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tentativa de homicídio

Ciganos que diziam ser do PCC e que iam matar geral tocaram o terror no Recreio

Ciganos que se diziam do PCC agrediram e tentaram esfaquear pessoas no Recreio dos Bandeirantes ao perguntaram a elas se podiam comprar drogas. Consta do auto de prisão em flagrante que, no dia 22/05/2025, por volta das 23 horas e 47 minutos, na Rua Eliete Costa Silva Jardim nº 22, Novo Lar, Recreio dos Bandeirantes, os ciganos  tentaram  desferir facadas nas vítimas e um deles  foi capturado na posse de duas facas. Consta, ainda, que a tentativa se iniciou após três indivíduos terem se aproximado das vítimas e indagado onde poderiam comprar drogas, momento que um dos ciganos afirmou “Somos do PCC vamos matar geral”. Na sequência começaram a agredir as vítimas com socos e empurrões e chegaram outros elementos com facas nas mãos para reforçar a empreitada dos indivíduos agressores, As vítimas fugiram do local utilizando o BRT e posteriormente retornaram andando, por se tratar de local de sua residência, e foram novamente abordados pelos três indivíduos, que estavam escondidos na mata esperando o seu retorno, agora todos portando facas, que tentaram golpeá-los, tendo as vítimas fugido novamente. Em sede policial, uma vítima declarou em determinado momento, um grupo de três ciganos, que aparentavam sinais de embriaguez e/ou sob efeito de drogas, aproximou-se  e indagou onde se poderia comprar drogas. Durante a abordagem, um dos integrantes do grupo de ciganos afirmou: “Somos do PCC vamos matar geral  Em seguida, um deles desferiu um soco contra o declarante, que conseguiu se defender. Contudo, outro integrante do grupo agarrou o rapaz pela cintura e o arremessou ao chão, causando-lhe lesões nas costas. Diante da agressão, outros moradores e conhecidos do declarante intervieram em sua defesa.  Nesse ínterim, aproximadamente dez outros ciganos, todos portando facas em punho, correram em direção ao local, confrontando os amigos do declarante que estavam brigando com o grupo inicial de três ciganos, que neste momento todos os ciganos estavam com as facas em punho e desferiram facadas que atingiram o ar graças aos reflexos do declarante e dos amigos, que temendo serem esfaqueados iniciaram fuga, adentrando na estação BRT Notre Dame. (…) O grupo de ciganos anteriormente envolvido na briga revelou-se escondido em meio ao matagal, observando sua chegada. Os mesmos três ciganos, agora portando facões e facas, avançaram contra o declarante e seus amigos, desferindo golpes com intenção clara de atingi-los. O declarante e seu grupo fugiram novamente, desta vez buscando refúgio no condomínio Pontal Oceânico, onde foram momentaneamente acolhidos pelos seguranças/porteiros. Contudo, pouco tempo depois, foram expulsos do local. Mais uma vez, o grupo de ciganos apareceu armado com facas, mas, neste momento, uma guarnição da PMERJ chegou ao local.¿  Um cigano disse que nào fez nada Um policial relatou ev que seu irmão havia sido agredido com uma garrafada na cabeça, mas que foi socorrido não sabendo informar para onde. O PM levou o cigano pata a delegacia e ele foi reconhecido por uma das vítimas. Com ele, haviam duas facas. Ele teve a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-RJ

Justiça negou a prisão de Peixão (TCP) e integrantes do seu bando que foram indiciados por homicídio de um homem e ferimentos em outras duas pessoas que estavam em carro roubado na Penha Circular

A Justiça negou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de integrantes da sua quadrilha (Dino, Porquinho, Geremias e Artilheiro). Eles foram indiciados pelo homicídio de Kaio Rodrigo Santos de Souza e lesões em outras duas vítimas, ocorrido em 26/11/2024, na Penha Circular, com base na teoria do domínio final do fato. As investigações apontam que a vítima fatal e os feridos estavam em um veículo roubado e foram alvejados por traficantes rivais do TCP.Apesar de as vítimas sobreviventes confirmarem os disparos, elas não identificaram os atiradores, e não há testemunhas ou câmeras de segurança. Para a Justiça, decretar a prisão preventiva, é essencial que haja provas mínimas que liguem os investigados ao crime. A teoria do domínio do fato exige a demonstração de um nexo causal entre a conduta do investigado e o crime, e não apenas a sua posição de liderança. No presente caso, o Ministério Público concorda que não há elementos de prova que vinculem os indiciados ao crime. O relatório de inteligência, embora detalhado, não se baseia em provas concretas. Portanto, a mera liderança na facção não é suficiente para justificar a prisão, pois a teoria do domínio do fato não pode substituir a falta de provas de autoria. Foi determinado ao Ministério Público prosseguir nas investigações, apontando efetivamente os elementos de prova que trazem os indícios de autoria. FONTE: TJ-RJ

