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tráfico de drogas

Confira as ligações de ex-secretário estadual do RJ preso hoje pela PF com o Comando Vermelho. Delegado também foi preso

Preso hoje pela Polícia Federal, o ex-secretário estadual de Esportes do Rio, Alessando Pitombeira Carracena, foi apontado em investigações como ligado à facção criminosa Comando Vermelho atuando como braço político do grupo ao lado do ex-deputado estadual TH Joias. Em uma escuta telefônica, o traficante Índio do Lixão enviou a TH Joias uma foto de dinheiro em espécie e disse que tinha R$ 148 mil para entregar a THde modo que R$ 100 mil seriam de Pezão (chefe do tráfico do Complexo do Alemão). Índio disse que vai dar a TH Joias R$ 90 mil para entregar a Carracena. Em 29 de janeiro de 2024, TH Joias enviou a Índio as informações de dois veículos roubaods que Carracena teria solicitado que fossem devolvidos.Na mesma data, TH Joias disse que Carracena esatva acordado para falar com Pezão. Carracena foi mencionado em mais uma conversa do dia 31 de janeiro de 2024 qunado Índio do Lixão teria conversado com ele e que bateu tudo que ele falou e o que ‘os amigos falaram também. Disse ainda que Carracena estava perguntando de um indivíduo chamado de Baiano. Carracena tinha função estratégica no CV. possuindo informações privilegiads, as quais repassava aos demais integrantes do grupo recebendo em troca vantagem econômica. Por conta de sua ação, foram frustradas ações policiais contra o CV porque ele avisava os integrantes sobre operações iminentes. TH Joias foi flagrado em uma escuta dizendo que Carracena iria falar com o comandante-geral da PM sobre a presença de PMs do BPChoque na Gardênia Azul . O traficante Pezão queria que o efetivo fosse trocado por PM normal. Carracena também participou de uma conversa em que foi sugerido o nome de Índio do Lixão como candidato a vereador. Sendo advogado, sua atuação transcendeu os limites do exercício da nobre função. Ele se valia de cargos em secretarias de Estado para favorecer o grupo com informações privilegiadas. Outro preso hoje foi o delegado federal Fabrizio Romano. A ação desta segunda-feira, visava desarticular um núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e venda de influência para favorecer os interesses de um traficante internacional de drogas. Os investigados estruturaram uma associação criminosa voltada para a prática de crimes contra administração pública e favorecimento de interesses atrelados ao tráfico de drogas. O esquema contava com a articulação de Carracena e advogados que atuavam como intermediários para viabilizar favoreces e pagamentos indevidos em espécie para o delegado. envolvido em troca de informações e influência interna. . As apurações revelaram a atuação de um individuo com histórico criminal focado em facilitação política e operacional em Brasília.

Investigação de anos atrás revelou o funcionamento do tráfico no Morro do Andaraí (CV). Chefe do tráfico local foi morto pelo BOPE

