Pediram a senha do celular e deram a senha para eles. O outro preso disse que. os policiais estavam com o rosto tampado. Não sabe por qual razão os policiais os prenderam. Disse que os policiais perguntaram se seu nome era Rodolfo e disse que não. Contou que os agentes disseram que seu nome era Rodolfo sim e perguntaram se tinha passagem. Disse que não. Então eles lhe bateram, dentro do carro. Eles perguntaram se fazia parte da milícia e disse que não. Falou que ees diziam que iriam lhe matar porque era o Rodolfo. Uma testemunha falou que conhecia um dos presos desde ,que ele entrou em seu estabelecimento comercial, no dia dos fatos, para comprar cerveja, que não falou com nenhum policial, neste dia, e que admite que paga taxas para a milícia, mas m nunca pagou nada para os dois presos. Segundo a Justiça, os policiais não viram a cobrança de valores e a acusação não chegou a demonstrar que ambos tinham a finalidade de praticar diversos crimes, dentre eles, extorsões. . Também não houve investigações preliminares e nem posteriores sobre o envolvimento dos réus com a milícia “A prova apresentada é insegura e traz mais dúvidas do que luzes, sobre o que realmente ocorreu no dia dos fatos”, dizem os autos. O MP recorreu da sentença e perdeu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Narcomilícia ligada ao TCP age em Vargem Grande. Bandido espancou catador com barra de ferro por ele não ter pago a taxa. Foi condenado a seis anos de cadeia

A narcomilícia ligada ao Terceiro Comando Puro (TCP) que age na comunidade da Taboinha, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, extorquia comerciantes e um catador de lixo reciclável foi espancado com uma barra de ferro por um dos integrantes, vulgo Nobru, porque não tinha dinheiro e se recusou a realizar o pagamento. Nobrru, que foi preso em 2024, foi condenado ano passado a seis anos e seis meses de prisão. Chegaram várias denúncias através do programa oficial disque-denúncia, indicando o acusado como um dos narcomilicianos do local e como um indivíduo extremamente violento, que extorque as pessoas; que as denúncias são anônimas; que nas de-núncias eram mencionados o vulgo do acusado e suas características físicas; que ao realizarem a revista pessoal no acusado, encontraram várias notas dobradas, como se fossem valores que ele tinha pego nos comércios que ele cobrava. O bandido era é “abusado”, “deu em cima” de uma policial civil na frente dos colegas dela. Os criminosos chegaram a colocar uma câmera de segurança na entrada da comunidade para poder monitorarem as viaturas policiais. Quando a polícia chega na comunidade, os bandidos entravam nas casas. Os agente sabiam onde ficaam exatamente os pontos de venda de drogas, mas os crimi- nosos olhavam pelas Câmeras e se escondem antes de serem presos pelos policiais” Os narcomiliciianos da comunidade não andam armados porque quando forem pegos pelos policiais, não serem acusados pelo porte de arma ilegal; FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Milicianos invadiam terrenos em Maricá, agrediam e expulsavam as vítimas

Milicianos invadiram e se apropriaram de terrenos na cidade de Maricá. Quatro foram presos ontem, entre eles o líder do grupo. Os suspeitos utilizavam de violência para expulsar os donos de suas próprias casas. Pelo menos duas vítimas foram identificadas. Elas foram mantidas reféns, onde foram brutalmente agredidas e ameaçadas com armas de fogo e tiveram os seus pertences subtraídos. Após tomarem posse do terreno e liberar as vítimas, os criminosos revendiam as terras para terceiros que muitas vezes desconheciam a origem ilícita do trâmite. Eles vão responder pelos crimes de estelionato, extorsão, falsificação de documentos e organização criminosa. Os policiais apreenderam réplicas de pistolas e armas de fogo, além de máquinas de cartões, telefones celulares, acessórios táticos e documentos falsificados. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Testemunhas disseram que bebê de 11 meses torturado por casal chorava muito. Padrasto gritava com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Uma delas ouviu barulho de queda com posterior choro

