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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Grupo que extorque comerciantes no Camelódromo da Uruguaiana é alvo de operação. Oito já foram presos

O Ministério Público e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO-IE) da Polícia Civil fazem operação para prender integrantes de uma quadrilha que age no Cameldóromo da Uruguaiana, no centro da capital fluminense. Entre os alvos estão um policial civil aposentado e um policial penal. Eles tentam cumprir 11 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão. Ao todo, 14 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão, usurpação de função pública e lavagem de dinheiro. Oito já foram presos. Segundo as investigações, o grupo se apropriou da administração da Associação Comercial da Uruguaiana, utilizando segurança armada e ameaças para extorquir comerciantes, mediante a cobrança de “taxa social” e “taxa de segurança”. Em caso de inadimplência, os comerciantes eram submetidos a cortes de energia e expulsões. Além das extorsões, o bando razia a gestão ilegal de espaços públicos, promovendo a venda e locação irregular de boxes. Também praticava lavagem de dinheiro, utilizando empresas de fachada e laranjas, inclusive uma lavanderia, para mascarar a origem dos recursos. A denúncia descreve a atuação de integrantes responsáveis pela contabilidade, intimidação armada e administração das extorsões, além da participação de agentes públicos. Foi apurado, ainda, que eram realizadas vendas de boxes de forma irregular, uma vez que o espaço do camelódromo é público, só podendo ser cedido seu uso por ordem e autorização da Prefeitura do Rio. Os valores variavam entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Os mandados são cumpridos no próprio camelódromo e em endereços na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes e na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os agentes obtiveram informação de que o líder do grupo estaria no estado do Ceará. Com o apoio da Polícia Civil daquele estado, ele foi capturado em Fortaleza. FONTE: Ministério Público Estasdual e Polícia Civil

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

Bala voltou a voar no Fubá. Moradores se desesperam

Traficantes voltaram a se enfrentar no.inicio da noite de hoje no Morro do Fubá, em Cascadura. Moradores sofreram com mais esse confronto. Simmmmmm aqui da Itamarati estamos ouvindo, muito muito tiro Muita coisa, misericórdia 😱😱 Só quero chegar em casa em paz. Muitos mesmo. Madureira, Serrinha, São José tudo tudo. Horrível.🙆🏼 misericórdia!!!!! muito tiro Um horror que os moradores estão passando com essa guerra sem fim. 😞😞 Circula um vídeo que mostra supostos traficantes do Comando Vermelho dizendo estar no miolo da comunidade. Traficantes do Morro da Barão e 18 (CV) picharam algumas paredes, algumas motos foram incendiadas pelos bandidos. Os invasores teriam matado um.rival e divulgaram o crime nas redes sociais. FONTE: Páginas Cascadura Pilares Quintino e Madureira News RJ (Facebook)

CASO MACABRO NA ILHA: Filhos mantinham corpo de pai escondido em casa por meses. A suspeita é que queriam continuar recebendo benefícios financeiros da vítima

Dois irmãos foram presos em flagrante hoje por ocultação do cadáver do próprio pai, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Segundo os agentes, o corpo foi encontrado em estado de esqueletização. A dupla manteve os restos mortais por meses no interior da residência deles, em Cocotá.a A polícia foi até o local após os vizinhos denunciarem na delegacia o sumiço do homem, que não era visto há vários meses. Os agentes encontraram o cadáver em estágio final de decomposição. As investigações continuam para apurar as causas da morte, mas há forte indícios de que os filhos mantiveram o corpo do pai oculto para continuar recebendo benefícios financeiros da vítima. Exames periciais estão sendo realizados para esclarecer as circunstâncias da morte e o tempo aproximado do óbito FONTE: Polícia Civil do RJ

Bandidos do CV atacaram o Dendê (TCP) e mataram um rival. Na fuga, bateram de frente com a PM. Teve tiroteio com três baleados

