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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Ministério da Justiça divulgou quem são os oito bandidos mais procurados do RJ. Listamos mais 23 perigosissímos e também caçados pela polícia

Nesta semana, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou o Projeto Captura com a relação dis criminosos mais procurados do Brasil. No RJ oito deles foram listados: os bicheiros Bernardo Bello e Adilsinho, o miliciano Naval, os traficantes do CV Doca, Abelha e Pezáo e do TCP Peixão e Lacoste. Mas existem muitos outros por aqui perigosíssimo e muito procurados pela polícia fluminense. Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como Juninho Varão, segundo o Ministério Público, deu um golpe em Danilo Tandera e assumiu o comando da milícia em bairros como Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, em Nova Iguaçu. Varão tem diversas passagens por homicídio, tortura e organização criminosa, e era responsável pelo controle financeiro da quadrilha, além de participar diretamente da compra de armas e munições. Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL – É um dos líderes da maior milícia do Rio ao lado de Naval. Bruno da Silva Loureiro, o Coronel. Chefe do tráfico na Favela do Muquiço (TCP) em Deodoro. É apontado como mandante do assassinato de uma jovem que se recusou a sair com ele após um baile em Sensdor Camará. José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabâo ou 31- comanda a Cidade de Davi, complexo de favelas dominado pelo TCP que abrange Senador Camará e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio. Mario Henrique Paranhos, o Neves – comanda o Morro do Dendê (TCP), na Ilha do Governador. Liderava um esquema de extorsão a motoristas de aplicativo no bairro. William Yvens, o Coelhão – braço-direito de Lacoste, chefão do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira. Lázaro da Silva Alves, o Corinthians- comanda a comunidade do Barro Vermelho (TCP) em Duque de Caxias após dar golpe.em Fernandinho Beira-Mar. Foi alvo recente de operação na Maré que terminou com três mortos entre eles um inocente e uma criança ferida. Leandro Santos Sabino, o Trem ou Flamengo – Divide com Corinthians o comando do Barro Vermelho (TCP). Lidera um esquema de extorsões a moradores de conjuntos habitacionais na região. Michel de Souza Malveira – Um dos líderes do TCP no Complexo da Maré Leandro Nunes Botelho, o Scooby- foi durante anos dono das bocas de fumo do Morro dos Macacos (TCP), em Vila Isabel, até o CV tomar. Leonardo Miranda da Silva, o Empada ou zDanado -?comanda o Complexo de São Carlos (TCP), no Estácio. Antônio Ilario Ferreira, o Rabicó – comanda o Complexo do Salgueiro (?CV), em São Gonçalo. Jorge Luiz de Moura Barbosa, o Alvarenga- comanda a Favela Parque Unido (CV), no Complexo da Maré. Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy – comanda a comunidade Nova Holanda (CV), no Complexoda Maré. Juan Breno Malta, o BMW – comandava a equipe.Sombra,,um braço do CV que matava milicianos na Zona Oeste. Esta envolvido nas mortes de três médicos na Barra da Tijuca. Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus – bandido de fora do Rio que recebeu o comando da Muzema (CV), no Itanhangá. Pedro Paulo Guedes, o Pedro Bala – um dos líderes do tráfico no Complexo da Penha (CV) John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo -um dos líderes do tráfico na Favela da Rocinha (CV) – Seria responsável pela comercialização de “gatonet” (recepção não autorizada do sinal de TV por assinatura), assinaturas de internet e gás encanado. Dentre as cobranças também está a cobrança de aluguel para de R$ 300 para jogar no campo de futebol público no alto do Vidigal. Leandro Pereira da Rocha, o Bambu – divide com Johny Bravo o comando da Rocinha Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho – comanda os morros do Fallet e Fogueteueo (CV), no Catumbi Carlos da Costa Neves, o Gardenal – apontado como um dos braços-direitos do traficante Doca no Complexo da Penha (CV). jorge Alexandre Cândido Maria – chefe do tráfico na Vila Kennedy (CV) Rodney Lima de Freitas, o RD – Ex-miliciano responsável pelos ataques do CV a grupos paramilitares na Zona Oeste. Jean Carlos Nascimento dos Santos, o Jean do 18. Comanda o Morro do Dezoito (CV) em Água Santa e liderou extorsão a empreiteira encarregada da obra do Parrque Piedade.

