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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Saiba mais sobre a quadrilha de traficantes do CV suspeita de matar policial civil em Angra

A quadrilha suspeita de matar um policial civil em Angra dos Reis ontem de noite é oriunda do Morro da Glória, dominada pelo Comando Vermelho. Para garantir a venda das drogas usam de sua força indo de encontro com as forças policiais, há relatos de confrontos anterios com apreensões de drogas ilícitas incluindo apreensão de arma de grosso calibre como fuzil e granada, armas essasutilizadas em guerras. O local é comandado pelo traficante Bigode, que se encontraria foragido e escondido em uma das favelas do Rio de Janeiro. Bigode deixou a gerência do tráfico para Tatinha, que tem como braço direito o bandido vulgo Pesadelo. Um dos principais auxliares de Bigode era o vulgo VN. Outros traficantes integram a quadrilha como funções diferentes como o CX Dágua, Chico era outro importante membro da quadrilha. Ele organizava o ponto de venda de drogas e prestava contas ao líder; auxilia na organização das drogas, controlando os estoques nos pontos de venda. Realizava feedbacks constantes a Bigode sobre a venda de drogas Tesoura monitorava a ação da polícia; realiza a recomposição das drogas nas bocas; Cabelinho atualizava as lideranças sobre a qualidade das drogas que está sendo posta a venda. Qualquer execução em favelas dominadas pela facção Comando Vermelho mesma do Morro da Glória 1 tem que ser autorizada pelo “dono” do local, no caso, Bigode. Os integrantes da quadrilha obrigados a aderirem a um código de conduta, sob pena de morte. Foi constatado que Bigode ordenou a torturade um comparsa por ter adquirido uma moto produto de crime, o que não é aceito pela ORCRIM. Autoriza que ataques sejam realizados contra policiais em diligência, usando a expressão Papo para eles é bala. Muitos relatos de confrontos entre os criminosos e policiais. Um deles narra a tentativa de homicídio contra policias civis e militares no dia 9/3/2024 após ingressarem no morro daGlória e foram atacados por traficantes armados. Teve também um outro confronto entre policias militares e traficantes no morro da Glória I onde resultou na morte de três traficantes e na apreensão de 1 revólver, uma pistola, uma granada, munições, 155 pinos de cocaína, 10 trouxinhas de maconha, 45 pedras de crack e 9 frascos de lóló. Houve uma apreensão de drogas efetuada pela polícia civil no morro da Glória I onde foram arregadado um armamento de guerra Fuzil, 1023 pinos de cocaína, 54 pedras decrack e materiais para endolação de drogas. Os PMs receberam informações de que o traficante Tatinha estava no alto do morro celebrando por ter matado Alex Pereira, procedimento 166-02162/2024, foi feita diligência para checar a informação e se depararam com Tatinha e Pesadelo ambos armados os quais fugiram deixando para trás drogas. Os bandidos teriam sido autores dos homicídios do vulgo Mosquita no Centro de Angra, além de Tiago Oliveira dos Santos por conta de guerras entre grupos rivais. Os bandidos usam um grupo de Whatsapp para se comunicar, intituldado de Tropa do México.

Bandido que foi preso suspeito de atirar em militar da Marinha agrediu, xingou e disse que ia matar policiais mas afirmou também que foi agredido por eles

O suspeito de ser um dos autores do ataque a uma militar da Marinha na Baixada Fluminense em agosto e que foi preso na semana passada xingou a agrediu policiais mas disse também que foi agredido. A ocorrência policial diz que Gabriel Silveira de Oliveira, vulgo Biel, foi preso no dia 28/08/2025, por volta das 15h, na Rua Arlindo Alves Ferreira, nº 204, Vilar dos Teles, em São João de Meriti. Consta que um dos policiaisdesembarcou do veículo na tentativa de confirmar a identidade do suspeito, sendo agredido pelo custodiado, momento que desembarcou outro policial para auxiliar, ocasião em que este também recebeu um soco no rosto e um chute no joelho esquerdo. Em seguida, mais um agente chegou com o objetivo de conter o custodiado, que mesmo diante de três policiais continuava resistindo. Posteriormente, um quarto policial também chegou para dar apoio, possibilitando a contenção. Menciona a ocorrência que durante a ação, além de resistir, Biel proferiu ofensas e ameaças contra a equipe policial dizendo: “Seus m.. fdps! vou matar vocês! me solta! Em seguida, o custodiado foi colocado na viatura policial, ainda resistindo, e conduzido até a delegacia. Um dos policiais sofreu as seguintes lesões “equimose avermelhada com bordos pouco definidos localizada em região infra orbitária direita; equimose arroxeada de formato irregular medindo até 40mm localizada em joelho direito associada a tumefação local.” O preso também disse que foi agredido. Falou que levou socos no olho, soco e chute na perna. Menciona que foram 4 policiais que lhe agrediram. Diz que na viatura levou socos na cara do motorista. Aduz que não se recorda o nome dos policiais, mas que o apelido de um deles era Bomba. Afirma que um deles era baixo e careca, outro moreno e tatuado.

Saiba mais sobre a Bela do Crime, traficante do Paraná presa em apartamento de luxo no Rio

A Bela do Crime, que foi presa na última sexta-feira em um apartamento de luxo em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, atuava na contabilidade do comércio de drogas no Paraná, além de emprestar seus dados para que ele realize transações financeiras relativas ao tráfico de drogas e usufruir do dinheiro proveniente do comércio espúrio de drogas e armas.. A criminosa já bavia sido presa, em 19 de março de 2025, na residência localizada à Rua José de Alencar, nº 259, no Município e Foro Regional de Pinhais/PR, quando portava 01 (uma) pistola Glock, calibre 9mm, nº de série BRCN560, com capacidade para 17 (dezessete) tiros, e ii) 34 (trinta e quatro) munições de mesmo calibre. A defesa de Bela solicitou prisão domiciliar na época alegando que a paciente é mãe de uma criança de 6 anos, sendo a única responsável por sua subsistência, educação e cuidados diários, e que sua segregação compromete de forma direta e imediata o bem-estar da criança, violando o princípio da proteção integral da criança e do adolescente. A quadrillha é liderada pelo traficante Zero, namorado de Bela, sendo que ele era o responsável pela logística das práticas delitivas, tratando pessoalmente da aquisição e fornecimento de drogas com os demais integrantes do bando.

PM foi morto em operação no Chapadão (CV)

Um policial militar foi morto na manhã de hoje durante uma operação no Complexo do Chapadão. A equipe em que ele atuava foi cercada por criminosos na Rua Javata, onde houve intenso confronto. O agente chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O policial morto no Chapadão era um dos comandantes do GAT do 41º BPM (Irajá) A PMERJ lamenta a morte do subtenente, Anderson de Souza Figueira, do 41BPM, ocorrida nesta manhã. O policial foi ferido durante uma ação no Complexo do Chapadão. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Ronaldo Gazolla, mas não resistiu.

Bandidos de SP forneciam armas e drogas a traficantes da Serrinha (TCP)

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), com apoio de policiais civis paulistas, realizam, nesta segunda-feira (01/09), uma operação para desarticular um grupo criminoso que transportava armas e drogas para facções criminosas no Rio, especialmente para a comunidade da Serrinha. Os alvos são concentrados no estado de São Paulo, nas cidades de Mogi das Cruzes, Sorocaba e Guarulhos. As investigações tiveram início a partir da apreensão de quatro fuzis em agosto do ano passado, na Rodovia Presidente Dutra. A partir do flagrante, os agentes da especializada apuraram vínculos entre o investigado e possíveis coautores, localizados nas cidades paulistas. Os endereços mapeados apresentam indícios de servirem como pontos de armazenagem de armas e drogas, sedes empresariais de fachada e locais de cultivo clandestino.Com base nas provas colhidas, foi encaminhada representação à Justiça, que expediu mandados de busca e apreensão e deferiu a quebra de sigilo de dados de dispositivos eletrônicos. O objetivo desta etapa é aprofundar as investigações, visando desarticular a rede criminosa.

Policial civil foi executado pelo CV em Angra

O policial civil Elber Peres foi executado na noite de ontem em Angra dos Reis. É investigada a hipótese de a ordem do crime ter partido do traficante vulgo Bigode do Comando Vermelho como retaliação pelo trabalho do poilicial. O bandido havia ameaçado policiais da delegacia da cidade há pouco tempo.    Em uma das mensagens, “Bigode” teria dito: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber. O agente foi atingido por três tiros sendo dois na barriga e um no.pescoço. Ele foi morto ao sair da igreja ao lado do.filho. Chegou a ser socorrido mas não resistiu.

Está preso o policial penal que atirou em entregador

Policiais civis da 32ª DP (Taquara), em ação conjunta com a Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), prenderam, neste domingo (31/08), o policial penal que atirou contra um entregador, no sábado (30/08). A motivação do crime teria sido a recusa da vítima em subir no prédio, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, para fazer a entrega.De acordo com as investigações, o agente atirou após uma discussão. Na ocasião, o homem foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. Após o fato, a 32ª DP começou a investigar e a arma do agente foi recolhida para perícia. A partir das análise das evidências, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do agente.. Neste domingo, ao ver o cerco se fechar e após negociação com os agentes, o autor se apresentou na Cidade da Polícia, onde o mandado foi cumprido. A investigação está em andamento.

Policial penal que atirou em entregador disse que se sentiu intimidado e que sua arma disparou acidentalmente. Imagens o desmentiram. LEIA DETALHES DO CASO

Leia agora a descrição do caso do policial penal que atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá, caso que teve grande repercussão na mídia carioca. A vítima, lado outro, trabalha fazendo entregas pelo aplicativo “iFood” e, nessa qualidade, hoje, dia 30/08/2025, por volta das 02h04min, teria ido ao encontro do cliente no seu endereço residencial. Antes de chegar ao local da entrega, contudo, a vítima teria avisado ao representado, por meio do “chat” do aplicativo, que o pedido deveria ser por ele recebido na portaria do condomínio, o que, aparentemente, o teria desagradado. Então, o representado, insatisfeito e contrariado, teria atendido a vítima na portaria do condomínio portando – indevidamente, diga-se – sua arma de fogo e de forma alterada, teria passado a questioná-la sobre sua resistência em ingressar para finalizar a entrega. Nesse momento, sentindo-se intimidada, a vítima passou a gravar o diálogo, captando o exato momento do disparo da arma de fogo contra si perpetrado pelo representado. As imagens captadas pela vítima, através de seu aparelho de telefone celular, mostram integralmente a conduta praticada pelo policial penal, que disparou sua arma de fogo dando ensejo a lesões físicas. As imagens gravadas pela vítima no momento do crime encontram-se acostadas ao “link” de fls. A gravação mostra que o agente penal inttencionou, clara e explicitamente, agredir a vítima com o disparo de sua arma de fogo depois de ameaça-la de forma bastante agressiva na portaria do edifício, desenvolvendo-se, todo o diálogo, em torno do fato de que a entrega da encomenda estaria sendo realizada naquele local e não no desejado pelo representado, a saber: na portaria do bloco do condomínio em que reside. Em seu depoimento, o policial afirmou que teria disparado sua arma contra a vítima porque, supostamente, “(…) durante a discussão, o entregador lhe disse: “Eu tô ligado na sua, eu sei quem você é” Neste momento, o entregador, segundo o policial, teria dito. “Vou passar para os manos”. O policial penal disse que já morou na Cidade de Deus e se sentiu intimidado, com o que o entregador disse; ele, no intuito de “enquadrá-lo”, começou a sacar sua arma; Durante o saque, sua arma disparou teria disparado acidentalmente em direção ao chão; QUE o declarante disse que o disparo pareceu ter atingido o solo; Após isso, o entregadorcomeçou a verbalizar, dizendo a outras pessoas, que o declarante havia atirado nele; Que ele pediu para vítima subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu. No entanto, não é esta a versão fática que se depreende das imagens captadas. De início, a gravação mostra o representado, de maneira bastante agressiva, dirigir-se à vítima para ameaça-la caso insistisse na recusa de ingressar no condomínio para finalizar a entrega. O momento inicial da gravação disponibilizada pela autoridade policial afasta, de forma peremptória, a versão que o representado procura emplacar em seu depoimento policial, pois não há qualquer evidência, nem mesmo indício remoto, de que o representado estivesse, ao momento do disparo, sentindo-se verdadeiramente intimidado pela vítima, como afirmou. Ao contrário, o que se vê, nas imagens, é que o representado agiu de forma agressiva e, com a arma em punho, intimidou e ameaçou a vítima por motivo absolutamente fútil – diga-se – já que a celeuma se referiu ao local apropriado para a finalização da encomenda antes feita pelo aplicativo “iFood”. O representado, então, diante da gravação das imagens pela vítima e claramente irritado com a narração que ela pretendia iniciar naquele momento (pelas imagens captadas, a vítima começaria a descrever o endereço em que estava realizando a entrega e a divergência então estabelecida com o solicitante do serviço), terminou por fazer o disparo com sua arma de fogo de modo que, pelas imagens apresentadas, Segundo a Justiça, não há como reconhecê-lo por qualquer prsma, como acidental.como também afirmou em seu depoimento. A vítima afirmou que “(…) se sentiu ameaçado, já que o autor estava alterado e armado e começou a gravar um vídeo, a fim de resguardar a sua integridade física. O entregador esperava que em razão da gravação do vídeo no celular, que não fosse agredido, tampouco alvejado. Que mesmo diante disso, sem que pudesse se defender o autor, afirmou, mais uma vez, ” não vai subir, não ?” e em ato contínuo fez um disparo em sua direção ; Que o declarante mesmo após ser atingido diz que é trabalhador e que é morador da região e solicita ajuda em voz alta ;QUE o autor pergunta por que o declarante continua o filmando ;Que o autor, mais uma vez pede a refeição e da as costas ;Que os populares que estavam na rua foram quem ajudaram o trabalhador. De fato, a ameaça perpetrada pelo representado foi clara e justificou, para a vítima, o início da gravação das imagens através de seu aparelho de telefone celular. A gravação mostrou o momento em que o representado, ainda insistindo para que a entrega fosse finalizada no interior do condomínio, indagou da vítima “não vai subir, não ?”. Ato contínuo, diante da recusa, a gravação mostrou o exato instante em que, irritado, o representado realizou o disparo com a arma de fogo em direção à vítima. A gravação também mostrou o momento em que a vítima, depois de alvejada e visivelmente incrédula diante do disparo com a arma, afastou-se do representado e gritou por socorro, sendo por ele questionada, em tom de ameaça, sobre o motivo de prosseguir com a gravação das imagens.Ao que parece, a gravação das imagens pela vítima parece ter sido o fator impeditivo, neste caso, para que o representado prosseguisse com a execução do delito. Ainda, ao contrário do que foi dito no depoimento prestado à autoridade policial, vê-se que a vítima foi socorrida por populares que passavam no local e não pelo representado, não sendo verdadeira a alegação de que “pediu para o entregador subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu”. Não é, em absoluto, verdadeiro o depoimento prestado pelo representado à autoridade policial. Isso

Secretária de Administração Penitenciária gravou vídeo repudiando atitude de policial penal que atirou em entregador. ASSISTA

A secretária da Seap, Maria Rosa Nebel gravou video repudiando a atitude de um policial penal que atirou em um entregador. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) repudia com veemência a conduta abominante do policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini, que está na ativa. A pasta determinou a instauração imediata de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e o afastamento do servidor de suas funções por 90 dias. A secretária da Seap, Maria Rosa Nebel, declarou:“A SEAP não compactua, em hipótese alguma, com atitudes dessa natureza. Atitude essa que não representa a grande maioria da polícia penal do RJ. Nossa Corregedoria acompanha o caso junto à Delegacia de Polícia e nos solidarizamos com o entregador Valério Júnior”.

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