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tráfico de drogas

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

Suposto comunicado do CV diz que chefe do tráfico na Muzema comandaria facção na Bolívia

Circula nas redes sociais um comunicado, supostamente escrito por membros do Comano Vermelho informando que a facção agora estará atuando na Bolívia, mencionando cidades como Trinidad, Guayarmerín e Santa Cruz de La Sierra. Santa Cruz, como é de conhecimento público, é um local com bastante influência do PCC, sobretudo o núcleo paulista. O comunicado também menciona uma figura conhecida no submundo carioca; Zeus ou Da Roça, que estará responsável pelo CV na Bolívia. Zeus é oriundo de Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Atualmente ele comandaria o tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhanga, Zona Sudoeste do Rio. A informação é extra-oficial. nâo confirmada pelas autoridades. A reportagem procurou a Polícia Federal.e aguarda retorno.

Traficante que foi alvo de resgate em delegacia e teve comparsas presos hoje controla favela há mais de uma década. Relembre escuta de anos atrás que mostrava seu poder

Informações da polícia e da Justiça revelam que o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, alvo de resgate no ano passado da delegacia de Campos Elíseos e que teve sua quadrilha hoje alvo de operação da Polícia Civil, controla a comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, há mais de uma década. Rato hoje está preso em penitenciária federal fora do estado. Uma investigação antiga, de 2013, mostrou que já naquela época, o bandido tinha grande poder na localidade. Uma escuta telefônica mostrou a autoridade do bandido frente aos comparsas. Ele reclamou de um integrante da quadrilha que já estava há quatro dais sem fornecer drogas suscitando sobre o prejuízo que isso daria ao tráfico diante da alta rentabilidade. “A FIRMA É RICA, O BAGULHO TEM QUE BOMBAR, O BAGULHO FAZ DINHEIRO, ENTÃO SE Nó5 FICAR NESSA DAI DIRETO SEM MERCADORIA, PARCEIRO, NÃO DÁ NÃO ENTENDEU? PORQUE NÓS TEM COMPROMISSOS, NOS TEM QUE COMPRAR VÁRIOS BAGULHOS, TEM QUE PAGAR VÁRIOS BAGULHOS E NOS VAI FICAR SEM MERCADORIA?”. Rato também dava ordens para não efetuar disparos à esmo visando não gastar desnecessariamente munições de arma de fogo.

Como agia a quadrilha de traficante do CV de Arraial do Cabo preso em Petrópolis

O traficante que seria o número dois do Comando Vermelho no Morro da Coca-Cola, em Arraial do Cabo que foi preso hoje em Petrópolis, Rodrigo Duarte Bertanha, o Drigo, seguia as ordens do irmão, Marcos, vulgo MK ou Papai, segundo processo antigo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O bando controla não só o Morro da Coca Cola como também as comunidades da Cabocla, Prainha e Sítio. MK na época do processo estava preso e mesmo assim comandava e monitorava a organização criminosa, mantendo contato telefônico com familiares, bem como com” gerentes “e” vapores “subordinados seus para dar ordens para a prática de crimes graves, monitorando a distribuição dos entorpecentes e armas de fogo, bem como sendo responsável pelas principais decisões do grupo. O mesmo ocorria com alguns outros gerentes que também estavam presos, mas permaneciam, de dentro do presídio, no controle da venda das drogas sob sua responsabilidade no morro, através de seus comandados. Interceptações telefônicas feitas flagraram conversas de integrantes da quadrilha passando informações a respeito da chegada de cargas de entorpecentes, de armas e munições, da contabilidade de venda das drogas, da atividade de cada membro e dos menores e também da movimentação de policiais em incursões pelas localidades indicando até mesmo quem seriam os policiais. Como se não bastasse, foram, ainda, interceptadas ordens emanadas por gerentes da organização criminosa para que os integrantes da facção disparassem armas de fogo contra policiais que subissem o Morro da Coca- Cola e para que colocassem barricadas que impedissem o acesso por carros e viaturas às ruas do morro, a exemplo de várias converssas. Foi identificada ainda a prática de extorsão contra os moto-taxistas que atuam no Morro da Coca-Cola, ocasião em que se identificou que, atuando sob ordem de MK, os elementos passaram a exigir o recolhimento semanal de R$ 50,00 de cada moto-taxista, sob pena de perda da motocicleta e de consequências mais graves, conforme ameaças interceptadas. Além de MK e Drigo, faziam parte do primeiro escalão do bando os vulgos R ou Tio, Tiago Cabeça, Amaral, Índio, Dinaldo ou Cabelinho e CaranhaSobre a prisão de Drigo hoje, a polícia disse quel, mesmo escondido fora da área de atuação, ele continuava exercendo papel de liderança, dando ordens aos criminosos que atuam na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, o homem exercia função estratégica dentro da facção, sendo responsável pela logística e pelo comando das atividades ilícitas na Região dos Lagos. Ele foi capturado enquanto frequentava uma academia. Contra o criminoso, havia mandado de prisão em aberto pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Após a prisão, o acusado foi conduzido à 105ª DP (Petrópolis). A queda de uma das principais lideranças do Morro da Coca-Cola representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado e reforça o combate contínuo da Polícia Civil ao narcotráfico em todas as regiões do estado.