Traficantes do Comando Vermelho atacsram os rivais Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Na ação, um bandido vulgo Vulcão acabou sendo morto. Durante a fuga dos invasores, PMs fizeram um cerco Houve reação e tiroteio. Três suspeitos foram baleados Três fuzis foram apreendidos. Um dos feridos foi identificado como Trix, considerado um “homem de guerra” do Comando Vermelho. Levou um.tiro de fuzil.na barriga e encontra-se em estado grave. O veículo onde estava os criminosos atingiu um motociclista que foi arremessado de um viaduto, caiu sobre um carro e morreu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 17º BPM (Ilha), na tarde desta quarta-feira (21/05), policiais militares do serviço de inteligência se depararam com criminosos armados na saída da Ilha do Governador, próximo à Ponte Velha. Foi feito o cerco e houve confronto. Dois criminosos ficaram feridos e o veículo onde estavam atingiu um motociclista que passava na via. Com o impacto o condutor caiu do viaduto.   Foram apreendidos 3 fuzis, um equipamento de transmissão e dois coletes balísticos. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ e rede social do jornalista Bruno Assunção

Preso traficante que levou o CV para Rio das Ostras

Foi preso nesta quarta-feira (21/05), o traficante apontado como o responsável por levar o Comando Vermelho a Rio das Ostras, na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, ele é oriundo da comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio. O criminoso saiu do local em 2010 e se mudou para Rio das Ostras, onde foi responsável por introduzir e estruturar o tráfico de drogas no município. O narcotraficante possui várias anotações em sua ficha criminal, como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e até mesmo homicídio, evidenciando sua alta periculosidade e sua relevância dentro da facção. Ele era considerado foragido desde que recebeu benefícios da Justiça e não retornou. Seu paradeiro foi descoberto e ele foi preso nesta quarta, em um imóvel em Rio das Ostras. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória por tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao CV que teve 240 armas e 48 mil munições apreendidas na semana passada em residência de luxo na Barra da Tijuca

