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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Casal foi assassinado em Muriqui

Um crime chocou moradores de Muriqui na manhã desta quarta-feira, 25 de junho. Um casal identificado como Patrick e Larissa foi assassinado em circunstâncias ainda não esclarecidas. O casal deixou as crianças no colégio e após isso foram surpreendidos com muito tiros agora pela manhâ Populares relataram momentos de tensão e correria no local. As autoridades foram acionadas e já investigam o caso para apurar autoria e motivação do duplo homicídio. FONTE: Notícias Rio 24h (,Whatsapp)

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Justiça mandou soltar genro do chefão da milícia que estava em moto da onde saiu tiro que atingiu menino de sete anos na Taquara. Suspeito confirmou que disparo que alvejou criança foi feito por soldado de grupo paramilitar por conta de aproximação de carro

A Justiça maA Justiça mandou soltar PQD, genro do miliciano Nem da Malvina, chefão do grupo paramilitar que age na Taquara, que estava em uma moto da onde saiu o tiro que atingiu um menino de sete anos que voltava da igreja no domingo de Páscoa. PQD em depoimento disse que na ocasião estava saindo da Invasão indo em direção à Malvinas. Ele pilotava a moto e na garupa estava seu colega da Malvinas, também soldado da milícia, de nome Erick Segundo ele, quando sairam da Invasão um veículo, um SUV Tucson de cor preta, passou a perseguir a motocicleta, e então, em determinado momento ele e Erik se assustaram, acreditaram que poderia ser um ataque de inimigos contra eles; Então, Erik fez um disparo com a arma de fogo em direção a essa SUV. Somente mais tarde, PQD tomou conhecimento de que o tiro disparado acertou uma criança que caminhava pela rua. PQD disse que Erik é morador de Nova Iguaçu e sua família é de lá, mas esta formando da milícia da Malvinas. Salientou que o disparo de arma de fogo que foi feito por Erik, em direção à SUV, e não era destinado para a criança, que foi atingida por acidente;. FONTE: TJ-RJ

TCP soltou balão em homenagem a traficante morto em explosão de granada. VIDEO

Criminosos do TCP soltaram um balão em homenagem ao traficante Capetinha ou Pimenta, responsável pelas investidas da facção no Morro do Juramento (CV), em Vicente de Carvalho. Pimenta e mais 2 comparsas morreram dentro de uma casa no Morro da Primavera (TCP), em Cavalcanti, após uma granada explodir enquanto eles dormiam. FONTE: Bau do Rio OFC (Telegram)

Policiais civis suspeitos da morte do adolescente João Pedro em São Gonçalo irão a júri popular

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) obteve na Justiça a aceitação do recurso apresentado para que os policiais civis envolvidos na morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto sejam julgados por júri popular. A decisão unânime foi proferida, nesta terça-feira (24/06), pelos desembargadores da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. João Pedro foi morto em maio de 2020, durante uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. As investigações apontaram que o tiro que matou o adolescente de 14 anos partiu da arma de um policial. O GAESP/MPRJ denunciou os policiais civis Mauro José Gonçalves, Maxwell Gomes Pereira e Fernando de Brito Meister por homicídio duplamente qualificado. Segundo a denúncia, os acusados assumiram o risco de matar um inocente ao efetuarem disparos em direção a uma residência com vidros espelhados, sem visibilidade de quem estava no interior. O documento também ressaltou que a perícia da própria Polícia Civil não comprovou que houve disparos vindos de dentro da casa, afastando a hipótese de legítima defesa por parte dos agentes. FONTE: MPRJ

PCC tem mais de 2.000 membros, entre presos e soltos, em 28 países. Confira o quantitativo por nação

Relatório do Ministério Público de São Paulo aponta que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital tem 2.078 membros em 28 países sendo 986 soltos e 1092 presos. Países europeus como Inglaterra, Itália, Alemanha, França, Holanda, Turquia, Espanha, Sérvia, Bélgica, Portugal, já registraram a presença do PCC assim como o Japão e o Líbano. O Paraguai é o país de fora que contaria com mais participantes da facção: 699, seguido da Venezuela, com 656. Veja o quantitativo por país. FONTE: MPSP

TCP atacou o Juramento (CV) durante a madrugada

Traficantes do TCP deram um baque nessa madrugada no Morro do Juramento (CV), em Vicente de Carvalho,. Foi relatado intenso tiroteio. Os invasores e picharam algumas localidades da comunidade com alusão ao traficante Lacosta ou Salomão, dono do Complexo da Serrinha (TCP.) Um traficante do CV gravou um vídeo debochando dos rivais dizendo que eles foram lá só para pichar e chamou o bandido Coelhão para a guerra. Agora de tarde voltou a ter tiros no Juramento. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Após ameaça de traficantes, empresa de ônibus está usando garagem de outra firma na Zona Norte do Rio

A Viação Vigário Geral está utilizando a garagem da Viação Nossa Senhora de Lourdes, na Penha, devido a ameaças de traficantes a seus funcionários. A garagem da Viação VG, localizada em Vigário Geral, enfrenta dificuldades operacionais por estar em área dominada por criminosos. A Viação Nossa Senhora de Lourdes está oferecendo apoio para garantir a segurança dos colaboradores e a continuidade do atendimento. O sindicato Rio Ônibus confirmou que a mudança se deve à situação de criminalidade na região. FONTE: Apuração BR News (Whatsapp)