 Uma testemunha relatou à Justiça como eram as agressões feitas por um casal acusado de torturar e tentar matar um bebê de apenas 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio.  Ela disse que o padrasto gritava muito com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. No dia 13 de fevereiro, a testemunha ouviu a criança horar muito, sem parar, por muito tempo, cerca de 20 minutos. De forma repentina, parou o choro e imaginou que ele “tivesse engolido o fôlego”;  A declarante disse acreditar que o bebê tenha ficado um bom tempo sem ser socorrido, desde o momento em que parou o choro;  No dia seguinte a testemunha soube que o menino fora socorrido pela vizinha. A declarante chegou a gravar uma das discussões entre o casal. Ela ouviu a suspeita dizer durante uma briga.  “Se eu abrir minha boca, você já sabe, você é drogado”. Ao ouvir essa postura, a testemunha afirmou que a mãe do garoto ela era conivente com toda essa situação pois já havia sido alertada sobre os choros constantes do filho.   Outra testemunha declarou que era comum o bebê chorar diariamente, em específico no final do dia/início da noite, período em que o padrasto estava em casa. O homem gritava com o menino. “Cala a boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Ela chegou a questionar a mãe da criança porque ela chorava demais e a acusada respondeu que o filho era manhoso; Mesmo após esse contato com a mãe do bebê, a criança permaneceu chorando muito pelos dias subsequentes;  Por duas vezes a declarante ouviu barulho de queda com posterior choro forte do menino. O padrasto permanecia gritando muito com a criança após o barulho de queda;  No dia 13 de fevereiro, a filha da testemunha lhe ligou e disse que o garoto estava sendo socorrido para o hospital;  A mãe da criança lhe disse que o filho estava chorando pois havia caído da cama;  Uma terceira testemunha disse que no dia 13/02, ouviu gritarias na casa do casal e ouviu a mãe do bebê dizer. “Ele tá branco, pálido, ele tá mole. O companheiro respondeu. “Ele tá bem, não precisa levar no médico não”. A testemunha insistiu para levarem o menino ao médico e achou estranha a postura do casal pois, no estado em que a criança se encontrava, qualquer minuto a mais poderia ser fatal. Nesse momento, o menino estava desfalecido, sem apresentar qualquer reação. Ele estava branco e seu pulmão estava roncando muito. No caminho ao hospital, o padrasto estava calmo, indiferente enquanto que a mãe estava um pouco nervosa, mas não demonstrava sinais de desespero.  O menino foi levado para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande. Eles entraram direto pela porta dos fundos da emergência; Vários médicos pararam o que estavam fazendo para atenderem o bebê, tamanha a gravidade de seu quadro de saúde. O padrasto chegou a dizer. “Essa criança cai sempre” A mãe do garoto chegou a dizer para a sobra. “A Bia escutou um tapa, mas não fala para ele não”. A testemunha chegou a ouvir outras duas discussões entre o casal. Em uma delas, a mãe ameaçou. “Eu vou contar a verdade sobre meu filho.  Segundo a Justiça, a gravidade concreta do delito é elevada, posto que os denunciados praticaram crime contra a criança na primeira infância, de apenas onze meses de vida, enteado do primeiro denunciado e filho da segunda denunciada.  A vítima está, até a presente data, segundo informações do inquérito policial, internada no Hospital, no CTI, o que revela a quantidade de lesões graves que foram praticadas contra ela.  A liberdade dos denunciados importará em eventual retorno da vítima, para a guarda deles, quando da eventual alta hospitalar, o que põe em risco a sua segurança.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Tiros e ameaças a passageiros durante assalto a ônibus na Avenida Brasil

Um ônibus da linha 134B, da Viação Evanil, foi assaltado na Avenida Brasil, na altura de Irajá, na manhã desta quinta (13). Ao menos 47 passageiros estavam dentro do ônibus no momento da abordagem. Durante o assalto, houve tiros dentro do veículo e ameaças aos passageiros. Criminosos dispararam tiros e agrediram um passageiro, A PM que tem o BPVE como unidade que patrulha a Avenida Brasil não foi acionada para a ocorrência. Segundo a Polícia Civil, a ocorrência está em andamento na 20ªDP (Vila Isabel). FONTE: Instituto Fogo Cruzado, Polícia Civil do RJ e PMERJ

Casal foi preso suspeito de torturar e tentar matar um bebê de 11 meses. Criança está em estado grave

Foi.preso hoje pela 15a DP (Gávea) um casal suspeito de tortura e tentativa de homicídio contra um bebê de 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela está com duas costelas quebradas, laceração hepática, hemorragia interna e hematomas nas costas. Além disso, teve uma parada cardíaca durante a internação. A mãe e o padrasto alegaram que o bebê havia sofrido uma queda enquanto tomava banho. No entanto, os médicos constataram que as lesões não eram compatíveis com esse tipo de acidente. Vizinhos contaram que frequentemente ouviam o bebê chorando muito e observavam discussões dentro da residência. A mãe, segundo os relatos, era omissa nos cuidados com o bebê e sabia dos maus-tratos praticados pelo padrasto, que é usuário de drogas. O homem tem passagens pela polícia, incluindo lesão corporal e associação para o tráfico. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de agredir com martelo na cabeça e no rosto da mulher em Itaboraí durante discussão por ciúmes

Um homem está com a prisão preventiva decretada acusado de agredir a esposa com martelada na cabeça ontem em Itaboraí. A vítima está internada sem previsão de alta médica. Vizinhos ligaram para a polícia após presenciaram uma briga envolvendo um casal de moradores. A mulher foi socorrida para a UPA de Manilha. O agressor nrelatou que teve um desentendimento com sua esposa. Ele contou que a mulher lhe deu um tapa na sua nuca e que ele revidou dando um soco no pé da orelha da companheira; A vítima disse que teve uma discussão com seu marido motivada por ciumes. Segundo ela,  o seu esposo tomado por ciumes pegou um martelo e a golpeou na nuca e rosto. Ela está com um corte na nuca, lateral esquerda do rosto inchado e os lábios machucado. Ela permanece sem previsão de alta médica. Um vizino contou que escutou pedido de socorro vindo da casa da vítima, quando avistou a mulher saindo de casa ensanguentada e gritando por socorro. Ele perguntou para a vítima se precisava de ajuda e ela o infomou que o marido dela havia acabado de tentar matá-la, golpeando sua cabeça e ainda a vítima estava desnorteada; A mulher foi socorrida por ele e vítima e levada até a UPA de Manilha. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mulher ficou gravemente ferida ao ser espancada por companheiro na frente do filho de quatro anos na Zona Oeste do Rio

A polícia procura um homem chamado Yuri Neves morador da Vila Aliança em Bangu. Ele é acusado de agredir Erica Pereira na frente do filho de apenas quatro anos. A jovem está internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer em Realengo Logo após o crime, o suspeito fugiu. Sua foto está estampada nas redes sociais FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

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