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao Comando Vermelho que foi alvo de operação na semana passada do Ministério Público e da Polícia Civil que culminou com a apreensão de 240 armas e 48 mil munições em uma residência de luxo na Barra da Tijuca., Zeus ou Da Roça – elementos sugerem sua possível posição de liderança no Comando Vermelho, com atuação estratégica e estruturante no financiamento e operacionalização das atividades ilícitas da facção. Conforme narrado na denúncia, trata-se, em tese, de figura central no tráfico de drogas e armas, com possível domínio territorial da comunidade da Muzema e participação ativa na guerra de expansão contra milicianos, circunstâncias que indicam elevado grau de periculosidade e capacidade de desestabilização da ordem pública. Há indícios de que sua influência ultrapasse a atuação local, intermediando grandes volumes financeiros, logísticos e operacionais, movimentando cifras milionárias, como sugerido pelos registros de compra de mais de R$ 5 milhões em drogas e armamentos em período inferior a um mês. Zeus encontra-se foragido da Justiça, homiziado no Complexo do Alemão, utilizando-se, em tese, de terceiros e de empresas para fins de lavagem de dinheiro, dificultando o rastreio patrimonial e a execução de medidas judiciais. As provas extraídas da nuvem de seus dispositivos apontam para o exercício de função de comando e coordenação sobre outros denunciados, atuando como elo entre fornecedores, operadores logísticos e agentes financeiros da organização. Doca ou Urso – ocupa liderança de alto escalão do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Ele mantém Edgar mantém vínculo direto com o também denunciado Zeus”, o qual é apontado nas investigações como um dos principais responsáveis pela logística de aquisição e distribuição de armas e entorpecentes em larga escala no Estado do Rio de Janeiro. O conteúdo das conversas interceptadas e documentadas nos autos aponta indícios de que “Doca” possa integrar o núcleo de comando da organização criminosa, figurando em tese como destinatário direto de materiais bélicos e entorpecentes, bem como devedor de valores relacionados a transações ilícitas. Tais elementos sugerem que o denunciado poderia manter ativa e relevante participação nas atividades do grupo, inclusive com possível articulação de abastecimento de seus redutos. Dom ou Baixinho do Mato – exerça liderança direta em uma célula interestadual da organização, sendo possivelmente responsável por articular o transporte e a distribuição de drogas e armas, ordenar atos de violência e manter comunicações com diversos subordinados – ao menos 11 denunciados sob sua influência direta. Tal poder de comando seria evidenciado, inclusive, em episódios como a suposta ordem para queimar um ônibus, resultando na morte do motorista, com o intuito de desviar ações policiais, circunstância que evidenciaria sua periculosidade e absoluto desprezo pela vida humana e pela ordem institucional. Ele encontra-se foragido da Justiça, ocultando-se no Complexo do Alemão e utilizando identidade falsa com documentos emitidos em nome de “Júlio Renner de Lima Ferreira”, Cupim – exerce a função de transportar drogas e armas de fogo a mando de liderança hierárquica superior, como o denunciado Jonathan (“Dom”).As interceptações apontam para uma atuação reiterada no transporte de armamentos, inclusive com a aceitação de valores por quilo transportado, sugerindo uma ação profissionalizada e estável na prática criminosa. Em um dos diálogos captados, o denunciado teria admitido estar encarregado pelo fretamento de três carabinas, o que evidencia risco concreto à segurança pública, diante da natureza do armamento em circulação. Zebete – ocupa posição estratégica e de confiança na facção Comando Vermelho, sendo, em tese, responsável por acautelar grandes quantias em espécie, oriundas do tráfico de drogas e do comércio ilícito de armas. As provas colhidas sugerem que o denunciado atue como tesoureiro informal do denunciado Jonathan (“Dom”), com atribuições consistentes em guardar valores, realizar pagamentos por determinação da liderança e negociar carregadores de armamento com outros traficantes, afigurando-se, em tese, como elo financeiro relevante na engrenagem da facção. Ademais, a movimentação de valores vultosos, como os R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) possivelmente arrecadados em nome da organização criminosa, reforça os indícios de envolvimento direto e permanente com o financiamento das ações do tráfico Mototáxi Manguinhos – atua na logística armamentista do grupo, sendo possivelmente responsável pelo transporte clandestino de armas de fogo, inclusive fuzis desmontados, com o objetivo de dificultar a ação policial e assegurar o abastecimento bélico da facção. Ainda segundo a denúncia, há indícios de que ele não se limita ao transporte, mas também comercializa armamentos, tendo, em tese, oferecido 40 carregadores de fuzil, o que, se confirmado, indica sua participação ativa no núcleo operacional e comercial do arsenal da organização. Armeiro Salgueiro – responsável direto pela manutenção e conserto de armamento pesado (incluindo fuzis), supostamente pertencente ao denunciado Jonathan, vulgo “Dom”. Os elementos colhidos na investigação, como áudios, vídeos e mensagens trocadas por aplicativos, indicam que o denunciado atua como armeiro de confiança do tráfico há pelo menos um ano, tendo sob sua responsabilidade um acervo rotativo de armamento de guerra, essencial para manter o poder bélico da facção nas comunidades dominadas. Leda – responsaãvel pelo transporte e guarda de valores em espécie provenientes da venda de entorpecentes, além de gerenciar repasses destinados à chamada “caixinha do tráfico”. Sua eventual ligação com supostas lideranças da facção, como os denunciados Zeus e Xurupita sugere um papel ativo e permanente na estrutura criminosa, não se limitando a atos isolados, mas indicando um comprometimento duradouro com os objetivos ilícitos da facção.JC – atuação direta no comércio ilícito de armas e drogas, em parceria com outros integrantes da organização, incluindo o suposto líder, ora denunciado, “Dom”. Além disso, segundo a denúncia, há indícios de que JC teria solicitado ajuda de “Dom” para a confecção de documento falso, o que reforçaria sua intenção de se ocultar da persecução penal.Locco – Xurupita – é supostamente responsável por transações de grande porte, como a negociação de 100 kg de entorpecentes diretamente com outro possível membro de alta hierarquia da organização criminosa, o denunciado “Dom”. Além disso, há indícios de sua forte inserção na estrutura da facção, com articulação direta na distribuição de drogas

