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agressão

MACAÉ: Homem chicoteou esposa com fio de celular por desconfiar que ela o tivesse traindo. Agressão foi na frente da filha do casal de nove anos

Na frente da filha de nove anos, um homem agrediu a companheira em Macaé usando até um fio de celular para chicoteá-la, segundo informações de um processo que tramita na Justiça do Rio. O fato ocorreu em 09 de março de 2024 do ano passado. O acusado manteve  a vitima presa até as 06h do dia seguinte, quando a submeteu a intenso sofrimento físico e mental, mediante violência e grave ameaça exercidas com a prolação de palavras de ordem ofensivas e com o emprego de socos, tapas, fio e carregador de um notebook, com os quais a chicoteou em diversas partes do corpo durante a madrugada, inclusive na cabeça, onde causou um corte que teve que ser suturado pelos médicos do Hospital Municipal de Macaé.  Além de manter a vítima sob o seu poder durante a conduta delitiva, o acusado a agrediu ao longo de toda a madrugada com o nítido propósito de castigá-la, uma vez que havia se convencido de que ela estaria tendo um caso extraconjugal, daí por que a obrigou a desbloquear o telefone celular e passou a procurar indícios de traição nos arquivos do aparelho.   À medida que a ofendida gritava por socorro ou tentava se evadir do imóvel, o acusado intensificava as agressões na frente da filha de apenas 09 anos de idade que tem em comum com a sua esposa. Não foi possível obter outras informações do caso, como por exemplo, a situação do agressor, porque o processo encontra-se sob sigilo. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Assassino de menino de três anos apanhou de traficantes e disse que agrediu a criança porque ela mordeu seu dedo

Preso acusado de matar o enteado Alisson Otávio, de três anos, em Belford Roxo, Pedro Henrique da Silva Pinto foi amarrado com fitas adesivas por traficantes como punição por ter sumido com a criança. Ele apanhou dos bandidos pois foi encontrado com lesões nos braços e na orelha sendo preciso atendimento médico. Inicialmente ele jurou que não havia feito nada com a criança. Disse que deixou o menino em casa para comprar leite e quando voltou, não o encontrou. Posteriormente confessou a policiais em depoimento que espancou o enteado e, ao perceber que ele havia morrido, decidiu ocultar o cadáver. ,Pedro revelou que agrediu o menino com tapas e socos no peito porque ele teria mordido seu dedo. Após o espancamento, ao perceber que o menino não reagia, o padrasto teria decidido ocultar o cadáver do menino. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relatório da Defensoria Pública com base em imagens das câmeras corporais dos PMs aponta abusos cometidos pelos agentes como agressões, ameaças e até homicídio

Policiais chegaram no local quando os custodiados já estão algemados. As câmeras acopladas nos uniformes dos policiais revelaram uma tortura psicológica por parte dos agentes de polícia, visto que um dos custodiados estava baleado na região escapular esquerda e o seu devido socorro não foi feito de forma imediata. Os policiais ainda ameaçaram o custodiado de morte, com o objetivo de obter uma confissão de que ele estaria armado, indicando o suposto local onde teria descartado a arma. A informação consta em um relatório da Defensoria Pública do Rio de Janeiro que, de abril a dezembro de 2023, expediu 215 ofícios à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro solicitando imagens capturadas por câmeras operacionais portáteis. A corporação só recebeu apenas 26% das informações. — Há dois problemas centrais apontados no relatório: o elevado número de ofícios não respondidos, sendo que há um prazo de 15 dias úteis previsto na Resolução 2421/2022, da Secretaria de Estado da PM, e o alto percentual de respostas informando que as imagens não foram gravadas, foram perdidas ou apagadas após 60 dias, contrariando determinação legal de que sejam arquivadas e conservadas por um período mínimo de doze meses em caso de letalidade ou registro de ocorrência na delegacia — explica o defensor público e coordenador do Nudedh, André Castro. Veja mais relatos de abusos dos ofícios que foram respondidos 1-Um carro andando nacontramão de uma rua em velocidade normal. Um dos policiais do caso, ao perceber a conduta inadequada do motorista, pede para o carro parar. Entretanto, o veículo segue e o policial atira contra o automotor Esses tiros, consequentemente, causam a morte de um dos passageiros, que havia acabado de comemorar o seu aniversário. O policial militar envolvido já foi denunciado pelo Ministério Público, acusado de homicídio qualificado. 2- As imagens expõem o momento em que dois policiais militares observam um homem caminhando na calçada e param a viatura para abordá-lo. O homem não oferece resistência, se rendendo imediatamente e sendo encostado na parede pelos policiais. Os policiais começam a revista e um deles desfere tapas no pescoço e no peito do custodiado sem aparente motivo. Apesar de não encontrarem nada na revista, os policiais o algemam e ameaçam leválo para a delegacia. Chegando na viatura, ambos os policiais retiram suas COPs e as descartam dentro do carro, dando continuidade à abordagem sem as câmeras. A abordagem dura mais 1 hora e 30 minutos até os policiais retornarem com o custodiado para a viatura e o encaminharem para a delegacia, configurando também o mau uso das câmeras corporais pelos policiais militares envolvidos. 3-Suspeitos de furtos a rapazes na Central do Brasil correram para dentro de um ônibus. Depois de revistarem as pessoas que estavam no veículo, os policiais identificam os custodiados envolvidos e o ônibus segue para a Delegacia da região. Nesse momento, dois policiais, de dentro do ônibus, com todos os envolvidos já contidos, usam spray de pimenta. Embora seja armamento menos letal, a forma como foi usado se revela desproporcional, desnecessária e injustificável. As pessoas ali presentes começam a sentir mal-estar, enjoo, tosses intensas e, mesmo assim, os PMs não permitem que os envolvidos protejam as suas faces com um pedaço de pano ou com própria blusa. Além disso, os policiais proferem frases odiosas e sarcásticas durante todo o percurso até a delegacia, revelando comportamento incompatível com os padrões de conduta da corporação. 4-Imagens mostraram uma pessoa em situação de rua andando com seus cachorros na parte externa do Parque Quinta da Boa Vista, local público. O custodiado, ao que tudo indica, apenas estava passeando, não se revelando nenhum motivo que podesse ensejar fundada suspeita. Os PMs chegam no local expulsando ocustodiado que, mesmo sem apresentar resistência, é levado para a viatura com fortes tapas e empurrões na região das costas. Ao chegarem na viatura, um dos policiais arremessa o custodiado de forma violenta contra o veículo. Logo após, os policiais algemam o custodiado e o levam para a Delegacia. No Registro de Ocorrência, consta que o assistido cometeu Resistência, Desacato, Desobediência e Lesão Corporal, porém nenhuma dessas condutas encontra respaldo nas mídias examinadas. Há também bons exemplos: Imagens mostraram que, durante toda a abordagem, o policial militar envolvido apresenta conduta exemplar, buscando tranquilizar tanto o custodiado, quanto a sua família, com falas calmas e respeitosas, sem demonstrar nenhuma violência. A condução do PM, por consequência, faz com que o custodiado coopere com a Polícia Militar, sem apresentar qualquer tipo de resistência, o que outrora fizera FONTE: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

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