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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Suspeito preso com celulares no Morro dos Macacos (TCP) tentou subornar PMs com R$ 20 mil

Policiais militares da UPP Macacos detiveram no sábado (18/05),  um homem e apreenderam com ele oito aparelhos celulares na Rua Armando Albuquerque, em Vila Isabel, no Morro dos Macacos. .Na ação, o suspeito tentou subornar os policiais oferecendo 20 mil reais por sua liberdade. A ocorrência foi encaminhada para a 20ª DP.  FONTE: PMERJ

Leia agora sobre o terror e as condições insalubres que viviam paraguaios que trabalhavam em regime de quase escravidão em fábricas clandestinas de cigarros de poderoso contraventor do Rio

Sobre os paraguaios que foram achados durante a semana trabalhando em quase regime de escravidão em uma fábrica clandestina de cigarros pertencentes ao contraventor Adilsinho, investigações da Polícia Federal de anos atrás apontaram que eram oferecidas a eles promessa salarial de R$ 3.000,00 (três mil mensais, que seriam depositados em favor da família do trabalhador ou quitados, no Paraguai, quando o trabalhador retornasse para casa; A remuneração seria acrescida de um vale de R$ 500,00 (quinhentos reais), em espécie, que poderia ser adiantado para financiar seu translado para o Brasil ou pago no local de trabalho. Às vezes, o aliciador mencionava que a fábrica estaria em São Paulo, mas sempre dizia ser legalizada, jamais revelando quem seria o empregador e qualseria, precisamente, o endereço do local de trabalho. Alegava que o trabalho duraria pouco tempo, variando de 2 a 4 meses, com a possibilidade de retorno. Os cidadãos paraguaios eram orientados a cruzar a fronteira em Foz do Iguaçu, sem passar pelo controle migratório, e pegar um ônibus turístico para São Paulo, muitos deles a suas próprias expensas. Há casos de trabalhadores que pegaram outro ônibus no terminal rodoviário até o Rio de Janeiro, desembarcando no meio do caminho para encontrar pessoas responsáveis por seu transporte até a fábrica. Nos demais casos, os trabalhadores já foram abordados na rodoviária de São Paulo e transportados de ônibus fretado para o Rio de Janeiro. Porém, o trecho final era sempre realizado da mesma forma. Todos os cidadãos paraguaios precisaram desembarcar dos coletivos para entrar em um carro particular, sem saber o destino. Quando muitos trabalhadores eram recrutados simultaneamente, todos eram transportados em vans. Dentro dos veículos, os trabalhadores tinhamseus olhos vendados e seus aparelhos de telefonia móvel eram tomados pelos motoristas, que não se identificavam, nem mantinham diálogo durante o trajeto. A venda somente era retirada dos olhos do trabalhador dentro do galpão, quando descobriam que não poderiam mais sair do local, nem mesmoolhar para o lado de fora, e que seus telefones não seriam restituídos. Os trabalhadores eram frequentemente ameaçados de morte quando manifestavam sua vontade de deixar o galpão. Na fábrica, havia câmeras de segurança, totalizando 16 canais de monitoramento eletrônico com gravação DVR. Um homem alertava que os trabalhadores estavam sendo observados e quem tentasse sair seria capturado novamente, prometendo que mal injusto e grave lhe acometeria. Ele também afirmava que os arredores eram extremamente perigosos para dissuadir a evasão de trabalhadores aqueles que cogitavam fugir do galpão, sequer sabiam onde estavam e temiam por sua vida. Trata-se de trabalhadores estrangeiros, com situação migratória irregular, sem recursos financeiros, privados de acesso a meios de comunicação, que não foram informados quanto ao endereço do local de trabalho. transportados de olhos vendados por mais de uma hora, sendo diariamente ameaçados e sujeitos a vigilância ostensiva. Por isso, os cidadãos paraguaios eram forçados a permanecer trabalhando, não tendo decisão a respeito da continuidade da prestação de serviços.Na fábrica, os trabalhadores cumpriam jornadas extenuantes e eram submetidos. a condições desumanas e degradantes. A fábrica clandestina de cigarros funcionava 24 horas por dia, 7 dias por semana, e contava com dois geradores de energia para que a produção não precisasse ser interrompida. Nesse sentido, os 24 trabalhadores se revezavam em 2 turnos de trabalho, com duração de 12 horas consecutivas, trocando toda a equipe nos horários de 07h00 e 19h00. Como as máquinas não poderiam parar de operos trabalhadores faziam apenas uma pausa de 10 a 15 minutos para se alimentar, não podendo o intervalo ser usufruído por mais de um trabalhador simultaneamente. Nessa dinâmica, os trabalhadores ficavam impossibilitados de gozar de repouso semanal. Além disso, os trabalhadores eram encarregados da própria limpeza do local, inclusive das instalações sanitárias, sempre fora de seu turno de trabalho. Na área de produção do galpão, havia fiações expostas, vazamento de combustível, ausência de ventilação natural e acúmulo de materiais inflamáveis (e.g., diversas caixas de papelão empilhadas), causando grave risco de incêndio e Nas imagens, nota-se que não havia aparelhos extintores de incêndio, sinalização de emergência ou rota de fuga. Havia um único alojamento coletivo, cujas condições eram precárias. As camas eram revezadas pelos trabalhadores de diferentes turnos, sendo que algumas ficavam separadas por papelões. A falta de revestimento nas paredes prejudicava a limpeza e a higiene do recinto, enquanto a falta de janelas dificultava a ventilação e a renovação doar.Na cozinha, a higiene também era precária. Havia alimentos sem controle de validade e sem acomodação ou armazenamento adequados, além de estarem expostos ao contato com animais domésticos. Nos depoimentos, consta que não eram fornecidos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ou vestimentas de trabalho. As vítimas eram obrigadas a continuar trabalhando mesmo quando estavam doentes, sendo-lhes negada a assistência médica. Uma pessoa sem qualificação profissional ministrava medicamentos e fazia curativos, às expensas do trabalhador. Havia pessoas operando maquinário com cortes e queimadurasnas mãos. Não havia treinamentos para operação de máquinas e equipamentos, nem sobre adequado uso, guarda e conservação de EPIs. Também há relatos decalor excessivo no galpão, goteiras na área de produção da fábrica e no alojamento, presença de pragas no local, como mosquitos, baratas e ratos, e falta de material para limpeza, secagem e enxugo das mãos nos lavatórios. Alguns trabalhadores narraram, ainda, que consumiam água da torneira ou proveniente de um poço, sendo que esta sequer era transparente.. FONTE: Relatório da Polícia Federal disponível no site jurídico Jusbrasil

