Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Chefão do CV preso este ano mandou instalar gatonet em Jardim América e Cordovil

O traficante conhecido como Nico, que comanda da cadeia comunidades no Jardim América e Cordovil, dominadas pelo Comando Vermelho, mandou instalar rede clandestina de sinal de televisão (gatonet) em seus redutos. O serviço descoberto pela polícia em julho funcionava há pelo menos três meses. No mês passado, a polícia fez o flagrante de um suspeito no momento em que estava em cima de uma escada, em posse de um medidor de sinal que serve para verificar a estabilidade da rede clandestina. Outros dois estavam em uma motocicleta Honda, cor vermelha, placa LUS 6J57, auxiliando o primeiro No interior de um veículo Chevrolet Vectra, de propriedade de um dos envolvidos, havia diversos materiais que se destinam a manutenção do sinal clandestino de TV , a saber: 02 (dois) rolos de cabo coaxial, 05 (cinco) amplificadores de sinal de TV e 18 (dezoito) divisores de sinal. Adilson Gomes da Hora Júnior, o Nico, de 48 anos, é o chefe do tráfico de drogas da Favela Furquim Mendes, no Jardim América, e também do Dique, Tinta e Dourados, e havia herdado o controle da favela de Furquim Mendes após a queda de Elias Maluco, ex-chefe da região que se svicidou em uma penitenciária federal em 2020. Desde então, Nico consolidou sua posição na hierarquia do CV. Considerado pela Polícia Militar como um criminoso de alto risco, Nico também é acusado de liderar o grupo responsável pela m0rte do Tenente Marcos José Oliveira de Amorim, assassinado em 31 de janeiro de 2025 durante operação policial na comunidade de Furquim Mendes. Além disso, sua quadrilha é investigada pelo h0micídio do Tenente-Coronel Carlos Vidal Martin da Silva, morto em 25 de fevereiro deste ano, durante tentativa de roubo no Jardim América.

Dois homens foram executados em Campos (RJ) nas últimas horas com requintes de crueldade

Dois homens ainda não identificados foram executados com requintes de crueldade em bairros distintos de Guarus, distrito de Campos dos Goytacazes, entre a noite de ontem (1º) e a madrugada de hoje (2). Uma das vítimas foi achada dentro da mala de um carro, com perfurações supostamente provocadas por pistola calibre 9mm, no Parque Santa Rosa. Já na Codin, um homem teve mãos e pés amarrados antes de ser executado com diversos tiros na cabeça. Nenhum suspeito da autoria dos crimes foi preso até agora.

Traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias tem outros homicídios pelas costas. Justiça confirma que ele manda em atirar em policiais

Apontado como mandante do ataque que deixou uma criança morta em Duque de Caxias, o traficante Bochecha Rosa ou BX é réu em quatro processos por homicídios abertos no ano passado. Uma das vítimas foi Pedro Henrique de Almeida Silva, morto em 15 de setembro de 2023. As outras foram Marlon Luiz Saué e Marcos Paulo Santos Saué Os processos revelaram ainda que BX determinou que seus subordinados  alvejassem quaisquer policiais que tentassem adentrar a comunidade para a repressão das atividades que ali desenvolviam. Em junho de 2022, seus soldados por exemplo efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais militares. Os crimes de homicídio  não se consumaram por razões alheias às suas vontades, haja vista que, por erro de pontaria, as vítimas, que repeliram a injusta agressão, não foram atingidas. BX controla  as comunidades da Mangueirinha, Corte Oito, Santuário Sapo,  Lagoinha, Morro da Favelinha de Caxias (Escadão, Curva da Morte, J. Seabra e Caixa D ́água) e do São Pedro,região conhecida como Complexo da Mangueirinha. O bando conforme restou apurado, espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo, subjugando moradores daquelas localidades, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas ilícitas a partir da prática de atividades criminosas como homicídios, roubos, extorsões, porte ilegal de arma de fogo, sequestro, tortura, tudo isso utilizado como meio de assegurar a continuidade da atividade central, qual seja, o tráfico de drogas.BX  quem autorizava ou proibia os roubos na região da Mangueirinha, bem como ordenava a execução de desafetos. Determina também a colocação de barricadas nas vias de acesso. Um vídeo gravado no interior da Comunidade do Corte Oito, onde é possível verificar homens armados com pistolas e fuzis, ostentando o poderio bélico de umas das Comunidades que formam o Complexo da Mangueirinha. Em tal vídeo observa-se uma aglomeração de pessoas, provavelmente em um baile funk no interior da comunidade, onde se vê no palco um homem cantando, cercado de criminosos fortemente armados com pistolas com carregadores alongados e fuzis com lunetas. Da audição dos áudios, extrai-se: “… mano”Bochecha… é o chefe pelos “crias” e os “crias” pelo chefe… nós vai pula na alta p… é o Bonde do “Bochecha… o elenco tá em campo, o” BX “convocou soldado perigoso preparado pro caô, seleção do Corte oito.”

