Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Moradores relataram operação policial no Complexo da Maré

Moradores afirmam que há uma operação policial no Complexo da Maré na manhã desta segunda-feira (5). Tiros, fogos e bombas foram ouvidfos. Segundo relatos, creches e escolas liberaram os alunos mais cedo e pais se arriscaram em ir buscar seus filhos em meio a movimentação policial. A ação ocorre nas comunidades do Parque União e da Nova Holanda, redutos do Comando Vermelho.] Veículos blindados circulam pela região; Informaações dão conta de que houve uma grande apreensão de drogas. FONTE: Página Maré Não Vive (Facebook)

Jovens morreram em acidente após fugirem de assalto em Caxias

Duas jovens morreram em um acidente enquanto fugiam de um assalto em Duque de Caxias. O fato ocorreu por volta das 20h de ontem na Avenida A, em Nova Campinas. Segundo relatos, os bandidos tentaram assaltar as jovens e a que pilotava uma moto partiiu em fuga mas perdeu a direção na curva e colidiu no muro. As vítimas acabaram arremessadas no asfalto. As vítimas são Beatriz Silva, de 20 anos, e Rayssa Alessandra, de 19. FONTE: P[ágina Portal D3 A Fênix (Facebook)

Dois baleados e um morto em guerra de facções na Pedreira (TCP). Vítima fatal era irmão de barbeiro que morreu semana passada no mesmo local

A Polícia Militar informou que, na madrugada desta segunda-feira (5/5), três homens feridos por disparos de arma de fogo deram entrada na UPA de Costa Barros. Um deles não resistiu. As vítimas teriam sido atingidas na localidade do Bairro 13, no Complexo da Pedreira. As circunstâncias do fato estão sob investigação. Segundo as redes sociais do jornalista Bruno Assunção, houve um confronto entre facções criminosas e a vítima fatal era irmão de um barbeiro que foi morto na semana passada na região. Michel Oliveira Fortes, marceneiro, foi morto por bala perdida.Quatro dias antes, seu irmão, o barbeiro Fábio Oliveira, 25 anos, também foi morto em situação semelhante em Barros Filho. FONTE: PMERJ, redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Fogo Cruzado RJ

Guerra de facções deixou dois adolescentes mortos e dois homens feridos em Três Rios

A Polícia Militar informou que, na noite de ontem domingo (4/5), criminosos armados efetuaram disparos de arma de fogo contra pessoas na Rua Fagundes Varela, em Vila Isabel, em Três Rios. Dois homens não resistiram aos ferimentos e outros dois foram socorridos à UPA da região. Os mortos seriam dois adolescentes de 17 anos. A 108ª DP (Três Rios) foi acionada e investiga a morte de dois adolescentes, ambos de 17 anos. Na ação criminosa, dois homens também ficaram feridos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. Equipes do 38º BPM (Três Rios) assumiram a ocorrência e a 108ª DP foi acionada. Segundo redes sociais locais, o fato ocorreu em razão de uma guerra entre facções criminosas rivais As vítimas foram atingidas em diferentes pontos do bairro Vila Isabel: uma na frente do antigo colégio Vocacional, outra na Rua da Feira e uma terceira na região da Fagundes Varela, próximo à subida do cemitério. Um vídeo mostraouuma motocicleta caída ao lado de um corpo estendido no chão, enquanto moradores observam a cena com tensão. Testemunhas afirmam que ouviram diversos disparos e viram suspeitos se escondendo em um terreno baldio ao lado de um prédio. Uma das mensagens compartilhadas dizia: “Misericórdia, será mais um”. Fontes locais relatam que o ataque foi uma ofensiva direta do Terceiro Comando Puro contra rivais, em meio à disputa pelo controle de pontos de venda de drogas na cidade. Um dos feridos teria sido atingido no pé e sobreviveu. FONTE: PMERJ, PCERJ e Página Cobrador TR (Facebook)

Depois de um ano, Justiça decretou preventiva de traficante do CV que atacou várias pessoas em área de milícia em Belford Roxo baleando quatro e deixando um morto

. Depois de um ano do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante do Comando Vermelho acusado de matar um e balear cinco pessoas no dia 06/05/2024, aproximadamente às 01h30min, na Rua Baldraco, em frente ao nº 8, bairro Xavantes, em Belford Roxo, área dominada por milicianos. Na ocasião, os bandidos efetuaram diversos disparos contra várias pessoas que participavam de um evento local, atingindo as vítimas Wellington Firmino da Silva, H.C.H, G.S.C, J.C.A.S e A.M.F. Wellington morreu no local enquanto as demais vítimas sofreram graves lesões, mas sobreviveram. A denúncia narrou que o acusado é integrante de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas da comunidade do Castelar. O crime foi praticado por motivo torpe, uma vez que decorreu da rivalidade entre grupos criminosos atuantes na localidade, bem como mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, eis que os disparos foram efetuados subitamente, surpreendendo as vítimas quando participavam de evento público e impedindo qualquer possibilidade de reação ou fuga eficaz. Por fim, narra que os delitos foram praticados com emprego de artma de fogo de calibre restrito, evidenciado pela apreensão de estojos de munição calibre 9mm no local. FONTE: TJ-RJ