Chefe do PCC preso na Bolívia correu risco de ser excluído e até morto pela facção anos atrás

Preso na última sexta-feira em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, principal líder do PCC que estava em liberdade, correu risco de ser expulso e até morto pela facção anos atrás. Na época, foi enviada uma carta de um suposto integrante da facção a um promotor de Justiça que dizia “Nessa operação contra o Tuta isso fará com que o Tuta seja excluído do PCC e será alvo fácil pos perderá o apoio da facção e corre o risco de morrer na mão da própria facção”. Tuta teria assumido a chefia do PCC após “Marcola” e outros 21 integrantes da liderança da facção terem sido transferidos, em fevereiro de 2018, de presídios de São Paulo para o Sistema Penitenciário Federal. Tuta estava foragido desde 2020 detido por uso de documento falso em Santa Cruz de la Sierra. O diretor-geral da Polícia Federal, informou que o escritório da Interpol na capital federal — que é uma coordenação dentro da Diretoria de Cooperação Internacional da PF — foi acionado para checar suas bases de dados e informar com precisão à polícia boliviana a respeito da pessoa que estava se apresentando com documento falso. “Imediatamente foi feita a checagem e aqui eu ressalto a importância, uma vez mais, da nossa base de dados biométrica, que permitiu praticamente em tempo real retornar a informação ao nosso oficial de delegação lá em Santa Cruz de la Sierra e aos colegas da Polícia da Bolívia, informando tecnicamente quem era exatamente aquela pessoa que estava ali e, com isso, permitindo que a polícia boliviana fizesse a detenção dessa pessoa”, ressaltou. Após feita a identificação do foragido, a Polícia Federal comunicou o êxito da captura ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). “O ministro Ricardo Lewandowski também, pela relevância do caso, informou ao presidente Lula e ao nosso chanceler, embaixador e ministro Mauro Vieira, que prontamente acionou a nossa missão diplomática na Bolívia para que acompanhasse o caso e prestasse todo o apoio às nossas unidades naquele país”, afirmou Rodrigues. FONTE: Tribunal de Justiça de São Paulo e Governo do Brasil

Mulher espancou até a morte suposta amante do marido em Caxias

No início da noite de ontem (17), uma mulher espancou até a morte outra mulher acusada por ela de ser amante do seu marido. O crime ocorreu no bairro Paulicéia, em Duque de Caxias. Segundo relatos, a autora do crime chegou ao local na garupa de uma moto com uma garrafa de álcool. Ela pretendia atear fogo na rival. A acusada não conseguiu queimar a vítima. Com isso, partiu para a agressão, derrubou a mulher e bateu com a cabeça dela no chão até provocar o óbito. FONTE; Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

Mensagens apontam que autoridades teriam procurado integrante do CV para pedir para segurar roubos e guerras no Rio durante o G20 e confirmam tratativas para aliança da facção com a ADA

Mensagens que teriam sido captadas pela Polícia Federal no ano passado de supostos traficantes do Comando Vermelho apontam que representante de autoridades teriam procurado um integrante da facção para pedir para segurar os roubos e as guerras na cidade durante sete dias por conta da realização do G20. Uma outra mensagem confirmou o que a polícia fluminense ratificou em 2025: a aliança entre o CV e a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) Confira as mensagens FONTE: As informações foram divulgadas nas redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Homem e mulher foram achados mortos na Glória na última sexta-feira

A Polícia Militar informa que, na última sexta-feira (16/05), policiais do 2º BPM (Botafogo) foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Rua Benjamin Constant, no bairro da Glória, Zona Sul do Rio. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um homem já em óbito no térreo do prédio. No 7º andar, dentro de um apartamento, uma mulher também foi encontrada sem vida. A perícia foi acionada e o local preservado. Uma faca foi apreendida no local. A ocorrência foi registrada inicialmente na 9ª DP e encaminhada posteriormente à Delegacia de Homicídios, que ficará responsável pela investigação do caso. FONTE: PMERJ

Só depois que TV divulgou, MP se pronunciou sobre descoberta de propriedade milionária de preso, que teve mega arsenal do CV achado em sua casa

Somente depois de um dia que uma emissora de TV divulgou a informação primeiro que todo mundo, o Ministério Publico Estadual do Rio decidiu anunciar oficialmente a descoberta de uma propriedade em Resende pertencente a Jhonnatha Schimitd Yanowich. Ele é o dono da mansão onde foram achados 16 fuzis e 20 pistolas durante a semana. O arsenal seria do Comando Vermelho. Na propriedade em Resende, os agentes da 60ª DP (Campos Elíseos) apreenderam mais de 10 cavalos de raça, bovinos, uma caminhonete Dodge Ram, três quadriciclos, um carro de trilha, joias e armas de fogo. Também foram encontrados três pássaros exóticos — entre eles, uma arara — mantidos em cativeiro. De acordo com as investigações, a propriedade foi adquirida há cerca de seis meses no modelo “porteira fechada” e está avaliada em mais de R$ 5 milhões. Jhonnatha foi denunciado juntamente com outros 21 integrantes de uma célula interestadual da facção criminosa Comando Vermelho. Os denunciados respondem por associação para o tráfico, porte e comércio ilegal de armas de uso restrito e falsidade ideológica. Ele foi preso na última terça-feira (13/05), em São Paulo, durante a Operação Plexo. Dias antes, durante o cumprimento dos primeiros mandados, na residência do denunciado, na Barra da Tijuca, foram apreendidos armamento pesado, grande quantidade de munições, cerca de US$ 24 mil em espécie e dispositivos eletrônicos. No material apreendido, chamou a atenção um cartão de memória com imagens aéreas da fazenda em Resende, que passou a ser considerada, pelos investigadores, possível ponto de apoio logístico da organização criminosa. FONTE; Ministério Público Estadual do Rio

