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Terceiro Comando Puro

Milícia de Rio das Pedras era na verdade uma narcomilícia com participação do TCP. Veja os quatro núcleos que estruturava a quadrilha

Segundo uma investigação que resultou em processo que tramita de forma sigilosa na Justiça do Rio de Janeiro, a milícia que atua em Rio das Pedras, em Jacarepaguá, é estruturada em quatro núcleos. O núcelo superior era formado por Dalmir e Taillon, pai e filho. O núcleo gerencial tem Thiago Leôncio, Emerson Portela, Laerte e Gerardo Alves) A parte operacional era formada por Luana, Naira, Janderson, Pablo Henrique, João Gabriel, Lucas Alexandre e Franklin) Na lavagem de dinheiro, ficavam Cátia, Tárcio de Alcântara, Celso Moura e Zélia) Taillon, que está preso, foi flagrado em uma escuta telefônica fazendo transmitir a ordem de seu pai no sentido de reduzir a participação de criminosos integrantes do Terceiro Comando Puro na localidade. O comando exarado evidencia indícios da interligação entre as atividades espúrias entre milícia e narcotráfico, formando a famigerada “NarcomilíciaHá diálogos que mostram que a quadrilha permanece em plena atividade, segundo documento do STJ do dia 15 de julho último. Ao todo, 17 pessoas foram denunciadas por fazer parte da milícia de Rio das Pedras que praticava os crimes de extorsão, tortura, furto e lavagem de dinheiro Emerson Claudino, por exemplo, era homem de confiança de Dalmir, exercia papel de liderança em linchamentos e torturas praticados pelo grupo, além de atuar comoprovedor de recursos provenientes de pagamentos feitos à organização criminosa dos rendimentos proporcionados por suas atividades ilícitas. FONTE: STJ

Chefão do CV na Maré teve prisão decretada suspeito de mandar matar homem que veio do Espírito Santo se encontrar com traficante do TCP mas entrou em comunidade errada. LEIA TODOS DOS DETALHES DO CASO

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante LC, apontado como um dos chefes do tráfico na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, área do Comando Vermelho. LC é suspeito de no dia 24 de janeiro, privar a liberdade de J.B.F, mediante cárcere privado, causando-lhe grave sofrimento moral e psicológico, na medida em que a vítima foi subjugada por muitos homens desconhecidos e hostis, fortemente armados, que a tiraram do veículo que trafegava, a levaram para um galpão, quando decidiram, na sua presença, se seria ou não morta naquele momento e de mandar matar um homem que veio do Espírito Santo se encontrar com um traficante do Terceiro Comando Puro. A vítima fatal Júlio Coutinho veio do Espírito Santo juntamente com J.B.F motorista de aplicativo contratado, com destino a Comunidade do Timbau, dominada pela facção TCP (Terceiro Comando Puro). Ao errarem o caminho, foram parar na Comunidade Nova Holanda, dominada por traficantes da facção rival CV – Comando Vermelho, oportunidade em que foram abordados por elementos fortemente armados, que determinaram que ambos descessem do veículo. Traficantes do Comando Vermelho mantiveram as vítimas por relevante lapso de tempo subjugadas em um galpão, aguardando a chegada de LC. O bandido decidiu, após consultar integrantes do Comando Vermelho de outros entes federativos, através de grupos de WhatsApp, determinar a morte de Júlio. LC convencido de que a vítima sobrevivente era motorista de aplicativo, determinou que a mesma levasse o corpo de Júlio até traficantes do Terceiro Comando Puro. J.B.F ao se dirigir com o corpo para o hospital mais próximo, encontrou com PMs no caminho.” Ele contou que na data da viagem foi buscar o passageiro que apenas sabe chamar Coutinho. Que ao chegarem ao Rio de Janeiro, ingressaram na comunidade da Maré; Que assim que entraram na comunidade no endereço sito na Rua Bittencourt Sampaio, foram abordados por elementos fortemente armados que determinaram que ambos desembarcassem do veículo; (…) Disse que os traficantes ao identificarem que o destino da corrida era para a comunidade do Timbau cercaram o declarante e “Coutinho” e a pé os escoltaram até a Rua Princesa Isabel com a Rua Carmela Dutra, no interior da comunidade Nova Holanda.; No referido local existe uma estrutura assemelhada a um banheiro, onde foram obrigados a ficar; Que o lugar não era em uma casa apenas uma estrutura; Que durante todo periodo em que ficaram aguardando perceberam a presença de diversos elementos, uns armados e outros não; Que a rotatividade era grande; Que os elementos que estavam armados diziam a todo momento “que eles iriam morrer”; Que os elementos pertencentes ao tráfico de drogas da comunidade Nova Holanda transitavam em motos e sempre portanto armas longas de grosso calibre do tipo fuzil; Que sempre que o declarante e “Coutinho” perguntavam o que os traficantes iriam fazer ou o que estavam aguardando obtinham a resposta de que estavam aguardando a chegada do indivíduo de vulgo “LC” pois somente este teria autoridade para determinar o que seria feito; Que por volta das 20h50min chegou a o local um homem medindo aproximadamente 1,80m, moreno, compleição física forte, voz grave, nariz largo e cabelo baixo; Que ficou sabendo tratar-se do vulgo “LC”; Que “LC” trajava bermuda jeans e uma camisa de tonalidade escura; Que no local “LC” ordenou aos seus comandados que levassem o declarante e “Coutinho” para dentro de uma construção assemelhada a um galpão, coberto e sujo de graxa, passando por uma pequenina porta, através de um muro grande; Que no interior da estrutura foram obrigados a sentarem no chão em cima das mãos; Que neste momento o declarante teve a certeza de que iria morrer e tentou argumentar com “LC” alegando que era trabalhador e teria apenas aceitado a corrida na condição de motorista de aplicativo e que não pertencia a nenhuma facção criminosa; Que nunca teve envolvimento com o tráfico; Que diante do narrado pelo declarante “LC”, teria se afastado junto a outros comparsas por aproximadamente 10 minutos; Que ao retornar “LC” disse ao declarante “Vem cá Uber, aqui a gente não faz covardia com ningupem, liguei para o Espírito Santo e disseram que você é trabalhador, mas ele (apontado para Júlio) ninguém pediu por ele. Nos grupos de Minas, ninguém conhece ele. Então, ele é do TCP mesmo, se eu LC deixar ele sair, serei cobrado depois”. Em seguida, J.B.F ouviu disparos de arma de fogo e que pelo barulho disse ser possivelmente de fuzil; Que os tiros eram ouvidos de dentro do galpão enquanto o declarante era liberado; Que um traficante ordenou ao declarante que pegasse o corpo de “Coutinho” que estava dentro do galpão, já sem vida e ensanguentado e colocá-lo na mala do carro. Que como havia uma caixa de som na mala do carro não havia espaço, sendo portanto colado no banco traseiro do veículo; Que dois traficantes entraram na frente e o declarante percebeu que pelo menos o carona portava arma de fogo do tipo pistola; Que J.B.F ficou no banco de trás junto ao corpo de “Coutinho”; Que os traficantes transitaram com o declarante e o corpo de “Coutinho” pelo interior da comunidade; Que em determinado momento os traficantes pararam o carro e disseram ao declarante que ali seria a divisa entre as áreas do Comando Vermelho e TCP. Que no referido local já se encontrava “LC” e outros traficantes armados fazendo a sua escolta; Que “LC” entregou o telefone celular do declarante e ordenou que seguisse em frente rumo ao destino preterido anteriormente; Que o local informado como divisa pelos traficantes chama-se Baixa do Sapateiro, faccionada ao grupo criminoso Terceiro Comando Puro; Que ao seguir caminho pelo interior da Comunidade Baixa do Sapateiro se deparou com outro grupo de traficantes fortemente armados; Que os traficantes pertenciam a facção Terceiro Comando Puro; Que pediu ajuda ao grupo narrando todo o ocorrido; Que enquanto narrava o ocorrido foi interpelado por um traficante aparentando ter entre 40 a 50 anos, baixo, moreno, cabelos grisalhos, que supõe ser elemento influente no comando da facção local; Que

Traficantes do TCP mataram testemunha ocular de homicídio cometido por eles dias antes em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro do Parque Paulista em Duque de Caxias, entre eles um de vulgo Gelsinho, pelo homicídio de uma testemunha ocular de um outro caso de assassinato apurado no IP 861-00024/2025, na qual qual os denunciados foram os autores. A vítima se chamava Daniel e foi morta para silenciar testemunhas e evitar a investigação do homicídio de Felipe Rodrigues Barboza, ocorrido dias antes. Como líder da comunidade, Gelsinho, deu a ordem para matar a vítima e seu comparsa seria o executor direto agindo sob suar ordens, mostrando sua subordinação à estrutura criminosa. A autoridade policial relata ainda que ambos têm históricos de crimes graves, como homicídios e porte ilegal de armas, Segundo a autoridade policial os indiciados, cientes da gravidade das imputações, possuem amplo poder de influência sobre a comunidade local e as testemunhas arroladas, podendo coagi-las, intimidá-las ou corromper provas, inclusive por meio de ameaças diretas ou indiretas, em ambiente dominado pelo TCP FONTE: TJ-RJ

CV teria conseguido retomar o Fubá

Traficantes do Comando Vermelho fizeram registros dentro do Morro do Fubá em Cascadura. Indivíduos ligados à facção retomaram novamente o controle da comunidade, que havia sido perdido para o TCP após uma operação do 9° BPM A Tropa do BX do Corte 8 tambem fez fotis dentro do Morro do Fubá. As imagems foram tiradas por traficantes conhecidos como ‘Bopezinho’ e ‘Mais de Mil’

Traficantes do TCP tentaram matar sete pessoas em um bar em Nova Iguacu em abril porque elas foram até o Chapadão (CV). Duas morreram e duas ficaram feridas. Quatro tiveram prisão decretada mas mandante se livrou

A,Justica decretou as prisões preventivas de quatro  traficantes do Terceiro Comando Puro vulgos Cathau, WL e Chato, além de Vitor  que estão sendo acusados de abrir fogo contra sete pessoas em um bar em Nova Iguaçu em abril.deste ano matando duas delas (Bruno Thiago de Souza e Lucas Santos Azevedo)  e deixando dois feridos que sobreviveram porque receberam socorro médico eficaz. Os demais alvos  nãoforamm atingidos pelos disparos efetuados pelos criminosos, porque lograram êxito em se proteger e se abrigar do ataque. Segundo os autos, o traficante Sheik, na condição de líder da facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, atuante na Comunidade conhecida como “Três Campos”, Nova Iguaçu/RJ, determinou a execução das vítimas pelos autores imediatos, seus subordinados. O mandante, porém, não teve prisão decretada. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, controle social paralelo imposto pela facção TCP, tendo os denunciados, todos integrantes do grupo criminoso, praticado os crimes pelo fato das vítimas supostamente frequentarem a Comunidade do Chapadão, local dominado por facção criminosa rival – “Comando Vermelho “CV”.  Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção ao interior de um estabelecimento comercial, o qual era frequentado por outras pessoas que também poderiam ter sido atingidas pelos disparos realizados. Os atiradores chegaram ao local em duas motocicletas e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra as vítimas, as quais foram surpreendidos quando estavam em um momento de descontração no interior de um estabelecimento comercial. O delito foi praticado com emprego de arma de fogo de uso restrito, qual seja, de calibre .40 S&W (10 x 22) Uma testemunha disse que duas motos se aproximaram do local com os garupas portando armas de fogo, mais especificamente pistolas; O declarante se recorda que a primeira motocicleta possuía cor vermelha; Que acredita que a marca/modelo seria uma Honda CG 160; Que as motos vieram da rua Doná Madalena e chegaram na Rua Dr. Mário Pinotti manobraram em frente ao mercado Maringá e voltaram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que viu o garupa da primeira moto disparando contra todos os frequentadores do bar e que neste momento o declarante foi atingido quatro vezes e caiu ao solo;  Que após estar caído, falou que os atiradores eram da comunidade dos “Três Campos”, dominda pela facção “Terceiro Comando”; Que acredita que a motivação de deu pelo fato dos frenquantadores do bar e o dono Patrick, frequentam a comunidade do Chapadão, que é dominada pela facção “Comando Vermelho”, para beber e ir ver “pegas de moto”; Contou que o crime vitimou pessoas trabalhadoras como seus amigos Bruno e Lucas.  O declarante ficou internado no hospital Geral de Nova Iguaçu, tendo recebido alta no dia 13/04/2025 e só hoje conseguiu comparecer nessa unidade especializada para prestar esclarecimentos; Um.outro sobrevivente disse que mais cedo foi até a comunidade do chapadão, dominada pela facção criminosa comando vermelho, como costumava fazer; Que o declarante costuma beber em um bar na comunidade e aprecia os “rolézinho” de moto que lá ocorrem.Nesse dia o declarante foi com, dono do bar onde ocorreu o crime investigado por essa especializada; Que por volta de 23:00 horas do corrente dia, o declarante retornou com o amigo e decidiram beber em seu bar; Que a cerca de 00:15 duas motos se aproximaram do local com os garupas portando arma de fogo;  Que o declarante afirma que eram pistolas; Que as motos manobraram e vieram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que na frente do declarante correramquatro vitinas ; Que em ato contínuo o rapaz percebeu que havia sido baleado no ombro esquerdo;. A testemunha conseguiu identificar todos os autores da empreitada criminosa, haja vista o declarante morar na região e já os terem visto andando de motos armados impondo medo nos moradores; Disse ainda que o mandante foi Sheik líder da comunidade três campos, dominada pela facção TCP; Que acredita que devido ao declarante ir até a comunidade do chapadão, tirar fotografias fazendo o sinal do número dois e postar nas redes sociais e gostar as músicas pertencentes a outra facção, o declarante acredita que esse teria sido o motivo da empreitada criminosa; Uma moça que escapou disse q acreditar que a motivação do crime seria pelo fato dos traficantes não aceitarem que outras pessoas tirem fotos, ou façam gestos em comunidades da facção comando vermelho;  FONTE,: TJ-RJ

Noite tensa no Rio com registro de novas guerras entre o CV e o TCP na Pedreira e no Fubá

Noite tensa na Zona Norte do Rio de Janeiro Intenso tiroteio no Morro do Chaves, B13 e Casinhas (TCP) em Barros Filho e Costa Barros. Traficantes do Chapadão da Tropa do Rex e Arrascaeta (CV) estariam invadindo as comunidades que fazem parte da gestão do Complexo da Pedreira (TCP). Circulou nas refes sociais foto de traficantes do Comando Vermelho dentro do Morro do Fubá (CV), em Cascadura nessa noite. Logo após as imagens, um confronto se iniciou n região Moradores relataram rajadas de tiros na comunidade. Após um cessar de cerca de 30 minutos, a bala voltou a cantar na comunidade. FONTE: Submundo Criminal ( Telegram)

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico no Muquiço (TCP). Depois de três anos do crime, bandidos foram acusados de matar suposto X9 da polícia que foi entregue a eles pela própria esposa após uma discussão

Investigação revela como era a hierarquia de traficantes que age na Favela do Muquiço, em Deodoro, área dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). O bando é comandado pelo criminoso vulgo Coronel, que é o responsável por determinar todas as ações criminosas praticadas pela organização, dentre elas, ataques a comunidades de organizações criminosas rivais e execuções de pessoas que desafiam as suas ordens. Aritana era o 3º (terceiro) na estrutura da organização criminosa e exercia a função de gerente geral das bocas de fumo. Messi exercia a função de frente”, sendo considerado o homem de confiança de Coronel. Tralha e Gaguinho eram os soldados e atividades e responsáveis pela segurança e proteção das bocas de fumo e de seus líderes, observando a presença e reprimindo qualquer obstáculo ao livre exercício do comércio ilícito de drogas, como a ação policial ou a presença de traficantes rivais. A organização criminosa era constituída com emprego de armas de fogo, seja para coibir a repressão policial, o eventual ataque de quadrilha rival ou mesmo para garantir o lucro pela venda e subjugar a população local através da violência.” Depois de três anos do crime, o grupo foi responsabilizado pelo homicídio de Paulo Alexandre Freire Teixeira, o Pirce. De acordo com o procedimento, a vítima residia junto com a sua companheira no interior da comunidade “Muquiço” sendo certo que, aproveitando-se desse cenário, passou a fotografar ações de criminosos dessa comunidade, cedendo informações a alguns policiais com quem mantinha certa amizade. No dia dos fatos, após uma discussão entre a vítima e sua companheira, essa informou a alguns criminosos da localidade que seu parceiro passava informações dos criminosos da região a policiais. Diante disso, os criminosos dirigiram-se à residência do casal, portando arma de fogo, invadiram a residência e ordenaram que Pirce lhes entregasse o seu aparelho telefônico, oportunidade em que certificaram que a vítima era informante de polícia. FONTE: TJ-RJ

Por chamada de vídeo, traficantes do CV e TCP teriam negociado fim da guerra no Rio com participação de Oruam

Essa informação já havia sido divulgada nas redes sociais há alguns dias e agora ganhou repercussão na imprensa carioca. Os traficantes Doca do Complexo da Penha (CV) e Cocão e Coelhão do Complexo da Serrinha (TCP) participaram de uma conversa de vídeo juntamente com o rapper Oruam preso essa semana Nesta conversa, segundo o que foi levantado pela polícia, os traficantes supostamente negociavam uma trégua na guerra entre as facções criminosas no Rio de Janeiro. Oruam inclusive como já foi falado apareceu em foto junto com Doca.

Mais guerra entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP)

O policiamento está sendo reforçado nos acessos ao Complexo da Pedreira(TCP) em Costa Barros. Agora no final da tarde se iniciou mais um confronto entre facções rivais na regido envolvendo traficantes do Chapadão (CV) contra a Pedreira. BL Blindado da polícia cirvula pelo local. Tiros na divisa entre Complexo do Chapadão e Complexo da Pedreira, em Costa Barros (17:45) #TirosRJ #FogoCruzadoRJ

TCP se aproveitou de operação da PM que provocou baixas no CV para retornar ao Fubá

Segundo informações que circulam nas redes sociais, o chefâo do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, vulgo Lacoste, ordenalou que seus soldados provocassem um intenso tiroteio com o CV na área de mata das comunidades do Campinho e Fubá Com isso, chamou a atenção da PM que desde as primeiras horas do dia, realizou uma operação no Morro do Fubá (até então CV). Durante um intenso confronto com policiais militares, pelo menos três traficantes do CV foram baleados, entre eles são Bopenzin, ‘Mutchatcho’ que morreu e ‘Foca’ qye acabou morrendo também .Após essa operação, o CV se viu obrigado a recuar para o Complexo do 18, para não ter mais baixas.Com o Morro do Fubá praticamente sem nenhum soldado do CV e sem resistência alguma, traficantes do TCP aproveitaram a situação e retornaram à comunidade, que havia sido perdida para o CV há pelo menos 3 semanas.

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