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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Polícia encontra cemitério clandestino da milícia em Rio das Pedras

Policiais Civis localizaram um cemitério clandestino utilizado por milicianos em uma área de mata na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, região sudoeste do Rio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, pelo menos seis corpos já foram encontrados no local. Durante a ação, um homem foi preso. A operação segue em andamento. A área também funcionava como um “tribunal do crime”, onde moradores acusados de não pagar taxas impostas pelo grupo criminoso, além de rivais, eram julgados e condenados à mo/rte.

Defesa de pipoqueiro preso na Tijuca acusado de 19 homicídios no Piauí tentou provar na Justiça que ele estava morto

A PM prendeu hoje um homem que trabalhava como pipoqueiro na Praça Saens Peña, na Tijuca, que é suspeito de 19 homicídios no Piauí, sendo apontado como líder da facção crimiosa Bonde dos 40. O preso foi identificado como Samuel Marcos de Sousa Leal, “o Gordinho”, Samuel foi preso em novembro de 2014, durante a Operação Rivales, a qual fazia alusão à rivalidade entre facções criminosas que disputavam o domínio do tráfico local. Em dezembro de 2018, o acusado evadiu-se por um túnel da Penitenciária José Ribamar Leite, juntamente com outros 23 detentos.Samuel foi localizado na Rua General Roca, na Tijuca, após monitoramento da AIB 6. Ele apresentava documento falso e tinha mandado de prisão em aberto por homicídio. Ele foi conduzido à 18ª DP para medidas cabíveis. O delegado Yan Brayner da Polícia Civil do Piauí disse que o suspeito teve um processo judicial questionado após a própria defesa pedir a extinção da ação penal, alegando que ele estaria morto. No entanto, a informação não foi comprovada e o homem acabou sendo localizado e preso no estado do Rio de Janeiro. De acordo com o delegado, Samuel já vinha sendo monitorado pelas forças de segurança, e o pedido feito pela defesa chamou a atenção justamente pela ausência de um documento essencial para comprovar a suposta morte. Após levantamentos realizados pela polícia, foi identificado que o suspeito estava circulando com frequência em uma região da cidade do Rio de Janeiro. As informações foram repassadas às forças de segurança fluminenses, que passaram a acompanhar a movimentação do investigado. O delegado também destacou o grau de periculosidade do suspeito, apontando que ele agia com extrema violência, seguindo ordens de uma facção criminosa. Samuel foi acusado, por exemplo, de tentar matar um estudante disparando três vezes contra ele e de atropelar mãe e filho, que acabaram morrendo, Veja nota oficial do caso Em uma ação de inteligência, policiais militares do Serviço Reservado do Batalhão da Tijuca, conhecido como P2, prenderam um homem foragido da Justiça do Estado do Piauí, no Nordeste do Brasil. De acordo com o comando da unidade, o criminoso, conhecido pelo vulgo “Gordinho”, é acusado de integrar o chamado Bonde dos 40, facção cujo nome faz referência ao conto popular de origem árabe Ali Babá e os Quarenta Ladrões. O grupo criminoso é apontado como uma das principais facções do Estado do Piauí e mantém ligações com quadrilhas que atuam em comunidades da capital fluminense. Segundo informações do Serviço Reservado do 6º BPM (Tijuca), o acusado foi capturado na última segunda-feira (05/01), quando trabalhava como pipoqueiro nas imediações da Praça Saens Peña, uma das áreas mais movimentadas da Grande Tijuca. No momento da abordagem, “Gordinho” apresentou um documento de identidade falsificado, supostamente emitido por órgãos de registro do Estado do Ceará. No entanto, após consultas a outros bancos de dados, os policiais constataram divergências nas informações apresentadas, motivo pelo qual o suspeito foi conduzido à 18ª DP (Praça da Bandeira). Na unidade policial, os agentes entraram em contato com a Delegacia da Polícia Federal de Nova Iguaçu, que, por meio de informações de inteligência, confirmou a verdadeira identidade do acusado, bem como a existência de um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio. Vale destacar que contra o indivíduo constam 19 homicídios, sendo seis deles duplos. Ainda segundo as investigações, “Gordinho” já havia sido preso em novembro de 2014, durante a Operação Rivales, que fazia alusão à rivalidade entre facções criminosas que disputavam o domínio do tráfico no Estado do Piauí. Em dezembro de 2018, o acusado evadiu-se da Penitenciária José Ribamar Leite, juntamente com outros 23 detentos. Após a confirmação da identidade e do mandado judicial, o criminoso recebeu voz de prisão e permaneceu custodiado, à disposição da Justiça. Somente no ano de 2025, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro efetuou a prisão de mais de 209 criminosos de outros estados em diferentes pontos do território fluminense. A prisão evidencia a atuação integrada e estratégica da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro no combate à criminalidade interestadual. Por meio de ações de inteligência, monitoramento e troca de informações com forças de segurança de outros estados, a corporação tem logrado êxito na localização e captura de criminosos que tentam se esconder em território fluminense, reforçando o compromisso da SEPM com a preservação da ordem pública e a segurança da população.

