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Terceiro Comando Puro

Tiroteio tem PM e dois bandidos feridos na Pedreira (TCP). Ônibus foram feitos de barricadas

Um policial militar e dois suspeitos foram feridos em troca de tiros no Complexo da Pedreira, em Costa Barros. Em represália à atuação da PM, bandidos atravessaram ao menos três ônibus na pista. Os suspeitos feridos estão em estado grave. O PM baleado está fora de perigo. A PM apreendeu fuzil, pistola, radiotransmissores, drogas e outros materiais. Três suspeitos foram presos. VEJA NOTA DA PMERJ Nesta terça-feira (23/9), policiais do 41º BPM (Irajá) atuaram emergencialmente na comunidade da Quitanda, em Costa Barros, após receberem dados de inteligência sobre uma reunião de lideranças criminosas, com risco iminente de invasão a territórios rivais. Na ação, os agentes apreenderam um fuzil, uma pistola, dois rádios comunicadores e grande quantidade de drogas. Também foi detido o criminoso conhecido como “Lobão”, apontado como chefe do tráfico de drogas da comunidade do Trio de Ouro. Outros dois suspeitos também foram presos. Em retaliação à operação, criminosos atravessaram ônibus em algumas vias da região. As equipes da PM intervieram e liberaram as ruas. O policiamento permanece reforçado e a ocorrência segue em andamento. Um policial militar foi ferido no braço durante a operação e socorrido para o Hospital Estadual Carlos Chagas. O estado de saúde dele é estável. 

Preso chefe do TCP em Vargem Grande que comandou ataque que resultou em mortes no Recreio

Policiais civis da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) prenderam, na manhã desta terça-feira (23/09), um dos líderes do tráfico de drogas de Vargem Grande. Ele foi capturado em um dos seus esconderijos em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio: Maurício Alves de Souza, conhecido como “Semente” As investigações apontam que o criminoso ocupava um cargo de liderança na facção criminosa Terceiro Comando Puro e coordenava o crime em oito comunidades da região de Vargem Grande. Na hierarquia do tráfico, o homem era subordinado apenas ao chefe local. Segundo informações de inteligência, o criminoso coordenou o ataque que resultou na morte de dois jovens, no dia 9 de setembro, no Recreio dos Bandeirantes. O crime teria sido motivado por disputa territorial entre facções criminosas. Além disso, o homem é apontado como autor de diversos sequestros relâmpagos e roubos na região. Após trabalhos de inteligência da unidade, agentes localizaram um dos esconderijos do traficante. Em ação rápida, o homem foi surpreendido pela força policial e preso em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e receptação. Contra ele, também foi cumprido um mandado de prisão. No local, agentes apreenderam uma arma de fogo, um kit rajada e uma motocicleta roubada. O criminoso responde por outros inquéritos policiais, com suspeita de participação em homicídios, roubos e extorsões.

Tráfico em Senador Camará (TCP) usa bailes funks como forma de aliciar os moradores para não fazer denúncias para a polícia e comemorar mortes de policiais

Há dois anos, os traficantes do Complexo de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, se organizaram para realizar bailes funks com o objetivo de aumentar os lucros com a venda de drogas, bem como, promover uma espécie de aproximação entre a população local e os criminosos para evitar denúncias, numa estratégia para manterem-se homiziados dasrepressões policiais. A região é ominadas pela organização criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), cuja uma dasprincipais lideranças locais, que atualmente encontra-se em iberdade, trata-se de José Rodrigo Gonçalves Silva, vulgo “Sabão”.] Outra liderança, mas que encontra-se presa, é Rafael Alves, vulgo “peixe”, que recentemente foi capturado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e, encontra-se custodiado na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho, em Bangu. Sabão ostenta onze anotações criminais, dentre os crimes de homicídios e tráfico de Drogas. “Sabão” foi preso pela primeira vez em 24/02/2005, na ocasião foi surpreendido no interior de uma residência na Comunidade do Rebu com drogas e rádios transmissores, sendo que, em 14/05/2007, foiposto em liberdade, através de decisão judicial. Em 14/02/2008, voltou a ser preso em flagrante delito, quando foi surpreendido por policiais militares conduzindo uma motocicleta roubada; permaneceu custodiado até 05/08/2008, quando recebeu o benefício judicial de liberdade provisória pela 2ª Vara Criminal de Bangu/RJ. Após sair da prisão, “Sabão” já figurava como “gerente geral” do tráfico de drogas na Comunidade do Rebu, bem como, andava acompanhado de diversos “seguranças”; desde então, foi “galgando” na hierarquia do tráfico na região, até chegar a posto de principal liderança do tráfico dedrogas do Complexo de Favelas de Senador Camará. Diante disso, sabão” foi indicado em diversos inquéritos policiais, atualmente em seu desfavor há dois mandados de prisão preventiva pendentes,expedidos pelas 2ª e 3ª varas criminais de Bangu/RJ. Nesse contexto, informações dão conta que a organização criminosa dominante da região de Senador Camará, é extremamente violenta,costuma promover “bailes Funk” para comemorarem as mortes de policiais Rafael Alves, vulgo “peixe” também é uma forte liderança no complexo de Favelas de Senador Camará, especificamente controlava otráfico de Drogas na Comunidade da Vila Aliança, em Bangu, era tido como sucessor do traficante Márcio José Sabino pereira, vulgo“matemático”, que em 2012 veio a óbito, quando foi alvejado durante confronto com policiais que estavam tentando capturá-lo. Peixe foi capturado em 04/04/2023, enquanto fugia de um cerco realizado por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE), CORE e do14º BPM, no interior na Comunidade Vila Aliança. Em sua ficha criminal há 26 anotações, dentre os crimes de Tráfico/Associação para tráfico de Drogas, Homicídios qualificados, Extorsão, Corrupção Ativa. Informações de inteligência apontam que mesmo preso, peixe mantém o “controle gerencial” do tráfico da Vila aliança.

Denúncia recebida pelo MPF diz que traficante Peixão (TCP) teria planejado junto do PCC sequestro de membros do Legislativo, Judiciário e policiais

Chegou para o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro há dois anos a informação de que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, juntamente com membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam planejado sequestro de membros dos poderes Legislativo e Judiciário. “Além dos traficantes do PCC que tinha intenção de me sequestrar, me extorquir e me matar e sequestrar outras autoridades como promotor, senadores, deputados federais, juíz. Alguns foram capturados, porém tem um que é do Rio de Janeiro e que não foi capturado no qual participaria do ataque é o Peixão”, disse um político, que solicito que localizassem o paradeiro do criminoso carioca. Veja outro depoimento recebido na denúncia “Conforme já denunciei ao ler a matéria de que o PCC planejava sequestrar servidores públicos e senadores, denunciei à Polícia Federal que o traficante Peixão que fez parceria com o PCC e participaria do sequestro de sevidores e de senadorese e extorquir um deputado em retaliação a um programa de televisão. Além disso, estaria na lista agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal” Outra denúncia que foi recebida pela polícia foi que os traficantes do bando de Peixão pintaram os muros da linha férrea com os dizeres “Bem vindos ao comando de Israel”. E que os bandidos instalaram câmeras em frente a vários estabelecimentos objetivando vigiar a ação da polícia. A partir das sete da noite, os traficantes do complexo circulam armados pela Estrada do Quitungo, Guaporé, Cidade Alta, inibindo que a população possa exercer a sua fé. Moradores também estavam revoltados com regras impostas pelo traficante

Família de jovem espancada até a morte por se recusar a sair com traficante teve que pagar R$ 2 mil para reconstruir seu rosto para que ela pudesse ser enterrada

A família de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, espancada até a morte por se recusar acsair com um teaficante precisou pagar cerca de R$ 2 mil para reconstruir o rosto da jovem, para poder ser enterrada. O Disque Denúncia (2253-1177) divulgou um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito instaurado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a fim de obter informações que levem à prisão do criminoso, considerado pelo sistema penitenciário como de Altíssima Periculosidade, e membro da Organização Narcoterrorista Terceiro Comando Puro (TCP), Bruno da Silva Loureiro, vulgo “Coronel”, de 43 anos, chefe do tráfico de drogas da Favela do Muquiço, situada em Deodoro, Zona Norte do Rio, e que acumula uma longa ficha criminal, e que atualmente, se encontra em liberdade, após sair da prisão em agosto de 2017. Ele é apontado como.o.mandante do homicídio da jovem. A Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios (DHC), pediu à Justiça, nesta quarta-feira (18), a prisão preventiva do traficante “Coronel”, e de Douglas Medeiros da Silva, conhecido como “Dodô do Muquiço” e um terceiro homem conhecido pelo vulgo de “Debochado”, que foram indiciados pela morte da jovem de 22 anos, Sther Barroso dos Santos, assassinada após deixar um baile funk na comunidade da Coréia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Investigações da DHC, apuraram que após sair de um baile funk, por volta das 22h, que foi realizado no dia 17 de agosto, ela foi sequestrada pelos outros dois indiciados a mando de “Coronel” e levada, à força, para uma casa dentro da comunidade do Muquiço, onde passou a madrugada de domingo, sendo espancada “brutalmente” pelos dois indiciados, pelo fato de se recusar a sair do evento com chefe do tráfico do Muquiço. Após ser “barbaramente”, espancada pelos seus “algozes”, e totalmente desfigurada, a jovem acabou desfalecendo. Com medo da vítima vir a morrer, os criminosos a levaram à sua casa, na Vila Aliança, no banco de trás de um BYD cor azul, que era conduzido pelo homem conhecido como “Debochado”, com Douglas como carona. A polícia afirma que os dois são seguranças do traficante “Coronel”. Laudo médico, aponta como causas da morte foi uma hemorragia subaracnóidea (vaso sanguíneo inchado que se rompe no cérebro), traumatismo crânio encefálico e politrauma (quando a vítima apresenta múltiplas lesões em diferentes partes do corpo, provocadas por violência intensa). Bruno da Silva Loureiro, acumula diversas anotações criminais por tráfico de drogas, roubo, homicídio, porte ilegal de arma de uso restrito, receptação e lesão corporal. Contra ele, há 12 mandados de prisão pendentes de cumprimento. Segundo a polícia, Bruno também teria sido um dos responsáveis por ordenar o desaparecimento de vítimas e subtração de cadáver. Apontado como figura violenta e de grande influência dentro da facção, Coronel é descrito como alguém que usa a força para impor medo na comunidade. Um dos últimos mandados de prisão preventiva contra Bruno foi em junho do ano passado, por homicídio e organização criminosa. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou o criminoso e mais dois traficantes por participação em uma chacina ocorrida em março de 2021, no Parque de Madureira, Zona Norte do Rio. Segundo a denúncia, eles efetuaram disparos de arma de fogo contra cinco pessoas durante uma partida de futebol. “Coronel” costumava se esconder no Complexo da Maré, na Zona Norte, mas, segundo informações recebidas pelo Disque Denúncia, ele chegou a se esconder na Vila Aliança, que causou insatisfação no traficante Rafael Alves, o “Peixe”, e ainda indicou que outros chefes do tráfico de drogas do TCP, não estariam querendo a presença de “Coronel” em seus redutos, o que faria com que a polícia fizesse constantes operação nas comunidades, para prender o traficante.Assim sendo, a DHC, solicita que quem tiver informações sobre a localização dos dois criminosos e a identificação de “Debochado”, favor entrar em contato pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia:Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

A expansão do TCP no Brasil

De acordo com informações divulgadas na pagina Submundo Criminal, algumas das poucas comunidades da facção Guardiões do Estado (GDE) no Rio Grande do Norte ao invés de optar de migrar para o Sindicato do Crime-SDC optou para migrarem pro Terceiro Comando Puro-TCP Com isso o TCP estaria presente no total deseis estados: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Existe a suspeita de que o grupo estaria também em Goiás. Já houve notícias da presença da facção no Amazonas e Distrito Federal.

De mero traficante do CV a contador do TCP na Maré, confira a evolução de bandido no crime

Confira agora a história de um traficante que era do Comando Vermelho, passou pela milícia e se tornou um dos principais integrantes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Segundo a Justiça do Rio, Pablo atuava no tráfico na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, reduto do Comando Vermelho. Ele teria se desentendido com traficantes locais, fugindo daquela comunidade com dinheiro do tráfico, passando a morar em Nova Iguaçu, onde também teve problemas com a milícia local. Foi quando, então, por intermédio do vulgo “Bebezão”, Pablo se mudou para Vila do João, comunidade dominada pelo “TCP, passando a atuar no tráfico como contador. Ele teria conquistado prestígio na organização, elevando se na hierarquia do crime, passando de depositante a responsável pela cooptação de moradores da região para realização de depósitos fracionados da comunidade. Em fotos divulgadas nas redes sociais, ele pousou com armas, drogas, dinheiro e em companhia de outros traficantes da Vila do João, inclusive acenando com gestos representativos da organização criminosa “Terceiro Comando Puro” — TCP,

Chefão da Vila Aliança (TCP) mandou construir um supermercado para lavar o dinheiro do crime

A quadrilha do traficante Peixe da Vila Aliança lavou o dinheiro na construção de um supermercado além de uma loja de câmbio e turismo. Ficou demonstrado que o valor total da obra até a inauguração do supermercado e a continuidade deste negócio seria incompatível com a capacidade econômica financeira dos investigados empreendedores do estabelecimento comercial, os quais, contrataram, inclusive, com um consultor de Supermercado, cujo o pagamento teria ocorrido em espécie. A ex-esposa de um traficante figurava como a titular da empresa de turismo mas o verdadeiro empresário e administrador do negócio, seria um bandido, sem contar a forma em que ocorrera a aquisição da empresa, sempre através de dinheiro em espécie, evidenciando assim pratica do crime de lavagem de dinheiro, e ocultando os verdadeiros responsáveis pelo estabelecimento. A tentativa de transferir recursos dentro do sistema financeiro, misturando-os com as transações de uma empresa controlada, traz várias vantagens para os que fazem a lavagem. Em primeiro lugar, o criminoso tem maior controle sobre a empresa usada, quer por causa de uma propriedade benéfica, quer por causa de uma ligação estreita com o devido proprietário efetivo – o que reduz o risco de vazamento de informações para as autoridades de repressão de dentro daprópria empresa -, tal como ocorrera nas duas empresas citadas. Por outro lado, a instituição financeira usada para fazer as transações tende a não desconfiar tanto de grandes flutuações de saldo na conta de uma empresa: grande parte das pessoas que trabalha com serviços financeiros já espera altos e baixos durante o ciclo de negócios. Mas sea flutuação ocorresse na conta de uma pessoa física, as suspeitas seriam bem maiores Outro detalhe é que as referidas atividades empresariais lidam principalmente com dinheiro em espécie e por isso as instituições financeiras não considerarão tão suspeitos grandes depósitos em espécie. Peixe também emitia ordens da organização criminosa para os atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo Investigado, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo, a este devem ser imputados, haja vista o domínio sobre os fatos. A utilização de moradores da comunidade, interpostas pessoas, para fins de depósitos de valores, tem por finalidade óbvia ocultar a origemilícita dos valores e dissimular o comércio ilícito de drogas com os destinatários, fato que constitui branqueamento de ativos.

Um dos chefes do TCP na Maré tem atuação destacada para além dos limites territoriais da favela. Veja seu poder

Um dos chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo da Maré, o traficante Bill, Negão ou Mangolé tem atuação junto à facção criminosa para além dos limites territoriais deste conjunto de favelas. A investigação revelou que Mangolé tem influência, por exemplo, no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, uma das poucas comunidades na Zona Sul controlada pelo TCP. O bandido também chegou a oferecer apoio financeiro e bélico para a quadrilha do traficante Pai da Alma na guerra contra o Comando Vermelho pela comunidade da Vila Candosa, em São Gonçalo, no início desta década. Bill também cedeu “soldados” para o confronto com o Comando Vermelho na última guerra de facções na cidade de Niterói, mais especificamente no Morro do Estado. Em agosto de 2020, imagens mostraram uma uma festa no Complexo da Maré, na porção dominada pelo “TCP”, em que várias lideranças do tráfico daquele complexo de comunidades apareceram escoltados por seus “seguranças”, dentre eles Mangolé, Nas redes sociais, constantes são as postagens de apologia que fazem referência à liderança de “Bill” na comunidade. Um cordão de Bill faz apologia ao tráfico de drogas e tem o mapa do Complexo da Maré dentro do mapa do Brasil Em outras postagens há a comemoração ao aniversário do líder, inclusive com “música” enaltecendo o criminoso e foto de criminosos armados com referência ao líder e à localidade Vila dos Pinheiros. Mangolé ainda emite as ordens da organização criminosa paras atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo por ele, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo.

Messi ex-frente do Urubu na época da ADA foi preso

:O traficante Messi ou Camisa 10, ex frente do Morro do Urubu, em Pilares, nas gestões do ADA e TCP, foi preso. O criminoso, que se abrigava no Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, é responsável pelas investidas da facção no Morro do Urubu (CV). Ele foi pego quando saía da Comunidade da Serrinha, utilizando um carro de aplicativo. Messi é conhecido por ser o responsável pelas guerras iniciadas pelo traficante Lacoste, da Comunidade da Serrinha, ocorridas em áreas dominadas pela Facção Comando Vermelho. Em desfavor de Messi existia um mandado de prisão e o mesmo responde ainda pelos Crimes de Homicídio, Associação ao Tráfico e Roubo Majorado. Durante a abordagem, THIAGO não resistiu à prisão e foi conduzido para a Sede da 17ª DP, onde foram cumpridos os procedimentos de praxe e posteriormente, o preso será encaminhado à SEAP, onde passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça

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