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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Viúva de chefão do Alemão (CV) é investigada de ser a suposta mandante de homicídio de homem que teria dado desfalque na quadrilha

A viúva do traficante Dilminho, que era um dos principais fornecedores de drogas para o Complexo do Alemão, é investigada por ser suspeita de ser a mandante do homicidio de Bruno Macedo dos Santos. Bruno trabalhava para o Comando Vermelho  com a incumbência de administrar os bens deixados por Dilminho auferidos por meio da atuação do tráfico de drogas. Segundo a linha investigativa traçada pela autoridade policial, a vítima teria ocasionado um “desfalque” no patrimônio de Dilminho de modo que sua atuação teria atingido, precípua e diretamente, a investigada. Esta, por sua vez, teria relação próxima com a vítima, o que se constatou por meio do IP 901-00249/2023, em que o primo da vítima aponta a investigada como mandante do crime. Os elementos de informação colhidos no inquérito supramencionado apontam, portanto, o envolvimento da investigada com a liderança do tráfico local e seu provável interesse no obito de Bruno. Pelos fatos acima expostos, há suficientes indicativos de que eventuais aparelhos e documentos armazenados na residência da investigada podem contribuir à compreensão dos fatos, sobretudo ao considerar os indícios de que o crime cometido em desfavor da vítima foi previamente ajustado, não se limitando, portanto, à atuação dos executores. Os nomes de dois supostos autores são citados mas não há prisão decretada. FONTE: TJ-RJ

Depois de mais de dois anos do crime, Justiça decretou prisões preventivas de três envolvidos com o TCP suspeitos de um ataque a milicianos no Terreirão que deixou dois mortos e dois feridos

Depois de mais de dois anos do crime, a Justiça decretou essa semana as prisões preventivas de três homens ligados ao Terceiro Comando Puro que promoveram um banho de sangue contra envolvidos com a milícia na comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Na ocasião, duas pessoas foram mortas e outras duas baleadas Constam dos autos que no dia 03 de maio de 2023, por volta das 17h 45min, em frente ao depósito de bebidas “Top Dias”, na Rua Ernesto Trota, nº 35, os criminosos abriram fogo contra Márcio de França Silva e Daniel dos Santos Barbosa, que morreram, e M.E.F.S e G.A.G Márcio, Daniel e G eram envolvidos com a milícia da região e os atiradores eram integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), que tentava tomar o domínio da região. Conforme restou apurado, visando a morte de seus rivais, um dos bandidos, vulgo JP em uma motocicleta, manteve Márcio, Daniel e G sob vigilância e, quando estes pararam no depósito de bebidas “Top Dias”, Ato seguinte, RB, Chibata e Esquilo desembarcaram e efetuaram diversos disparos contra seus rivais, na direção do comércio. Além de atingir seus rivais, os criminosos alvejaram M.E O crime de homicídio contra a vítima Magrinho não se consumou eis que ele, mesmo ferido, conseguiu se evadir do local do fato. Os crimes foram praticados por motivo torpe, eis que decorrente da disputa territorial entre criminosos de facções rivais. Os crimes foram praticados mediante recurso que tornou dificultou ou tornou impossível a defesa das vítimas, eis que foram surpreendidos, dentro de um estabelecimento comercial. Os crimes foram praticados para assegurar a execução e vantagem de crime de tráfico de drogas na região. Os crimes foram praticados com emprego de armas de fogo de uso proibido ou restrito. Envolvido, o criminoso vulgo Esquilo já é falecido. FONTE: TJ-RJ

Maior milícia do RJ estaria tentando uma última cartada para evitar racha

Integrantes da maior milícia do Rio estariam tentando uma última cartada para evitar um grande racha na quadrilha. De um lado estaria Naval.que não pretendia mais faz parte do bando de Zinho. O pessoal de Campo Grande e parte de Paciência estariam com ele. A outra parte é comandada por Martinha Sapatão, Andrey e Mago e reuniria as áreas de Santa Cruz e Sepetiba. Guaratiba estaria neutra. A informação que circula é que os líderes estariam negociando para acabar com essa briga. Os chefes estavam batendo cabeça, brigando pelo poder e por isso começou essa história de racha. A conferir FONTE: Milicia RJ News (Twitter)

Em suposto comunicado do CV, facção diz que quer vingar mortes de bandidos no Juramento

Circula nas redes sociais uma mensagem supostamente do Comando Vermelho que diz que a ordem do traficante Doca é atacar PMs do 41° BPM para vingar as mortes de quatro bandidos hoje pela manhã no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. O jornalista Bruno Assunção afirmou em suas redes sociais, no.entanto, que a postagem é falsa e não existiria nenhuma ameaça de ataques à viaturas da PMERJ porque senão os setores de inteligência da polícia saberiam e que páginas ligadas ao tráfico querem espalhar o caos. A conferir.

Assista cenário devastador deixado pela guerra do tráfico no Morro do Juramento

Paredes cravejadas de marcas de tiros, casas de moradores atingidas, janelas destruídas, veja cenário de guerra deixado pela disputa entre facções criminosas no Morro do Juramento. Os confrontos tiveram até balas traçantes. Os traficantes do CV permanecem dentro do morro mesmo apos as mortes de quatro comparsas. Eles teriam conseguido voltar durante a madrugada, após um intenso confronto com rivais do TCP. Entre os mortos está o homem identificado como DG, também conhecido como Coroinha, apontado como puxador de guerra do Complexo do Alemão.

Confronto no Juramento (CV) teve quatro mortos e um ferido. Todos eram do Complexo da Penha

Segundo a Polícia Militar, os criminosos baleados e mortos na manhã de hoje em Vicente de Carvalho integram o tráfico de drogas do Complexo da Penha e têm ligação direta com os confrontos nas comunidades do Juramentinho e do Morro do Juramento. Durante a abordagem policial, os bandidos — todos armados com fuzis — efetuaram diversos disparos contra a equipe do Batalhão de Irajá. Houve intenso confronto e, após o cessar dos tiros, os agentes localizaram cinco indivíduos feridos no local. Com eles, os policiais apreenderam cinco fuzis com a numeração raspada e uma pistola calibre 9 mm. Os feridos foram conduzidos sob custódia ao Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. No entanto, quatro dos acusados não resistiram aos ferimentos. A localidade do Morro do Juramento permanece com policiamento reforçado em seus principais acessos. Unidades subordinadas ao 1º Comando de Policiamento de Área (1º CPA) apoiam as ações do 41º BPM (Irajá) para conter os confrontos na região. A Subsecretaria de Inteligência da PMERJ atua na identificação das facções envolvidas na disputa territorial no Morro do Juramento, com o objetivo de localizar e prender os responsáveis por levar instabilidade à Zona Norte do Rio de Janeiro. A SEPM segue operando na área com foco central na preservação de vidas e ações voltadas para capturar os envolvidos nessas ações criminosas. De acordo com relatos, criminosos do Morro da Primavera estão no Complexo da Serrinha, em Madureira, fazendo um churrasco com comida e bebida liberadas para comemorar a morte dos integrantes do Comando Vermelho no confronto próximo ao Morro do Juramento. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Homem que estava querendo deixar o tráfico de drogas foi assasssinado em São João da Barra (RJ)

Um homem que estava tentando deixar o tráfico de drogas foi executado na madrugada de hoje, em Atafona, em São João da Barra, no Norte Fluminense. Alexsandro Vieira dos Santos, de 23 anos, foi assassinado a tiros na Comunidade Carrapicho, O jovem estava na casa de uma amiga, quando dois homens o chamaram na frente do imóvel. Ele levou pelo menos 13 tiros. Segundo a polícia, a facção crimnosa não teria aceitado o fato de Alexandre querer largar o crime. FONTE: Imprensa da região

Bonde do CV bateu de frente com a PM no Juramento. Houve confronto e três mortos

Cinco traficantes do Comando Vermelho foram baleados, sendo três deles mortos no local, durante um ataque a policiais militares nas proximidades do Morro do Juramento. Segundo relatos, vários veículos com criminosos seguiam para reforçar o Morro do Juramento, mas o setor de inteligência da polícia já monitorava o grupo. Os policiais, com o apoio de um veículo blindado, conseguiram interceptar um dos carros, e houve confronto. Com os bandidos, foram apreendidos cinco fuzis. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

Soldado do Exército preso confessou que iria vender munições da corporação a traficantes da Serrinha (TCP). Valor seria de R$ 1.200

Leia agora como se deu a prisão do soldado do Exército Josiel Luiz Batalha, suspeito de furtar munições da corporação para vendê-las a traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira. Os autos indicam que, em continuidade das investigações da prisão em flagrante do Allison Gabriel por posse de munição de uso restrito de propriedade das Forças Armadas e Exército Brasileiro, com a finalidade de vendê-las para a Comunidade da Serrinha, conseguiu identificar o custodiado Josiel como coautor. Allison fora preso em 22 de maio de 2025, por volta das 22h40min, na Rua Ouseley com a Av. Brasil-Coelho Neto-RJ, Foram encontradas com ele na ocasião 60 munições calibre 7,62×51. Informa que, inicialmente, o abordado alegou atuar como motorista de aplicativo e desconhecer o conteúdo transportado. Contudo, já na unidade policial, verificou-se que o indiciado mantinha as referidas munições em depósito e havia ajustado sua venda, com auxílio de interposta pessoa ainda não identificada, pelo valor de R$ 1.200,00, tendo sido combinada a entrega na comunidade da Serrinha. A polícia descobriudiversas mensagens entre ele e outros indivíduos negociando a venda e entrega das munições Diante das informações, a Polícia Civil convidou o conduzido Josiel para comparecer à Delegacia e o entrevistou, momento em que ele confessou ter subtraído munições do Exército Brasileiro, em concurso com Alisson, com a intenção de vender para o tráfico da Comunidade da Serrinha. O militar disse que, após a prisão de Alisson, ficou reticente de manter as munições em sua casa, razão pela qual pediu para sua irmã, a conduzida Raquel, levar o material para casa e guardar. Munidos das informações fornecidas por Josiel, policiais civis foram para o endereço marcado pelo conduzido com custodiada Raquel, qual seja, Avenida das Américas, 13.300, Recreio dos Bandeirantes e, no local, os agentes avistaram a irmã de Josiel segurando uma bolsa contendo 107 (cento e sete) munições, sendo 18 (dezoito) munições de calibre 7,62mm, 19 (dezenove) munições de calibre 9mm, 02 (duas) munições de calibre 12 e 68 (sessenta e oito) munições de calibre 5,56mm, todas intactas. Questionada, a mulher confessou estar guardando as munições para Josiel. Tanto Allisson como Josiel são integrantes das Forças Armadas e, valendo-se de tal condição, desviaram quantidade significativa de munições – a maioria de fuzil – com a intenção de vender ao tráfico de drogas. A presa, por sua vez, participou da empreitada ao guardar o armamento bélico em sua casa, com a nítida intenção de evitar a apreensão do material após a prisão de Alisson. FONTE; TJ-RJ

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