O traficante Boneco, morto ontem pelo BOPE, não era o dono das bocas de fumo do Morro do Andaraí. Ele estava fisicamente presente na localidade para cumprir osinteresses e comandos ordenados pelo chefe do tráfico local Jonas de Oliveira da Silva, vulgo Garré, preso no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro e lá permanecido desde 16/05/2000. Boneco era o responsável por administrar pessoalmente os pontos de venda de drogas estabelecidos na comunidade, repassando as ordens e diretrizes aos demais integrantes do Comando Vermelho que participam do tráfico de drogas do local. Na hierarquia, o filho de Garré era um dos gerentes, sendo um dos responsáveis pela guarda, endola, distribuição e controle da venda dos entorpecentes, condutas praticadas sob a ordem direta de Boneco. Em gravações feitas por PMs da UPP do Andaraí, ele foi visto armado e vendendo drogas em um dos pontos de venda de drogas, conhecido como” boca do cravão. Outros gerentes do morro são Alan Galdino e Hugo Pereira, que ficavam responsáveis por repassarem as ordens de Boneco para os demais integrantes da facção criminosa. Filmagens feitas por PMs da UPP mostraram armados perto de creches, próximos de crianças; que há boca de fumo próxima de creches. Segundo a investigação, não havia confronto dos traficantes com policiais na parte da manhã; que as atividades de tráfico s iniciava por volta das 15/16 horas; que primeiramente eles “ganhavam” a parte do alto, chamada de “JP” e dali começavam a se separar pela localidade; Os moradores cumprimentam os traficantes, na comunidade todos se comunicam. Havia a participação de menores no tráfico de drogas e que a função dada a eles era o monitoramento do movimento dos policiais A quadrilha também era responsável pela prática de crimes satélites como roubo e furto Determinados traficantes da Comunidade do Andaraí tinham as redes sociais abertas ao público geral, em razão do que era possível livre acesso às postagens, das quais se verificava rotineiramente ostentação de dinheiro, drogas ilícitas e armas de fogo A localidade é subdividida em diversos pontos de venda de material entorpecente e contenção armada, sendo a “creche Mandela”, “Japão” e “Posto, algumas das principais. A base policial no Andaraí já recebeu vários ataques desse ponto do Japão; que a viatura da polícia foi perfurada com tiros e os policiais são quase baleados, porque ficava difícil sair da base, já que a localidade do JP fica de frente para a base policial. A localidade do JP é muito alta e os acusados tem uma posição privilegiada em relação a base policial; que é um ponto de olheiros e é um ponto estratégico, se ele for naquele local com a sua câmera os bandidos vão estar naquela localidade; que o tráfico de drogas estava 24 (vinte e quatro) horas, Os policiais recebiam informação de colaboradores que eram populares, moradores do local; que os moradores não aceitavam se identificar e prestar declarações por medo de represálias; que se os moradores forem identificados eles morrem; um policial ficou sabendo a pouco tempo que o colaborador de um policial foi morto recentemente e outro morador foi expulso; que os moradores não querem se identificar com medo de represálias temendo pela própria vida; que era uma facção temida pela comunidade. O traficante Boneco pegava os bandidos mais sagazes para poder ficar na segurança dele, os que não ficavam de bobeira. O Andaraí é classificado como área vermelha pelo Batalhão e de alta periculosidade; que o Comando Vermelho empregava fuzis também e tinham em média 07 (sete) ou 08 (oito) fuzis no interior da comunidade, não passava de 10 (dez) fuzis; que tinham granadas também;. Os traficantes tinham livre acesso a toda a comunidade; que os réus atuavam na 513 e Caçapava; que os bandidos faziam a segurança principalmente no período da tarde para noite; que no período manhã os acusados não ficavam na comunidade, se ficavam, ficavam escondidos; que os criminosos faziam a segurança no alto da comunidade e a noite tinham livre acesso e passavam em frente a base; que o alto do morro tem várias localidades como Santo Agostinho, Borrachinha e JP, que fica no alto da Botucatu, Rua Adolfo Caminha; que do JP os acusados tinham uma visão da base policial, eles conseguiam ver a polícia entrando

Investigação revelou elo entre Peixão (TCP) e traficantes mineiros

Uma investigação do Ministério Público de Minas Gerais apontou a ligação de uma quadrilha especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro baseada na cidade de Vespasiano com o bando de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. O trabalho revelou que o traficante vulgo Bim se escondia no Rio de Janeiro, de onde vinha fomentando os negócios escusos e realizando a manutenção de toda a estrutura criminosa , Bim se instalou dentro de uma comunidade cariocaa qual é dominada por facção criminosa Terceiro Comando Puro, uma vez que o mesmo vinha distribuindo e fornecendo relevantes quantidades de drogas também para os traficantes que lideram a mercancia ilegal de entorpecentes naquela localidade, que é conhecida como Complexo de Israel, , liderada pelo criminoso Peixão que protegia Bim, No decorrer das investigações, informações apontaram o vínculo associativo existente entre Bim e Peixão denunciando, inclusive, uma suposta atuação criminosa do bandido carioca em Minas Gerais e outros estados da federação. Bim foi preso em Parada de Lucas portando uma arma de fogo com numeração suprimida, documento de identificação falso, um veículo com sinais identificadores adulterados, vários aparelhos telefônicos e anotações referentes à mercancia de drogas. Um veículo usado pela quadrilha foi apreendido enquanto” batia “o transporte de 500kg de cocaína que seguia sentido ao estado do Rio de Janeiro.

Jovem vendia drogas de forma independente e acabou morto pelo CV em Volta Redonda, diz polícia

Policiais civis da 93ª DP (Volta Redonda) concluíram o inquérito sobre o desaparecimento de Wesley dos Santos Silva Henrique, ocorrido na noite de 21 de outubro de 2025. A investigação resultou no indiciamento de quatro envolvidos por extorsão mediante cárcere privado com resultado morte, ocultação de cadáver, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo. O procedimento foi finalizado e encaminhado ao Ministério Público. Desde a comunicação do desaparecimento, os agentes da 93ª DP iniciaram um minucioso trabalho investigativo, com levantamento de informações de inteligência, oitivas de testemunhas, análise de dados, quebras de sigilo autorizadas judicialmente e diligências em campo nas áreas apontadas como possíveis locais onde o corpo poderia estar. As investigações revelaram que Wesley foi alvo de represália de traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho, que atua nos bairros Siderlândia e Açude, em Volta Redonda. Segundo apurado, integrantes do tráfico local descobriram que o jovem realizava comércio de entorpecentes de forma autônoma, o que teria motivado o ataque. Na noite dos fatos, a vítima foi abordada enquanto realizava entrega de drogas, sendo mantida presa em praça pública e, posteriormente, levada para uma área de mata, onde permaneceu sob vigilância armada por cerca de três horas. Durante este período, ele foi coagido a realizar transferências bancárias, de R$ 9.4 mil para os narcotraficantes, contudo, mesmo após o pagamento não foi liberado. O trabalho investigativo identificou quatro criminosos diretamente envolvidos. Dois são apontados como executores diretos, que prenderam e coagiram para as transferências e da ocultação do corpo. Ambos estão foragidos, com mandados de prisão expedidos. Outros dois investigados encontram-se presos preventivamente, um por fornecer conta bancária utilizada para receber e pulverizar os valores extorquidos, e outro por conduzir a motocicleta da vítima até o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, onde o veículo e o celular foram revertidos em prol da organização criminosa. Durante as buscas pelo corpo, as equipes da unidade foram recebidas a tiros em duas ocasiões por traficantes ligados à mesma facção. Em resposta, foram deflagradas operações repressivas nos bairros Siderlândia, Açude e Jardim Belmonte, que resultaram na prisão de pelo menos 12 narcotraficantes e na derrubada de uma “seteira” utilizada para ataques contra forças de segurança. Mesmo diante de pressões externas e ataques públicos direcionados à equipe policial durante o curso das investigações, os trabalhos não foram interrompidos. A apuração seguiu de forma técnica, fundamentada em provas e respaldada por decisões judiciais, culminando na identificação da dinâmica criminosa e dos responsáveis. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público, que ofereceu denúncia já recebida pela Justiça. As diligências continuam para localizar o corpo da vítima e capturar os dois executores ainda foragidos.

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

Suposto comunicado do CV diz que chefe do tráfico na Muzema comandaria facção na Bolívia

Circula nas redes sociais um comunicado, supostamente escrito por membros do Comano Vermelho informando que a facção agora estará atuando na Bolívia, mencionando cidades como Trinidad, Guayarmerín e Santa Cruz de La Sierra. Santa Cruz, como é de conhecimento público, é um local com bastante influência do PCC, sobretudo o núcleo paulista. O comunicado também menciona uma figura conhecida no submundo carioca; Zeus ou Da Roça, que estará responsável pelo CV na Bolívia. Zeus é oriundo de Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Atualmente ele comandaria o tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhanga, Zona Sudoeste do Rio. A informação é extra-oficial. nâo confirmada pelas autoridades. A reportagem procurou a Polícia Federal.e aguarda retorno.

Traficante que foi alvo de resgate em delegacia e teve comparsas presos hoje controla favela há mais de uma década. Relembre escuta de anos atrás que mostrava seu poder

Informações da polícia e da Justiça revelam que o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, alvo de resgate no ano passado da delegacia de Campos Elíseos e que teve sua quadrilha hoje alvo de operação da Polícia Civil, controla a comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, há mais de uma década. Rato hoje está preso em penitenciária federal fora do estado. Uma investigação antiga, de 2013, mostrou que já naquela época, o bandido tinha grande poder na localidade. Uma escuta telefônica mostrou a autoridade do bandido frente aos comparsas. Ele reclamou de um integrante da quadrilha que já estava há quatro dais sem fornecer drogas suscitando sobre o prejuízo que isso daria ao tráfico diante da alta rentabilidade. “A FIRMA É RICA, O BAGULHO TEM QUE BOMBAR, O BAGULHO FAZ DINHEIRO, ENTÃO SE Nó5 FICAR NESSA DAI DIRETO SEM MERCADORIA, PARCEIRO, NÃO DÁ NÃO ENTENDEU? PORQUE NÓS TEM COMPROMISSOS, NOS TEM QUE COMPRAR VÁRIOS BAGULHOS, TEM QUE PAGAR VÁRIOS BAGULHOS E NOS VAI FICAR SEM MERCADORIA?”. Rato também dava ordens para não efetuar disparos à esmo visando não gastar desnecessariamente munições de arma de fogo.

Como agia a quadrilha de traficante do CV de Arraial do Cabo preso em Petrópolis

O traficante que seria o número dois do Comando Vermelho no Morro da Coca-Cola, em Arraial do Cabo que foi preso hoje em Petrópolis, Rodrigo Duarte Bertanha, o Drigo, seguia as ordens do irmão, Marcos, vulgo MK ou Papai, segundo processo antigo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O bando controla não só o Morro da Coca Cola como também as comunidades da Cabocla, Prainha e Sítio. MK na época do processo estava preso e mesmo assim comandava e monitorava a organização criminosa, mantendo contato telefônico com familiares, bem como com” gerentes “e” vapores “subordinados seus para dar ordens para a prática de crimes graves, monitorando a distribuição dos entorpecentes e armas de fogo, bem como sendo responsável pelas principais decisões do grupo. O mesmo ocorria com alguns outros gerentes que também estavam presos, mas permaneciam, de dentro do presídio, no controle da venda das drogas sob sua responsabilidade no morro, através de seus comandados. Interceptações telefônicas feitas flagraram conversas de integrantes da quadrilha passando informações a respeito da chegada de cargas de entorpecentes, de armas e munições, da contabilidade de venda das drogas, da atividade de cada membro e dos menores e também da movimentação de policiais em incursões pelas localidades indicando até mesmo quem seriam os policiais. Como se não bastasse, foram, ainda, interceptadas ordens emanadas por gerentes da organização criminosa para que os integrantes da facção disparassem armas de fogo contra policiais que subissem o Morro da Coca- Cola e para que colocassem barricadas que impedissem o acesso por carros e viaturas às ruas do morro, a exemplo de várias converssas. Foi identificada ainda a prática de extorsão contra os moto-taxistas que atuam no Morro da Coca-Cola, ocasião em que se identificou que, atuando sob ordem de MK, os elementos passaram a exigir o recolhimento semanal de R$ 50,00 de cada moto-taxista, sob pena de perda da motocicleta e de consequências mais graves, conforme ameaças interceptadas. Além de MK e Drigo, faziam parte do primeiro escalão do bando os vulgos R ou Tio, Tiago Cabeça, Amaral, Índio, Dinaldo ou Cabelinho e CaranhaSobre a prisão de Drigo hoje, a polícia disse quel, mesmo escondido fora da área de atuação, ele continuava exercendo papel de liderança, dando ordens aos criminosos que atuam na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, o homem exercia função estratégica dentro da facção, sendo responsável pela logística e pelo comando das atividades ilícitas na Região dos Lagos. Ele foi capturado enquanto frequentava uma academia. Contra o criminoso, havia mandado de prisão em aberto pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Após a prisão, o acusado foi conduzido à 105ª DP (Petrópolis). A queda de uma das principais lideranças do Morro da Coca-Cola representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado e reforça o combate contínuo da Polícia Civil ao narcotráfico em todas as regiões do estado.

Homens invadiram residência, mataram dois e deixaram um ferido em Cabo Frio

Criminosos armados invadiram uma residência na manhã de hoje no Jardim Pero, em Cabo Frio, mataram dois homens e deixaram um terceiro ferido. A polícia investiga se o crime está relacionado a disputa do.trafico de drogas. Segundo informações iniciais, três suspeitos chegaram ao local em um carro. Dois deles estariam armados com armas de alto calibre. O grupo teria entrado no imóvel, retirado as vítimas do interior da casa e, em seguida, realizado os disparos. As duas vítimas atingidas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local, antes da chegada do socorro. O terceiro homem foi baleado, mas sobreviveu. Ele recebeu atendimento de emergência e foi encaminhado com vida ao Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos (HMOCS). A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da perícia. Após os procedimentos técnicos, os corpos foram removidos e levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. A ocorrência foi registrada na 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP). Até o momento, não há informações sobre a autoria ou a motivação do crime. Ninguém foi preso, e o caso segu

Homem que foi morto em academia na Rocinha (CV) fazia parte de poderosa quadrilha de traficantes de drogas e armas baseada no Triângulo Mineiro, dz MP-MG

O homem que foi morto em uma academia na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em setembro, Fábio Porto, o Mikin ou Miko, integrava organização criminosa denominada Família Miranda que praticava diversos crimes como tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. O bando era baseado em Uberlândia, cidade do Triângulo Mineiro, segundo investigações do Ministério Público de Minas. A atuação da quadrilha se estendia para outros municípios do Estado e tinha alta lucratividade com a grande distribuição de drogas para a venda em Uberlândia e região. A organização também tinha desdobramentos também nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Goiás, entre outros.  Durante as investigações,  foi possível a apreensão de elevado número de armas de fogo de grosso calibre, grandes quantidades de drogas, especialmente cocaína, elevadas quantias de dinheiro, documentos públicos falsificados, receptação de veículos subtraídos, tráfico ilícito de drogas sintéticas e a reiterada conduta de lavagem de dinheiro mediante a ocultação de valores ou do uso de interpostas pessoas físicas e jurídicas para a dissimulação dos ativos obtidos ilicitamente pelas organizações criminosas reveladas. O grupo se utilizava de inúmeros distribuidores e tinha uma estrutura gigantesca.. Em uma conversa interceptada, um traficante disse que pegou 20 quilos de peixe, expressão utilizada para designar pasta base de cocaína. O mesmo bandido falou que pagou 10 (dez) quilos à vista e que vai vender essa mercadoria na capital. A droga seria misturada a outras substâncias como fenacetina e igrganox e o criminoso disse que ela ficaria mais bonita. Em outra conversa, um integrante do grupo solicitou contas bancárias para fazer o pagamento pela droga adquirida. Uma operação de combate à quadrilha descobriu um laboratório de refino de pasta base de cocaína em Governador Valadares. Para dissimular a origem e propriedade de valores provenientes de crimes, os envolvidos usavam técnicas conhecidas de lavagem de dinheiro, como, por exemplo, a estruturação (smurfing). Durante as investigações constatou-se uma expressiva quantidade de depósitos e saques fracionados em pequenos valores que visam a dificultar o seu rastreio, o que caracteriza uma dissimulação para identificação dos reais beneficiários. Fábio Porto fazia parte do subnúcleo dos distribuidores.. O chefe do bando enviou via aplicativo de celular dados da conta bancária de um intengrante para Fábio para fazer depósitos bancários para pagamento de drogas, Segundo a imprensa local, ele foi acusado também de um homicídio por conta da venda de um imóvel. O homicídio de Fábio veio a tona ontem com a morte do suposto assassino, Jhony Horta Pereira, em um confronto com policaiis em Belo Horioznte, Jhony tinha mandado de prisão contra ele pela Justiça do Rio. Ele era vinculado ao Terceiro Comando Puro e chegou a se esconder no Complexo de Israel.

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