Traficantes fecharam ruas com ônibus atravessados em Niterói para bloquear ação da PM

Tarde e noite de medo na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói .Traficantes atravessaram ao menos dois ônibus nas ruas para bloquear a ação da PM, após operação na comunidade Nova Brasília. A Avenida João Brasil e a Rua Dr. March foram interditadas. Segundo moradores, motoristas fugiram em marcha a ré sob rajadas de tiros. Quem vive em bairros vizinhos, como Venda da Cruz e Morro do Castro, também relatara disparos. Segundo o comandante do 12º BPM, coronel Leonardo de Oliveira, a operação começou após denúncia de homens armados. Houve confronto, mas ninguém foi preso . Às 19h20, a PM liberou as vias. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comandante do 12º BPM (Niterói), na sexta-feira (01/08), policiais militares realizaram uma operação na Comunidade Nova Brasília, no bairro Engenhoca, em Niterói, após denúncia de tráfico de drogas. No local, os agentes foram atacados a tiros por criminosos, e houve confronto. Durante a ação, suspeitos utilizaram dois ônibus para interditar, em dois pontos distintos, a Rua Dr. March, no bairro Tenente Jardim. O policiamento segue intensificado na região e a regi foi estabilizada.

Preso homem de guerra da quadrilha de traficantes da Serrinha (TCP)

A polícia prendeu agora de noite o traficante vulgo Rugal do Complexo da Serrinha, em Madureira. O bandido era homem de guerra dos traficantes do TCP e envolvido em várias disputas de território no Rio. Ele foi pego na Avenida Pastor Martin Luther King Junior. Rugal gostava de exibir o poderio bélico da quadrilha nas redes sociais e teve até queima de fogos pelo seu aniversário

Polícia matou três traficantes em confronto em São Gonçalo. Um deles havia mandado incendiar viatura

Policiais civis da 72ª DP (São Gonçalo) neutralizaram, nesta sexta-feira (01/08), a liderança do Comando Vermelho que atua na Comunidade da Força, em São Gonçalo. O narcoterrorista, conhecido como G da Força, ordenou o incêndio criminoso que atingiu uma viatura da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São Gonçalo, em outubro de 2024. Ele estava acompanhado de cinco seguranças. Destes, dois também morreram no confronto e três foram presos em flagrante. Com o bando, foram apreendidos dois fuzis, pistola, drogas e duas motos. A operação ocorreu após levantamento de informações de inteligência, investigação e monitoramento.   Na semana passada, durante ação da delegacia contra o mesmo grupo, o chefe do Morro do Querosene, também naquele município, foi morto em confronto com os agentes. Ele era braço direito do narcoterrorista mandante do crime e atuava como segurança dele. De acordo com as investigações, o ataque à viatura foi uma represália à prisão de 10 traficantes da Comunidade da Força, em uma ação da 72ª DP para combater roubos de veículos na região. O crime ocorreu durante a madrugada, horas depois da operação. Segundo os policiais, o alvo dos bandidos era o veículo da distrital. No entanto, incendiaram a viatura da Deam, que estava estacionada na frente da edificação, onde funcionam ambas as delegacias. Desde então, diligências ocorrem a fim de localizar e prender os envolvidos. O Setor de Inteligência da 72ª DP fazia o monitoramento do grupo.Nesta sexta, após intenso trabalho de investigação, o narcoterrorista foi interceptado no momento em que chegava à Comunidade da Força, em um comboio de motos. Os criminosos atacaram os policiais civis e houve confronto. Além dos três neutralizados, um dos presos ficou ferido e está internado em unidade hospitalar sob custódia. Um dos fuzis apreendidos ostenta a letra G, em alusão ao vulgo do líder da facção que morreu na ação.

Polícia Civil esclarece ocorrência em Caxias em que barbeiro foi baleado Agentes foram atrás de traficante do CV que comandou ataque à delegacia, foram recebidos a tiros por bandidos e houve confronto

A Polícia Civil esclareceu a ocorrência em Duque de Caxias em que um barbeiro foi baleado. Segundo relatos, após informações de inteligência apontarem a presença do narcoterrista Joab da Conceição Silva, uma das lideranças do Comando Vermelho e responsável pelo ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), no bairro Cangulo, em Duque de Caxias, equipes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) realizavam diligência no local, quando foram atacadas por criminosos. Houve confronto e, após a estabilização do terreno, manifestantes atacaram as viaturas e impediram, inclusive, que os policiais prestassem socorro aos feridos. Um deles é integrante da facção, possui diversas anotações criminais e participou da troca de tiros com os agentes. Ele foi identificado e preso no Hospital Adão Pereira Nunes, onde está sob custódia. Uma segunda pessoa (o barbeiro) também foi atingida e está na mesma unidade de saúde. Diligências estão em andamento para averiguar o eventual envolvimento com o tráfico local. Um terceiro indivíduo, traficante da região, não deu entrada naquele hospital de referência da região até o momento, e buscas seguem para localizá-lo. Na ação, foram apreendidos uma pistola, um simulacro de arma de fogo, drogas e um rádio transmissor. O preso foi autuado em flagrante por tráfico, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e resistência qualificada. A Desarme instaurou inquérito para apurar o crime de tentativa de homicídio qualificado, contra agente de segurança.

