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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Veja passo a passo agora como homem que foi preso matou companheira a facadas em Duque de Caxias. Crime ocorreu por causa de dinheiro

Antônio Ribeiro do Nascimento,. preso hoje peo feminicídio da mulher Marineusa dos Santos Leite, que foi morta a facadas em Duque de Caxias havia ganho há alguns anos uma indenização trabalhista no valor de R4 1,5 milhão. Ele optou por deixar esse valor na conta da mulher a qual realizou, com anuência do companheiro, um investimento financeiro junto à Caixa Econômica Federal, objetivando a obtenção de rendimentos; Marineusa figurava como titular do referido investimento. A cada dois meses, o investimento rendia em torno de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), os quais eram creditados na conta corrente da mulher. Por padrão, Marineusa transferia R$10.000,00, via Pix, para a conta de Antônio, e ficava com os outros R$10.000,00. Vinte dias antes do crime, Antônio avisou à mulher que desejava fazer uma viagem para visitar seus parentes, no estado do Ceará. Inicialmente a viagem, prevista para acontecer no mês de dezembro do corrente ano, duraria entre 15 e 20 dias.t Também comunicou a sua companheira que, quando o banco creditasse o valor dos rendimentos, precisaría de R$15.000,00, para custear suas despesas, tendo Marineusa aparentemente concordado com o proposto; Na manhã do dia 8 de dezembro, Antônio deixou seus filhos na escola e retornou para casa. Ao chegar, perguntou a Marinuesa sobre os R$15.000,00 que a mesma havia combinado de transferir para sua conta; Ao ser questionada, Marineusa falou. “Você não tem direito a mais nada. Vai sair de casa igual a um cachorro, com o rabo entre as pernas”.Se sentindo ofendido, Antônio , foi tomado por intenso sentimento de revolta e fúria. Em decorrência de tal estado emocional, apoderou-se de uma faca, que estava sobre o balcão da cozinha, e passou a desferir diversos golpes contra a sua companheira; Ele não sabe dizer quantas facadas desferiu em Maineusa. Recorda de a mulher ter gritado por socorro, tendo seu clamor despertado pelo fllho, que até então dormia em seu quarto; Ele cegou a desferir no pai um ataque do tipo “gravata”, que consiste em manobra de pressão na região do pescoço;Então, Antõnio cessou os ataques. rgou a faca ao solo, conseguiu se desvencilhou do filho, deslocou-se até a parte externa do imóvel, pegou sua bicicleta e se evadiu; Ele permaneceu abrigado no bairro Suruí, em área de mata; Buscou auxílio jurídico, objetivando apresentar-se junto a delegacia; Foi procurado diversas vezes pelo Whatsapp e afirmou não ter respondido às mensagens enviadas, por ter muitas dificuldades com o manuseio do aplicativo, bem como não ter atendido às ligações efetuadas, por ainda estar extremamente assustado em decorrência dos fatos.

Bandidos fecharam a principal via da Ilha com dois ônibus atravessados

A Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (16/12), policiais militares do 17ºBPM (Ilha do Governador) atuaram para retirar dois ônibus utilizados por criminosos para obstruir a Estrada do Galeão. A ação ocorreu após a atuação da unidade na Comunidade do Barbante, com o objetivo de estabilizar a área e realizar a retirada de barricadas. A ocorrência está em andamento. Vale lembrar que policiais militares do batalhão realizaram, na segunda-feira (15/12), uma ação de estabilização da região nas comunidades de João Telles, Pixunas e INPS, no bairro dos Bancários, na Ilha do Governador. A operação teve como objetivo garantir a estabilidade da área para a posterior retirada de barricadas e desobstrução de vias. Durante a entrada das equipes, houve confronto com criminosos armados. Um suspeito foi ferido e recebeu atendimento imediato no local, com a aplicação de um torniquete pelos próprios policiais até a chegada do socorro. Em seguida, o indivíduo foi encaminhado ao Hospital Municipal Evandro Freire. Na ação, três criminosos foram presos. Com eles, foram apreendidos dois fuzis e duas pistolas. A ocorrência foi registrada na 37ª Delegacia de Polícia, onde o material permaneceu apreendido. O Rio Ônibus informa que dois ônibus tiveram suas chaves retiradas e foram utilizados como barricadas, na Estrada do Galeão. São eles: B28601 – 325 Ribeira x CasteloB32771 – 910 Bananal x Irajá

