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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

Como se estrutura o Comando Vermelho em muitos estados brasileiros

A organização criminosa Comando Vermelho (CV) foi criada em 1979 no Instituto Penal Cândido Mendes (conhecido como “Caldeirão do Diabo”), em Ilha Grande/RJ 3 , sendo denominada inicialmente como Falange Vermelha. No início, a principal atividade ilícita realizada era o tráfico de drogas, especialmente de “cocaína”, no Município do Rio de Janeiro/RJ, Estado em que se encontra até hoje seu “quartel general” e alguns membros da alta cúpula do grupo criminoso. Em síntese, pelo que já se verificou das experiências anteriores de combate ao Comando Vermelho em outros Estados brasileiros, sua estrutura hierárquica tem molde piramidal, sendo todas as atividades e ações deliberadas e autorizadas por um colegiado denominado “Comselho dos 13” (assembleia composta por membros que exercem funções de liderança na organização criminosa, referenciados como 01 ou Presidente, 02 ou Vice-presidente, 03 ou porta-voz, 04 ou tesoureiro, além de outras funções intermediárias), que objetiva o controle do quantitativo de seus membros, a determinação das atividades ilícitas a serem praticadas em prol do fortalecimento bélico e financeiro da organização criminosa (tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, roubos, sequestros, dentre outros) e o planejamento de ações criminosas contra a integridade física de agentes públicos e ataques aos órgãos de segurança pública. A estrutura organizacional do Comando Vermelho (CV) se dá em frentes distintas, sendo a primeira delas o setor do “Progresso, responsável por fomentar a parte financeira da malta, a começar pelo tráfico de drogas, que seus membros comercializam no interior dos presídios e pela traficância nas chamadas “lojinhas” (bocas de fumo pelas quais inclusive os integrantes da alta cúpula recebem aluguéis) de propriedade da organização criminosa. Outra captação ilícita de recursos se dá através da prática de crimes patrimoniais, especialmente roubos contra agências e caixas eletrônicos bancários, sendo que, para tanto, os criminosos se utilizam de equipamentos sofisticados e de alto impacto. Ainda, outra forma de angariar recursos financeiros é através do pagamento de uma taxa mensal por cada integrante do grupo, mensalidade essa chamada de “camisa”. Outro quadro distinto na estrutura organizacional é o setor do “Paiol”, responsável por uma atuação ininterrupta no comércio ilegal de armas de fogo ( pistolas, fuzis, escopetas etc.) e artefatos bélicos (coletes à prova de balas, granadas, explosivos, metralhadora antiaéreas etc. ). Nesse ponto, é importante ressaltar que alguns destes materiais bélicos são utilizados somente em situações de guerra devido ao alto grau de destruição que possuem. Outro fato que não passa despercebido é que os integrantes alocados neste setor também ficam responsáveis pela salvaguarda dos materiais bélicos e pela distribuição dentre seus membros quando determinados a cumprirem execuções e confrontarem membros de facções criminosas consideradas inimigas, sendo a mais conhecida o PCC (Primeiro Comando da Capital), com quem há muito travam uma guerra objetivando o monopólio territorial, especialmente do tráfico de drogas. Ainda sobre os armamentos em poder do Comando Vermelho, eles também são utilizados para afrontar ações praticadas pelos órgãos de segurança pública, bem como para engendrarem atentados contra a vida de Magistrados, Promotores de Justiça e agentes de segurança pública. Prosseguindo, também se noticia a existência do setor da “Disciplina”, que acumula a incumbência de controlar de ações praticadas por seus membros e de realizar o julgamento e atribuir possíveis punições contra aqueles que praticarem ações não contempladas em seu próprio “estatuto”. Mais, o quadro tem a finalidade de monitorar e exterminar membros de facções criminosas consideradas rivais, além de realizar o monitoramento, planejamento e execução de ações atentatórias contra membros do Poder Judiciário, Ministério Público e agentes públicos. Fato é que a organização criminosa Comando Vermelho (CV) expandiu seus tentáculos e estabeleceu bases territoriais em diversos Estados da Federação, implantando sua estrutura organizacional e hierárquica, o que fez com que seus líderes passassem a exercer grande influência negativa perante outros membros e novos indivíduos cooptados a ingressar na aludida facção, desencadeando ações para fomentar a estrutura bélica e o setor financeiro do grupo criminoso. É importante ressaltar que atualmente, além do Rio de Janeiro, os Estados com a dominância de ações criminosas praticadas pelo Comando Vermelho estão localizados nas regiões Norte (Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Amazonas), Nordeste (Alagoas e Ceará) e Centro-Oeste (Distrito Federal, Tocantins e Mato Grosso),, entre outros estados. Outro fato que chama a atenção é o poderio financeiro e bélico da organização criminosa em testilha, evidenciado através das ações desencadeadas pelos órgãos de segurança pública Federal e Estadual no combate ao tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo, com apreensões de vultosas quantias de drogas, inúmeras armas de fogo e artefatos bélicos (a exemplo: a apreensão de pistolas banhadas a ouro com as iniciais CV 5 , apreensões feitas pelas Forças de Segurança Estadual 6 e apreensões em outros estados brasileiros 7 ). FONTE: TJ-MS