Preso homem que matou cachorro em Magé

Policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e da 65ª DP (Magé) prenderam, na tarde desta quinta-feira (08/01), o  homem que executou covardemente um cachorro a tiros e tentou matar seu tutor, na noite de sábado (03/01), em Magé, na Baixada Fluminense. Ele foi localizado escondido em Piabetá, em Magé, após intenso trabalho de inteligência das unidades.As buscas pelo criminoso começaram menos de 24 horas após o crime, quando o homem agrediu e apontou a arma contra um vizinho. Na ocasião, o cachorro da vítima, vendo seu tutor ameaçado, na intenção de defendê-lo, latiu na direção do agressor. O criminoso atirou cinco vezes, vindo a acertar quatro disparos no animal, que não resistiu e morreu no local. Em seguida, ele ainda atirou mais uma vez contra o tutor, mas errou.No início da semana os agentes estiveram em um imóvel ligado ao criminoso onde foi realizada uma busca e apreensão. Nesta quinta, após intenso trabalho de monitoramento e do Setor de Inteligências das duas unidades, foi possível precisar que ele estava escondido no bairro de Fragoso, em Piabetá.O criminoso foi autuado por maus tratos aos animais agravado pelo resultado morte, tentativa de homicídio, porte de arma de fogo e ameaça.

Traficantes do CV mataram comerciante em Tanguá que se recusou a pagar taxa para eles

A Polícia Civil do Rio divulgou hoje que o comerciante Cascudo do Gás que foi assassinado no último dia 27 de dezembro em Tanguá, cidade da Região Metropolitana fluminense,  foi morto por traficantes do Comando Vermelho. Ex-candidato a vereador, Carlos Henrique Paula de Souza foi executado a tiros em frente ao seu estabelecimento, no Centro da cidade.   Os autores do crime, dois homens em uma moto, surpreenderam comerciante. Usando capacetes, os criminosos se aproximaram, sacaram pistolas e fizeram vários disparos em direção à vítima, que teve morte instantânea. As investigações revelaram que os criminosos, ligados ao tráfico de drogas local, estavam exigindo pagamentos extras de comerciantes para permitir que eles continuassem suas atividades.  Além disso, esses bandidos restringiam a venda de produtos como água, carvão e cigarro, com o objetivo de monopolizar o comércio e aumentar os lucros à custa dos moradores.  Cascudo foi brutalmente assassinado por se recusar a ceder às exigências do grupo criminoso. Hoje, a polícia fez uma operação contra os envolvidos.. Cinco bandidos foram presos em flagrante e os agentes apreenderam grande quantidade de material entorpecente, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie.  As diligências contaram com apoio de outras unidades do 4ª Departamento de Polícia de Área (DPA) e do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI). Diante dos fatos e com base em trabalhos de inteligência da unidade, a operação visa o cumprimento de dois mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho, envolvidos nesses crimes de homicídios, extorsões, torturas e associação criminosa. Durante a ação desta quinta, os agentes apreenderam 2214 pinos de cocaína, 454 papelotes de maconha, 1528 papelotes de crack, 5 rádios transmissores, 1 balança de precisão, 3 celulares e R$ 1.7 mil em espécie.

Confronto entre traficantes e milicianos deixou um morto no Catiri

Um confronto entre criminosos do Comando Vermelho (CV) e integrantes de uma milícia deixou um morto na região do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (8). Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, soldados do CV entraram em confronto com milicianos que atuam na área. Durante a troca de tiros, um dos suspeitos foi baleado e morreu. Outros três envolvidos, sendo um deles ferido, conseguiram fugir do local. A polícia foi acionada para a região.

Polícia indicia toda cúpula do CV que está na rua por causa de roubo de veículos

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou toda a cúpula da facção criminosa Comando Vermelho que está na rua pela explosão de roubos de veículos registrada no final de semana dos dias 30 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 800 crimes foram cometidos em apenas quatro dias em diferentes regiões do estado. A ação criminosa, investigada no âmbito da “Operação Torniquete”, teve como objetivo principal causar pânico na população e tentar desestabilizar o comando das forças de segurança. As investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) comprovaram que os crimes não tiveram como motivação o lucro, mas gerar pânico para a população. De acordo com a análise de dados e cruzamento de informações de inteligência, a ordem para os roubos partiu diretamente da cúpula da facção em complexos estratégicos, como Penha, Chapadão e Salgueiro, como forma de retaliação às operações policiais e às novas gestões da segurança pública. O mapeamento revelou ainda que grande parte dos veículos roubados foi abandonada e recuperada pouco tempo depois em áreas sob domínio da própria facção, evidenciando que os crimes funcionaram como uma ação coordenada de intimidação e propaganda criminosa. Os roubos foram executados por criminosos vinculados a comunidades controladas pelo Comando Vermelho, seguindo determinações diretas das lideranças locais.Os indiciados são: Edgard Alves de Andrade, o “Doca”, líder da facção no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio;Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”, braço direito de “Doca” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo da Penha;Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o “Nando Bacalhau”, líder da facção no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio;Alexsandro Miranda da Silva, o “Dando”, braço direito de “Nando Bacalhau” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo do Chapadão;Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, líder da facção no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo;Hilário Gabriel dos Santos Rangel, o “Biel do Feijão”, líder da facção na Comunidade do Feijão, no município de São Gonçalo;Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o “Bochecha Rosa”, líder da facção na Comunidade Corte 8, no município de Duque de Caxias;e Joab da Conceição Silva, o “Joab”, líder da facção na Comunidade Rua Sete, no município de Duque de Caxias. O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, afirma que a investigação complexa da DRFA-CAP comprovou que essas ações criminosas foram em retaliações a várias ações das forças de segurança contra a caixinha do Comando Vermelho. “Essa é uma espécie de poupança da facção, que serve para financiar os luxos dos parentes das lideranças e também uma espécie de previdência privada para os parentes dos presos faccionados. Isso causou uma revolta na facção e acabou resultando nessa onda de roubos e de terror praticados pelo Comando Vermelho”, afirma o delegado. A ação faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. O trabalho investigativo resultou na individualização das responsabilidades e no indiciamento dos líderes e operadores da facção que coordenaram os ataques em diferentes territórios. A Polícia Civil visa atingir não apenas quem executa o crime nas ruas, mas principalmente quem planeja, ordena e lucra com a violência. “Não vamos admitir que esse tipo de retaliação ocorra novamente em nosso estado. Vocês lembram da Megaoperação Contenção ocorrida no dia 28 de outubro de 2025. Vem mais por aí”, destaca o secretário Felipe Curi. Desde setembro de 2024, a “Operação Torniquete” já registrou mais de 740 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em quase R$ 45 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

Ex-segurança de Rogério Andrade preso hoje respondeu a processo pela suposta execução de dois suspeitos de tráfico em Vigário Geral na época em que ainda era PM. Caso foi arquivado

Preso hoje, o ex-subtenente da PMERJ Daniel Rodrigues Pinheiro, que foi chefe de segurança do contraventor Rogério Andrade, chegou a responder processo pelas mortes de dois homens em Vigário Geral, em 2007 : “No dia 06 de setembro de 2007, por volta de 08h30min, nas proximidades do Beco do Flamengo, no interior da comunidade de Vigário Geral, nesta cidade, Pinheiro e um outro PM em situação de serviço efetuaram disparos de arma de fogo contra André Luiz dos Anjos Reis e Hugo Ferreira Vaz que morreram no local. Consta nos autos do inquérito policial que a guarnição, “ao chegar ao local, foi recebida a tiros e respondido a injusta agressão. Prosseguiu a incursão e mais a frente foi localizado no quintal de uma residências os elementos (sic)…”, conforme minuciosa descrição contida no talão de registro de ocorrência lavrado pela Polícia Militar. A prova técnica revela que o cadáver de André Luiz, ao tempo do exame pericial, apresentava ferimentos provocados por dezenove disparos de arma de fogo, sendo alguns sediados deles nas regiões temporal, occipital e cervical. O cadáver da vítima Hugo Ferreira apresentava ferimentos provocados por sete disparos de arma de fogo, sendo dois deles efetuados à curta distância na região frontal. Atuando em represália por acreditarem no envolvimento das vítimas em atividade ilícitas e demonstrando profundo desprezo pela vida humana, os denunciados agiram por motivo torpe. A quantidade de disparos efetuados e a sede dos ferimentos, minuciosamente detalhados nas provas técnicas, indicam que as vítimas não tiveram qualquer chance de defesa. Logo após a execução das vítimas, para dar aparente juridicidade às suas condutas, impedir a realização de perícia no local dos crimes e sob o pretexto de prestar socorro, os denunciados providenciaram o transporte dos cadáveres ao Hospital Estadual Carlos Chagas. O justiçamento das vítimas revelou características próprias de atividade típica de grupo de extermínio e constitui grave violação de Direitos Humanos. Assim agindo, os acusados praticaram as condutas descritas no tipo do artigo 121, § 2º, incisos I e IV (duas vezes), do Código Penal. “ A Justiça decidiu pela impronúncia dos acusados (não iriam a júri popular) em 2013 e depois disso o processo foi arquivado em 2015.