‘Escritório do Crime’ tentou matar PM que era ligado a Fernando Iggnácio

O Escritório do Crime, grupo de matadores que agia por recompensa, tentou matar um PM que era envolvido com o falecido contraventor Fernando Iggnácio em 2018. O PM foi alvo de atentado em janeiro daquele ano na Rua Ribeiro Andrade, em Bangu. Inicialmente, se cogitou a hipótese de latrocínio Na ocasião, o policial reagiu à empreitada criminosa, porém foi alvejado no tórax e em uma das mãos, motivo pelo qual foi socorrido por populares e por um ex-PM. Ele foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. No decurso das investigações, foi verificado que na verdade o PM foi vítima de tentativa de homicídio por erro de execução. Foi analisado na época o conteúdo do telefone celular de um membro do Escritório do Crime, vulgo Mugão (já falecido) e foi descoberto que o PM alvo como também o ex-PM que o socorreu trabalhavam na ―base da segurança de Fernando Iggnácio. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Três integrantes de grupo de extermínio foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio, três tentativas de assassinato e de aborto

Três homens foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e tentativa de aborto. Os crimes ocorreram na madrugada de 12 de abril de 2020, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, quando os acusados invadiram a residência de uma família e dispararam contra quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de oito meses. Foram condenados Guilherme Silva, Lucas de Souza e Igor da Silva. Guilherme e Lucas foram sentenciados pelo homicídio qualificado de Adriel Gomes da Silva, por três tentativas de homicídio contra familiares da vítima, além da tentativa de aborto uma mulher que estava grávida. Igor, que aguardava os comparsas no carro utilizado na fuga e participou do planejamento do crime, também foi condenado por todas as infrações penais, na condição de partícipe. Segundo a denúncia, os réus integravam um grupo de extermínio com atuação na Baixada Fluminense e teriam promovido o ataque em uma ação de “justiçamento”, após não aceitarem o envolvimento de um dos familiares com o tráfico de drogas. Adriel foi executado com diversos disparos de arma de fogo, enquanto os demais moradores foram alvejados. A vítima que estava grávida, mesmo baleada, sobreviveu e conseguiu dar à luz após ser socorrida. FONTE: MPRJ

Cuidadora de idosos ofereceu R$ 1.500 para mulher indicar alguém para matar o filho da patroa e prometeu dar apartamento a ela caso tivesse êxito

Leia agora como a cuidadora de idosos Flávia Silva Teixeira planejou a morte do filho de sua patroa. Segundo os autos, ela contratou uma pessoa para ficar no lugar dela sob alegação de que teria que fazer uma cirurgia bariátrica. Essa mulher que ficou no lugar de Flávia disse que ela lhe perguntou se não tinha ninguém para indicar para matar o filho da patroa. Flávia falou que queria ficar com os bens da idosa e o filho dela era o único herdeiro. A profissional disse que Flávia lhe falou que, quando tivesse êxito, iria lhe dar um apartamento em Belford Roxo. Flávia chegou a oferecer para a mulher R$ 1500 para ela achar alguém capaz de matar o filho da patroa. A suspeita diziia para a patroa que o filho era drogado, viciado para ela não ter contato com ele. Flávia chegou a dizer para a mulher que já havia encontrado alguém para matar o filho da patroa e pediu a ela que mandasse uma foto da roupa que ele estaria usando, e uma foto do rosto dele. Falou ainda que a execução não ocorreria no local da abordagem, mas que ele será levado a lugar ignorado”. O filho da idosa disse ter ouvido da irmã de Flávia que ela planejava matá-lo e por isso tinha medo de ir vistar a mãe. FONTE: TJ-RJ

Polícia apontou envolvimento de Juninho Varão e integrantes do seu GAT em tentativa de homicídio contra homem que pertenceu a outra milícia mas Justiça não decretou prisão

A policia investiga o envolvimento do miliciano Juninho Varão e sua quadrilha na tentativa de homicídio contra um outro paramilitar em agosto do ano passado, em Seropédica. Segundo os autos, a vítima, conhecida como Macabu narrou em sede policial que no dia 17/09/2024 que “encontrava-se na Rua Maria A. Grijo quando um veículo Fiat Grande Sinea ocupado por quatro indivíduos chegou ao local. Os ocupantes do carona e do banco de trás do lado direito desembarcaram do veículo armados de pistola e passaram a afetuar disparos de arma de fogo na direção a Macabu; O alvo afirmou ter integrado a milícia do “Tubarão” anos atrás, deixando de atuar na milícia depois da morte dele, porém os milicianos rivais da milícia do “Varão” acreditavam que o declarante ainda faz parte da milícia do tubarão, motivo pelo qual atentaram contra a vida dele; Por já ter integrado a milícia do Tubarão, ele reconheceu dois autores, os vulgos GB e Tatah, Disse que GB” desembarcou do banco do carona na parte da frente do veículo enquanto Tatah desembarcou do banco de trás, do lado direito;. Ambos estavam armados de pistola; Segundo Macabu, ainda havia mais um elemento que desembarcou do veículo armado de fuzil. O alvo conseguiu fugir pela BR 465 sentido CIEP, quando avistou policiais militares e pediu ajuda. Um dos disparos atingiu o declarante pelas costas saindo pela parte da frente de seu corpo; Após ser socorrido pelos policiais militares foi conduzido para o UPA do km 47. Quando enquanto estava internado na UPA, familiares do declarante compareceram ao Hospital São Francisco, localizado em itaguaí, acreditando que Macabu havia sido levado para lá; Enquanto estavam no local viram o momento em que o miliciano vulgo Colombiano” foi ao hospital ver se o declarante estava internado para “terminar” o serviço. Macabu tem conhecimento que Colombiano é integrante do GAT da milícia do Varão. Outro miliciano ora identificado pelo vulgo “Nenzinho” foi a UPA de Seropédica ao lado da maternidade, ver se encontrava o declarante Nenzinho também” é integrante do GAT do Varão. Após as oitivas dos policiais envolvidos na ocorrência e o que foi relatado pela vítima, fica claro que GB, Tatah e Colombiano participaram de forma direta na prática do crime, uma vez que todos foram visto no local do crime e nos locais onde a vítima poderia ser encontrada após atentarem contra a sua vída, tendo ainda a participação de Juninho Varão conhecidamente e citado pela vítima como sendo o chefe da milícia a qual os demais fazem parte, sendo certo que mesmo que não visto no local, é dele que parte todas as ordens que os demais devem seguir, ou seja foi dele a ordem de atentar contra a vída da vítima, já que Macabu faz ou fazia, conforme declarou, parte de outro grupo paramilitar”. Apesar de haver fortes indicios da participação dos quatro no fato o juiz entende que não há demonstração de modo concreto e suficiente, inexistindo qualquer menção sobre em que medida a prisão temporária, no presente momento, asseguraria o resultado útil da investigação criminal. Em outras palavras, a despeito de a autoridade policial apontar que a decretação da prisão temporária é providência necessária para possibilitar a continuidade das investigações policiais, em especial, “o levantamento de todas as circunstâncias que revestem a dinâmica do crime”, não indicou, de modo concreto e suficiente, de que forma isso ocorreria e o motivo pelo qual a prisão, medida excepcional e subsidiária no sistema, mostra-se imprescindível para as investigações. “Ademais, não vislumbro fatos novos ou contemporâneos que indiquem a necessidade da prisão, devendo-se levar em conta o lapso temporal transcorrido entre a ocorrência do fato, a representação policial pela temporária e o momento presente. Destaco, outrossim, que a gravidade abstrata dos fatos, somada à prova da materialidade e aos indícios de autoria, não permitem, por si sós, a decretação da segregação cautelar dos investigados a título de prisão temporária. Do mesmo modo, a mera alegação de interferência nas investigações, sem sequer mencionar de que forma isso estaria acontecendo ou quais as possíveis testemunhas que estariam sendo, efetivamente, ameaçadas, não acarreta a conclusão pela imprescindibilidade da medida extrema.”, disse o juiz. FONTE? TJ-RJ

