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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

PM foi morto em confronto em Barra Mansa

Um PM foi morto na noite de ontem durante uma operação em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Ele foi identificado como o soldado Felipe dos Santos Amaral, 32. Ele foi atingido por disparos de fuzil durante confronto com criminosos fortemente armados. O policial chegou a ser socorrido para a Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi baleado ao menos cinco vezes. Na mesma ação, morreu um homem de 42 anos apontado como um dos chefes do crime organizado na região. Informações de inteligência indicam que ele preparava, com outros dez suspeitos, um ataque contra uma facção rival. Ele havia sido beneficiado recentemente por uma saidinha e não retornou à cadeia. Dois adolescentes foram apreendidos e quatro homens presos. Outros três conseguiram fugir. Entre os materiais apreendidos estavam uma granada, duas pistolas, dois revólveres, uma réplica de pistola, três carregadores, 12 celulares e 90 munições.

Condenada a 53 anos de prisão mulher que matou grávida em Macaé e retirou o bebê do ventre da vítima

Priscila Torquato da Silva foi condenada a 53 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado contra Pâmela Ferreira Andrade Martins, grávida de oito meses, pelo homicídio do bebê que morreu horas após ser retirado do útero materno, além do crime de dar parto alheio como próprio (art. 242 do Código Penal). O crime ocorreu em março de 2021, na comunidade Nova Holanda, quando Priscila atraiu Pâmela até sua residência e, com extrema violência e frieza, utilizou uma arma branca para dilacerar o abdômen da vítima, ainda viva, a fim de retirar o bebê de seu ventre. A acusada pretendia apresentar a criança como se fosse seu filho, após ter mentido a familiares e conhecidos que estaria grávida. A sustentação oral em plenário foi realizada pelos promotores de Justiça Bruno Bezerra e Matheus Rezende, integrantes do grupo, com o apoio do promotor de Justiça André Luiz Miranda, titular da Promotoria de Justiça Criminal de Macaé, responsável pelo caso.  Durante os debates, os membros do GAEJURI/MPRJ destacaram a brutalidade do crime e os danos irreparáveis causados à família. Ressaltaram que o homicídio ocorreu na presença do filho de apenas dois anos de Pâmela, que presenciou a cena e até hoje sofre graves consequências psicológicas. Também lembraram que o avô materno da vítima chegou a tentar o suicídio em mais de uma ocasião em razão do trauma, enquanto o filho sobrevivente, atualmente com seis anos, enfrenta dificuldades de comunicação e necessita de acompanhamento psicológico e fonoaudiológico. “A sentença reconhece a gravidade extrema deste crime bárbaro e reafirma o papel do Ministério Público na defesa intransigente da vida. Embora a defesa e a Defensoria Pública do Estado tenham buscado reduzir a pena com base em atenuantes como a menoridade relativa e a confissão espontânea qualificada da ré, o GAEJURI/MPRJ atuou de forma firme para assegurar a responsabilização integral e oferecer uma resposta justa à sociedade diante de tamanha crueldade”, afirmou a coordenadora do GAEJURI/MPRJ, Simone Sibilio, destacando que o grupo acompanhou os familiares da vítima desde a entrada no caso até a leitura da sentença. Diante das evidências apresentadas, o Conselho de Sentença acolheu os pedidos do MPRJ, reconhecendo a materialidade, a autoria e as qualificadoras descritas na denúncia, concluindo que o crime foi praticado com meio cruel, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Tiroteio em Caxias fechou estação de trem

Terror em Duque de Caxias. Traficantes do Corte Oito atacaram policiais civis que estavam em operação e a estação ferroviária do bairro teve que ser fechada. A circulação dos trens chegou a ficar assim A circulação no ramal Saracuruna ficará da seguinte forma: Central do Brasil <-> Duque de Caxias Gramacho <-> Saracuruna Em função de tiroteio nas proximidades da estação Corte Oito. Os agentes realizam, nesta sexta-feira (22/08), a “Operação Tríade” contra o tráfico de drogas e homicídios e visando à recuperação de veículos e cargas roubados na localidade. No interior da comunidade, além do deslocamento aos alvos de mandado de prisão pendente, as equipes policiais puderam verificar pontos indicados para venda e armazenamento de entorpecentes e presença de traficantes armados. Três criminosos foram presos, incluindo o gerente do tráfico da localidade. Dois fuzis, munições, drogas e uma moto clonada apreendidos. Foram identificados locais de desmanche de veículos, depósito de cargas roubadas e pontos de venda e armazenamento de drogas.

CHACINA DE ANCHIETA: Denunciado como mandante, traficante que era um dos frentes do Chapadão (CV) na época foi impronunciado e não incluído no júri popular

Segundo as investigações iniciais, o traficante apontado como o mandante da chacina em Anchieta em 2020 que terminou com as mortes de cinco pessoas e outras sete feridas seria o de vulgo WL, que era o frente na época da comunidade Final Feliz, no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, área do Comando Vermelho. WL chegou a ser denunciado pelos crimes mas foi impronunciado (ou seja não foi incluído no júri popular) Segundo a denúncia, WL tera determinado a comparsas que fizessem um ataque na festa junina que ocorria no “condomínio Jamaica”, visando à morte de Kevin Cristian de Oliveira Miranda Flora (vulgo Desenho) e outros bandidos rivais, integrantes do tráfico de entorpecentes da comunidade “Ás de Ouro”, ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro. Os bandidos desembarcaram de veículos e ingressaram na rua onde a festa ocorria, oportunidade em que efetuaram disparos de arma de fogo contra as pessoas que ali se encontravam. Testemunhas disseram ter visto os condenados efetuando disparos contra as pessoas na festa usando fuzis e um menor de idade dando cobertura.Na época, o CV buscava angariar mais poder e domínio na Comunidade Ás de Ouro. Uma das vítimas da chacina foi Rayane Cardoso Lopes, de apenas dez anos.

Traficantes foram condenados a mais de 380 anos de prisão por chacina em Anchieta em 2020

A Justiça do Rio condenou dois traficantes que mataram cinco pessoas e feriram outras sete durante uma festa junina no Condomínio Jamaica, em Anchieta. Rhuam Roberto Ferreira Bourrus, vulgo “RH”, foi condenado a 155 anos e três meses de prisão, e Carlos Henrique Baraúna dos Santos, o “Kayke”, a 229 anos e três meses. De acordo com a denúncia, no dia 28 de junho de 2020, os moradores do condomínio confraternizavam durante uma festa junina, realizada na Rua Ernesto Vieira, em Anchieta, quando foram atacados pelos criminosos. Integrantes de uma organização criminosa, Rhuan, Carlos Henrique, Jonathan Alves Pereira da Silva, e um menor de idade, teriam recebido a ordem de atacar os frequentadores da festa junina, visando a morte de Kevin Cristian de Oliveira Miranda, o “Desenho”, que chefiava o tráfico na comunidade “Ás de Ouro”, dominada por outra facção rival. Na invasão ao condomínio, foram mortos Antonio Marcos Barcellos Pereira Júnior, Ian Lucas Soares Gomes, Josué de Oliveira Xavier, Rayane Cardoso Lopes e Yuri Lima Vieira. Ficaram feridos Alan da Silva Nogueira, Amanda Cristina de Oliveira Godinho, Higor Saraiva de Oliveira Gonçalves, Lucas Travanca de Araújo, Naum Henrique Lopes, Yago Breno Gomes e Rodrigo de Souza. O julgamento foi presidido pelo juiz Cariel Patriota, que destacou a crueldade dos criminosos na execução das vítimas. O magistrado assinalou, especialmente, a morte da menina Rayane, de 10 anos de idade. “O crime foi executado de forma que o pai da vítima, Naum, foi forçado a presenciar a execução de sua própria filha, de apenas 10 anos de idade. A dimensão trágica do fato é potencializada pela circunstância de que Naum, em um ato instintivo e desesperado para protegê-la, deitou-se sobre o corpo da criança e, nessa condição, também foi alvejado pelos disparos” escreveu o juiz. O magistrado também ressaltou que “A empreitada criminosa aconteceu em meio a um evento comunitário, transformando um espaço de convivência social em um cenário de barbárie. A execução pública das vítimas fatais e as lesões nas vítimas sobreviventes expuseram todos os presentes a uma cena de extremo horror e medo, violando a paz e a segurança da coletividade. O ato forçou conhecidos, amigos e familiares, como no caso de Naum ao presenciar a morte de sua filha, a testemunharem a aniquilação violenta de seus entes queridos, tornando a comunidade inteira uma vítima indireta do terror infligido. Tal fato não apenas ceifou vidas, mas causou um trauma coletivo na localidade. Portanto, essa profunda violação da paz social e a disseminação do terror em um ambiente comunitário justificam a valoração negativa deste vetor e a consequente e significativa exasperação da pena-base”. O juiz também condenou os dois traficantes por corrupção do menor, que integrou o grupo de criminosos. Jonathan Alves Pereira da Silva, que foi denunciado por sua participação na chacina, morreu no decorrer do processo. Ao final do somatório das penas aplicadas a cada crime, os réus foram condenados a um total de 384 anos e seis meses de prisão. Rhuan era primário, já Carlos Baraúna apresenta nove anotações criminais em sua Folha de Antecedentes Criminais.

Traficantes pai e filho de MG foram presos em mansão de luxo no Recreio

Na tarde desta quinta-feira, 21/8, a Polícia Federal prendeu dois traficantes que são lideranças de uma organização criminosa mineira e estavam foragidos do sistema prisional daquele estado. A captura foi efetuada em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio, em ação conjunta entre a Delegacia de Repressão a Drogas (DRE/PF/RJ) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG). A ação foi resultado de um intenso trabalho de inteligência e troca de informações entre as unidades da Polícia Federal. Um deles, de 47 anos, é considerado um criminoso de alta periculosidade. Com ele foi preso seu filho, de 24 anos, que também era foragido da Justiça de Minas Gerais.Ambos possuíam mandados de prisão por recaptura expedidos pela Vara de Execuções Criminais de Ribeirão das Neves/MG. O pai fugiu do regime semiaberto em 1º de março de 2024 e possui condenações que somam mais de 18 anos, por crimes como tráfico de drogas e associação para o tráfico. O filho, por sua vez, estava foragido desde 27 de dezembro de 2023 e responde por uma série de crimes, incluindo tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e corrupção. Após a prisão, os foragidos foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro e, após os procedimentos de praxe, serão transferidos para o sistema prisional do estado, onde ficarão à disposição da Justiça de Minas Gerais para dar continuidade ao cumprimento de suas condenações  em regime fechado.

Ex-integrante da milícia de Orlando Curicica vira personagem de uma nova guerra entre paramilitares em Jacarepaguá

Integrante da milícia de Orlando Curicica no passado, Fabi ou Hulk virou personagem de uma nova guerra na Zona Oeste do Rio. Ele foi apontado como o responsável pelo ataque ocorrido na noite de ontem na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, em Jacarepaguá, reduto de outro miliciano, Andé Boto. Depois que foi solto, Fabi tentou se rearticular e teria pedido ajuda a vários setores: tentou junto ao grupo de Zinho, no Catiri (Bangu, Playboy do Jordão, Nem da Malvina e até mesmo no Terceiro Comando Puro, ninguém quis apoiá-lo. Acabou recebendo apoio de homens ligados ao ex-policial civil Pulgão e de integrantes do Comando Vermelho para realizar o ataque, No entanto, seu grupo atual teria poucos fuzis e não teria condições de enfrentar uma nova milícia que estaria se formando em Jacarepaguá que tem origem nas zonas norte e oeste. Há relatos de que Fabi iria se aliar a traficantes da Cidade de Deus onde seus homens teriam curtido baile funk. Quanto a André Boto, preso há alguns anos, dias antes do ataque, ele teria retirado os fuzis da Dois Irmãos deixando os soldados apenas com pistola.André Boto foi quem começou a guerra na Gardênia Azul no ano passado, depois não sustentou e ajudou o CV a entrar. Foi ele também que vendeu as comunidades Cesar Maia e Terreirão para o CV. Tentou tomar também a comunidade do Catiri junto com o CV. Também negociou comunidades de Curicica com Celsinho da Vila Vintém (ADA) e estava em conexão com Doca, chefão do CV. Agora, conta com poucos apoios de quem não tem muita força.

Justiça do Rio liberou bandido de altíssima periculosidade para passar o dia dos pais em casa e ele não retornou para a cadeia

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quinta-feira (21), um cartaz para auxiliar a Divisão de Buscas e Recapturas (RECAP), da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP/RJ), a fim de obter informações sobre à localização e recaptura do criminoso, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV) e considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, Luciano da Silva Teixeira, vulgo “Sardinha da CDD”, de 42 anos.  Um dos principais líderes do tráfico de drogas em localidades da Comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, “Sardinha” seria o homem de confiança do criminoso Ederson José Gonçalves Leite, o Sam da Cidade de Deus, principal traficante e chefe do tráfico de drogas da CDD. Ele possui passagens sistema penitenciário, sendo preso pela última por Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Chatuba, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, em uma casa na localidade conhecida como Caracol. “Sardinha”, que responde a processos pelos crimes de homicídio qualificado, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação e resistência, onde cumpre uma pena de 24 anos e 2 meses e 13 dias, atualmente em regime semiaberto, recebeu o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente as comemorações dos Dias dos Pais, saindo do Instituto Penal Benjamim de Moares Filho, no dia 13 de agosto, com retorno previsto para o dia 16,  o que não aconteceu.  Diante dos fatos, e precisando cumprir ainda 11 anos de pena, contra o criminoso “Sardinha” foi expedido um Mandado de Prisão, pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura , Motivo: Fuga, pelo crime de Homicídio, referente a processo de 2003.  Policiais penais da RECAP/SEAP,  seguem em diligências para capturá-lo. Quem tiver informações sobre a localização do traficante Luciano Teixeira, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177 WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa) Aplicativo: Disque Denúncia RJ Anonimato Garantido

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