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ se entregaram

A Polícia Militar confirmou a prisão de dois PMs denunciados por suspeita de fazerem parte do ‘Novo Escritório do Crime’, quadrilha de matadores por recompensa que foi alvo de operação do Ministério Público Estadual do Rio na semana passada. Segundo a corporação, os dois policiais se entregaram e estão na Unidade Prisional da PMERJ. São eles Diogo Briggs Climaco e Alessander Ribeiro Estrella Rosa. Um outro PM envolvido no bando, Bruno Marques da SIlva, o Bruno Estilo, já estava preso. As denúncias do GAECO/MPRJ apontam o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes, surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  FONTE: PMERJ e MPRJ

Fumaça preta anunciou novo líder do TCP na Maré

Bandidos do Terceiro Comando Puro (TCP) soltaram fumaça preta na última quinta-feira (15) para anunciar o novo líder da facção no Compleco da Maré para substituir o traficante TH da Maré, morto durante operação do Bope. O novo cabeça é o traficante conhecido Alexandre Ramos do Nascimento, vulgo Pescador agora está à frente da organização. Pescador é considerado extremamente perigoso, com extensa ficha criminal. Ele é acusado por tráfico de drogas, associação criminosa, homicídio qualificado, sequestro, constrangimento ilegal e posse de arma de uso restrito. Ainda segundo investigações, o criminoso é apontado como autor da morte de dois policiais e está foragido da Justiça. Fontes da área de inteligência da segurança pública apontam que Pescador tem um perfil frio, violento e calculista, o que preocupa autoridades quanto à escalada da violência em áreas sob domínio da facção TCP. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Miliciano expôs sua relação com o chefe do ‘Novo Escritório do Crime’: “Quem é inimigo do cara, também é meu”

Um dos denunciados por fazer parte do ‘Novo Escritório do Crime’, o miliciano André Boto expôs sua relação com o chefe do grupo, Thiago Soares Andrade Silva, o Batata ou Ganso. Em áudio captado, Boto disse: Tudo na vida tem um preço, igual eu, particularmente comigo, nego me associa ao “Ganso”, certo? Porque eu sempre levantei o nome do cara, pô, e o pouco que eu convivi com ele sempre tentei aprender algumas coisas com ele… é um cara que é humilde pra c…, que resolve os problemas dele. Então, querendo ou não, eu sempre levantei a bandeira dele… fui beneficiado em várias paradas, certo mano? Aí tipo assim… querendo ou não eu estou com uma certa força na rua, quem for inimigo dele sabe o carinho que tenho por ele, a gratidão que tenho por ele, Eu vou fazer o que? Vou recuar agora? Tá entendendo, mano? É o jogo de xadrez, o crime é complicado pra c… Então, querendo ou não, todo mundo que é inimigo do cara também é meu inimigo, porque nos momentos bons eu também soube desfrutar dele, tá entendendo? Irmão, é complicado pra cacete parceiro. O crime é complicado. Eu tenho ciência que quando eu svagabundo vem na minha direção e eu estou preparado pra isso mesmo, entendeu mané? Eu sou o cara até o final, se o cara falar que dois mais dois é oito é oito, pulo de qualquer altura com ele mesmo e é o crime. É se cuidar parceiro.”. Boto, segundo investigações, atuava no grupo fornecendo os armamentos utilizados na execução de umd das vítimas, ciente de que as armas seriam empregadas nesta ação Ele compartilhava com Batata a gestão de forte armamento utilizado pela quadrilha em suas empreitadas. Preso há alguns, anos, chegou a realizar procedimentos estéticos de harmonização facial para despistar os agentes da lei e, assim, permanecer foragido da Justiça. FONTE: MPRJ

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