Quadrilha de Minas Gerais comprava armas no Paraguai e vendia a traficantes do Rio de Janeiro

Um inquérito da polícia mineira identificou uma quadrillha formada por pelo menos oito pesosas, entre elas mulheres, que compravam armas de fogo ilegamente no Paraguai e vendiam inclusive para traficantes do Rio de Janeiro. Parte do bando foi interceptado no ano passado quando foram apreendidos dois fuzis calibre 556m, munições de diversos calibres, acessórios de armas de fogo, além de drogas, balança de precisão e anabolizantes. As armas, munições e carregadores foram submetidos a exame pericial de eficiência, restando constatado pelos peritos que se encontravam em perfeito estado de funcionamento Foram identificadas mensagens no telefone de um dos envolvidos no bando que comprovaram a compra de armas de fogo de pelo menos dois fornecedores paraguaios em Ciudad del Este. Um outro integrante do grupo participava com o transporte e a introdução dos armamentos ilícitos no território brasileiro “Os envolvidos empreenderam intensa negociação e comercialização de armas, inclusive com traficantes do Rio de Janeiro/RJ”, dizem os autos.Uma mulher envolvida foi até a cidade de Uberlândia buscar mercadoria. Uma outra mulher companheira de um integrante da quadrilha participava das transações bancárias, de alto valor, destinadas ao pagamento do armamento negociado. Os investigados forneciam armamento não só para traficantes do Rio de Janeiro como também da Bahia e outras regiões do pais.

PM já apreendeu sete fuzis só hoje no Grande Rio. 14 foram presos nas ações

Desde a madrugada de hoje, a Polícia Militar apreendeu seis fuzis em diferentes localidades do Grande Rio. Nas ações, pelo menos 14 criminosos foram presos. Em Niterói, oito criminosos foram presos em flagrante em ação realizada, há pouco, na Tv. São Sebastião, no Morro do Estado. Um deles foi socorrido ao hospital da região por estar ferido.. No local, foram apreendidos 03 fuzis, 02 pistolas, 01 granada e drogas. As equipes do 12º BPM, responsáveis pela apreensão, estão na delegacia da região para registro de ocorrência. Ainda, o criminoso ferido foi conduzido ao HEAL, onde segue custodiado. Equipes do 14ª BPM (Bangu) apreenderam um fuzil durante ação de vasculhamento na fresta do telhado de uma residência, no interior da comunidade Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio. Dois fuzis foram recolhidos em operação na comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. Um homem foi preso em flagrante e um adolescente apreendido. Durante a madrugada, um fuzil, pistola, carreggadores e granadas foram apreendidos em Realengo. Cinco bandidos foram presos.

PF prendeu desembargador federal suspeito de vazamento da operação que resultou na prisão de TH Joias envolvido com o CV

Na manhã desta terça-feira, 16/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Unha e Carne 2 para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro que culminou com a prisáo do entdo deputado estadusl TH Joias envilvido com o Comando Vermelho .. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o desembargador do Tribunsl Regional Federsl da 2a Região. Macário Judice Nrmeto e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