115 dos 117 suspeitos mortos na megaoperaçâo foram identificados. Mais da metade eram de outros estados

Após o trabalho completo de identificação dos mortos na Operação Contenção, de terça-feira (28/10), o Governo do estado do Rio, por meio da Polícia Civil, divulgou, na noite deste domingo (02/11), sem contar os quatro policiais, o perfil de 115 dos 117 mortos de uma das mais complexas ações de combate ao crime organizado do estado. A lista revela quem são os criminosos que resistiram às forças policiais e foram neutralizados. Mais de 95% dos identificados tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho e 54% eram de fora do estado. Apenas dois laudos resultaram em perícias inconclusivas. O trabalho de inteligência desenvolvido pela cúpula de Segurança Pública do estado identificou que 59 tinham mandados de prisão pendentes, pelo menos 97 apresentavam históricos criminais relevantes e, dos 17 que não apresentaram histórico criminal, 12 apresentaram indícios de participação no tráfico em suas redes sociais. A lista mostra, ainda, que 62 neutralizados são naturais de outros estados – mais da metade. Até o momento, 19 do Pará, 9 do Amazonas, 12 da Bahia, 4 do Ceará, 2 da Paraíba, 1 do Maranhão, 9 de Goiás, 1 do Mato Grosso, 3 do Espírito Santo, 1 de São Paulo e 1 do Distrito Federal. O relatório indica que, no Rio de Janeiro, há chefes de organizações criminosas de 11 estados da federação, de quatro das cinco regiões do país.A apuração concluída é o verdadeiro retrato do cenário que eu venho insistentemente falando. Foi um duro golpe na criminalidade. Entre os que morreram ao reagir à ação das forças policiais, havia diversos líderes criminosos. Inclusive de outros estados, como chefes do tráfico do Espírito Santo, Amazonas, Bahia e Goiás. Se não tiver uma integração efetiva de poderes e demais entes, sob a ótica e apoio federal, vamos vencer batalhas, mas não a guerra. Conter a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e enfrentar criminosos de alta periculosidade depende de ações unificadas e inteligentes. É o início de um grande processo no Brasil – disse o governador Cláudio CaCastro.l De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, essa lista não encerra o trabalho de investigação e todos os resultados estão sendo documentados para garantir a transparência e legalidade da operação. Os relatórios estão sendo confeccionados e serão entregues aos órgãos competentes.Essa mínima fração de narcoterroristas neutralizados que não possuíam anotações criminais, nem imagens em redes sociais portando armas ou demonstrando vínculo com facções criminosas não significa nada. Se eles não tivessem reagido à abordagem dos policiais, teriam sido presos em flagrante pelo porte de fuzis, granadas e artefatos explosivos, por tentativa de homicídio contra os agentes de segurança e também pelos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. Portanto, são narcoterroristas que saíram do anonimato. O secretário de Polícia Militar, Coronel Marcelo de Menezes, ressaltou que os confrontos ocorreram com criminosos que reagiram à ação policial.Uma estratégia fundamental adotada pelas forças de segurança foi empurrar os bandidos para uma área de mata fora da área habitada, no alto do morro, preservando a segurança da população. Foi lá onde se deram os maiores embates. E quem estava na mata, estava em confronto com a polícia – relembrou Menezes. FONTE: PCERJ

Mulher foi esquartejada e queimada em Cabo Frio

A Polícia Civil identificou como Kamila, de 32 anos, a mulher encontrada esquartejada e carbonizada dentro de sua residência, localizada no bairro Boca do Mato, em Cabo Frio. O corpo da vítima foi queimado dentro de pneus, o que aumentou a intensidade das chamas, dificultando sua identificação inicial. As investigações estão sendo conduzidas pela 126ª Delegacia de Polícia (DP), que trabalha com duas linhas principais: a possibilidade de um acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas local e uma possível vingança pessoal. A motivação do crime está sendo analisada, e as autoridades acreditam que o ato se trate de um homicídio brutal, refletindo a gravidade da situação. Kamila foi descoberta por bombeiros que compareceram ao local após o incêndio ser controlado. A polícia continua a investigar para trazer à justiça os responsáveis por este crime hediondo.. FONTE: RO em Foco (Facebook)

Como o Comando Vermelho expandiu para a Grande Jacarepaguá

A expansão do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, verificou-se tal fato se intensificando de alguns anos para cá, objetivando uma aglomeração de comunidades dominada por tal facção criminosa, voltada não somente para tráfico de drogas, mas também para roubo e desmanche de automóveis, e outros crimes correlatos. Numa primeira investida do Comando Vermelho na região, comandada pelasprincipais lideranças estabelecidas no Complexo da Penha, tem-se que a área dos “APs da CDD” foi usada como uma base, pois é uma localidade historicamente dominada por tal facção criminosa, sem históricos de confrontos com outros grupos criminosos. Uma vez estabelecido na Gardênia Azul, o Comando Vermelho começou um processo de expansão para as demais comunidades ao redor. As primeiras investidas foram na região do Anil, principalmente na Região pela Estrada de Jacarepaguá e pelos fundos da comunidade da Gardênia, pela região de mata e água. Ressalta-se que, seguindo pela Estrada de Jacarepaguá (Av. Engenheiro Souza Filho/ Estrada do Itanhangá) também há acesso às comunidades do Rio das Pedras, Muzema, Tijuquinha, Vila da Paz e Morro do Banco. Atualmente, exceto Rio das Pedras, ainda dominada pela facção criminosa milícia, atualmente todas essas comunidades se encontram ocupadas pelo Comando Vermelho, contudo, ainda em conflito com a milícia, que tenta retomar tais áreas. outro lado, a comunidade da Cidade de Deus (CDD), através da Estrada dos Bandeirantes, dá acesso à comunidade do César Maia (Fontela), Cascatinha e Pombo Sem Asa, na região das Vargens (Vargem Pequena e Vargem Grande), regiões historicamente sem influência de grupos criminosos, mas que nos últimos anos vem sofrendo com a atuação de milícias e da facção TCP, e mais recentemente com o Comando Vermelho, que inclusive já se estabeleceu na comunidade César Maia. Quase todas as comunidades na zona oeste acima apontadas eram até 2022 ou 2023 dominadas pela facção criminosa milícia. Todavia, usando como base de comando e até mesmo operacional o Complexo da Penha, o Comando Vermelho vem empregando forte expansão, à custa de dezenas de vidas perdidas anualmente. Essa contextualização, além do notório dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas e atividades correlatas, como roubo de automóveis e de carga, colocam os principais traficantes do Complexo da Penha, e seus fortemente armados e leiais soldados, como de altíssima periculosidade. A investigação mediante a obtenção de centenas de arquivos de mensagens (texto e áudio), fotografas e filmagens vinda da telemática de alguns dos denunciados e de seus comparsas, permite a esse MM Juízo visualizar a ostensividade do arsenal de guerra do Comando Vermelho no Complexo da Penha e regiões, como também permite nitidamente se perceber uma inegável estrutura hierárquica de comando imposta pela facção criminosa. Os bandidos possuem atuação de alta ou média hierarquia na cadeia de organização criminosa do Comando Vermelho, ou então são soldados do tráfico de drogas, dispostos a matar ou morrer em nome do predomínio de tal facção criminosa na região do complexo da Penha e arredores. Atualmente, é certo que o Comando Vermelho se espalha por toda a região da grande Jacarepaguá e arredores, avançando violentamente em áreas então dominadas pela milícia, ocupando comunidades na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá e Vargens, em nome de interesse de formar o hoje informalmente denominado “complexo de Jacarepaguá”. As lideranças do Complexo da Penha estimulam essa expansão assaz violenta, que ceifa a vida de dezenas de pessoas anualmente, colocando em pânico regiões outrora relativamente mais tranquilas no Rio de Janeiro. As mortes na Grande Jacarepaguá mais que dobraram com a guerra entre tráfico e milícia, cabendo ressaltar que em dois anos foram 684 (seiscentos e oitenta e quatro) homicídios contabilizados na região. O Complexo da Penha, por conta de diversos fatores, como a dificuldade de realização exitosa de operações policiais ao longo dos anos, acabou se tornando um esconderijo fortificado de traficantes fluminenses e até mesmo de outros entes federativos, um verdadeiro “bunker” do Comando Vermelho FONTE: TJ-RJ