Homens invadiram residência, mataram dois e deixaram um ferido em Cabo Frio

Criminosos armados invadiram uma residência na manhã de hoje no Jardim Pero, em Cabo Frio, mataram dois homens e deixaram um terceiro ferido. A polícia investiga se o crime está relacionado a disputa do.trafico de drogas. Segundo informações iniciais, três suspeitos chegaram ao local em um carro. Dois deles estariam armados com armas de alto calibre. O grupo teria entrado no imóvel, retirado as vítimas do interior da casa e, em seguida, realizado os disparos. As duas vítimas atingidas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local, antes da chegada do socorro. O terceiro homem foi baleado, mas sobreviveu. Ele recebeu atendimento de emergência e foi encaminhado com vida ao Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos (HMOCS). A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da perícia. Após os procedimentos técnicos, os corpos foram removidos e levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. A ocorrência foi registrada na 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP). Até o momento, não há informações sobre a autoria ou a motivação do crime. Ninguém foi preso, e o caso segu

Homem que foi morto em academia na Rocinha (CV) fazia parte de poderosa quadrilha de traficantes de drogas e armas baseada no Triângulo Mineiro, dz MP-MG

O homem que foi morto em uma academia na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em setembro, Fábio Porto, o Mikin ou Miko, integrava organização criminosa denominada Família Miranda que praticava diversos crimes como tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. O bando era baseado em Uberlândia, cidade do Triângulo Mineiro, segundo investigações do Ministério Público de Minas. A atuação da quadrilha se estendia para outros municípios do Estado e tinha alta lucratividade com a grande distribuição de drogas para a venda em Uberlândia e região. A organização também tinha desdobramentos também nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Goiás, entre outros.  Durante as investigações,  foi possível a apreensão de elevado número de armas de fogo de grosso calibre, grandes quantidades de drogas, especialmente cocaína, elevadas quantias de dinheiro, documentos públicos falsificados, receptação de veículos subtraídos, tráfico ilícito de drogas sintéticas e a reiterada conduta de lavagem de dinheiro mediante a ocultação de valores ou do uso de interpostas pessoas físicas e jurídicas para a dissimulação dos ativos obtidos ilicitamente pelas organizações criminosas reveladas. O grupo se utilizava de inúmeros distribuidores e tinha uma estrutura gigantesca.. Em uma conversa interceptada, um traficante disse que pegou 20 quilos de peixe, expressão utilizada para designar pasta base de cocaína. O mesmo bandido falou que pagou 10 (dez) quilos à vista e que vai vender essa mercadoria na capital. A droga seria misturada a outras substâncias como fenacetina e igrganox e o criminoso disse que ela ficaria mais bonita. Em outra conversa, um integrante do grupo solicitou contas bancárias para fazer o pagamento pela droga adquirida. Uma operação de combate à quadrilha descobriu um laboratório de refino de pasta base de cocaína em Governador Valadares. Para dissimular a origem e propriedade de valores provenientes de crimes, os envolvidos usavam técnicas conhecidas de lavagem de dinheiro, como, por exemplo, a estruturação (smurfing). Durante as investigações constatou-se uma expressiva quantidade de depósitos e saques fracionados em pequenos valores que visam a dificultar o seu rastreio, o que caracteriza uma dissimulação para identificação dos reais beneficiários. Fábio Porto fazia parte do subnúcleo dos distribuidores.. O chefe do bando enviou via aplicativo de celular dados da conta bancária de um intengrante para Fábio para fazer depósitos bancários para pagamento de drogas, Segundo a imprensa local, ele foi acusado também de um homicídio por conta da venda de um imóvel. O homicídio de Fábio veio a tona ontem com a morte do suposto assassino, Jhony Horta Pereira, em um confronto com policaiis em Belo Horioznte, Jhony tinha mandado de prisão contra ele pela Justiça do Rio. Ele era vinculado ao Terceiro Comando Puro e chegou a se esconder no Complexo de Israel.

Polícia faz operação contra delivery do CV na Maré

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) sko, nesta quarta-feira (15/12), mais uma ação da “Operação Contenção”. O objetivo é cumprir mandados de busca oe apreensão contra envolvidos no comércio ilegal de armas de fogo, munições, tráfico de drogas e associação criminosa, delitos praticados por narcoterroristas vinculados ao Comando Vermelho. As diligências, que contam com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), ocorrem na Nova Holanda, Complexo da Maré, em outros pontos da Zona Norte e na Região dos Lagos. A operação é resultado de investigação da Desarme. Os agentes realizaram intenso trabalho de inteligência e análise telemática aprofundada, que permitiu identificar núcleos criminosos especializados na circulação de armamentos de alto poder ofensivo, na logística de munições e no abastecimento do tráfico. Parte significativa dos alvos está localizada no Complexo da Maré, além de outras áreas da capital, evidenciando a capilaridade da organização criminosa. Além do núcleo que opera de dentro da Maré, a investigação identificou um grupo na Região dos Lagos e outro grupo que faz “delivery” de entorpecentes em diversos pontos da Zona Norte. Como parte da “Operação Contenção”, a investida reafirma o compromisso da Polícia Civil com a asfixia logística e financeira das facções criminosas, atuando de forma estratégica para retirar armas de circulação, enfraquecer o poder bélico dos grupos narcoterroristas e reduzir sua capacidade de enfrentamento ao Estado. C

Destruída ontem pela polícia, Boca do Brilho no Chapadão (CV) tinha propaganda nas redes sociais. “O cliente pode assistir o corte ao vivo”

Destruída ontem pela polícia durante a Operação Barricada Zero, a Boca do Brilho no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, já tinha sido anunciada nas redes sociais. Em uma página no Twitter, escreveram; “Shank, Crumble, Ice, Pac, Dry, Lança, Black, loló e balinha e muito mais. o cliente pode pesar na hora e assistir o corte sendo feito ao vivo!!! “ O local tinha telhado e placas que exibiam um “cardápio” com tipos de entorpecentes e preços. Uma retroescavadeira foi usada para derrubar a estrutura, que funcionava de forma ostensiva, com sinalização visível da rua.

Relatório mostra influência dos traficantes do CV do RJ no Pará

Relatório do Instituto Mãe Crioula aponta a chegada do Comando Vermelho e a sua terrorialização no estado do Pará . A organização em rede da facção aproximou as relações do núcleo central ori-ginário do Rio de Janeiro com as células criminosas instaladas nos municípios paraenses. Isso se evidenciou porque o CV atua com uma estratégia de franquia, ou seja, a estrutura e o modelo de expansão territorial desta organização crimi- nosa é baseado em um sistema de conexão da matriz, localizada no Rio de Janeiro, e suas células filiais, localizada em vários estados da federação. Nesse modelo, é da matriz localizada nas comunidades cariocas como o Com- plexo da Penha, Complexo do Alemão, Comunidade do Salgueiro e Rocinha, lo- calizados no município do Rio de Janeiro, que saem o comando para as táticas e ações nos territórios paraenses. Assim, a identidade e o modos operadis segue uma padronização nacional, através de símbolos utilizados em todo o Brasil, como “tudo 2”, “CV”, “Trem bala”, “Tropa” além de pagamento de taxas cobradas de comerciantes e moradores, regras imposta na comunidade, como “proibido roubar”, pichações, etc. Das comunidades cariocas que saem o fornecimento das armas de grosso ca- ibre e a escolha dos territórios que receberão o fortalecimento do armamento. As comunidades também passaram a ser importantes para abrigar os lideres de cada território, chamado na simbologia do crime de “Torre”, ou seja, o chefe da respectiva região. Portanto, é do Rio de Janeiro que os chefes do CV no Pará mandam suas ordens para a dinâmica do crime organizada no estado. As células são responsáveis por repassar quantias da “caixinha do crime” para a matriz no Rio de Janeiro, são estratégicas para a logística na rota do narcotráfico, e no caso amazônico, tem na sobreposição dos crimes ambientais uma nova possibilidade de acumulação de capital ilícita. Esse modelo de franquiamento permite que as facções se expandam rapida- mente por diferentes regiões e estados, mantendo a identidade e o padrão de operação. O Rio de Janeiro se tornou o grande centro das decisões da atuação da facção comando vermelho no Brasil, onde a região amazônica passou a tergrande importância, A Operação Contenção26, realizado nas favelas cariocas do Complexo do Ale- mão e Penha, identificou que o estado do Pará, depois do Rio de Janeiro, como aquele com maior quantidade de lideres presos ou mortos na operação, totali- zando respectivamente 6 e 15 pessoas. No entanto, a partir das informações dasSecretarias de segurança pública do Pará e do Rio de Janeiro, pelo menos 30 integrantes paraenses estariam residindo na capital fluminense. FONTE: Instirtuto Mãe Crioula

Preso em Bangu 3 e com acesso a celulares, traficante do CV continua comandando o crime em Cabo Frio

Mesmo preso no presídio de Bangu 3, o traficante que tem os vulgos de Bigode, Tubarão e Waguinho controla controla o comércio ilegal de entorpecentes no bairro Manoel Correa (Favela do Lixo) sob a marca do Comando Vermelho. Ele delega o controle do empreendimento extramuros ao seu subordinado que tem os vulgos de Maestro e Uando que coordena a distribuição da droga para o abastecimento da comunidade em Cabo Frio, e assume as funções do Bigode junto ao Conselho do CV de forma ampla na Região dos Lagos. Ele também delega a administração imediata da Favela do Lixo ao gerente B da Glock (GL) que articula o comércio local diretamente subordinado ao Maestro que se esconde na Rocinha na Zona sul do Rio de Janeiro. Dentre as atribuições de B da Glock lhe cabe contratar os gerentes de preço, vapores e soldados assim como articulando a própria mãe, Tia do Tráfico, quem lhe presta auxílio guardando armas e entorpecentes em sua residência e homiziando narcotraficantes locais, favorecendo-lhes a fuga, se necessário; aproveitando em benefício da organização a aparente idoneidade objetiva de uma casa habitada por uma senhora. Bigode financia a compra de armamento de grosso calibre para domínio do território ocupado por sua narcofacção. Em tempo presente, a busca e apreensão em presídio realizada em maio de 2024 certifica que o traficante permanece tendo acesso ao telefone celular no presídio. Ao passo que os desenhos de Bigode estampados nos entorpecentes apreendidos no dia 26/04/2025, assim como o desenho do Bigode na bandoleira do fuzil apreendido comprovam que o próprio continua exercendo o pleno domínio do fato de dentro do cárcere. As canções coligidas no aplicativo de músicas SounCloud, por seu turno, comprovam por músicas recentes de 2025 2 que a hierarquia do Comando Vermelho se mantém com o “Zero Um” preso em Bangu, As músicas também são capazes de comprovar que os ataques recentes contra as facções rivais são coordenados pelo próprio Bigode e o Maestro, especificando ainda os bairros atacados: Valão, Tangará, Cajueiro e Jacaré. FONTE: TJ-RJ

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