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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Ex-traficante do CV que era perseguido, teve a casa invadida e foi agredido junto com sua família por milicianos em Seropédica explanou todo o funcionamento da quadrilha e ainda ajudou a polícia a prender suspeitos

Um ex-integrante do Comando Vermelho que vendia drogas no bairro do Mutirão, em Seropédica, teve sua casa invadida no ano passsdo por milicianos que o agrediram e o ameaçaram de morte caso não fosse embora do município de Seropédica. ]Temendo por sua vida, ele compareceu a delegacia para fazer denúncias contra milicianos e traficantes que agiam na cidade. Ele disse que o Mutirão na época passou a ser dominado pela narcomilícia comandada por Bigode, que foi preso. Esse criminoso havia se unido ao traficante Bicheiro, oriundo da comunidade do Complexo da Maré, pertencente a Facção TCP – Terceiro Comando Puro a venda de drogas fornecida pelo TCP,. A partir daí, o ex-integrante do CV passou a ser perseguido por milicianos. Ele informou os dias e horários que acontecem as extorsõess dos comerciantes locais no município de Seropédica bem como os responsáveis pelo fornecimento de drogas e armas a milícia do Bigode. O vulgo J era o homem de confiança de”Bicheiro (preso)” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes; Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos esticas” (traficantes que vendem drogas em casa); QUE na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “J” era responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas. O braço direito de J era o Gugui, que atuava junatamente com “J” no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;. Guigui, Ligeirinho e Cheio de Dente faziam a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; O homem perseguido se ofereceu a mostrar os locais de atuação da milícia;. Por determinação da Autoridade Policial, foi feito diligências nos locais indicados por ele, que embarcou em uma viatura descaracterizada emcompanhia de um policial civil. Ao chegar ao Km 49 de Serópedíca, ele foi avisado que dois milicianos estariam iniciando os trabalhos de cobrança no comércio local.Ele e um policial abordaram os elementos que estavam fazendo a cobrança no comércio. O colaborador reconheceu um dos narcomilicianos, que também foi reconhecido por comerciantes como integrante da milícia atuando na cobrança.O suspeito estava na companhia de um comparsa , que tentou correr no momento da abordagem policial, sendo alcançado. Os telefones celulares dos autores foram apreendidos e colocado sobre a mesa de um bar no local da abordagem. No local formou-se uma aglomeração de populares e em determinado momento um dos telefones que encontravam-se sobre a mesa foi subtraído.Após a prisão, o colaborador informou onde “J” estaria fazendo o recolhe do dinheiro do tráfico. Munidos desta informação os policiais diligenciaram ao bairro do Peixoto, onde avistaram J “J” em uma motocicleta. Ao ver a polícia, o bandido “, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais; No momento da prisão, “J” confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;. Ele estava portando consigo no momento da abordagem um telefone celular além da quantida de R$ 1.050,00 com notas variadas de valores diversos, conforme a seguir: 02 notas de 50,00 reais, 42 notas de 20,00 reais, 06 notas de 10,00 reais, 08 notas de 5,00 reais e 05 notas de 2,00 reais. Dinheiro todo em notas de baixo valor como é comumente encontrado em bocas de fumo; Ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso, “J” disse que era do recolhe. FONTE: Polícia Civil do RJ

Presa em Itaboraí cuidadora de idosos que tramou a morte do filho da patroa

Uma cuidadora foi presa suspeita de tentar matar o filho de uma idosa. Ela foi capturada em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com os agentes, a autora trabalhava como cuidadora de idosos em uma residência e administrava os recursos financeiros de uma senhora. A vítima, filho desta senhora, após saber que a mãe estava com feridas e sendo mal-cuidada, fez um registro por maus-tratos contra a mulher. Segundo apurado nas investigações, a autora, ao saber do registro policial, contratou um matador de aluguel para assassinar a vítima e contou toda a situação para uma outra profissional, que havia sido contratada para ajudar nos cuidados com a senhora aos fins de semana. Assustada com as circunstâncias, a nova funcionária expôs a situação para a vítima, que foi até a delegacia relatar o caso. Durante as diligências, os policiais foram até a residência da criminosa, onde encontraram e apreenderam cinco aparelhos celulares, televisões de última geração, eletrodomésticos e o cartão de crédito da senhora. As investigações apontaram, ainda, que a autora já vinha subtraindo recursos financeiros da mãe da vítima há um tempo e que todos os produtos foram comprados com o seu dinheiro. Na ação desta segunda, foram cumpridos pelos policiais civis mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra a autora. Ela vai responder pelo crime de tentativa de homicídio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeito de envolvimento na morte de policial da CORE teve prisão preventiva decretada por tentativa de homicídio por ordem de chefão do tráfico em plena rua de Copacabana em 2023

