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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Novos embates entre o CV e a milícia na Zona Oeste do Rio essa semana

Nesta semana, traficantes do Comando Vermelho voltaram a fazer ataques a áreas da milícia na Zona Oeste do Rio. Um dos ataques ocorreu no Vilar Carioca, em Campo Grande. Bandidos em duas motos tentaram matar um miliciano que estava em um carro mas os paramilitares revidaram e trocaram tiros com os traficantes, que fugiram do local e deixaram uma pistola pra trás e três carregadores. A ação partiu da Tropa do RD, puxador de guerra do CV na região. Os bandidos do CV também teriam ido na comunidade do Antares, em Santa Cruz. Houve informações de que um miliciano teria sido baleado. Também por esses dias, houve novo confronto na Carobinha, em Campo Grande. Os traficantes do CV já estão dormindo uma pequena localidade chamada Quadra 100, na Carobinha, a milícia do Cara de Égua, não consegue tirar os oponentes.. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter)

Mais um boato de guerra interna no TCP na região de Madureira

Informaações que circulam nas redes sociais voltam a falar sobre uma suposta desavença entre traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e do Morro da Primavera, em Cavalcanti, ambos dominados pela facção criminosa Terceiro Comando Puro 9TCP). Mensagens captadas de rádios comunicadores indicam uma bria interna na facção. Moradores relataram que houve até troca de tiros entre os dois grupos, com disparos direcionados de um lado para o outro. De acordo com relatos, alguns integrantes da Primavera estariam insatisfeitos com supostas ameaças atribuídas a “Lacoste”, apontado como liderança da Serrrinha. Ainda segundo essas informações, ele teria enviado recados para que os “crias” da Primavera mudassem de lado e se unissem ao seu grupo, em uma tentativa de pôr fim ao que classificam como “opressão”. Há informaações de que pode estar se formando um golpe interno. Segundo esses relatos, tudo o que Lacoste, teria conquistado seus territórios por por meio de articulações internas — o que eles chamam de “golpe” e “judaria”. Os mesmos relatos apontam que ele estaria planejando repetir a estratégia no Morro da Primavera. Integrantes da região também alegam que Wallace vem acusando o grupo da Primavera de atrair operações policiais por conta de roubos praticados nas proximidades, o que teria reflexos negativos em seus domínios. Em uma das mensagens atribuídas ao traficante conhecido como “Fumaça”, ele afirma que realiza roubos para conseguir comprar fuzis e pagar os soldados. FONTE: Canal Plantão baixada.(Telegram)

Polícia mata mais um suspeito da morte de policial civil na Cidade de Deus (CV)

Policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) realizaram, na manhã desta sexta-feira (21/11), uma operação na Cidade de Deus para capturar um dos responsáveis pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, em maio. Durante a ação, o criminoso de alta periculosidade atacou os agentes e houve confronto. Ele foi neutralizado. Luiz Felipe Honorato Romão, o “Mangabinha”, era integrante do Comando Vermelho e atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, onde exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas. Fugitivo do sistema penitenciário, ostentava vida criminosa nas redes sociais, onde exibia fuzis, granadas e rádios comunicadores, além de publicar mensagens incentivando a violência armada contra policiais. O criminoso acumulava cinco ocorrências criminais, relacionadas a associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e resistência. Além disso, possuía dois mandados de prisão em aberto, sendo um por evasão do sistema prisional e outro por homicídio, relativo à morte do policial civil da CORE. Há aproximadamente seis meses, “Mangabinha” se vangloriou publicamente por ter atirado contra equipes da CORE e por ter atacado o policial. Outros dois envolvidos na morte do policial José Antônio Lourenço Junior também foram neutralizados: Gabriel Gomes da Costa, conhecido como “Ratomen”, gerente do tráfico na Cidade de Deus, e Ygor Freitas de Andrade, o “Matuê”, chefe do tráfico na Gardênia Azul. É importante frisar que Ratomen e Mangabinha foram identificados e tiveram suas prisões decretadas após importante trabalho de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que comprovou de maneira clara e técnica a participação desses narco-terroristas nos ataques contra a equipe que atuou naquele dia na Cidade de Deus. Prisão de líder Policiais civis da 1ª DP (Praça Mauá) prenderam, nesta quinta-feira (21/11), uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio. O narcotraficante foi localizado em Pedra de Guaratiba, após trabalhos de inteligência e monitoramento da unidade. De acordo com as investigações, o criminoso atuava como gerente do tráfico de drogas na localidade conhecida como AP2. Ele já era monitorado pelas forças de segurança e, contra ele, foi cumprido um mandado de prisão. O preso ainda é investigado por, supostamente, manter a companheira em cárcere privado. As investigações seguem parar apurar este fato. FONTE: PCERJ

Outro morto em Nova Iguaçu matou casal de irmãos na cidade

Outro morto em Nova Iguacu, Antony Cruz, foi acusado das mortes de um casal de irmâos em 2017, em Santa Rita, Nova Iguaçu. As vítimas foram Alice Maria da Silva e Gilvan Ricardo da Silva. O crime foi praticado por motivo torpe, impulsionado pela vingança, uma vez que o denunciado possuía inimizade com J.R.S já tendo o ameaçado de morte, sendo certo que Joelson é irmão das vítimas Alice e Gilvan. O crime de homicídio foi praticado com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas que, surpreendidas pelo atuar repentino de Antony no interior de suas residências, foram atingidas em regiões vitais. Segundo consta dos autos, no dia do fato o desafeto de Antony, J.R.S anunciou em rede social que iria visitar as vítimas Alice e Gilvan, sua genitora e irmão, respectivamente. O denunciado ao tomar conhecimento que J estaria em sua cidade partiu para o local do fato, na companhia de outros indivíduos ainda não identificados. Ao chegar na referida residência, o criminoso constatou que  havia ido embora, e que se encontravam na casa apenas as vítimas. Em seguida, o denunciado efetuou disparos de arma de fogo contra Alice e Gilvan, atingindo-os em regiões vitais, que resultaram nas suas mortes. Após a prática criminosa, o denunciado empreendeu fuga.  FONTE:TJ-RJ

Um dos três mortos em Nova Iguaçu foi um dos matadores da milícia

Um dos três mortos em um bar em Nova Iguaçu na noite de ontem, Luiz Carlos Pereira dos Santos Cruz foi acusado em 2019 dos assassinatos de Maicon José Jovem de Oliveira e Bruno Tavares Ribeiro na mesma cidade. .  Constou nos autos, que ele e comparsas eram integrantes de organização criminosa que era responsável por vários homicídios na localidade, além do cometimento de outros delitos não menos gravosos que atemorizam os moradores da região, que intimidados, temiam por suas vidas e tem medo de prestarem seus depoimentos .  Conhecido como Nem Corolla, sua quadrilha cometia também roubo, usura, de interceptação e distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e de extorsão. O grupo atuava na localidade Parque da Biquinha, situada no bairro de Austin, Nova Iguaçu, Corolla  era apontado como o indivíduo que dava ordens aos demais integrantes do grupo, “Ele ia para eliminar os desafetos; que era ele o cara para matar; que até em desavenças pequenas de bairro que ocorriam, era ele que matava, mesmo pessoas que não tinham nem relação com crime; que acha que o Nem Corolla perdeu a mão e começou a matar, porque não havia uma repressão à altura do que eles estavam fazendo, que grande parte dos homicídios era por determinação da organização criminosa, mas, os do “Nem Corolla” nem tanto, pois ele já estava perdendo a noção do que podia fazer e do que não podia fazer”, diz trecho de investigação.  FONTE: TJ-RJ

Bebê foi baleada em Japeri

Uma bebê de 1 ano e 7 meses foi baleada na cabeça quando traficantes atacaram o carro da família na comunidade São Jorge (CV), em Japeri. A família voltava de uma comemoração e seguia o protocolo de segurança local, mas criminosos abriram fogo sem motivo conhecido. Foi então que locais avisaram que eles eram moradores da área e os tiros cessaram. Ela foi a 15º criança baleada no Grande Rio em 2025.

Três mortos em Nova Iguaçu. Relato de guerra entre milícias

A Polícia Militar que, na madrugada desta quinta-feira (20/11), policiais militares do 20° BPM (Mesquita) foram acionados para uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Estrada de Adrianópolis, em Santa Rita, Nova Iguaçu. No local, os agentes constataram que três homens foram feridos por disparos de arma de fogo. O local foi preservado e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense foi acionada.  A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga as mortes de três homens, ainda não identificados. A perícia foi solicitada para o local e diligências estão em andamento para identificar a autoria e as circunstâncias do crime. Segundo comentários nas redes sociais, os mortos seriam da milícia de Juninho Varão e foram executados por integrantes do grupo paramilitar liderado por PL e Naval, sucessores de Zinho.