Ex-chefe da segurança de Rogério Andrade foi preso em reduto da milícia no Recreio

Monitoramento preciso que levou à captura de um alvo internacional. Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam, nesta quinta-feira (08/01), o ex-chefe de segurança do contraventor Rogério de Andrade, com alerta vermelho na Interpol. Ele foi capturado na Comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste, reduto da milícia. Após intenso trabalho de inteligência da unidade, agentes localizaram o criminoso de alta periculosidade, que estava foragido desde 2022. De acordo com as investigações, o homem era chefe da segurança pessoal do contraventor Rogério de Andrade e responsável por coordenar o pagamento mensal de cerca de R$ 210 mil a uma rede de 40 seguranças particulares. Além disso, o homem também é apontado como responsável por monitorar territórios de exploração da contravenção e planejar operações de ataque contra rivais. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão por organização criminosa, extorsão, corrupção ativa e lavagem de capitais.

Casal foi morto a tiros em Sâo Pedro da Aldeia

Um casal foi encontrado morto na madrugada desta quarta feira (07), em São Pedro da Aldeia. As vítimas foram identificadas como Franciely Leite Ribeiro de Oliveira, de aproximadamente 20 anos, e Rickelmy Pereira Germano dos Santos, também com cerca de 20 anos. Segundo informações iniciais, os dois foram encontrados por populares e apresentavam perfurações provocadas por arma de fogo. Rickelmy foi envolvido com o tráfico de drogas e respondeu a processo por homicídio tentado que acabou arquivado. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência e realizar a remoção dos corpos. O caso foi registrado na 125ª Delegacia de Polícia, que ficará responsável pela investigação do duplo homicídio. Até o momento, não há informações sobre autoria ou motivação do crime.

Preso traficante do CV que atacava serviços de internet e energia elétrica no Catiri

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam, nesta quarta-feira (07/01), um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, responsável pelos recentes ataques à infraestrutura de serviços de internet e energia, na comunidade do Catiri, em Bangu. . Ele foi capturado em Bangu, na Zona Oeste do Rio.De acordo com as investigações, o criminoso foi apontado como responsável direto pelos ataques a pontos de internet, energia elétrica e TV a cabo, ocorridos nesta semana. Segundo as investigações, os criminosos colocaram fogo em cabos de fibra óptica e equipamentos de concessionárias e provedores de internet, com o objetivo de paralisar serviços essenciais, gerar instabilidade na região e intimidar moradores e comerciantes.Informações de inteligência revelaram a atuação de grupos em aplicativos de mensagens, criados e utilizados por integrantes da facção criminosa, nos quais eram planejados e coordenados os ataques à comunidade do Catiri. Nos grupos, havia divisão de tarefas, escolha dos alvos e participação de diversas lideranças criminosas.Na ação desta quarta, diversos homens se deslocavam em motocicletas para a realização de um novo ataque, que teria como alvo novos pontos de internet e da rede elétrica. A rápida intervenção das equipes permitiu interceptar um dos líderes do grupo, impedindo a concretização de mais um atentado criminoso. Durante a abordagem, foi constatado que o criminoso estava na posse de uma motocicleta roubada.Durante a ação, um dos comparsas evadiu e deixou cair um aparelho celular desbloqueado, onde foram encontradas fotografias dos ataques já realizados, registros da destruição da infraestrutura de internet e outros elementos relevantes para a investigação. Em diligências paralelas, os policiais identificaram imagens do capturado portando armas de fogo, bem como conversas em grupos de aplicativo que demonstram de forma clara a associação criminosa, a articulação prévia dos ataques e a divisão de tarefas entre os integrantes da facção.O homem foi preso em flagrante pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e receptação. Além disso, responderá também pelo crime de dano qualificado, em razão da destruição de bens e serviços de interesse coletivo. As investigações seguem para identificar e responsabilizar os demais envolvidos nos ataques.

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