Chefe do tráfico morto em Niterói teve preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. Anos atrás, foi acusado de matar jovem que foi a baile funk dominado por facção rival a comunidade que morava no Rio

Morto em confronto com a PM em Niterói nesta segunda-feira, o traficante CHarles de Miranda Ramos, o Naizinho, havia sido preso pela última vez em 2022 e teve a prisão preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. O criminoso é filho do Nai, ex-dono do Morro da Mineira nos anos 90, que está preso desde 1992. Em 2014, teve prisão decretada suspeito da morte de Tiago Portelinha, que era morador da Comunidade do Morro de São Carlos, dominada pela facção ADA e teria ido, juntamente com outros amigos, a um baile funk realizado no Morro dos Prazeres, cujo controle do tráfico local pertence a facção Comando Vermelho, logo a vítima teria ingressado em um território “dominado” por uma facção rival. Na época, diversas testemunhas foram ouvidas em sede policial, havendo relatos de pessoas diferentes de que a vítima foi capturada por alguns homens, dentre eles, Charles de Miranda Ramos, sendo este último identificado por testemunha através de fotografia, como sendo o principal suspeito do crime. Anos depois, ele foi improunciando (ficou livre do juri popular). Em dia 15 de agosto de 2011, policiais militares rumaram para a Favela da Nova Brasília, localizada no Bairro do Fonseca visando apurar delação anônima dando conta que na véspera traficantes do local haviam recebido uma carga de 100 (cem) quilos de cocaína. Já no interior da comunidade, os agentes da lei tiveram sua atenção despertada para uma casa aparentemente desabitada e aberta, em cujo interior foram encontrados Charles e comparsas dentro de um quarto, constatando que os mesmos mantinham, sob sua guarda, na forma compartilhada, o material bélico a seguir descrito: – duas pistolas marca Taurus, calibre 9 milimetros, devidamente municiadas; – uma pistola marca Glock, devidamente municiada; – uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas. (…) Na época, a localidade tinha como dono, o traficante Pão Com Ovo, que está há vários anos preso. Charles era braço armado da quadrilha. Por conta desta prisão, Charles foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão FONTE: TJ-RJ

PM matou chefe do tráfico no Fonsequistão (CV), em Niterói, e prendeu cinco

O líder do tráfico de drogas do Complexo do Santo Cristo (Fonsequistão), que inclui as comunidades da Vila Ipiranga e Coronel Leôncio, em Niterói, o, o criminoso vulgo Naizinho, morreu em tiroteio com policiais militares do 12º BPM na Rua Coronel Leôncio, no bairro da Engenhoca. Na ação, outros cinco criminosos foram presos: dois estavam no mesmo carro que Naizinho, e três foram capturados durante um cerco realizado na comunidade dos Marítimos. Os policiais também recolheram um fuzil, uma réplica de fuzil, uma pistola, um rádio transmissor, carregadores com munições, 664 trouxas de maconha e um veículo. A ocorrência foi encaminhada à 78ª DP. FONTE: PMERJ

Paraguaios que traziam drogas de SP para o RJ foram presos na Rodoviária carioca

Cinco paraguaios que transportavam entorpecentes de São Paulo para o Rio de Janeiro foram capturados no momento do desembarque na Rodoviária do Rio. Os presos transportavam 37 tabletes de maconha escondidos em duas malas, em um ônibus que partiu de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro. Os homens moravam em São Paulo e realizavam esse transporte de entorpecente para facções criminosas do Rio de Janeiro. A carga seria utilizada como amostra para futuras negociações. Um dos presos já havia sido detido em fevereiro deste ano, em Foz do Iguaçu, no Paraná, por tráfico internacional de drogas vindas de Ciudad del Este, no Paraguai. FONTE: PCERJ

Como se deu a ascensão do traficante Professor do Alemão (CV) no mundo do crime. Há 11 anos, ele já era figura de destaque na facção e quando foi preso pela última vez, há dez anos, disse que não queria isso para a sua vida