Dois suspeitos morreram em confronto no Fubá (CV)

Policiais do 9° BPM apreenderam um fuzil, uma pistola, um rádio transmissor e farto material entorpecente durante patrulhamento, na Comunidade do Fubá, nesta quarta-feira (19/11). A ação visava verificar instalação de barricadas e informações sobre invasão de facção rival. Houve confronto, criminosos armados atacaram as equipes e, após cessarem os disparos, dois indivíduos foram encontrados feridos e não resistiram. FONTE: PMERJ

Laboratório de drogas do CV é estourado na Baixada

Policiais civis da 66ª DP (Piabetá), com apoio de equipes da 60ª DP (Campos Elíseos), 59ª DP (Duque de Caxias) e 62ª DP (Imbariê), estouraram uma fábrica de entorpecentes, nesta quarta-feira (19/11), na comunidade Parada Angélica, em Magé, na Baixada Fluminense. Durante a ação, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 500 mil em drogas e prenderam duas pessoas em flagrante.Segundo os agentes, após trabalho de inteligência, descobriu-se que a facção criminosa Comando Vermelho planejava expansão territorial em Magé. Para isso, de acordo com as investigações, os narcotraficantes utilizavam uma casa como base operacional, onde preparavam, armazenavam e distribuíam os entorpecentes.Durante as buscas no imóvel, os policiais civis localizaram, enterrados no quintal, tonéis repletos de drogas, evidenciando um esquema estruturado para ocultar o material ilícito. Além disso, também foram apreendidas diversas granadas, um artefato explosivo e rádios transmissores. Durante a ação, um veículo roubado também foi recuperado e duas pessoas, integrantes da facção criminosa, foram presas em flagrante. As investigações continuam para identificar e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos. FONTE: PCERJ

Relatório mostra influência dos traficantes do CV do RJ no Pará

Relatório do Instituto Mãe Crioula aponta a chegada do Comando Vermelho e a sua terrorialização no estado do Pará . A organização em rede da facção aproximou as relações do núcleo central ori-ginário do Rio de Janeiro com as células criminosas instaladas nos municípios paraenses. Isso se evidenciou porque o CV atua com uma estratégia de franquia, ou seja, a estrutura e o modelo de expansão territorial desta organização crimi- nosa é baseado em um sistema de conexão da matriz, localizada no Rio de Janeiro, e suas células filiais, localizada em vários estados da federação. Nesse modelo, é da matriz localizada nas comunidades cariocas como o Com- plexo da Penha, Complexo do Alemão, Comunidade do Salgueiro e Rocinha, lo- calizados no município do Rio de Janeiro, que saem o comando para as táticas e ações nos territórios paraenses. Assim, a identidade e o modos operadis segue uma padronização nacional, através de símbolos utilizados em todo o Brasil, como “tudo 2”, “CV”, “Trem bala”, “Tropa” além de pagamento de taxas cobradas de comerciantes e moradores, regras imposta na comunidade, como “proibido roubar”, pichações, etc. Das comunidades cariocas que saem o fornecimento das armas de grosso ca- ibre e a escolha dos territórios que receberão o fortalecimento do armamento. As comunidades também passaram a ser importantes para abrigar os lideres de cada território, chamado na simbologia do crime de “Torre”, ou seja, o chefe da respectiva região. Portanto, é do Rio de Janeiro que os chefes do CV no Pará mandam suas ordens para a dinâmica do crime organizada no estado. As células são responsáveis por repassar quantias da “caixinha do crime” para a matriz no Rio de Janeiro, são estratégicas para a logística na rota do narcotráfico, e no caso amazônico, tem na sobreposição dos crimes ambientais uma nova possibilidade de acumulação de capital ilícita. Esse modelo de franquiamento permite que as facções se expandam rapida- mente por diferentes regiões e estados, mantendo a identidade e o padrão de operação. O Rio de Janeiro se tornou o grande centro das decisões da atuação da facção comando vermelho no Brasil, onde a região amazônica passou a tergrande importância, A Operação Contenção26, realizado nas favelas cariocas do Complexo do Ale- mão e Penha, identificou que o estado do Pará, depois do Rio de Janeiro, como aquele com maior quantidade de lideres presos ou mortos na operação, totali- zando respectivamente 6 e 15 pessoas. No entanto, a partir das informações dasSecretarias de segurança pública do Pará e do Rio de Janeiro, pelo menos 30 integrantes paraenses estariam residindo na capital fluminense. FONTE: Instirtuto Mãe Crioula

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