Confira as principais comunidades dominadas pelo CV na cidade do Rio de Janeiro

Confira agora as principais comunidades dominadas pelo Comando Vermelho na cidade do Rio de Janeiro ZONA NORTE MangueiraBorelFormigaAndaraí SalgueiroTuranoMacacosSão JoãoJacarezinhoTuiutiManguinhosMandelaParque AraráBarreira do VascoBarbanteParque União – Complexo da MaréNova Holanda – Complexo da MaréVila Cruzeiro – Complexo da PenhaFé – Complexo da PenhaSereno – Complexo da PenhaChatuba – Complexo da PenhaParque Proletário – Complexo da PenhaNova Brasília – Complexo do AlemãoGrota – Complexo do AlemãoAdeus – Complexo do AlemãoFazendinha – Complexo do AlemãoKelsons Galinha Engenho da Rainha QuitungoFurqim MendesDiqueCajueiroCongonha Bandeira 2 Céu Azul Complexo do Lins Camarista Méier Rato MolhadoVai quem querJorge TurcoFubáCampinhoChapadãoPalmeirinhaUrubuDezoitoJuramentoProença Rosa Caixa D´Água ZONA OESTE Vila Kennedy ZONA SUDOESTE Cidade de DeusMuzemaTijuquinhaBancoSítio Pai JoãoGardênia AzulBarãoBateau MoucheChacrinhaJordãoFontelaCésar MaiaTeixeirasCovanca Tirol ZONA SUL Rocinha Cruzada São SebastiãoVidigalPavão-PavãozinhoCantagaloAzulSanto Amaro REGIÃO CENTRAL FalletFogueiteiroPrazeresCoroaProvidência Escndidinho FONTE: Apuração da reportagem

Guerra na Carobinha. CV tenta expulsar a milícia. Facção também atacou paramilitares em Nova Iguaçu

Guerra na região da Carobinha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. De acordo com relatos de moradores, integrantes da Tropa do RD e da Tropa do Maromba, junto à EQP Zeus, estão tentando expulsar milicianos que atuam na área. Os invasores são da Muzema, Morro do Banco, Tijuquinha e Vila Kennedy. Há informações de milicianos mortos durante o confronto, mas as mortes ainda não foram confirmados pelas autoridades. Moradores relatam tiroteios intensos, ruas bloqueadas e grande movimentação de homens fortemente armados. A região permanece em alerta, e o medo domina as comunidades próximas. Há relatos de que o CV também atacou o Cabucu, em Nova Iguaçu e mataram um miliciano conhecido como Cerol. FONTE: Baú do Rio OFC (Facebook)