Justiça decretou mais uma vez prisão preventiva de miliciano Juninho Varão por homicídio. Vítima era integrante do bando de Zinho

A Justiça decretou mais uma vez a prisão preventiva do miliciano Juninho Varão e de seu comparsa Shang Lee pelo homicídio de um integrante do bando de Zinho, David Barbosa do Nascimento, vulgo Luluga. A companheira da vítima comunicou seu desaparecimento desde o dia 19/01/2025, quando então o alvo teria sido abordado por elementos armados e levados em direção à baixada fluminense. Ainda em sede policial, uma testemunha aduziu que a vítima pertencia a Milícia do Zinho e que, no dia do desaparecimento, ele estava próximo ao Bar do Jerrinho quando elementos armados abordaram os clientes do estabelecimento e arrebataram a vítima. Segundo a decisão que decretou a prisão, os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em via pública, sendo certo que o local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes.

Muito tempo antes de ser preso pela última vez no caso TH Joias, Índio do Lixão (CV) participava de esquema de envio de armas e munições de cidades fronteiriças para favelas da facção. Chegou a pedir para trazer 15 fuzis de Roraima

O traficante Índio do Lixão ficou conhecido da mídia após sua prisão em setembro durante a investigação que levou a prisão o então deputado estadual TH Joias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. Mas na década passada ele já tinha atuação destacada no tráfico fazendo parte de um esquema de envio de trazia armamentos e drogas das cidades fronteiriças do país para o Rio de Janeiro, mais especificamente para as Comunidades comandadas pelo Comando Vermelho, como a Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio.. Por conta das investigações, um carregamento de quatro pistolas vindo do Paraná para o Rio de Janeiro foi apreendido. “Indio” seria um dos “batedores” desse carregamento; que esse fato teria permitido, inclusive, sua fuga; Um outro integrante do grupo, conhecido como Junior Paulista dirigiu-se para a cidade de Guaíra para trazer, a pedido do indivíduo conhecido como “mentor” (não qualificado à época), uma carga de fuzis. Junior Paulista ficou aguardando a chegada dos “batedores” que seriam enviados pelo acusado “Indio. Que ambos se comunicavam durante todo o percurso; que ficou bem claro que”Indio” havia contratado o transporte; que o acusado Junior Paulista ficou incumbido de trazer o carregamento de fuzis e munições; que existem vários diálogos nesse sentido, dando conta, inclusive, dos valores que seriam repassados através dos “batedores” para a compra do armamento e das munições Foi operado um novo transporte pelo grupo criminoso vindo de Boa Vista, Roraima; que Junior Paulista também a pedido de “Indio” se dirigiu para a cidade do Norte do país para adquirir 15(quinze) fuzis. Indio chegou a mandar uma mensagem para Junior pergutando se ele conseguiria chegar ao Rio de Janeiro em tal data e ele respondeu que não porque estava no meio da Transamazõnica e só conseguia andar a 20km/h. Junior trocou muitas mensagens com “Indio”, inclusive enviando fotos; que mandaram uma foto de uma balsa de Rondônia para Manaus, indicando o veículo em que se encontravam; que eles mantinham com duas pessoas lá, uma de vulgo “Nike” (não qualificado); que eles também mantinham contato com um detento da localidade; que “Nike” seria o responsável para repassar o armamento; que por algum motivo o armamento não foi entregue; que o dinheiro foi repassado para “Nike”, mas ele não entregou o armamento; que depois de algum tempo, o acusado Erasmo, muito ansioso, decidiu retornar; que naquele momento acreditaram que o armamento havia sido repassado. Na negociação no Paraná, o traficante Mentor chegou a dizer que mandaria R$ 25 mil a Júnior Paulista comprar munições de calibres 9mm e 556. ( Em outra conversa, Mentor disse para Junior Paulista que mandou R$76.500,00 para a compra de três fuzis e dez caixas de munição, além de um carregador de Pistola Glock. Hoje, foi noticiado que a Justiça determinou o retorno de Indio do Lixão para o Rio de Janeiro por conta das suas delicadas condições de saúde e da falta de estrutura da penitenciária federal de Catanduvas (PR) para atendê-lo. Foi revelado que ele possuía diversos problemas de saúde em razão de ter sofrido disparos de armas de fogo ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, foi relatado que Índio estaca correndo sério risco de morte estando internado sob custódia policial no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias..