Doca comanda esquemão de lavagem de dinheiro do CV. Veja detalhes

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), com o apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), realizam mais uma etapa da “Operação Contenção”, nesta terça-feira (16/12). A investida ataca o coração financeiro do Comando Vermelho, desarticulando um esquema de lavagem de dinheiro em larga escala comandado por Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, e Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”. A ação inclui cumprimento de mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas pessoais e empresariais, sequestro de bens móveis e imóveis e o pedido de bloqueio de R$ 600 milhões.As diligências ocorrem na capital, na Baixada Fluminense e no município de Silva Jardim, no interior no Rio, além de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e Pontes e Lacerda, no Mato Grosso. Também participam da operação policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), além de agentes da Polícia Civil A investigação, que contou com o apoio do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra), reforçou que o funcionamento da facção não se sustenta apenas pela venda de drogas, mas principalmente por um complexo sistema de lavagem de dinheiro, responsável por receber, ocultar, movimentar e reinserir valores ilícitos no sistema financeiro. Esse dinheiro financia a compra de drogas, armas, veículos, imóveis e a manutenção do domínio territorial. Ao atingir diretamente esse fluxo financeiro, a operação busca provocar o colapso do caixa da facção, retirando sua capacidade de custear a própria estrutura criminosa. As apurações apontaram que Doca, liderança do Comando Vermelho, e Gardenal, seu principal operador, estruturaram e coordenaram o esquema de lavagem de dinheiro, utilizando terceiros e empresas para dissimular a origem criminosa dos recursos. No centro desse esquema foi identificado o responsável por receber, concentrar e movimentar grandes volumes de dinheiro, tanto em contas bancárias pessoais quanto em contas de empresas sob seu controle, conforme demonstrado por Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). As movimentações financeiras identificadas são completamente incompatíveis com a renda declarada, evidenciando que essas contas funcionavam como verdadeiras caixas centrais da facção, agora neutralizadas pelas medidas judiciais de bloqueio. O esquema se valia de mulas financeiras, ou seja, pessoas ligadas ao tráfico de drogas, à extorsão de moradores e à exploração de serviços ilegais, utilizadas para realizar depósitos em dinheiro vivo. Esses depósitos eram feitos em valores elevados, frequentemente fracionados, realizados em diferentes agências bancárias e muitas vezes no mesmo dia, por pessoas distintas. Esse padrão é clássico de lavagem de dinheiro e tinha como objetivo dificultar o rastreamento da origem ilícita dos valores, prática agora desarticulada pela investigação financeira. A Polícia Civil concentrou a investigação no caminho do dinheiro, demonstrando que, enquanto o crime se manifesta nas comunidades exploradas pela facção, os valores arrecadados seguem para contas específicas, onde são concentrados e redistribuídos para manter toda a estrutura criminosa. Os documentos demonstram que o município de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, foi utilizado como um dos principais pontos de concentração financeira, funcionando como base para recebimento e movimentação dos valores ilícitos, distante dos locais de maior visibilidade do tráfico, justamente para reduzir a exposição dos líderes criminosos.

Aceita hoje pela Justiça, relembre detalhes da denúncia contra a deputada Lucinha por seu envolvimento com a milícia do Zinho