Comando Vermelho estaria crescendo em São Paulo

O Comando Vermelho estaria em mais de 20 cidades do Estado de São Paulo conforme foi divulgado em um portal de notícias. Uma dos municípios é Guarulhos. No ano passado, um traficante foi preso com drogas e afirmou à polícia que naquele local atua o Comando Vermelho e que ele não poderia estar ali sem fazer parte da facção. Outra cidade é Bananal. Em 2024, três suspeitos foram presos suspeitos de serem associados à facção criminal Comando Vermelho pelo crime de tráfico de drogas. Um dos presos era uma mulher que revelou que armazenava e distribuía drogas para traficantes do Comando Vermelho. Em Ribeirão Preto, um suspeito foi preso com uma arma no ano passado e disse que era do Comando Vermelho e que estava armado em razão de estar em guerra interna com o PCC Outras cidades paulistas que o CV teria atuação seriam Ubatuba e Caraguatatuba. Em Jundiaí, investigações identificaram o envolvimento de integrantes da mesma família com atividades ilegais. Um homem foi capturado em virtude de ostentar condenação definitiva por tráfico de entorpecentes. As autoridades prenderam um de seus filhos contra quem havia mandados de prisão. Ele possui envolvimento com o tráfico de drogas para o Comando Vermelho. A prisão de outro filho se deu por sua atual dedicação à produção de drogas.  O município de São José do Rio Preto, no noroeste paulista é considerado um ponto de atuação crescente do CV. Investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apontam que a facção utiliza a cidade como ponto de passagem de drogas vindas do Mato Grosso do Sul, além de ter influência sobre algumas cadeias públicas da região. Próxima à fronteira com o Paraná e Mato Grosso do Sul, a região de Presidente Prudente é estratégica para o tráfico de drogas e armas. A presença do CV foi identificada em presídios locais, onde houve registros de confrontos com detentos ligados ao PCC. Por conta do seu porto, um dos maiores da América Latina, Santos também tem sido alvo do CV. A facção busca rotas marítimas para exportação de cocaína, especialmente com destino à Europa. Autoridades já registraram operações da Polícia Federal que desmantelaram células ligadas ao Comando Vermelho na região. Campinas, Hortolândia e Sumaré registraram a presença de membros e simpatizantes do CV, especialmente em áreas dominadas por pequenas facções independentes. O grupo tenta se infiltrar oferecendo suporte financeiro e armamento, competindo com o domínio histórico do PCC. Em Hortolândia, poe rexemplo, houve a apreensão de aproximadamente 100 quilos de drogas com inscrição CV (Comando Vermelho). O Vale do Paraíba, principaplmente as cidades de São José dos Campos e Taubaté, por sua localização estratégica entre São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se um corredor natural de influência do Comando Vermelho. Informações da Polícia Civil apontam que o CV tenta recrutar jovens em comunidades locais e dominar rotas que conectam os dois estados. FONTE: TJ-SP, MP-SP e SSP-SP