Aluna foi baleada dentro de uma escola na Zona Norte do Rio

Uma adolescente de 14 anos foi atingida por um tiro na barriga, quando estava dentro de uma escola na Avenida Dom Hélder Câmara, em Maria da Graça, Zona Norte do Rio. Ela estava no recreio quando foi baleada e foi socorrida. A Assessoria de Impensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na manhã desta terça-feira (24/06), policiais militares do 3° BPM (Méier) foram acionados para checar informações sobre a entrada de uma vítima de disparo de arma de fogo, no Hospital Municipal Salgado Filho, no bairro do Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, o fato foi confirmado pelos policiais. A vítima foi atingida em uma instituição de ensino, no bairro de Maria da Graça. Cabe informar que não havia operação ou ocorrência policial a cargo da PMERJ no momento em que ela foi atingida. A ocorrência ficou a cargo da 23ª DP (Méier). FONTE: Fogo Cruzado RJ e PMERJ

Relatório da Justiça explica como funciona os 12 setores da quadrilha do contraventor Adilsinho, especialista em produção de cigarros

Segundo investigações da Polícia Federal, a quadrilha do contraventor Adilsinho é dividida em vários setores 1-Patrões – estão no topo da hierarquia, auferem os maiores lucros e dão as principais ordens 2) assessores, responsáveis por coordenar as atividades administrativas e burocráticas, como realizar pagamentos e transferências em favor do patrão e sua própria família, normalmente por pessoas interpostas (3) gerentes de fábricas, responsáveis por coordenar os locais em que os cigarros são fabricados e falsificar os documentos que instruem a fabricação e o comércio do falso cigarro (como embalagens), bem como custeiam as despesas das fábricas e dos alojamentos dos trabalhadores escravizados, mantêm em depósito os produtos dos crimes, fornecem maquinário, insumo e matéria-prima; (4) comerciantes, são os responsáveis pela venda de cigarros aos consumidores finais, por meio de empresas interpostas; (5) fornecedores de bens e insumos, a quem incumbe fornecer insumos, maquinários, matéria-prima e imóveis que permitem a instalação e operação das fábricas clandestinas e a consequente produção de contrafeitos; (6) pistoleiros, que ficam a cargo da segurança patrimonial e pessoal do patrão, bem como seguem as ordens do líder ou dos assessores para assassinar alvos previamente definidos; (7) agentes públicos, que se valem de seus cargos públicos para executar e garantir o proveito dos crimes praticados pela malta criminosa;(8) os lavadores, responsáveis pelo branqueamento do capital adquirido ilicitamente (9) operadores, a quem incumbe operar a comercialização dos cigarros clandestinos, promovendo o depósito e comércio da mercadoria ilícita e recebendo os valores provenientes de sua comercialização, bem como distribuindo-os aos demais integrantes da organização; 10) traficantes de pessoas, que aliciam e recrutam estrangeiros, mediante fraude, grave ameaça e abuso, para que sejam submetidos a trabalho em condições análogas à escravidão; (11) transportadores, a quem compete transportar os insumos e mercados falsificados; (12) algozes, responsáveis por submeter os trabalhadores a regime de escravidão, valendo-se do uso de arma de fogo e restrição de liberdade.Diante da elevada sofisticação da organização criminosa, que, mesmo com outraS investigações pretéritas, continuou plenamente suas atividades ilícitas, promovendo fábricas clandestinas de cigarros e arregimentando paraguaios para trabalhar em condições análogas à de escravo. Com efeito, não bastasse a busca e apreensão feita em 20/03/2023, em que foram resgatados 19 paraguaios em uma fábrica em Duque de Caxias outra fábrica que operava sob idêntico modus operandi já havia sido desmantelada em 08/07/2022, ocasionando a libertação de 15 paraguaios, o que indica que possivelmente era o mesmo grupo criminoso que estava por trás dessas atividades clandestinas. Além disso, a organização criminosa conta com policiais e outros agentes públicos corruptos (inclusive, há suspeitas de que a subtração das máquinas de fabricação de cigarros do galpão da Cidade da Polícia esteja relacionada ao mesmo grupo), o que demonstra o enraizamento da organização criminosa dentro do próprio aparato repressivo do Estado, e, assim, demanda atitudes mais enérgicas para fazer cessar a atividade criminosa, a fim de garantir a ordem pública. No caso específico dos autos, foram desmontadas, inicialmente, duas fábricas clandestinas de cigarro com uso de mão de obra de cidadãos paraguaios em regime análogo ao da escravidão e, mesmo após essas operações, a suposta Organização Criminosa não desistiu da empreitada, pelo contrário, montou novas fábricas, como a que foi desmontada recentemente em Paty de Alferes. Rememore-se que, quando do início da investigação, maquinários foram apreendidos e alienados judicialmente, porém, antes de serem entregues, foram furtados da Cidade da Polícia onde estavam acautelados e levados para outras fábricas clandestinas. Some-se a isso que, em julho de 2024, sobreveio abordagem policial em uma terceira fábrica clandestina de cigarros, situada na Fazenda Pilão, em Paty do Alferes/RJ, ocasião em que a Polícia Militar flagrou trabalhadores paraguaios produzindo cigarros falsificados, seguido de confronto armado iniciado por atirador integrante da Organização Criminosa, que conseguiu fugir do local. Importante salientar, ainda, que, após o resgate dos trabalhadores, foi narrado o processo de cooptação e integralização idêntico aos narrados pelos trabalhadores encontrados nas fábricas desmontadas nos anos anteriores, bem como foram apreendidos material, maquinário, veículos e cigarros, sendo estes com o mesmo código de barras daqueles encontrados nas duas fábricas clandestinas em Duque de Caxias/RJ, em 2022 e 2023. Veja-se que, conforme ressaltado anteriormente, a quadrilha segue na produção clandestina de cigarros, mesmo após diversas abordagens e desmonte de fábricas, inclusive furtando maquinário custodiado na sede da Polícia, o que ressalta a gravidade da alteração do procedimento e, obviamente, a intenção de seguir na prática dos delitos. FONTE: Justiça Federal RJ

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