PM que atuou com Ecko e Tandera e foi sócio de Juninho Varão pode ser expulso da corporação

Recentemente preso, o sargento PM André Barbosa Cabral poderá ser expulso da corporação por seu envolvimento com a milícia da Baixada Fluminense. Ele está sendo submetido a conselho de disciplina.  Cabral era ligado aos milicianos Ecko, Tandera e seu irmão Delsinho e agiu com eles entre os anos de 2011 e 2020 praticando crimes como homicídio, extorsão, agiotagem, corrupção ativa, distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e  de internet, porte e posse ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de dinheiro, além de outros delitos. A investigação dizia que Cabral supostamente exerceria função de liderança do grupo na localidade de Valverde, Cabuçu e na Estrada de Madureira, sendo o PM apontado como uma das mais antigas lideranças da milícia naquela região. Além da liderança, Cabral seria o braço armado da milícia, cabendo-lhe, inclusive, a responsabilidade pela prática de homicídios em nome da organização. Cabral teria sido sócio do atual líder da milícia da Baixada, Juninho Varão em uma empresa que oferecia plano assistencial, acordo que teria sido rompido quando passaram a disputar lucro na atividade.   Foram encontrados diálogos e gravações de áudio entre Cabral e Warley, que era o número 2 da milícia do Varão,  as quais indicariam o envolvimento de ambos com a milícia. 

Presos policiais civis de SP suspeitos de receber propina de R$ 1 milhão de advogado do PCC

Na manhã desta quarta-feira (10/12), o MPSP,  por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria da Polícia Civil e a Polícia Federal deflagraram a Operação Mata-Nota, que tem como alvo um advogado ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e três policias lotados no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) envolvidos na prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de capitais. Com autorização da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, o advogado e dois policiais foram presos preventivamente (contra o terceiro agente público não foi necessária, no momento, a decretação da medida gravosa). A Justiça, a pedido do GAECO, também expediu mandados de busca e apreensão para cumprimento em endereços residenciais e no DENARC, bem como determinou o arresto, sequestro e bloqueio de bens no montante de R$ 1 milhão, exatamente a quantia apontada na investigação como a propina paga pelo advogado em favor dos agentes públicos. De acordo com o que foi apurado, ocorreu uma prisão em flagrante, no ano passado, de um homem que transportava 345 kg de substâncias entorpecentes em um fundo falso  de um caminhão frigorífico. Com a quebra de sigilo dos dados telemáticos, foi possível acessar um vídeo contendo diálogo acerca de pagamento para a interrupção de investigação no que tange a um traficante conhecido como “Costurado”, integrante de organização criminosa especializada em tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais, atuando na parte da logística financeira do grupo. Mesmo com a identificação de um laboratório de refino ligado a “Costurado” na cidade de Jarinu, a investigação relativa a ele foi paralisada. O vídeo, gravado em 23 de maio de 2024, registra uma videochamada entre três dos quatro alvos e a citação ao quarto alvo da operação. Pouco tempo depois deste contato, deu-se a compra de imóveis pelos agentes públicos, que, segundo demonstrou o GAECO na demanda ao Poder Judiciário, já ostentavam patrimônio incompatível com os valores que percebem do Estado. O advogado já foi condenado num rumoroso processo de extorsão mediante sequestro e associação criminosa.

O dia que o bando de Peixão (TCP) expulsou padres do Complexo de Israel

Em julho do ano passado, membros da quadrilha do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, abordaram representantes do vocacionário da Sociedade das Divinas Vocações, da Igreja Católica, responsável por três paróquias em Vigário Geral, Parada de Lucas, Cordovil e por duas capelas na comunidade.  Os criminosos deram um ultimato: os padres e seminaristas não podiam mais rezar suas missas, nem realizar seu trabalho social na região. Assustados, eles precisaram, em um primeiro momento, ser resgatados por católicos de paróquias vizinhas. Alguns resistiram e ficaram nas igrejas para que os prédios não fossem invadidos. A tentativa de expulsão dos padres foi mais um capítulo de intolerância religiosa executada por seus homens armados. Peixão ministra três cultos por semana para seus soldados, com lições sobre a batalha espiritual em que ensina como a Bíblia pode ser distorcida e usada para justificar a violência. Peixão foi ordenado pastor em uma igreja pentecostal da Baixada Fluminense, mas não abandonou o crime. Exerce sua autoridade carismática citando versículos bíblicos e pichando salmos nos muros. O discurso fundamentalista facilita suas alianças com milicianos e aumenta sua influência política, que ajuda a preservar sua liberdade. Ele nunca foi preso. O bandido  já revelou que se enxerga como um traficante escolhido por Deus para representar Seus interesses na terra. Ele soube disso durante um sonho, quando recebeu a missão divina de restaurar o reino de Israel no Rio de Janeiro. Ele próprio contou sobre seus devaneios em áudios de WhatsApp.  O exorcismo é uma de suas obsessões. Assim ele justifica a perseguição aos representantes das religiões de matrizes africana no Complexo e na Baixada Fluminense, que ele e outros fundamentalistas neopentecostais associam ao diabo.  As informações são de Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP

Polícia impediu ataque do CV a área do TCP na Zona Norte do Rio. Houve confronto. Quatro suspeitos foram baleados e um morreu. Inocentes foram atingidos

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis e militares frustraram, na madrugada desta quarta-feira (10/12), um ataque armado que seria promovido por integrantes do Comando Vermelho contra criminosos rivais do Terceiro Comando Puro, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Os agentes apreenderam dois fuzis, duas pistolas, carregadores de armas, radiotransmissor, um veículo e grande quantidade de munição. Um criminoso foi neutralizando durante ataque com as forças de segurança e quatro estão sob custódia. A ação conjunta reuniu equipes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e do 16º BPM (Olaria), que já monitoravam o grupo há semanas. As investigações apontaram que o grupo criminoso, ligado à comunidade do Juramentinho, em Vicente de Carvalho, vinha promovendo ataques sucessivos em áreas dominadas pelo grupo rival na região do Amarelinho, onde os narcoterroristas vestiram uniformes escolares para não chamar atenção e surpreender os adversários. Na madrugada desta quarta, a quadrilha se deslocava para mais uma ofensiva, desta vez na comunidade Para-Pedro, em Irajá. Durante o trabalho de monitoramento, as equipes interceptaram o veículo utilizado pelos criminosos. Houve fuga, os criminosos dispararam covardemente contra os policiais e os agentes reagiram à agressão e contiveram o grupo. Quatro homens, entre eles um adolescente, foram baleados e socorridos para uma unidade de saúde da região. Um quinto indivíduo também recebeu atendimento, mas não resistiu. Há informações divulgadas na imprensa que dois inocentes foram atingidos. No veículo, os policiais encontraram um grande arsenal de guerra com fuzis, pistolas, quatro carregadores de fuzil, dois carregadores de pistola, um radiotransmissor e grande quantidade de munição. O carro utilizado pela quadrilha foi apreendido e encaminhado para perícia. Entre os capturados, um deles é apontado como autor de um roubo cometido em julho deste ano, em Mesquita. Já o adolescente ferido responde por ato infracional análogo ao crime de latrocínio ocorrido em abril, em São João de Meriti. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Sobrinho de Peixão (TCP) detido indo para a Bolívia tem duas condenações por tráfico de drogas, uma delas pelo CV

Matheus Malaquias Santa Rosa, sobrinho do traficante Peixão, que foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem condenações por trárico de drogas na década passada. Em uma delas, foi flagrado em 2017 no interior de Parada de Lucas, com 170 gramas de maconha, além de dois radiotransmissores. Pegou nove anos e quatro meses de detenção em regime fechado. A outra condenação veio por sua participação no tráfico na comunidade do Mato Dentro, em Maricá. Na ocasião, portava uma mochila e um radiotransmissor. Ele admitiu na época que traficava na localidade que é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Havia na mochila 390 sacolés de Cloridrato de Cocaína e 11 sacolés de maconha.Foi condenado a três anos de prisão, A ação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil flagraram familiares de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando ir para a Bolívia. A abordagem aconteceu na BR-262, em Campo Grande (MS), após o recebimento de informações da Polícia Civil. Por volta das 12h, equipes da PRF foram acionadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para abordar dois veículos que seguiam da capital com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O traficante estaria acompanhado da família e fugindo para o país vizinho. Durante a fiscalização, os motoristas disseram ter sido contratados por um conhecido, que mora na Bolívia, para realizarem o transporte dos passageiros do Rio de de Janeiro até Corumbá. Eles contaram ter ido de avião até a capital fluminense, onde pernoitaram e seguiram para o Mato Grosso do Sul. Os condutores transportavam a esposa, três filhos e um sobrinho do traficante, mas ele não foi encontrado. Em uma revista nos veículos, os policiais encontraram várias joias, as quais continham inscrições fazendo referência ao foragido da justiça que é líder de uma facção criminosa. O sobrinho do indivíduo afirmou ser o dono dos materiais. Todos os envolvidos foram detidos por suspeita de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos, valores e promoção, constituição, financiamento ou integração, pessoalmente ou por interposta pessoa, de organização criminosa. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Apesar de conceder liberdade a Rodrigo Bacellar, Moraes diz que permanecem requisitos para continuidade de investigação criminal contra o parlamentar

Apesar de conceder liberdade provisória ao deputado estadual Rodrigo Bacellar ratificando a decisão da Alerj e lhe impôr medidas cautelares, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou em sua decisão que que continuam presentes os requisitos necessários para a garantia da ordem pública e para a continuidade da investigação criminal no sentido de assegurar a aplicação da lei penal ,conforme ressaltado na decisão anterior, onde foi decretada a prisão: “Portanto, há relevantes indícios de ações possivelmente coordenadas e estruturadas cuja finalidade é a obstrução de investigações, relacionadas à atuação dos principais grupos criminosos violentos e suas conexões com agentes públicos e que exigem repressão uniforme. Bacellar foi preso suspeito de vazamento de informações de uma operação para prender o então deputado estadual TH Joias, que era investigado por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo Moraes, uma das principais características das organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, além do domínio territorial mediante uso da força, e da capacidade de corromper agentes públicos e políticos em escala, é a infiltração política que tais grupos alcançaram nos últimos Para Moraes, os fatos narrados pela Polícia Federal são gravíssimos, indicando que Bacellar estaria atuando ativamente pela obstrução de investigaçõesenvolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado, inclusive com influência no Poder Executivo estadual, capazes de potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida nas investigações da organização criminosa seja na esfera municipal, estadual e federal. Desta forma, o STF impôs medidas cautelares ao parlamentar que garantam a investigação criminal, a ordem pública e assegurem a aplicação da lei penal As medidas cautelares são 1- afatamento do cargo de presidente da Alerj enquanto durar a investigação 2- recolhimento domiciliar no período noturno a partir das 19h às 6h de segunda a sexta-feira 3- O equipamento de monitoração eletrônica deverá ser instalado imediatamente assim que for cumprido o alvará de soltura, mediante sua condução pela Polícia Federal, para instalação do equipamento pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro (SEAP/RJ), com o envio diário de relatório de monitoramento eletrônico a este Gabinete. 4- Proibição de contato com os investigados.

Miliciano alvo principal de operação hoje do MP e que tentou fugir, fez parte do bando de Zinho

Um dos líderes da milícia que age em Duque de Caxias e Belford Roxo, Diego dos Santos Souza, o Cabeça de Ouro, e que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio fez parte do maior grupo paramilitar do Estado na época em que seu líder, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, ainda estava solto. Cabeça de Ouro estava o grupo que em 2023 trafegava em via pública na Zona Oeste do Rio portando fuzis e que teria feito três mulheres reféns em uma residência, fazendo ameaças às vítimas sendo que uma delas foi agredida com um tapa no rosto pelo próprio Cabeça de Ouro. Os criminosos disseram na ocasião que o terreno onde ficava a casa era de propriedade da milícia. O bandido estava com um fuzil calibre 556, dois carregadores e cinquenta e oito munições. Segundo as investigações da época, o bando fazia parte da milícia do Zinho, preso em dezembro de 2023. Cabeça de Ouro foi preso hoje na operação. Ele tentou fugir mas acabou detido.

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