Um dos envolvidos na morte do policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) João Pedro Marquini, o criminoso vulgo Jeffinho do Antares teve a prisão preventiva decretada recentemente por outro crime, que foi cometido em 2023 em plena via pública de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo os relatos da própria vítima, no dia 19 de agosto de 2023, estava caminhando pela Rua Figueiredo Magalhães, esquina com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, quando Jeffinho, que estava na garupa de uma motocicleta, efetuou no mínimo quatro disparos de arma de fogo com uma pistola calibre .40, em sua direção, atingindo-a de raspão na perna direita e no abdômen sendo socorrida pelo Corpo de Bombeiros que a conduziu até o Hospital Miguel Couto. Consta ainda dos autos que a vítima ainda hospitalizado, teria reconhecido de forma inequívoca o autor dos disparos como sendo Jeffinho, oriundo da Comunidade Antares. Ato contínuo, a vítima relata ter sofrido mais duas tentativas de homicídio, registradas na 10ª DP e 12ª DP, e que atribuía tais atentados a Ronaldo Pinto, vulgo “R9”, dono do Morro Tabajaras, que teria ordenado sua morte por vingança, pois teria se negado a fazer parte do tráfico de drogas daquela comunidade. FONTE: TJ-RJ

Promotoria denunciou 27 traficantes que atuam na Ladeira dos Tabajaras (CV). Bando tinha até delivery de drogas

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou à Justiça 27 integrantes do Comando Vermelho, que atuam no tráfico de drogas na Comunidade dos Tabajaras, em Copacabana e Botafogo, na Zona Sul da capital. De acordo com as investigações, o grupo operava de maneira estruturada, com hierarquia definida, divisão de tarefas e uso de armamento pesado, incluindo fuzis e artefatos explosivos, para garantir o controle do território e a segurança dos pontos de venda de drogas. As ações criminosas ocorriam nas proximidades de creches, hospitais e áreas de lazer, colocando em risco a população local. Entre os denunciados estão responsáveis pelo abastecimento e “controle de qualidade” das drogas, pela contabilidade do tráfico, segurança armada dos pontos de venda, logística e até entregadores (“delivery”) de entorpecentes. A atuação da organização envolvia, ainda, ataques a comunidades dominadas por milícias rivais. FONTE: MPRJ

Investigação descobriu uso de quentinhas para a entrega de drogas e celulares em presídios do RJ

Uma investigação da Polícia Civil demonstrou a existência de uma organização criminosa que utilizava “quentinhas” para entregar drogas, celulares e outros ilícitos em presídios do Rio. Hoje, a polícia faz uma operação contra envolvidos neste esquem. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços no Centro, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá e Bangu, na Zona Oeste, Ilha do Governador, na Zona Norte, e Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações se iniciaram a partir de uma prisão em flagrante, em Bangu, realizada em 2023. Na ocasião, agentes da Seap flagraram o motorista de uma van de entrega de quentinhas no interior do presídio Nelson Hungria transportando diversas “quentinhas” adulteradas. Foram apreendidos em seu interior 20 kg de drogas, entre maconha e cocaína, 71 telefones celulares, 19 chips para telefone celular, 96 carregadores de telefone celular, 96 fones de ouvido e três balanças de precisão. Além do motorista, dois agentes da Seap também foram presos por terem facilitado a entrada dos bens. Segundo apurado, os criminosos aliciavam pessoas na empresa que fornecia as marmitas para que não colocassem os lacres corretos na van, deixando-os com o motorista. Depois, o veículo, que deveria seguir diretamente para o presídio, desviava a rota e parava em estabelecimentos para realizar a troca de marmitas boas por adulteradas. O lacre correto era colocado e a van seguia para o seu destino. Nos presídios, policiais penais que estavam em conluio com o esquema criminoso facilitavam a entrada, não realizando as vistorias devidas, permitindo que as quentinhas com drogas, celulares e outros ilícitos chegassem até os presos. A ação desta terça visa obter outras informações sobre todo o esquema criminoso, a fim de robustecer as investigações, bem como identificar todos os envolvidos e rastrear o destino dos valores percebidos durante as operações criminosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Madrugada de guerra no Fubá e Campinho. Traficantes trocaram farpas nas redes sociais

Moradores relataram mais tiros durante a madrugada nos morros do Fubá e do Campinho. Quem sofre é moradores que não tem nada ver com essas guerra. Todo dia, morador não tem um dia de sossego Ninguém aguenta mais ,foi tiro a noite toda e as 4:15h eles resolveram piora os tiros .Ta muito difícil,eu não moro em Cascadura mas aqui de Quintino dá para escutar perfeitamente.Eu não aguento mais acorda com tanto tiro,imagina os moradores que estão 1 semana passando por isso Os bandidos trocam farpas nas redes sociais. Os traficantes do CV postaram que mataram 1 membro do TCP na região,. Por outro loado, o criminoso conhecido como Atentado postou que os comparsas do TCP mataram três membros do CV. Os comentários das redes são que o traficante ‘Zé Brote’ da Tropa do Corinhtinas (TCP) que estava apoiando a facçãono Fubá foi baleado na guerra. Outros Relatos dizem que um Tal de Mateus do CV foi baleado Também. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Madureira RJ News (Facebook)

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

Milícia cobraria taxa de 80 reais de luz no Catiri

Segundo denúncias publicadas em redes sociais, a milicia comandada por Montanha que atua na comunidade do Catir, em Bangu, teria começado a cobrar taxa de luz de todos os moradores que tem gato de luz no local. Eles teriam que pagar 80 reais. Informações apontam que a milícia também aumentou a taxa das vans que rodam na região. O motivo da milícia do Montanha com essas taxas novas é arrecadar mais dinheiro para financiar e a guerra contra o Comando Vermelho (CV) que acontece há muito Tempo Outros relatos dizem que a taxa de luz já é cobrada desde o ano passado na comunidade. FONTE: Milícia Rj News (Twitter/X)

Preso em SP chinês acusado de matar jovem de 18 anos e dar corpo a cães

O autor do feminicídio de Marcelle Julia Araujo da Silva, de 18 anos, foi preso hoje em Carapicuiba, São Paulo. Trara-se do chinês Xhaohu Qiu, o Xau. O corpo da vítima foi encontrado no sábado (14/06), em uma residência, na comunidade Beira Rio, no bairro da Pavuna, Zona Norte do Rio. De acordo com as investigações, ela estava desaparecida desde a madrugada de quinta-feira (12/06). O cadáver foi encontrado em uma casa desocupada, enrolado em uma lona azul e parcialmente devorado por cães. O imóvel pertence ao principal suspeito, llum homem de ascendência chinesa, que fugiu do local. magens de câmeras de segurança registraram a vítima chegando ao imóvel de bicicleta e, horas depois, o homem saindo com um carrinho coberto por uma lona semelhante à que envolvia o corpo. Desde a localização do corpo, o autor vinha sendo procurado. As equipes da DHC realizaram diversas diligências e conseguiram apurar que ele tinha se deslocado para o estado de São Paulo. Imediatamente, a Polícia Civil paulista foi contactada para auxiliar na captura. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Operação para prender envolvidos na morte de policial de elite tem um morto na Zona Sul do Rio

Seis suspeitos foram.presos e um morreu em uma operação para cumprir mandados de prisão preventiva contra investigados pelo latrocínio contra o agente da Core João Pedro.Marquini. A ação ocorreu na Comunidade dos Tabajaras, na Zona Sul do Rio. Os alvos atuam em uma organização criminosa responsável pela distribuição de drogas e controle territorial armado da localidade. As investigações apontam que o grupo possui uma estrutura hierárquica, com funções divididas entre os gerentes, contadores e seguranças armados dos pontos de venda. FONTE; Polícia Civil do RJ

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