A ascensão do traficante Fhillip da SIlva Gregório, o Professor, no Complexo do Alemão veio em 2014 quando da morte de Diogo Wellington Costa, o Bebezão. O bandido voltou a ganhar destaque na mídia essa semana após serem divulgadas conversas dele com oficiais da UPP do Alemão sendo que em uma delas, um policial reclamou do valor da propina paga pelo criminoso. A partir daí, ele passou a ser o principal responsável pela aquisição e o transporte de armas, drogas e munições da facção criminosa Comando Vermelho. Na época, Professor tinha como base a Rua Canitá e um sítio localizado no município de Seropédica. Seu grupo tinha ramificações na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais. Já naqueles tempos, Professor e sua quadrilha movimentavam vultosas quantias que eram depositadas em contas pessoais ou de empresas e se destinavam ao pagamento das drogas, armas e munições apreendidas. Insta observar que, inclusive, o denunciado e seus comparsas enviavam fotografias das drogas, armas e depósitos feitos, como forma de “mostrar” a “mercadoria” ou a efetivação dos pagamentos. Foram feitas na ocasiã diversas prisões em flagrante pelo transporte de armas e drogas, bem como, se tomou conhecimento de ações policiais não vinculadas à investigação, onde foram feitas iguais apreensões. Em uma das mensagens trocadas entre o acusado e um elemento de vulgo “PH”, Professor mencionou que “possui um sítio com estrutura pica pra nois arriar aqui”, ou seja, para utilização no recebimento/armazenamento de entorpecentes, o que pôde ser comprovado com a prisão do acusado. No decorrer das interceptações foi constatado que a quadrilha, liderada pelo acusado, que já tinha um sítio em Seropédica, tinha a intenção de adquirir outra chácara nos limites entre Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, bem como um veículo carreta para armazenamento e transporte do material entorpecente, respectivamente. Ele chegou a mencionar a existência de um veículo carreta, que só negociava na Colômbia, Bolívia e Peru. Constatou-se que o acusado efetuava transações de substâncias entorpecentes e, por diversas vezes, reclamou da perda de material entorpecente. Além de ser o chefe do tráfico, Professor coordenava a entrega e distribuição de entorpecentes, recrutava entregadores, fazia contato com fornecedores de entorpecentes e realizava transações financeiras de grande soma, havendo referencia nos autos de movimentar valores superiores a R$1.000.000,00 (um milhão de reais) em 15(quinze) dias. Um policial pôde afirmar que, em virtude das mensagens trocadas pelo acusado e chegou a movimentar entre R$800.000,00 (oitocentos mil reais) e R$900.00,00 (novecentos mil reais) por semana. Professor foi preso quando voltou ao Rio depois de ter ido ao Paraguai transportar um comparsa de vulgo Orelha. A prisão do acusado foi possível, em virtude de conversas mantidas entre o acusado e sua esposa, onde se verificou que o mesmo retornou ao Brasil em um avião de pequeno porte, indo para São Paulo e de lá viria para o Rio de Janeiro em vôo comercial. A equipe, então, conseguiu, junto às empresas de aviação, localizar o vôo em que o mesmo estaria, prendendo o acusado. Em sede policial, o acusado foi informado que estava sendo monitorado, não tendo o mesmo negado a prática do delito, afirmando que era o chefe do tráfico local e que era ligado à Facção Comando Vermelho e concordou em levar a equipe de policiais até o sítio. Professor disse que, após sair da prisão, em julho de 2013, retomou o trabalho, como motoboy, tendo em paralelo se envolvido com elementos integrantes do tráfico de entorpecentes do Complexo do Alemão, Afirmou, no entanto, qque não era o líder da quadrilha, nem tampouco se escondia no Complexo do Alemão, eis que possuía residência fixa fora do Complexo e sua função no tráfico era de “ajudador”0 Disse na época. que recebia ordens, possuindo alguns elementos sob seu comando para receber e distribuir carga de entorpecentes, bem como para efetuar depósitos referentes ao pagamento das cargas e, para preservar a segurança de seus familiares, não declarou o nome de quem recebia tais ordens. Alegou o acusado que, quando tomou conhecimento através dos policiais federais da investigação e do monitoramento existente, percebeu que não tinha ideia da dimensão de seu envolvimento com os elementos do tráfico de entorpecente, caindo em si quanto à gravidade dos fatos em que havia se envolvido, se dando conta de que não era isso que queria para sua vida, tendo por conta disso levado os policiais por livre e espontânea vontade até o sítio em Seropédica. Segundo o acusado, não negociava armas, nem andava armado, afirmando que existiam elementos que faziam segurança do local quando chegava ao Complexo do Alemão. O acusado disse que não recebia drogas, mas era o responsável em organizar a chegada das drogas de São Paulo, desconhecendo o fato de drogas enviadas a Juiz de Fora. Foi condenado a 21 anos e dois meses de prisão. . FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima