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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Confira nota oficial do STF sobre condenação dos irmãos Brazão pelas mortes de Marielle e Anderson. Cada um pegou 76 anos de prisão

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu as penas dos cinco réus acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, e da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro (RJ). As penas variam de 9 a 76 anos de reclusão.   O julgamento, iniciado na terça-feira (24), foi concluído nesta quarta (25), com a condenação de todos os réus por unanimidade. Domingos e Francisco Brazão foram condenados por organização criminosa armada, dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Ronald Paulo Alves foi condenado por dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Robson Fonseca foi condenado por integrar organização criminosa armada.  Já para Rivaldo Barbosa, o colegiado reenquadrou a acusação de homicídio para os crimes de obstrução à justiça e corrupção passiva, por não haver provas de sua participação direta nos assassinatos.  Além das penas privativas de liberdade, o colegiado estabeleceu indenização de R$ 7 milhões para reparação de danos morais causados às famílias das vítimas.  Confira as penas para cada réu:   Domingos Brazão (conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro)  76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos).  Chiquinho Brazão (ex-deputado federal)  76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos).  Ronald Paulo de Alves (ex-policial militar)  56 anos de reclusão (regime inicial fechado).   Rivaldo Barbosa (delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro)  18 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 360 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos).  Robson Calixto Fonseca (ex-assessor do TCE)  9 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos).  Perda do cargo  Como efeito da condenação, e de acordo com a jurisprudência do STF, foi decretada a perda do cargo público de Domingos Brazão, Robson Calixto Fonseca, Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves.  Inelegibilidade  Outro efeito da condenação é a suspensão dos direitos políticos de todos os réus desde a publicação da ata do julgamento até oito anos depois do cumprimento da pena.   Prisão preventiva  Uma vez condenados, o relator manteve a prisão preventiva de todos os réus para garantia da ordem pública, até o trânsito em julgado da condenação.  Conclusão do julgamento  Após o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, os demais integrantes da Primeira Turma apresentaram seus votos. Confira:  O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, disse que Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar, são responsáveis pelos homicídios da vereadora e de seu motorista, bem como pela tentativa de homicídio da assessora. Para o ministro Alexandre, os irmãos Brazão atuaram como mandantes dos crimes com o objetivo de proteger interesses relacionados à ocupação irregular do solo, à grilagem de terras e a outras atividades ilícitas, como a exploração clandestina de serviços de TV a cabo (“gatonet”). Desclassificação de condutaEm relação a Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o relator desclassificou a imputação de homicídio (consumado e tentado) para os crimes de obstrução à Justiça e corrupção passiva. De acordo com o ministro, não há prova específica de sua participação direta nos assassinatos, o que impõe a aplicação do princípio da dúvida razoável. O voto, contudo, aponta que está comprovado o recebimento de propina, inclusive dos irmãos Brazão, para garantir impunidade a crimes praticados por milicianos, bem como atuação para dificultar as investigações. Motivação dos crimesO ministro rejeitou as preliminares (questões processuais anteriores ao mérito) suscitadas pelas defesas e concluiu que os crimes tiveram motivação política, voltada à manutenção e à perpetuação de atividades ilícitas praticadas por grupos milicianos, especialmente nas regiões de Rio das Pedras, Osvaldo Cruz e Jacarepaguá. Segundo o relator, a atuação parlamentar de Marielle e de integrantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) contrariava interesses da organização criminosa liderada pelos irmãos Brazão. O assassinato, conforme o voto, teria sido determinado como forma de intimidação a opositores políticos. Violência política de gêneroNa avaliação do ministro Alexandre de Moraes, a motivação política do crime se associou a elementos de misoginia, racismo e discriminação social. O relator afirmou que o caso configura episódio de violência política, inserido em contexto de dominação exercida por organização criminosa, com o objetivo de interromper a atuação de uma parlamentar preta e de origem humilde que ousou confrontar interesses de milicianos: homens, brancos e ricos. Irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca De acordo com o voto, as provas demonstram que os irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca integravam organização criminosa armada, estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens econômicas e políticas. O relator destacou que não se tratava de relação pontual com integrantes de milícia, mas de vinculação direta e estrutural com o grupo criminoso. As condutas atribuídas aos réus estariam inseridas na dinâmica de funcionamento da organização. O ministro concluiu que Domingos e João Francisco Brazão foram os mandantes dos homicídios, com o objetivo de perpetuar atividades ilícitas e consolidar poder político. Além disso, segundo ele, os autos indicam que, para atacar e neutralizar a vereadora Marielle Franco e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara de Vereadores, os irmãos infiltraram no partido Laerte Silva de Lima, apontado como miliciano, com a finalidade de obter informações. Quanto a Robson Calixto Fonseca, o ministro registrou que ele atuava como homem de confiança dos irmãos Brazão, desempenhando funções destinadas à proteção dos interesses do grupo, inclusive em atividades relacionadas à construção de imóveis e loteamentos clandestinos na região da Taquara. As provas apontam atuação ligada à exploração de “gatonet”, extorsão e grilagem de terras. Ronald Paulo de AlvesO relator considerou que Ronald Paulo de Alves teve participação relevante nos crimes. Ele estava inserido no circuito miliciano de Rio das Pedras, e os autos demostram que ele monitorou a rotina da vereadora e repassou informações essenciais para a execução do atentado. Para o ministro, ficaram demonstradas

ITAPERUNA: Por desconfiar que sua mulher tinha um caso com um casal, homem atirou neles e atingiu recém-nascido de 12 dias. Vítimas sobreviveram. Irmão que teria agido junto morreu depois do crime

Por causa de um suposto envolvimento amoroso de sua companheira com um casal, um homem atacou a tiros três pessoas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, atingindo um recém-nascido de apenas doze dias de vida e o próprio casal. As vítimas sobreviveram. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os autos informam que o autor, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas A.G,S.S, S.S.O.S e L.M.S., sendo este último recém-nascido. O crime de homicídio não se consumou visto que as vítimas foram socorridas por populares que se encontravam no local, bem como em razão da arma ter picotado durante os disparos, O processo diz que o crime de homicídio em sua forma tentada foi praticado mediante emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas; que foi praticado por motivo torpe, qual seja, possível envolvimento amoroso (¿trisal¿) de sua companheira com as vítimas Uma das vítimas reconheceu o acusado, que está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O irmão do autor também foi investigado no fato e teria agido junto mas, segundo a Justiça, faleceu no dia 6 de fevereiro em circunstâncias não reveladas nos autos.

Traficante do CV que teve transferência para presídio federal ratificada pelo STJ é suspeito de ser o mandante de dois homicídios em Teresópolis em guerra com o TCP e tem seu nome atrelado a morte de PMs do Choque

O traficante que teve negado recentemente habeas corpus pelo STJ, que manteve sua transferência para uma penitenciária federal é suspeito de ser o mandante de dois homicídios mesmo estando preso, de acordo com a decisão do próprio órgão. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual do RJ, que constou no pedido de transferência para cadeia federal, mesmo segregado em unidade prisional estadual, o criminoso vulgo Playboy que é ligado ao Comando Vermelho teria participado como suposto mandante dos homicídios de Thiago Akira Miúra de Oliveira e Wellington de Freitas Ferraz ocorridos no contexto da disputa do comércio de drogas local com a organização criminosa auto intitulada “Terceiro Comando Puro (TCP)” e seus integrantes. O preso teria, ainda, seu nome atrelado às investigações de homicídio(s) de Policiais Militares do Batalhão de Choque de Duque de Caxias/RJ”. De acordo com o MPRJ, Playboy lideraria grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas, armas e prática de crimes violentos, com atuação em diversos bairros de Teresópolis/RJ. Para tanto, se utilizaria de aparelho de telefonia móvel e aplicativos de mensagens para coordenar o grupo”. Segundo a decisão judicial, Playboy ostenta elevado grau de periculosidade, de modo que a custódia em unidade prisional estadual colocaria em risco a estabilidade da segurança pública estadual”. No recurso em habeas corpus interposto junto ao STJ, a defesa de Playboy argumentou que não haveria justificativa para a transferência do preso, uma vez que além de ele não possuir infrações disciplinares, não foram apresentadas no processo provas indiscutíveis de sua participação como chefe de organização criminosa. Playboy está preso desde 2021. Na época, foram divulgados trechos de áudios em que ele fazia ameaça a policiais. “Não podem entrar na favela, que se eles tomarem um tiro dentro da favela não vai dar em nada. Se fosse o Choque (BPChoque) dava, mas eles (RECON) não dá, porque eles são a antiga “GTAN”, que o bagulho deles é a pista, a não ser que tivesse um carro roubado entrando na favela, aí daria, mas não teve”.

Filho agrediu pai com facão em Bangu e acabou preso. Irmão brigou com o autor e também foi ferido

No último dia 15 de fevereiro de 2026, por volta das 23h31min, policiais militares foram acionados para atender ocorrência de agressão na Rua Matriz de Camaragibe, em Bangu. No local, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a equipe encontrou B.R.R com lesões nos membros superiores e região da cabeça provocadas por seu filho, Ronaldo, mediante o uso de um facão. Segundo narrado pelos policiais, Ronaldo assumiu espontaneamente a agressão, entregou o facão utilizado e não ofereceu resistência. Consta ainda que o irmão do autor, Ricardo , ao tomar conhecimento da situação, dirigiu-se ao local e entrou em luta corporal com Ronaldo, sofrendo corte na mão durante o confronto. Todos os envolvidos foram conduzidos ao Hospital Municipal Albert Schweitzer para atendimento médico. Após os atendimentos, foi dada voz de prisão a Ronaldo, que tem dependência química e tem feito ameaças constantes, segundo o TJ-RJ.Ele está com a prisão preventiva decretada.

Justiça aponta nome de suspeito de matar candidato a ex-vereador em Tanguá. Ele teve a prisão decretada. Vítima foi morta porque se recusou a comercializar galões de água impostos pelo CV optando por fornecedores com preços mais justos

A Justiça decretou a prisão temporária de Paulo César do Amor Divino, vulgo Baiano, suspeito da morte do ex-candidato a vereador Carlos Henrique de Paula e Souza, o Cascudo do Gás, ocorrida em 27 de dezembro, no município de Tanguá. O nome dele ainda não tinha sido divulgado. Segundo os autos, a vítima foi atingida por 13 disparos de arma de fogo 9mm, na porta de seu estabelecimento comercial, em Tanguá. Segundo os autos, o crime foi motivado por uma represália da organização criminosa Comando Vermelho, em razão de a vítima ter se recusado a comercializar galões de água impostos pelo grupo, optando por fornecedores com preços mais justos, o que indica a motivação torpe. Os indícios de autoria tornaram-se robustos após a prisão em flagrante do representado no dia 31 de janeiro de 2026, ocasião em que foi surpreendido por policiais militares portando entorpecentes e uma pistola calibre 9mm. É imperativo destacar que o armamento apreendido possui as mesmas características cromáticas (verde escuro e bege) descritas detalhadamente por testemunhas presenciais do homicídio. Além disso, o investigado já vinha sendo monitorado como liderança da facção local no setor “Carandiru”, atuando diretamente sob o comando do vulgo “Canela de Vidro”, de acordo com o processo.

Moradores apavorados com guerra do tráfico em Niterói. “Não pude ir para casa”

“Moro em cima da coronel infelizmente é hoje não poderei ir pra casa depois do trabalho que Deus possa proteger minha família”. O relato é de um morador da comunidade Coronel Leôncio, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, que desde o fim de semana tem sido palco de intensos tiroteios entre traficantes. “Que inferno isso! População não tem sossego nem depois de um dia de trabalho”, disse outra moradora. “Pqp esta terrível”, falou mais uma “Para que estamos dentro de um filme de guerra. 😢 tiroteio digno do exército” “Tá insuportável isso, diariamente tiroteio”. “Meu Deus que horror”. Por volta das 20:45 da noite de ontem, mais um intenso tiroteio iniciou-se na região do Fonseca. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um clarão e em seguida, um forte estrondo, provavelmente de uma granada que deve ter sido utilizada na guerra. Relatos indicam que a guerra está acontecendo na Coronel Leôncio e Santo Cristo, no Fonseca. A disputa é entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro e se acirrou a partir das últimas semanas de novembro. O TCP tomou áreas dos rivais na região e o CV agora está tentando recuperar.

Homem matou concunhado dentro da UPA em Senador Camará, diz Justiça. Polícia apreendeu com ele faca suja de sangue

Na semana passada, policaiis do 14º BPM estavam em serviço quando foram acionados por Maré Zero que pediu prioridade para as viaturas do Batalhão que estivessem próximas à UPA de Senador Camará, pois naquele local havia um homem esfaqueando diversas pessoas, de acordo com informações do TJ-RJ. A guarnição chegou primeiro ao local, Av. Santa Cruz, n. 6486, onde populares indicaram a direção que o agressor, depois identificado como Yago de Lima Ferreira, havia tomado em rota de fuga. O suspeito estava em uma rua atrás da UPA – Rua Santa Marcia – andando normalmente e, ao avistar os PMs, soltou a faca que tinha consigo, e levantou as mãos. Os policiais conseguiram detê-lo, algemá-lo, e arrecadar ao solo a faca ora apreendida, suja de sangue. Posteriormente, a equipe de policiais tomou conhecimento de que o autor havia esfaqueado a esposa, o filho dela e, no interior da UPA, a vítima fatal Rafael Ferreira dos Santos. Segundo a Justiça, trata-se de crime de extrema gravidade em concreto, em que o custodiado matou violentamente uma das vítimas que era com a irmã de sua esposa, através de facadas na UPA de Senador Camará/RJ. Além disso, o agente também esfaqueou a sua esposa, que se encontra internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer, além do seu enteado, o que também foi presenciado por testemunhas. De acordo com os autos, haveria contradição entre o relato do preso (momento de sua chegada à UPA) e a das funcionárias (que indicaram que as vítimas teriam chegado primeiro, e não custodiado como indicado no seu relato). Além disso, uma das testemunhas relata o estado de exaltação do custodiado, indicando que, possivelmente, caçava as vítimas.

Justiça decretou a prisão preventiva de homem ligado ao CV suspeito de ser o executor do dono de um depósito de bebidas em Osvaldo Cruz. Segundo denúncia, ele agiu a mando de um traficante que teve uma briga corporal com a vítima

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de um homem ligado ao Comando Vermelho conhecido como Todynho pela morte do dono de um depósito de bebidas. O crime ocorreu em agosto do ano passado no bairro de Osvaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, Segundo os autos, Todynho teria agido a mando de um traficante vulgo Chamusquinha que uma semana antes do fato passou a integrar a boca de fumo do Morro do Campinho. Chamusquinha, de acordo com o processo, teve uma briga corporal com a vítima, identificada como Gabriel Martins, dias antes do crime A decisão judicial informa que Chamusquinha havia feito ameaças contra a vida da vítima do tipo “Vou te matar” e antes do crime, foi visto rondando diversas vezes as imediações mas não foi o executor. Ele não teve a prisão decretada ainda. Os autos dizem que durante os momentos anteriores ao crime, Chamusquinha foi visto gritando frases como: “Comando Vermelho! Vai morrer”. O texto da decisão judicial diz que Todynho foi reconhecido por uma testemunha como sendo do autor dos quatro disparos contra Gabriel. Ele chegou no depósito na garupa de uma motocicleta junto com um homem desconhecido do declarante. Desceu do veículo e ao adentrar no estabelecimento, sacou uma arma e efetuou os disparos. Depois fugiu, de acordo com o depoimento de uma testemunha incluso nos autos.

Polícia prendeu 438 suspeitos de vários crimes no RJ. Um deles é acusado de matar um idoso em um roubo

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) realiza, nesta terça-feira (24/02), nova etapa da “Operação Espoliador”, deflagrada de forma simultânea nos 92 municípios do estado, com a mobilização de agentes de todas as delegacias. Até o momento, 438 criminosos foram capturados. A ofensiva busca desarticular toda a cadeia dos crimes contra o patrimônio, alcançando líderes de quadrilhas, executores, colaboradores e receptadores, que sustentam e impulsionam essas práticas criminosas. Dentre os diversos presos, está um criminoso que ostenta 23 anotações criminais, sendo 14 por crimes patrimoniais, capturado pela 1ª DP (Praça Mauá). Os agentes também prenderam, outro bandido que acumula 14 passagens criminais, por homicídio, receptação, roubo e extorsão. Contra eles, foram cumpridos mandados de prisão. Em Cabo Frio, na Região dos Lagos, policiais civis da 126ª DP (Cabo Frio) prenderam dois criminosos foragidos da Justiça. O primeiro capturado é apontado como responsável por um latrocínio, onde um idoso foi alvejado durante o roubo de um veículo. Ao todo, o criminoso possui sete anotações criminais, sendo duas por roubo. Durante a mesma ação, a distrital capturou um homem condenado a 18 anos de prisão por roubo qualificado. Ele acumula 11 passagens criminais. “Esses são criminosos da pior espécie. A Polícia Civil vem, reiteradamente, com uma série de operações, tirando esses bandidos de circulação. O que dificulta, na verdade, é o retrabalho. Mais de 60% dos presos já possuíam anotação criminal. Mesmo com toda movimentação das delegacias, alguns criminosos voltam as ruas no dia seguinte a prisão. A Polícia Civil continuará prendendo, mas precisamos que haja uma reformulação”, esclareceu o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. Ainda na Espoliador, agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) recapturaram um marginal condenado a oito anos de prisão pelo crime de roubo. O bandido já havia sido preso, mas foi beneficiado com a condicional durante o cumprimento da pena. Na ocasião, ele descumpriu as condições impostas e foi intimado a voltar para o regime fechado. O homem, contudo, não compareceu para se apresentar e, após intenso trabalho de inteligência da unidade, foi localizado. De acordo com os agentes, o homem possui extenso histórico criminal, com dezenas de anotações por crimes patrimoniais. A ofensiva desta terça-feira segue a mesma estratégia, com base em inquéritos conduzidos pelas unidades da Polícia Civil que identificaram criminosos de alta periculosidade com mandados expedidos pela Justiça. As apurações indicam ainda que parte dos roubos é fomentada por narcotraficantes que, além do tráfico de drogas, exploram os territórios com outras atividades ilícitas. Com base em trabalhos de inteligência e em inquéritos conduzidos pelas unidades, foram identificados diversos criminosos de alta periculosidade ligados a crimes contra o patrimônio, que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça. As investigações apontam que parte dos roubos é fomentada por narcotraficantes que, além da venda de drogas em comunidades, exploram o território por meio de outras atividades ilícitas. Na última etapa da Espoliador, realizada em março do ano passado, 610 criminosos foram presos em um único dia, incluindo uma liderança de facção. Essa foi a maior operação em número de presos já realizada. A ação desta terça-feira tem como foco desarticular toda a cadeia criminosa, alcançando líderes de quadrilhas, executores, colaboradores e receptadores. Estes últimos, responsáveis por estimular as práticas delituosas. De acordo com o secretário de estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, uma das facções investigadas é responsável por cerca de 80% dos roubos de veículos e 90% dos roubos de carga na capital e na Região Metropolitana. “Para ampliar os lucros, as organizações criminosas também emprestam armas e oferecem suporte logístico para a prática de outros delitos, como roubos de cargas, veículos, a transeuntes, residências, instituições financeiras e estabelecimentos comerciais”, afirma o secretário. “Essa ação é uma prova do empenho da Polícia Civil no combate a esses grupos criminosos.”

Policia investiga se subtenente da PM e perito da Civil foram mortos por causa de uma suposta disputa com o tráfico pelo comando de um clube em Piedade

A Polícia Civil investiga se o subtenente da PM Isaac Drumomd de Azeredo e o perito da Polícia Civil Sérgio Paixão Bonfim foram mortos por conta de uma disputa com o crime organizado pelo comando de um.clube, em Piedade, mesmo bairro onde ocorreu o crime ontem de tarde. Os policiais, segundo relatos divulgados na imprensa, estariam sendo ameaçados por traficantes do Morro do Dezoito, em Agua Santa, comandados por Jean do 18 do Comando Vermelho.

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