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Veja a versão que circula sobre caso de mortos e baleados em Belford Roxo. Uma das vítimas teria sido executada por engano e mãe foi ferida por tentar salvá-lo

Sobre os acontecimentos em Belford Roxo na noite de ontem que deixaram dois mortos e quatro feridos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Wagner Alexandre da Conceição Costa . Na ação criminosa, outros dois homens ficaram feridos e foram socorridos a uma unidade de saúde. Diligências estão em andamento para apurar os fatos, ocorridos na Rua Biquiba. Em relação ao caso da Avenida Atlântica, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apura a morte de Gabriel Oliveira Gregório. Na ação criminosa, uma mulher ficou ferida e foi socorrida a uma unidade de saúde. Agentes realizam diligências para esclarecer os fatos. As informações que circulam nas redes sociais apontam que dois homens identificados como Wagner (Vagão) e Rato, invadiram a barbearia 💈do Vitor na rua Biquiba e foram recebidos a tiros pelor um militar conhecido como Falcão.Ele reagiu e matou Vagner eo comparsa fugiu. Falcão foi até a casa de Rato na Avenida Atlântica, invadiu e matou o irmão dele Gabriel por engano e atingiu a mãe dele que tentou impedir a morte do filhom. Ela está no hospital. Rato ficou sabendo e voltou com reforço na barbearia da rua Biquiba e efetuou vários disparos, um dos tiros atingiu a perna de Renan segurança do Vereador do bairro. Segundo informação o filho de Falcão estaria com a cabeça a prêmio, agora o Militar também está com a cabeça na mira.

TENSÃO EM RIO DAS PEDRAS: Debandada de milicianos para o CV, novos lideres, traição punida com morte e cemitério clandestino dentro de poço. Um dos que pularam foi flagrado em chamada de vídeo com chefes do tráfico (ASSISTA)

Informações que circulam nas redes sociais apontam para rachas internos na milicia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, con uma debandada indo para,o Comando Vermelho da Gardênia Azul Um deles teria sido o criminoso conhecido como Kauan. Tudo teria começado quando Kauan mandou matar dois adolescentes sem autorização. Por causa disso, ele foi rebaixado na hierarquia. Insatisfeito, entrou em contato com Gadernal e pulou. Kauan aparece em um vídeo mostrando dois homens que seriam os traficantes Gardenal e BMW, dois líderes d CV. Porém, no meio da ligação, alguns milicianos ligados ao GAT do Catolé xingaram o Kauan e falaram que era “Ant-Comando”. Catolé teria assumido a liderança da milicia em Rio das Pedras junto de Labareda. Para consolidar a mudança de lado, Kauan teria participado da morte de um soldado da própria milícia, além de levar armamentos e dinheiro. . Segundo informações, Catolé mandou executar o homem identificado como Bahia, que estaria repassando informações para rivais ligados à Tropa do BMW (CV). Os milicianos que pularam para o CV Rio das Pedras, em Jacarepagua se intitulam como Equipe Caranguejo (CV), a mesma equipe que era do Rio das Pedras, porém agora está a serviço do BMW e do Gadernal. Outras figuras que teriam pulado para o CV foram Gerlan e o LC/Farol. O mesmo era responsável por recolher as taxas na localidade da Areinha. Tambem trairam a milicia os bandidos conjecidis como Duduzinho SolteiroBahia (foi executado antes), Pequeno e Branquinho Milicianos reagiram a debandada com postagens nas redes Hoje, policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) encontraram, nesta quarta-feira (17/06), um cemitério clandestino do tráfico, na comunidade No terreno, em área de mata, os agentes encontraram um poço utilizado para o descarte dos cadáveres. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local. As investigações ainda apontaram que a área era utilizada por uma facção criminosa para ocultar os cadáveres de suas vítimas. A operação conta com apoio do Corpo de Bombeiros. As equipes estão no local e a ação está em andamento. Grande parte dos corpos encontrados em Rio das Pedras seriam de moradores desaparecidos por residirem em áreas dominadas pelos rivais do Comando Vermelho. A saída de criminosos considerados estratégicos teria aumentado a preocupação entre lideranças da milícia. Fontes afirmam que o grupo pretende buscar mais apoio do Terceiro Comando Puro (TCP) para tentar conter o avanço do Comando Vermelho na região. A parceria entre milicianos de Rio das Pedras e criminosos ligados ao TCP não é recente e tem como principal objetivo impedir a expansão do CV. Apesar disso, a migração de soldados para a facção rival é vista por especialistas em segurança pública como um sinal de enfraquecimento da milícia na disputa pelo território. Em outras partes de Jacarepaguá, a aproximação da milícia com o TCP continuaria. Segundo informações, o traficante Lacoste fo Complexo da Serrinha mandou reforços de ex-crias do Campinho e Fubá para o Morro do Dois Irmãos, em Curicica .. Os mesmos gravam vídeos no alto do Dois Irmãos Lembrando que não é de hoje que o Lacostae vem enviando reforços para aliados ligados ao miliciano Capitão América. O Comando Vermelho segue fechando um cinturão em Jacarepaguá com os recentes avanços em Curicica e no Jardim Boiúna. Lembrando que, Curicica facilita muito a locomoção entre traficantes da Cidade de Deus, Gardênia Azul, Praça Seca e dos complexos da Penha e Alemão no acesso à outra parte da Zona Oeste da cidade, que grande parte é dominada pelo grupo do PL/Jorjão e Zinho. Na Boiúna, traficantes ligados à Tropa do 31 (CV) retornaram para a comunidade. Os mesmos que baquearam o Village (C.A) há dias apareceram nesta manhã dentro da Boiúna (CV). Os cabeças do CV Doca e Paulista seguem responsáveis pelo apoio e pela expansão contra a milícia de Curicica. Enquanto que a Tropa do Marreta e a Tropa do Tricolor seguem sendo responsáveis pelas guerras na Freguesia, Taquara e Colônia Juliano Moreira.

Farinha de trigo vira novo filão do crime: investigação revela que maior milícia da Baixada Fluminense já monopolizava produto muito antes das recentes operações policiais

As recentes ações das forças de segurança contra esquemas de venda ilegal de farinha de trigo explorados por milicianos e traficantes no estado do Rio de Janeiro jogaram luz sobre um negócio que movimenta milhões de reais longe dos holofotes. Mas documentos judiciais mostram que esse mercado clandestino já era explorado por grupos criminosos há pelo menos um ano. Um processo que tramita na 1ª Vara Criminal Especializada em Organizações Criminosas revela que integrantes da chamada “Milícia do Varão”, que atua em Seropédica, já controlavam a comercialização de farinha de trigo desde 2025, obrigando comerciantes a comprar o produto exclusivamente de fornecedores ligados ao grupo criminoso. A milícia do Varão ´é o maior grupo paramilitar da Baixada Fluminense sendo comandada por Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão,. A descoberta reforça a suspeita das autoridades de que o domínio sobre produtos básicos de consumo se tornou uma das principais fontes de arrecadação das organizações criminosas, ao lado da extorsão, da venda irregular de gás, água e internet. Monopólio criminoso Segundo a denúncia do Ministério Público, a milícia impunha um verdadeiro monopólio econômico na região do Jardim Maracanã, em Seropédica. Os comerciantes não tinham liberdade para escolher fornecedores. De acordo com as investigações, eram obrigados a adquirir farinha de trigo, gás, água, carvão e materiais elétricos de empresas e pessoas ligadas ao grupo criminoso. A organização também cobrava taxas periódicas dos estabelecimentos da região. Para os investigadores, o esquema funcionava como uma espécie de “imposto paralelo” imposto pela milícia sobre a economia local. Cobrança de taxas e domínio territorial De acordo com a denúncia, três milicianos atuavam de forma organizada dentro da estrutura criminosa. Pablo seria responsável por recolher os valores arrecadados e repassá-los para integrantes de escalões superiores da milícia. Mateus realizaria as cobranças diretamente nos estabelecimentos comerciais e receberia pagamento semanal para desempenhar essa função. Já Thiago seria o motorista utilizado pelo grupo durante as incursões para arrecadação de dinheiro e cobranças de comerciantes. As investigações apontam que os criminosos percorriam os estabelecimentos utilizando um Volkswagen Fox preto para recolher valores referentes à chamada “taxa de segurança”. Somente no dia da prisão dos acusados, segundo o Ministério Público, cerca de R$ 1 mil teriam sido arrecadados dos comerciantes da região. Farinha de trigo entra na mira das autoridades O caso ganha relevância justamente em um momento em que as autoridades intensificam operações contra esquemas semelhantes envolvendo a comercialização de farinha de trigo. Nos últimos meses, investigações passaram a apontar que milicianos e traficantes vêm ampliando sua atuação para além das atividades criminosas tradicionais, buscando controlar setores inteiros da economia em comunidades e bairros sob sua influência. A farinha de trigo passou a chamar a atenção dos investigadores por se tratar de um produto amplamente utilizado por padarias, pizzarias, confeitarias e pequenos comerciantes, garantindo fluxo constante de arrecadação para grupos criminosos. Prisões mantidas pela Justiça Os três acusados tiveram as prisões mantidas durante o andamento do processo. Segundo o Ministério Público, eles integrariam uma organização paramilitar conhecida como “Milícia do Varão”, apontada como responsável por extorsões sistemáticas e pelo controle econômico de diversos serviços e produtos na região. A denúncia foi recebida pela Justiça e os acusados respondem por constituição de milícia privada e extorsão. O caso é mais uma evidência de uma tendência observada pelas forças de segurança: organizações criminosas cada vez menos dependentes apenas do tráfico de drogas e cada vez mais interessadas em controlar mercados inteiros de produtos essenciais, transformando itens comuns do dia a dia, como a farinha de trigo, em instrumentos de poder e lucro para o crime organizado. Base operacional A DRACO tem a informação de que Condomínio Jardim Guandu, no Município de Nova Iguaçu, é a base operacional da milícia  com registros reiterados de atuação armada, controle territorial e imposição de domínio à população local,.

Tráfico proíbe entrada de oficiais de Justiça na Penha (CV) e mandado deixa de ser cumprido por ameaça de morte

Um oficial de Justiça informou ao Tribunal de Justiça do Rio que deixou de cumprir um mandado na Penha após o tráfico de drogas supostamente proibir a entrada de agentes do Judiciário nas comunidades que integram o complexo. Em certidão anexada a um processo, o servidor relatou que criminosos ameaçam de morte qualquer oficial encontrado na região. O documento foi encaminhado ao cartório após a tentativa frustrada de cumprimento de uma ordem judicial. Segundo o oficial, a facção que controla as favelas do Complexo da Penha teria vetado o cumprimento de mandados em todas as ruas de acesso às comunidades. Na certidão, o servidor afirma que a diligência não foi realizada por causa do alto risco à integridade física dos agentes públicos. Ele também cita a presença constante de olheiros do tráfico e criminosos circulando armados com fuzis e metralhadoras pelas vias da região. O oficial relata ainda que o cenário ficou mais perigoso após uma grande operação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que deixou 122 mortos, aumentando os riscos para a atuação de representantes do Estado na localidade. Antes de devolver o mandado sem cumprimento, o servidor informou ter tentado localizar a parte por telefone e meios eletrônicos, sem sucesso. Mesmo com a possibilidade de apoio da Polícia Militar, o oficial destacou que não haveria garantia de segurança para agentes do Judiciário, policiais ou moradores durante a realização da diligência. Diante da situação, o mandado foi devolvido ao cartório com a solicitação de um endereço alternativo para localização da pessoa que deveria ser intimada. A certidão expõe um cenário preocupante: segundo o relato oficial encaminhado à Justiça, o poder exercido pelo tráfico na região estaria impedindo até mesmo o cumprimento de ordens judiciais por servidores do Estado.

Menor de 15 anos foi atingido por explosivos jogados por drone em favela da Zona Norte do Rio

Um adolescente de 15 anos ficou ferido após ser atingido por explosivos lançados por um drone na noite desta sexta-feira (29), no Morro da Caixa d’Água, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com relatos de moradores ouvidos pelo repórter Bruno Assunção, o equipamento teria lançado ao menos dois artefatos explosivos na direção do jovem. A principal suspeita é de que ele tenha sido confundido com um soldado de uma facção rival durante uma ação de monitoramento realizada por criminosos. A região é vizinha às comunidades do Quitungo e Guaporé, que há mais de uma semana vêm sendo palco de sucessivas tentativas de invasão promovidas por traficantes ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), oriundos do Complexo de Israel. O adolescente foi socorrido e encaminhado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Segundo informações apuradas, ele permanece internado e apresenta quadro de saúde estável. Diante da escalada da violência na região, parentes da vítima, moradores e amigos organizaram uma manifestação para este sábado (30). O grupo pretende cobrar o fim dos confrontos entre facções criminosas e uma resposta das forças de segurança diante da situação que tem colocado em risco a vida de moradores inocentes.

ENTREVISTA BOMBÁSTICA: Ex-miliciano expulso do maior grupo paramilitar do RJ acusa chefão PL de vários homicídios e disse que não vai se entregar enquanto ele não for preso. “Vou guerrear com ele”. Ele disse que a milícia se aliou ao TCP e falou que empresário morto em Guaratiba era como um pai para ele. ASSISTA OS VIDEOS

O ex-miliciano Andrey Santos de Melo, conhecido como “Zero”, apontado como possível pivô da execução de um empresário em Guaratiba, concedeu uma entrevista explosiva à TV Record na qual fez graves acusações contra o atual chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, Paulo Roberto de Carvalho Martins, o “PL”. Durante a entrevista, Zero afirmou que PL seria responsável por diversos homicídios na Zona Oeste, incluindo assassinatos de inocentes e até de policiais militares. Entre os casos citados está o do miliciano conhecido como “Fiel”, ex-assessor de uma deputada estadual investigada por suposta ligação política com a milícia. Segundo Zero, PL também teria ordenado uma chacina em Guaratiba, na semana passada, contra integrantes da própria quadrilha. O ex-miliciano afirmou ainda que há inúmeras pessoas desaparecidas em áreas dominadas pela organização criminosa na Zona Oeste do Rio. Em tom de ameaça e desespero, Zero declarou que pensa em se entregar às autoridades, mas disse que não fará isso enquanto PL continuar solto. Segundo ele, caso o rival permaneça em liberdade, existe a possibilidade de voltar à ativa para entrar em guerra contra o grupo criminoso. O ex-integrante da milícia também afirmou que vive escondido e que nem ele nem sua esposa conseguem mais trabalhar por medo de serem localizados e executados. Ao comentar o assassinato do empresário ocorrido em Guaratiba, Zero demonstrou emoção e afirmou que “perdeu um pai”. Outro trecho explosivo da entrevista foi a confirmação de uma suposta aliança entre a milícia comandada por PL e traficantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP), algo que há tempos circulava nos bastidores das investigações sobre o crime organizado na Zona Oeste. Guerra interna após queda de Zinho Depois que o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, o “Zinho”, se entregou à polícia, Andrey Santos de Melo, o “Zero”, e Marta Silva de Oliveira, conhecida como “Martinha Sapatão”, passaram a ser apontados como herdeiros da chamada milícia da família Braga, considerada a maior organização paramilitar do estado. No entanto, segundo as investigações e relatos do próprio Zero, a dupla acabou sendo traída por Paulo Roberto de Carvalho Martins, o “PL”, que assumiu o controle da quadrilha após uma violenta disputa interna. Martinha Sapatão acabou assassinada. Zero fugiu. Atual cúpula da milícia da família Braga Segundo o apresentador Tino Jr,l investigações, a hierarquia atual da organização criminosa seria composta por:

Informação divulgada pela TV segue as redes sociais e diz que empresário morto em Guaratiba pode ter sido assassinado por supostamente ser amigo de ex-miliciano que teria pulado para o CV

O apresentador Tino Junior do programa Balanço Geral da TV Record disse que o empresário Sérgio Parafuso, morto ontem em Barra de Guaratiba, teria sido assassinado por ser supostamente amigo de um ex-miliciano conhecido como Zero. Esse boato já circulava desde ontem nas redes sociais. Zero era um dos principais líderes da milícia do PL até o ano passado quando foi expulso da quadrilha. O grupo de PL comanda também a região de Guarstiba. Essa semana surgiram informações que Zero teria sido recrutado pelo Comsndo Vermelho. De acordo com as primeiras informações, o crime aconteceu por volta das 9h30, na Estradada Roberto Burle Marx. Testemunhas contaram que a vítima voltava de um mercado quando dois criminosos, que estavam em uma motocicleta, o abordaram. Testemunhas contaram que os suspeitos se aproximaram e fizeram vários disparos contra o empresário. Ele chegou a cair no chão, mas, mesmo assim, continuou sendo baleado. Ao todo, pelo menos cinco tiros atingiram a vítima. O homem morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. As sacolas de compras que ele carregava ficaram espalhadas pela via. Policiais militares foram acionados e isolaram a área para o trabalho da perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi chamada e ficará responsável pela investigação. Em 2024, Sérgio tentou uma vaga na Câmara Municipal do Rio pelo Solidariedade. Naquele pleito ele teve 1.186 votos e ficou com a suplência. Na semana passada, por conta de uma suposta cobrança interna na milicia do PL, quatro paramilitares teriam sido mortos em Guaratiba, entre eles Jefinho, que comandava a Favela do Piraquê. Essa semana

Bastidores da guerra no Rio: denúncias revelaram que CV mandou fechar comércio em Anchieta e bloquear avenida no Maracanã depois de megaoperação na Penha e Alemão. “Suspeitos gritaram para fechar mercado”

Denúncias apresentadas pelo Ministério Público à Justiça revelam que integrantes do Comando Vermelho receberam ordens para espalhar ações de intimidação em bairros distantes dos complexos da Penha e do Alemão após a megaoperação “Contenção”, realizada pelas polícias Civil e Militar em outubro de 2025. Os autos mostram que criminosos ligados à facção teriam sido mobilizados para ameaçar comerciantes, provocar pânico e bloquear vias importantes da cidade como forma de represália à ofensiva policial. Um dos episódios aconteceu em Anchieta, na Zona Norte do Rio. Segundo a denúncia, policiais civis monitoravam informações sobre possíveis saques e ordens para fechamento de comércios quando seguiram até o Mercado Rio Sul, na Estrada Marechal Alencastro, em Anchieta. No local, os agentes flagraram dois suspeitos entrando no estabelecimento e começando a gritar para que o mercado encerrasse as atividades. De acordo com os relatos enviados à Justiça, funcionários foram abordados em tom intimidatório e ficaram com medo de represálias. Ao perceberem a presença da polícia, os suspeitos tentaram disfarçar e se passar por clientes, mas acabaram presos em flagrante. Ainda segundo o Ministério Público, um dos detidos carregava um telefone celular com selos contendo as inscrições “CV” e “maconha” presos à capa do aparelho. Em depoimento, os acusados afirmaram que estavam cumprindo ordens do tráfico local. Entretanto, como testemunhas ficaram com medo de depôr , a Justiça entendeu que não havia provas suficientes e absolveu os suspeitos As investigações também mostram que a reação do Comando Vermelho à operação se espalhou por outras regiões da cidade. Outro denunciado foi preso após incendiar pneus e bloquear a Avenida Rei Pelé, na altura da estação Maracanã. Segundo os autos, o próprio suspeito admitiu que a interdição da via ocorreu por determinação do Comando Vermelho. O bloqueio afetou o trânsito e paralisou o transporte público durante parte do dia. O Ministério Público sustenta que as ações foram coordenadas pela facção para intimidar a população e demonstrar força após a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão.

Mulher morreu baleada em tiroteio em Quintino

Uma moradora morreu baleada durante confronto entre criminosos e PMs em Quintino. Isabel Santos de Souza foi atingida por uma bala perdida quando estava na calçada da Rua Clarimundo de Melo. Na tarde deste domingo, a vítima estava na calçada da Rua Clarimundo de Melo, esquina com a Rua João Barbalho, quando foi atingida. Isabel cheg0u a ser socorrida com vida e levada ao Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos feriment0s e morreu. Segundo testemunhas, ela aguardava a chegada de um carro de aplicativo quando foi alvejada.

Testemunha detona: CV da Penha manda em Belford Roxo e banca ataques na cidade

No ano passado estourou uma guerra na comunidade Gogó da Ema, em Belfors Roxo,. O traficante vulgo Ésquilo deu um golpe no criminoso vulgo Lacoste e trouxe o Comndo Vermelho para a Favela. Foram semanas de tiroteios com o Terceiro Comando Puro tentando retomar o controle.  Uma testemunha ouvida pela Justiça fez uma declaração reveladora. Segundo ela, o Bonde do Ésquilo que hoje está. no Gogó é submisso ao tráfico de drogas do Complexo da  Penha, De acordo com o declarante, os traficantes prestam satisfações para o chefe da organização criminosa do Comando Vermelho, Edgar Alves de Andrade, vulgo “Doca ou Urso. A testemunha ainda disse que os ataques em Belford Roxo partem do traficante BlBochecha Rosa”, frente da comunidade do Corte 8, em Duque de Caxias; E falou ainda quem apoiava financeiramente os ataques em  em Belford Roxo, disse que eram os frentes do Complexo da Penha. Doca, Bochecha e Ésquilo foram denunciados por um homicídio resultante desta guerra. A Justica acatou a denúncia em abril mas não decretou a prisão dos suspeitos. A Corte deteminou diligências requeridas pelo Ministério Público Estadual e requisitou laudos periciais pendentes,

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