Presa em Itaboraí cuidadora de idosos que tramou a morte do filho da patroa

Uma cuidadora foi presa suspeita de tentar matar o filho de uma idosa. Ela foi capturada em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com os agentes, a autora trabalhava como cuidadora de idosos em uma residência e administrava os recursos financeiros de uma senhora. A vítima, filho desta senhora, após saber que a mãe estava com feridas e sendo mal-cuidada, fez um registro por maus-tratos contra a mulher. Segundo apurado nas investigações, a autora, ao saber do registro policial, contratou um matador de aluguel para assassinar a vítima e contou toda a situação para uma outra profissional, que havia sido contratada para ajudar nos cuidados com a senhora aos fins de semana. Assustada com as circunstâncias, a nova funcionária expôs a situação para a vítima, que foi até a delegacia relatar o caso. Durante as diligências, os policiais foram até a residência da criminosa, onde encontraram e apreenderam cinco aparelhos celulares, televisões de última geração, eletrodomésticos e o cartão de crédito da senhora. As investigações apontaram, ainda, que a autora já vinha subtraindo recursos financeiros da mãe da vítima há um tempo e que todos os produtos foram comprados com o seu dinheiro. Na ação desta segunda, foram cumpridos pelos policiais civis mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra a autora. Ela vai responder pelo crime de tentativa de homicídio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeito de envolvimento na morte de policial da CORE teve prisão preventiva decretada por tentativa de homicídio por ordem de chefão do tráfico em plena rua de Copacabana em 2023

Um dos envolvidos na morte do policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) João Pedro Marquini, o criminoso vulgo Jeffinho do Antares teve a prisão preventiva decretada recentemente por outro crime, que foi cometido em 2023 em plena via pública de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo os relatos da própria vítima, no dia 19 de agosto de 2023, estava caminhando pela Rua Figueiredo Magalhães, esquina com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, quando Jeffinho, que estava na garupa de uma motocicleta, efetuou no mínimo quatro disparos de arma de fogo com uma pistola calibre .40, em sua direção, atingindo-a de raspão na perna direita e no abdômen sendo socorrida pelo Corpo de Bombeiros que a conduziu até o Hospital Miguel Couto. Consta ainda dos autos que a vítima ainda hospitalizado, teria reconhecido de forma inequívoca o autor dos disparos como sendo Jeffinho, oriundo da Comunidade Antares. Ato contínuo, a vítima relata ter sofrido mais duas tentativas de homicídio, registradas na 10ª DP e 12ª DP, e que atribuía tais atentados a Ronaldo Pinto, vulgo “R9”, dono do Morro Tabajaras, que teria ordenado sua morte por vingança, pois teria se negado a fazer parte do tráfico de drogas daquela comunidade. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

Líder do CV em Belford Roxo teve prisão decretada suspeito de mandar matar homens que entraram por engano em comunidade

A Justiça decretou este mês a prisão de uma das lideranças do Comando Vermelho em Belford Roxo, vulgo Soró, por uma tentativa de homicídio ocorrida contra dois homens que entraram por engano pa comunidade da Palmeira. O fato ocorreu em 2023. Consta da denúncia que, no dia 24 de novembro de 2023, por volta das 07h10, na Rua Maria Hadad, ms Comunidade da Palmeira, bandidos do CV efetuaram disparos de armas de fogo contra as vítimas B.O.M e B.A,C.S sendo que os crimes somente não se consumaram por circunstâncias alheias à vontade do agente, que, por erro de pontaria, não conseguiu atingir as vítimas com os disparos. De acordo com a denúncia, os crimes foram praticados por motivo torpe, em razão da perpetuação do controle territorial clandestino exercido por traficantes de drogas da localidade, os quais monitoram, de forma arbitrária, o ingresso e permanência de pessoas e forças policiais no local. Além disso, narra a denúncia que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas que, após entrarem, por equívoco, no interior da Comunidade da Palmeira, foram surpreendidas por cerca de seis traficantes, tendo um deles efetuado um disparo de arma de fogo enquanto elas ainda se encontravam no interior do veículo, e, posteriormente, outros dois disparos contra B.O.M quando esta levantou suas vestes e afirmou estar desarmada. Por fim, ainda foram efetuados novos disparos contra as vítimas enquanto estas fugiam do local. Além disso, no mesmo dia, os criminosos efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais civis que não chegaram a ser atingidos.Os bandidos envolvidos são responsáveis por determinar previamente a seus subordinados a execução de indivíduos não identificados que ingresam no interior da comunidade. FONTE: TJ-RJ

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