Como bandidos do RJ implantaram o CV em cidade do Piauí

Em meados de 2022, um nacional identificado como “Carioca” (também utiliza os nomes de “Alberto Soares”, “Reinaldo” ou “Naldo”) se apresentou a Antônio Isnael – indivíduo que até então atuava no tráfico de drogas de forma “independente” -, anunciando a chegada da facção criminosa Comando Vermelho na cidade de Pedro II, no Piauí, recrutando-o para integrar e comandar uma célula dessa organização em instalação, o que fora aceito pelo acusado. Com efeito, a partir de então, Isnael passou a liderar a organização criminosa em nível municipal, atuando como verdadeiro “maestro” na empreitada delitiva. Incumbiu a Antônio Isnael as funções de recrutar novos membros para fazerem parte da organização criminosa, adotar providências para impedir a instalação e/ou avanço de outra facção no mesmo território, garantindo o monopólio do tráfico de entorpecentes pelo Comando Vermelho, receber elevada quantidade dos entorpecentes (inclusive cocaína ainda em estado cristalizada), intermediar contato entre os integrantes da célula local e a “administração central” da facção sediada no Rio de Janeiro/RJ, e coordenar o cumprimento das ordens emanadas por esta. Verificou-se que, periodicamente, aportava na Cidade de Pedro II uma elevada quantidade de drogas, que eram entregues pessoalmente a Antônio Isnael, encarregado de distribuí-la aos demais traficantes. A contraprestação pelo entorpecente adquirido por Isnael era efetuada mediante depósitos semanais em diversas contas bancárias indicadas pelo líder da facção no Rio de Janeiro, identificado pela alcunha de “Carioca”. Incumbia, ainda, a Isnael, recolher quantias provenientes de parte dos lucros amealhados pelos traficantes a ele subordinados. Os direcionamentos exortados pelo comando superior da facção sediada na capital fluminense eram compartilhados com a liderança da célula de Pedro II e outros membros com posição de destaque (Gleida, Francisco Rafael e Jorge Aluísio) por meio de um grupo criado no aplicativo WhastApp , intitulado “Bolsa Família”. Em razão da posição de liderança na orcrim , Isnael também recebia ordens diretas de “Carioca” para providenciar homicídios de indivíduos que iriam contra os interesses do grupo. Após receber tais ordens, “Baixinho” as repassava aos integrantes responsáveis pela execução dos homicídios. Um traficantre chamado Jorge Aluísio gozava de posição de relevância na estruturação da célula local do Comando Vermelho, inclusive participava do grupo “Bolsa Família”, na plataforma WhatsApp , administrado pelo indivíduo de alcunha “Carioca”, utilizado para comunicar ordens emanadas pelo comando sediado no Rio de Janeiro/RJ e discutir assuntos de interesse da facção. O traficante Negão “filiou ao Comando Vermelho na Cidade do Rio de Janeiro/RJ por volta do ano de 2019, executou diversos serviços solicitados pela organização criminosa, como tráfico interestadual de drogas no Mato Grosso do Sul, onde fora preso e condenado pelo juízo da 2a Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã/MS, como incurso nas iras do crime previsto no art. 33, caput , c/c art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, conforme processo n. 0002291-42.2019.8.12.0019 (sentença transitada em julgado em outubro de 2020). Posteriormente, ele retornou ao Rio de Janeiro/RJ, oportunidade em que recebeu ordem da facção para se deslocar até a Cidade de Pedro II e atuar por aquela célula da organização criminosa, exercendo a função de “executor”. Atendendo à determinação, “Negão” pegou um ônibus na Cidade do Rio de Janeiro/PI com destino à Piripiri/PI. Ao chegar no município de destino, ele foi recebido por “Baixinho”, que o transportou até Pedro II/PI. Dentre suas atribuições na organização criminosa, “Negão” era responsável pela disciplina, frequentemente ameaçando os traficantes comparsas sobre o dever de somente venderem entorpecentes em favor do “CV”, sob pena de serem mortos. Na condição de executor, Negão perpetrou diversos homicídios a mando da organização criminosa, . Ademais, após a prisão provisória dos primeiros integrantes da organização criminosa, em abril de 2024, “Negão” ficou encarregado, também, de atuar diretamente no tráfico de entorpecentes. Raylantambém foi enviado pela cúpula do Comando Vermelho da Cidade do Rio de Janeiro/RJ para atuar pela célula da facção em Pedro II. Raylan era responsável pela “disciplina” na orcrim , fiscalizando o tráfico de drogas comandado pelo grupo, comparecendo nas intermediações dos locais da mercancia ilícita para observar as ações dos comparsas bem como prestar auxílio, caso necessário. Ademais, Raylan também era encarregado de auxiliar no cumprimento dos homicídios determinados pela facção. No telefone celular de Antônio Isnael, foram apreendidas imagens de dois indivíduos possivelmente integrantes da facção rival, “Primeiro Comando da Capital”. Uma das fotografias registra um conhecido traficante de drogas na cidade de Pedro II, com os dizeres “Pilantra safado vulgo Fabiano PCC” . A outra fotografia registra Claudemir Felipe de Jesus Damasceno, vulgo “Mimi”, com a frase “Pilantra safado PCC”. FONTE: TJ-PI

Denúncia de suposta propina paga por traficante do TCP a PMs em Caxias circula nas redes. Polícia diz que caso tem que ser comunicado para a Corregedoria, Ouvidoria ou delegacia

Circula nas redes sociais denúncia de suposta corrupção de PMs em Duque de Caxias. Segundo relatos, o traficante Flamengo (TCP) estaria supostamente pagando policiais para ocupar somente a parte dominada pelo seu aliado, vulgo Corinthians. Ainda de acordo com o denunciante, um tenente receberia supostamente R$ 6 mil toda semana na parte que o Flamengo domina, as comunidades da Jaqueira e Cacareco. E haveria suposta propina de R$ 3 mil para o Pantanal. A página Reage Jaqueira denunciou que a corrupção está escancarada. Teriam tirdo as viaturas da Jaqueira em um dia para fazer baile funk no outro. Questionada, a PM perguntou se a referida denúncia foi formalizada em delegacia ou através da Ouvidoria ou Corregedoria da Polícia Militar. Caso sim, gostaria de receber o número do registro de ocorrência ou protocolo. FONTE: PMERJ e página Reage Jaqueira (Twitter)

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