MC Poze disse que iria matar ex-empresário torturado e que iria jogar corpo no rio, aponta denúncia

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, MC Poze do Rodo disse que iria matar seu ex-empresário e jogar o corpo no rio, mas não o fez porque um dos presentes intercedeu pela vida da vítima. O cantor ainda falou que era para esquentar um ferro elétrico para queimar o rapaz. A vítima ficou desesperada e chegou a desmaiar na cozinha. Um dos envolvidos nas agressões, vulgo Gabigol o levou até o hospital. O agredido falou que acredita que foi torturado por cerca de duas horas e meia a três horas na sala da residência de MC Poze. Temendo por sua vida, o ex-empresário não contou a verdade no hospital, ao buscar atendimento, e informou no nosocômio que as lesões eram decorrentes de uma queda na escada. O ex-empresário contou que no dia seguinte à comemoração do aniversário do cantor na , teve um desentendimento com Poze, na presença de outros indivíduos, a respeito de uma joia de propriedade do músico (bracelete). Poze desconfiou que o declarante havia furtado a joia. Em razão da desconfiança, o cantor mudou o comportamento; que passaram a discutir, e Poze o mandou ir embora, o que disse que faria somente após ser revistado; Em determinado momento, na sala de estar da casa do funkeiro, este disse “pode pegar”, momento em que diversos homens que estavam no local passaram a agredir o rapaz com socos e pontapés; que após alguns minutos, Poze mandou parar. Em seguida, o cantor disse para alguém pegar uma “perna de três”, pedaço de madeira com três pregos na ponta, para com o instrumento agredir o declarante; Então, Loirinho, Leo, Tiza, Casca e Richard lhe agrediram, juntamente com os indivíduos “Di Gato e Gordinho ainda não reconhecidos. Poze comandou a tortura, determinava aos outros que batessem no declarante, e lhe queimou com cigarros acesos no pescoço, cabeça e região peitoral, e no interior do ouvido, dizendo que o deixaria surdo; que teve lesões decorrentes de pauladas e pregos nos braços direito e esquerdo, e também nas mãos esquerda e direita; que teve o braço fraturado por uma paulada desferida por Tiza que também sofreu diversos golpes de pauladas, socos e pontapés na região dorsal, costelas e pernas, o que lhe causou dificuldades de respirar e se locomover. FONTE: TJ-RJ

Ataque a barbearia deixou baleados em Caxias

Por volta das 16h de hoje, supostos PMs a paisana em um veiculo descaracterizado chegaram atirando em uma barbearia e duas pessoas foram baleadas, uma delas um barbeiro O crime ocorreu na localidade de Ana Clara, em Saracuruna, Duque de Caxias. Segundo relatos dos moradores os atiradores abriram fogo contra um grupo de jovens em uma barbearia, O trabalhador baleado foi socorrido por populares. Nào há informações sobre o estado de saúde do barbeiro.

MC Poze do Rodo é acusado de torturar seu ex-empresário com arma artesanal feita de madeiras e pregos e queimaduras com cigarro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu denúncia contra o músico Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido como “MC Poze”, e outras nove pessoas, pelos crimes de tortura e extorsão mediante sequestro praticados contra seu ex-empresário, em fevereiro de 2023. O MPRJ também requereu a decretação da prisão preventiva de sete denunciadosSegundo a denúncia, a vítima foi submetida a intensas agressões físicas e psicológicas na residência de MC Poze, em Vargem Grande, com o objetivo de forçar uma confissão sobre a suposta subtração de parte de uma pulseira de ouro. Mesmo após a devolução do objeto, o homem foi mantido em cárcere privado por aproximadamente uma hora e meia, durante a qual sofreu socos, chutes, queimaduras com cigarros acesos e golpes com uma arma artesanal feita de madeira e pregos. Ainda segundo a denúncia, as agressões foram cometidas de forma coordenada, com participação ativa de diversos envolvidos, e resultaram em fraturas, lesões extensas e deformidades permanentes, conforme comprovado por laudo pericial. A investigação conduzida pela 42ª DP (Recreio) revelou ainda que três dos denunciados, mesmo tendo presenciado direta ou indiretamente os atos de violência, prestaram falso testemunho em sede policial, negando os fatos e tentando eximir os demais da responsabilidade criminal. Por essa conduta, o MPRJ também os denunciou por crime contra a administração da Justiça.A Promotoria destacou na peça acusatória que os crimes foram praticados com extrema violência e requintes de crueldade, com nítida intenção de exercer justiça privada. A denúncia foi ajuizada no dia 24 de julho, perante a 11ª Vara Criminal da Capital. Processo nº º 0813470-57.2023.8.19.0001.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima