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Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

Jurado de morte na Paraiba, líder de facção veio se esconder no RJ e acabou preso

Na manhã da última quarta-feira, 1º de outubro de 2025, a Polícia Civil do RJ e da PB deram cumprimento ao mandado de prisão contra Joalysson Bruno Napoleâo da Silva, conhecido como “Novinho”, na cidade de Angra dos Reis-RJ. A prisão decorre do mandado expedido em razão de Novinho ser apontado como autor do homicídio que vitimou Luís Antônio Morais Santana, ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2025, no município de Itapororoca-PB. Novinho é um dos líderes da facção criminosa autodenominada Nova Alcaeda e, por conta de uma desentendimento interno teria assassinado Luis Antônio, que era seu amigo e também integrava a facção. Por estar jurado de morte pela cúpula da facção, o criminoso fugiu para o Rio de Janeiro visando se homiziar em Angra dos Reis. Após o cumprimento das formalidades legais, o preso foi encaminhado ao sistema prisional em Benfica, onde permanecerá à disposição da Justiça. A operação conjunta demonstra a força da integração entre as polícias do Rio de Janeiro e dos demais estados da federação, reforçando o compromisso das instituições em enfrentar o crime organizado e combater de forma efetiva o tráfico de drogas e as alianças interestaduais. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Dois mortos e um ferido em Rio das Pedras (milícia). Todos eram inocentes. CV foi ao local para matar miliciano

Três pessoas foram baleadas na noite dessa quinta-feira (02/09) na Rua Nova, sentido Correio, na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa, que foi atingida na cabeça e morreu no local, e um adolescente, baleado na garganta, que também não resistiu aos ferimentos. Um entregador de farmácia foi atingido, mas sobreviveu e foi socorrido para uma unidade de saúde da região. A Polícia Militar foi acionada e investiga as circunstâncias do tiroteio. Ainda não há informações oficiais sobre a origem dos disparos. Segundo o que circula nas redes sociais, traficantes do CV foram ao local para tentar matar o miliciano Kauazinho, mas acabaram matando dois inocentes e baleando uma terceira pessoa.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Três PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de devolverem dinheiro e drogas apreendidos em operações em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico em Três Rios

Três policiais mlitares poderão ser expulsos da corporação após uma investigação apontar o envolvimento deles com o tráfico de drogas na cidade de Três Rios. Eles estão sendo submetidos a conselho de discipliina. A decisão ocorre quatro anos após os crimes. Os PMs forneciam a um traficante parte do material entorpecente e do dinheiro apreendido em ocorrências policiais no combate ao tráfico na área do 38o BPM, em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico local com vistas à retroalimentação de benefícios pecuniários decorrentes da empreitada delituosa. O criminoso envolvido atuava como informante e como traficante de drogas na região conhecida com Barros Franco no bairro Vila Isabel na Cidade de Três Rios. Durante a realização da interceptação telefônica do traficante foi observado que no dia 09NOV2021, às 18h12min, o bandido cobrou de um PM a entrega da droga em troca de informações privilegiadas, ocasião em que o militar responde: “Vou desembolar com ele, vou desembolar com ele. Deixa Comigo!” Em outra interceptação, observado que no dia 17JUN2021, em ligação iniciada às 15h17min05s, o militar informou ao traficante que está com um presente para lhe entregar, mas que precisava de uma ajuda. Já no dia 07JUL2021, o bandido disse que precisa de dinheiro, e o militar perguntou: “É o quê? Vinte Reais?”. Em seguida, ambos combinam se falar mais tarde.

Traficante do Espírito Santo preso em São Gonçalo é suspeito de matar mulher, adolescente e funcionário de empresa de energia além de deixar duas crianças feridas

A policia prendeu ontem (01), no Jardim Catarina e no Complexo da Alma, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, o criminoso, membro da facção Primeiro Comando Puro (PCV/ES), e chefe do tráfico de drogas nos bairros  de Alecrim e Zumbi dos Palmares, em Vila Velha/ES, João Victor de Oliveira Moura, de 25 anos, conhecido como “VT”. Na ação, foram 11 presos, sendo dez presos cariocas e o capixaba ‘VT’, além de armas e drogas.  “VT, é apontado como braço direito do traficante Stanley dos Santos da Silva, mais conhecido como “Nego Stanley” (foragido), um dos criminosos mais procurados do Estado do Espírito Santo. Segundo as investigações, “VT”, é um dos responsáveis em um ataque a tiros que matou uma mulher, de 31 anos, e uma adolescente, de 15, e deixou ao menos duas crianças feridas na tarde do dia 09 de agosto deste no bairro Santa Rita, em Vila Velha. O bairro Santa Rita fica na Região Três de Vila Velha e vem sendo palco de ataques a tiros. Moradores se queixam que há uma guerra entre facções rivais, pelo controle do tráfico de drogas na região. “VT”, também estaria diretamente ligado no assassinato de Luciano Souza de Andrade, profissional terceirizado da EDP, empresa de energia, em julho deste ano. o traficante teria participado de um tiroteio ordenado por Nego Stanley contra rivais do Terceiro Comando Puro (TCP). Luciano era supervisor de uma empreiteira que presta serviço para a EDP e estava há três dias no bairro Zumbi dos Palmares realizando a revisão elétrica. Ele estava fazendo serviço em um poste quando um carro com traficantes teria passado atirando. Contra o traficante “VT”, constava um Mandado de Prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal de Vila Velha/Tribunal de Justiça do ES, Espécie de prisão: Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.  Diante dos fatos, “VT”, foi encaminhado à 75ª DP (Rio D’Ouro), onde foi comprido o mandado de prisão e tomadas as medidas cabíveis sobre o caso e, posteriormente, foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça  do ES.    —

Niterói volta a ter caos com ônibus feito de barricada em represália à operação policial. VIDEO

Criminosos sequestraram um ônibus da linha TransOceânica e o usaram como barricada em uma das vias centrais do bairro do Cantagalo, em Niteroi, , em um ato que a Polícia Militar classificou como retaliação a uma operação policial. Este é o segundo caso de sequ3stro de ônibus na cidade em menos de uma semana. Além da int3rceptação do veículo, os criminosos montaram barricadas em chamas em diversos pontos da região, levando motoristas ao deswspero. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram condutores subindo em calçadas para tentar escapar do cerco. A Polícia Militar informou que a ação crimin0sa ocorreu logo após equipes do 12º BPM (Niterói) realizarem um patrulhamento na Comunidade do Carniçal. Segundo a corporação, os policiais foram atacados por s#speitos arm5dos, houve reação, e os crimin0sos f#giram para uma área de mata. A PM acrescentou que as barricadas foram rapidamente desfeitas com o apoio do Programa Niterói Presente, e o ônibus foi recuperado pelas autoridades. Apesar do grande susto e da interrupção da rotina, não houve registro de feridos. O policiamento foi reforçado em toda a região de Piratininga.

Ex-PM que integrava milícia foi morto em Bangu

Flávio Lúcio Carvalho de Faria ex PM, de 51 anos, foi morto a tiros na tarde da última terça-feira (30), na Rua Manuel Lisboa Moura, Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na década pasada, ele integrou a chamada ‘Milícia de Sepetiba’ organização criminosa armada destinada à prática de diversos crimes (inclusive homicídios; posse e porte ilegal de arma de fogo; usura; roubo; extorsão; receptação; ameaça; bem como lesão corporaL.f Por conta de sua participação na milícia, foi acusado de  três crimes de homicídio qualificado – um consumado e dois tentados. Segundo a denúncia, os crimes foram praticados quando as vítimas retornavam de uma audiência no Fórum Regional de Santa Cruz, logo depois de uma delas, a vítima fatal, haver repassado a um Promotor de Justiça, integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, dossiê contendo informações acerca da organização criminosa e seus membros. inda conforme a acusação, Flávio foi o executor, efetuando os disparos de arma de fogo contra as vítimas.

CAXIAS: Por ciúmes da mulher, homem abriu fogo contra três rapazes. Um morreu e outros dois foram baleados

Por causa de ciúmes da mulher, um homem atirou em três rapazes no Sâo Bento, em Duque de Caxias, na última quinta-feira (25). Um dos alvos acabou morrendo. Segundo relatos de testemunhas, o atirador tinha uma rixa com os rapazes. Eles retornavam do trabalho em um momento de descontração, ao passarem por uma esquina se depararam com o autor.que,, por já ter implicância com os rapazes, achou que eles estivessem rindo dele por algum motivo desconhecido. O suspeito pegou sua moto foi em casa, pegou um revólver e foi em busca dos três rapaze Os alvos foram para a rua para saber oque se passava, foi quando o homem sem argumentar já abriu fogo. Gabriel morreu com disparos na cabeça . Um outro rapaz chamado Davi levou sete tiros e foi socorrido por vizinhos. Já passou por cirurgia e está sob observação. Um terceiro fugiu baleado na perna. Ele seria morador novo no Bairro, e ninguém na região o conhece. O atirador fugiu com.a ajuda do filho e estaria escondido em uma comunidade da cidade.

Pai e filha foram executados em Itaperuna a mando de traficante do TCP

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (30), um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito instaurado pela 143ª DP (Itaperuna), a fim de obter informações que levem à localização e prisão do criminoso, membro da Organização Criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Marco Antônio Ribeiro Marques, vulgos “Magrelo ou Marajá”, de 53 anos. Ele seria o principal suspeito de ordenar um duplo homicídio, ocorrido em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, onde pai e filha foram executados por vingança em guerra entre facções rivais.   Consta nos autos que, na madrugada do sábado dia 06/09/2025, a equipe policial tomou ciência de um duplo homicídio consumado e de uma tentativa de homicídio, por disparos de arma de fogo, ocorridos na Rua Manoel Roberto de Oliveira, nº 630, bairro Carulas. As vítimas foram identificadas como Jéssica Carla Moraes Rosa, de 26 anos, e seu pai José Carlos da Costa Moraes, de 55 anos. Segundo investigações, dois criminosos foram até o endereço e ordenaram que as vítimas saíssem de casa. Elas foram obrigadas a ficar de joelhos e, em seguida, foram executadas, horas depois que três homens, ligados ao TCP, terem sido mortos a tiros em um primeiro ataque, na sexta (05), na Rua Cândido Freitas Bastos, no bairro Matinada.  Uma terceira vítima, L.G.M.S, sofreu disparos na cabeça e perna, sobreviveu, e reconheceu Diego de Oliveira Cuba, vulgo “Bebel”, de 18 anos, como sendo o autor dos disparos, e Rafael Costa da Conceição, vulgo “Pastorzinho” ou “Pé Sujo”, de 20, como aquele que portava o celular durante a chamada de vídeo e auxiliou na execução. Os dois já estão presos. Segundo os policiais, os crimes estariam relacionados à guerra entre as facções TCP e CV, mais precisamente como vingança pelo homicídio de Santiago Ribeiro Marques, irmão de Marco Antônio o “Magrelo”, que seria o líder do TCP no bairro Matinada, ocorrido na noite anterior (05/09/2025). Como os rivais da facção do CV, [dois irmãos] não foram encontrados, por não mais residirem no local, “Magrelo”, deu ordem de execução aos familiares dos rivais. Ainda segundo investigações, pai e filha, não tinham envolvimento com o tráfico de drogas.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 143ª DP (Itaperuna), requereu junto à Justiça um mandado de prisão, que deferido pela 2ª Vara Criminal de Itaperuna, Espécie de prisão: Preventiva, pelos crime de Homicídio Qualificado (2 vezes) C/C Crime Tentado, Associação Criminosa. O Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização de Marco Antônio, o “Magrelo”,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

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