Leia agora trechos da denúncia contra a deputada estadual Lucinha por seu envolvimento com a maior milícia do Rio de Janeiro comandada por Zinho, que está preso desde 2023. A acusação foi aceita pela Justiça hoje Segundo o Ministério Público. Lucinha desempenhava a função de patrocínio político a quadrilha em distintas oportunidades. Lucinha valendo-se de sua condição de agente público do alto escalão político, do prestígio e das prerrogativas inerentes à função de deputada estadual, atuou em aguerrida defesa de variados interesses da milícia que integra, sempre auxiliada por sua assessora parlamentar, sob o manto da defesa de interesses da sociedade local, diga-se de passagem, a maior prejudicada pela atuação da horda. Em múltiplos episódios, constata-se a clara interferência das denunciadas na esfera política em favor do “Bonde do Zinho” , junto a autoridades policiais e políticas, ora para favorecer os interesses da quadrlha, ora para blindá-los das iniciativas estatais de combate ao grupo e ora para livrá-los de ações policiais, garantindo a impunidade dos integrantes da milícia. Em outras situações, Lucinha e sua assessora se valiam do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da milícia para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Em outras situações, as denunciadas se valem do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da ORCRIM para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Lucinha e sua assessora forneciam informações privilegiadas à quadrilha No dia 06 de julho de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora forneceram “à milícia informações privilegiadas atinentes à agenda de visitas do Prefeito Eduardo Paes à Zona Oeste, a que tinham acesso em razão da condição de agentes públicos integrantes do alto escalão político, conduta que permitiu que os milicianos”escondessem” suas tropas na presença das autoridades. Desde data não precisada, sendo certo que a partir de 15 de Abril de 2021, e em especial no período compreendido entre 09 de setembro de 2021 e 14 de setembro de 2021, mas se estendendo até 18 de dezembro de 2023, no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora tentaram interferências junto ao prefeito do Rio para que fosse mantida a chamada “Brecha da P5” no transporte público alternativo municipal, maior fonte de obtenção direta de recursos da súcia, inclusive e principalmente se valendo do prestígio político inerente aos cargos que exerciam, chegando ao ponto de agendar reunião na Sede da Prefeitura, com a presença do Prefeito e dos Secretários Municipais de Transporte e Ordem Pública. Nos dias 30 de setembro e 10 de Novembro de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora receberam informações privilegiadas atinentes à prática de crimes cujas investigações se encontravam em curso, por parte do integrante da milícia , com missão de, valendo-se do prestígio dos cargos e influência política decorrentes destes, repassá-las às Autoridades Policiais responsáveis pela condução das inquisas, e, em última instância, interferir no curso destas, visando a impor narrativa e linhas de investigação em favor da horda. Nesse contexto, as denunciadas foram munidas de diversas informações estratégicas relacionadas a crimes bárbaros praticados pela súcia e pela quadrilha rival, com a missão de levá-las às autoridades incumbidas das investigações. No dia 06 de novembro de 2021 , nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências da Cidade do Rio de Janeiro, em especial no bairro de Cosmos, Lucinha utilizando-se do prestígio e facilidades do cargo de Deputada Estadual que ocupava, e invocando a condição de agente público, prestou auxílio a membros da miilícia “presos em flagrante, interferindo na confecção do RO nº 036- 05319/2021, no Resumo de Ocorrência nº 484/2021 e no Boletim de Ocorrência (BOMP) nº (00)00000-0000, liberando-os da captura 1 . A interferência da denunciada demonstrou-se eficaz, conforme manifestado pela própria Parlamentar ao miliciano Domício , tanto que a diligência resultou apenas na apreensão de materiais e armas, mas sem a prisão e condução dos meliantes à sede policial. Lucinha realizou coordenada tentativa de interferência junto ao Comando da Policia Militar e ao alto escalão político da Assembleia Legislativa, com o fim de que fossem removidos dos cargos dois PMs designados no comandando da 8a DPMJ e do 27º BPM, respectivamente, em razão do reconhecido combate aguerrido dos citados agentes da lei contra a quadrilha ora sob análise. Detectou-se a ocorrência de pelo menos dezessete encontros presenciais entre os integrantes da horda, ocorridos em 28/06/2021, 07/07/2021, 23/07/2021, 02/09/2021, 09/09/2021, 10/09/2021, 12/09/2021, 28/09/2021, 01/10/2021, 27/10/2021, 11/11/2021, 18/11/2021, 20/11/2021, 29/11/2021, 30/11/2021, 07/12/2021 e 29/12/2021 , mantendo-se a média de ao menos dois encontros mensais no período mencionado, alguns dos quais realizados na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, outros na zona oeste, com a presença ilustre do líder da malta, Nome, vulgo “Zinho em datas em que este há muito já se encontrava foragido e era considerado um dos criminosos mais procurados do Brasil. Lucinha nomeou em seu gabinete integrantes e parentes de integrantes da milícia, um deles um PM conhecido como Fiel e a nora do miliciano ChumbinhoEm outubro de 2023, buscaram junto ao servidor da Prefeitura do Rio de Janeiro, que tinha acesso direto em razão do cargo que ocupa, informações privilegiadas atinentes à localização de pessoas armadas nas imediações de seu sítio, com a finalidade de fornecê-las a milicia, a fim de que pudessem liberar os integrantes que estariam homiziados no imóvel. Na oportunidade, o servidor da Prefeitura não só informou à Lucinha sobre a existência de elementos fortemente armados em frente ao sítio de sua propriedade, localizado em Rio da Prata, como apontou quais câmeras de vigilância

Mulher tacou fogo em casa com filhos dentro em Niterói

Uma mulher ateou fogo em uma casa com os filhos dentro em Várzea das Moças, em Niterói. Acabou detida. Policiais militares foram acionados depois que vizinhos ouviram gritos de socorro. Junto com moradores, eles resgataram duas crianças e uma jovem. VEJA NOTA DA PM Na manhã desta segunda-feira (15/12), policiais Militares do Batalhão de Niterói (12° BPM) conseguiram resgatar duas crianças de um e sete anos de idade, além de uma jovem de 18 anos, durante um incêndio, em uma casa, no bairro Várzea das Moças, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro .De acordo com o comando da unidade, os policiais ouviram os gritos e pedidos de socorro vindos da parte interna do imóvel que era consumido pelas chamas, de imediato, os agentes com o apoio da população local, os militares iniciaram uma ação de resgate com o objetivo de salvar a vida dos moradores .Na ação, os policiais precisaram quebrar uma das paredes da área externa da casa para conseguir chegar até as crianças. Felizmente, os policiais militares do Destacamento de Policiamento Ostensivo de Várzea das Moças, conseguiram resgatar os menores de idade e uma jovem. As vítimas foram encaminhadas até às equipes do Corpo de Bombeiros, que atuaram no combate às chamas, onde receberam atendimento médico e foram levadas para a unidade hospitalar mais próxima. A mãe das crianças, uma mulher de 36 anos, foi detida acusada de ser a responsável pelo incêndio. As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo.

Profissional do Programa Mais Médicos do governo federal que trabalha na Zona Oeste do Rio pediu transferência para SP porque foi ameaçado por supostos milicianos a atender pessoa baleada

Um médico do Programa Mais Médicos do governo federal que está lotado em uma unidade de saúde em Paciência, na Zona Oeste do Rio, pediu transferência para Araçatuba/SP ou outro município paulista em razão de estar recebendo ameaças de supostos integrantes da milícia. Uma das ameaças ocorreu no dia 13 de fevereiro e houve imposição por parte de uma pessoa que se dizia integrar uma milícia local para que houvesse o atendimento de uma vítima de ferimento à bala que seria levada à clínica. O profissional detalha que nesta ameaça, por pressão da pessoa que se dizia integrante de milícia, forneceu o número do seu telefone particular quando lhe foi informado que ele e o enfermeiro que também trabalha no local seriam levados a outro local para atender à vítima e que lhes seriam pagos um total de R$ 3.000,00, mas que antes lhe foi exigido que realizasse uma transferência via PIX no valor de R$ 1.000,00, o que não foi feito por indisponibilidade de tal verba pelo mesmo, encerrando-se a ligação com a ameaça de que o agressor iria “pegar” os profissionais de saúde. Tal fato foi registrado na Delegacia de Polícia Civil. Esse mesmo médico havia dito que no ano anterior, um marido de uma paciente compareceu à unidade de saúde, acusando e de supostamente ter recebido presentes da esposa e, de forma agressiva, proferiu ameaças de morte. Por conta disso, foi transferido de Santa Cruz para o bairro vizinho de Paciência. Segundo os autos, quando sofreu ameaça por parte de supostos milicianos, o médico já estava lotado em Paciência, cujo gerente acionou o protocolo mais seguro que deciidiu pelo fechamento do posto.

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