Principal lider do PCC na rua foi preso na Bolívia

Foi preso ontem em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o criminoso considerado o principal lider do PCC que estava em liberdade , vulgo Tuta Ele é apontado como um dos principais articuladores de um esquema internacional de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC. Tuta foi recentemente condenado por associação criminosa e lavagem de capitais, com pena superior a 12 anos de reclusão. Além disso, ele consta na Lista de Difusão Vermelha da Interpol, o que motivou a intensificação dos esforços para sua localização e captura. O bandido permanece sob custódia das autoridades bolivianas, aguardando os procedimentos legais que poderão resultar em sua expulsão ou extradição ao Brasil. FONTE: Polícia Federal

Saiba o quem é quem da quadrilha especializada em produção e venda de drogas sintéticas alvo de operação da PF nesta semana no Rio. Grupo tinha ligação com o CV, montou laboratórios na Penha e Rocinha e possuía intermediário para fazer contato com o traficante Doca

A organização criminosa denominada Cartel Brasil, que foi alvo de operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro essa semana e é especializada em explorar a produção em larga escala e a comercialização de drogas sintéticas, notadamente comprimidos de MDA E MDMA, de modo a viabilizar a manufatura, transporte, venda e demais atividades de traficância, era associada ao Comando Vermelho. Havia laboratórios do bando no Complexo da Penha e na Favela da Rocinha, dois dos principais redutos da facção sendo que um membro da quadrilha era o responsável pelo contato do líder com Doca, chefão do CV. O líder do bando é Vinicius Abade. Ele é o responsável por comandar o esquema criminoso de produção, venda e distribuição de entorpecentes, com logística de transporte coordenada em nível nacional através de serviço de frete operado por parte de seus colaboradores (transporte pessoal) e da remessa postal de comprimidos realizada por meio de uma empresa. Rato encontra-se à frente de um dos laboratórios clandestinos de produção de ecstasy da organização criminosa Cartel Brasil, também instalado no interior do Complexo da Penha, nesta Cidade, sendo responsável pela aquisição de insumos, montagem de laboratórios, produção de drogas, logística de distribuição, bem como pela operacionalização de transações financeiras realizadas em nome da organização.” Rato e Vinicius foram flagrados em conversas sobre a produção e distribuição de drogas sintéticas, incluindo aquisição de insumos, montagem de laboratório, produção de drogas, logística e transações financeiras, de acordo com a análise de conversas da Polícia Federal, inclusive de envio de foto por Whatsapp para Vinicius referente a etapa de produção da droga sintética, Leiliane, esposa de Rato, efetua transferências financeiras para empresas e indivíduos envolvidos no esquema criminoso, além realizar a aquisição de insumos e equipamentos essenciais, participar diretamente do processo de produção de drogas sintéticas e auxiliar ativamente na contagem e empacotamento do material entorpecente.” Ela emprestava conta para o marido. Em uma escuta, Rato disse paraa mulher para contar as “balas” e lacrá-las. De acordo com o relatório de inteligência financeira nº 1000698, no período de 22/07/2021 a 17/07/2022, movimentou, de forma atípica, a quantia a crédito o valor total de R$ 749.392,99, e à débito o total de R$ 750.609,23Hiuri “possui função ativa e crucial na fabricação de drogas sintéticas para a presente organização criminosa, sendo responsável pelo manuseio de produtos químicos e pela operação de máquinas de compressão de ecstasy.” Rato enviou mensagem para Hiuri falando sobre o MD estar úmido. Em outra mensagem o chefe da quadrilha enviou a quantia de R$ 1.000,00 para Hiuri, referindo-se a ele como “menininho que bate”, Milho está diretamente vinculado às atividades de produção de drogas sintéticas, manuseio de máquinas de compressão de comprimidos de ecstasy, sendo também usado como intermediário em transações financeiras associadas aos desígnios criminosos da organização criminosa.” Há uma conversa em que Milho reclamou sobre a dificuldade em utilizar a máquina compressora de comprimidos. Há ainda uma conversa onde ele, sugere que a organização criminosa arrume um sítio para produção das drogas sintéticas. Bel “atua como revendedora de expressiva quantidade de substâncias entorpecentes, interagindo principalmente com Vinicius e Rato.Bel também participa de transferências bancárias para a organização criminosa Fex possui envolvimento direto na produção, testagem, distribuição e comercialização de drogas sintéticas, operando a partir de um laboratório clandestino instalado no interior da Comunidade da Rocinha. Coxinha atua na produção e comercialização de drogas sintéticas, sobretudo, no que se refere à montagem do laboratório clandestino instalado na Comunidade da Rocinha, nesta sendo responsável pela compra de compostos químicos necessários para a produção de MDA/MDMA, tais como: helional, peroxido de hidrogênio, dimetilsulfóxido (DMSO), hidroxilamina, dentre outros Diongador ou Cabeludo -“é responsável por adquirir grandes lotes de droga em seu formato final (comprimidos de ecstasy) ou na forma de “sal” (substrato dos comprimidos) e por comercializar os entorpecentes produzidos por Vinicius, efetuando transações que envolvem a utilização de veículos como parte do pagamento.” Em mensagens trocadas, ele conversou com Vinicius conversaram sobre o valor de R$ 1.000.990,00 (hum milhão e novecentos mil reais), que seria pago pelo grupo criminoso de São Paulo, sendo Dionga responsável pela negociação. Matheuzinho – desempenha papel central na cadeia operacional da súcia criminosa, revelando uma extensa rede de distribuição de MDA/MDMA para várias regiões do Brasil, sendo responsável por organizar a venda de grandes quantidades de drogas sintéticas para diferentes compradores, incluindo indivíduos identificados pelos vulgos “Jaba”, “Lc Su”, “Mohammed Joabe – “é responsável pela produção, venda, transporte, armazenamento e por intermediar a distribuição de drogas sintéticas produzidas pela organização criminosa Cartel Brasil, em especial, no que se refere às atividades desenvolvidas no laboratório clandestino instalado na Rua Mario Barbosa nº 85, no Bairro de Xerém, em Duque de Caxias/RJ, onde foi preso em flagrante delito Há conversas que indiciam a participação de Joabe.no esquema criminoso de transporte de drogas para Guarujá/RJ. Ele foi preso flagrante em 21/11/2023,, em um laboratório construído para produzir droga sintética, localizado na zona rural de Duque de Caxias. Há indícios suficientes para o recebimento da denúncia em relação ao denunciado. Malva ou Gordinho : “participa ativamente na logística de envio e entrega de drogas sintéticas da súcia criminosa, sendo responsável por realizar o transporte de substâncias entorpecentes aos seus clientes, o translado de produtos químicos destinados à fabricação, bem como o pagamento de fretes e serviços.” Há conversas onde é discutido o transporte de 5.000 comprimidos de ecstasy, pagamentos via pix, transporte de substâncias como Polivinilpirrolidona (PVP), e referências a locais de entrega, como a rodoviária e o Complexo da Penha. Vejamos algumas conversas: Antônio Donizete – apresenta expertise técnica no processo de produção de ecstasy e se encontra diretamente envolvido nas atividades de produção, compra e distribuição de substâncias ilícitas, possuindo laboratório clandestino próprio para a sua fabricação, além de realizar a revenda de drogas sintéticas compradas de Vinicius. Tarta – : “possui um profundo envolvimento com a venda de drogas sintéticas da presente organização criminosa, principalmente MDA, utilizando-se, para tanto, de propriedades e outros bens como “moeda de troca” para diversificar os meios

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