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tentativa de homicídio

Polícia apontou envolvimento de Juninho Varão e integrantes do seu GAT em tentativa de homicídio contra homem que pertenceu a outra milícia mas Justiça não decretou prisão

A policia investiga o envolvimento do miliciano Juninho Varão e sua quadrilha na tentativa de homicídio contra um outro paramilitar em agosto do ano passado, em Seropédica. Segundo os autos, a vítima, conhecida como Macabu narrou em sede policial que no dia 17/09/2024 que “encontrava-se na Rua Maria A. Grijo quando um veículo Fiat Grande Sinea ocupado por quatro indivíduos chegou ao local. Os ocupantes do carona e do banco de trás do lado direito desembarcaram do veículo armados de pistola e passaram a afetuar disparos de arma de fogo na direção a Macabu; O alvo afirmou ter integrado a milícia do “Tubarão” anos atrás, deixando de atuar na milícia depois da morte dele, porém os milicianos rivais da milícia do “Varão” acreditavam que o declarante ainda faz parte da milícia do tubarão, motivo pelo qual atentaram contra a vida dele; Por já ter integrado a milícia do Tubarão, ele reconheceu dois autores, os vulgos GB e Tatah, Disse que GB” desembarcou do banco do carona na parte da frente do veículo enquanto Tatah desembarcou do banco de trás, do lado direito;. Ambos estavam armados de pistola; Segundo Macabu, ainda havia mais um elemento que desembarcou do veículo armado de fuzil. O alvo conseguiu fugir pela BR 465 sentido CIEP, quando avistou policiais militares e pediu ajuda. Um dos disparos atingiu o declarante pelas costas saindo pela parte da frente de seu corpo; Após ser socorrido pelos policiais militares foi conduzido para o UPA do km 47. Quando enquanto estava internado na UPA, familiares do declarante compareceram ao Hospital São Francisco, localizado em itaguaí, acreditando que Macabu havia sido levado para lá; Enquanto estavam no local viram o momento em que o miliciano vulgo Colombiano” foi ao hospital ver se o declarante estava internado para “terminar” o serviço. Macabu tem conhecimento que Colombiano é integrante do GAT da milícia do Varão. Outro miliciano ora identificado pelo vulgo “Nenzinho” foi a UPA de Seropédica ao lado da maternidade, ver se encontrava o declarante Nenzinho também” é integrante do GAT do Varão. Após as oitivas dos policiais envolvidos na ocorrência e o que foi relatado pela vítima, fica claro que GB, Tatah e Colombiano participaram de forma direta na prática do crime, uma vez que todos foram visto no local do crime e nos locais onde a vítima poderia ser encontrada após atentarem contra a sua vída, tendo ainda a participação de Juninho Varão conhecidamente e citado pela vítima como sendo o chefe da milícia a qual os demais fazem parte, sendo certo que mesmo que não visto no local, é dele que parte todas as ordens que os demais devem seguir, ou seja foi dele a ordem de atentar contra a vída da vítima, já que Macabu faz ou fazia, conforme declarou, parte de outro grupo paramilitar”. Apesar de haver fortes indicios da participação dos quatro no fato o juiz entende que não há demonstração de modo concreto e suficiente, inexistindo qualquer menção sobre em que medida a prisão temporária, no presente momento, asseguraria o resultado útil da investigação criminal. Em outras palavras, a despeito de a autoridade policial apontar que a decretação da prisão temporária é providência necessária para possibilitar a continuidade das investigações policiais, em especial, “o levantamento de todas as circunstâncias que revestem a dinâmica do crime”, não indicou, de modo concreto e suficiente, de que forma isso ocorreria e o motivo pelo qual a prisão, medida excepcional e subsidiária no sistema, mostra-se imprescindível para as investigações. “Ademais, não vislumbro fatos novos ou contemporâneos que indiquem a necessidade da prisão, devendo-se levar em conta o lapso temporal transcorrido entre a ocorrência do fato, a representação policial pela temporária e o momento presente. Destaco, outrossim, que a gravidade abstrata dos fatos, somada à prova da materialidade e aos indícios de autoria, não permitem, por si sós, a decretação da segregação cautelar dos investigados a título de prisão temporária. Do mesmo modo, a mera alegação de interferência nas investigações, sem sequer mencionar de que forma isso estaria acontecendo ou quais as possíveis testemunhas que estariam sendo, efetivamente, ameaçadas, não acarreta a conclusão pela imprescindibilidade da medida extrema.”, disse o juiz. FONTE? TJ-RJ

Presa em Itaboraí cuidadora de idosos que tramou a morte do filho da patroa

Uma cuidadora foi presa suspeita de tentar matar o filho de uma idosa. Ela foi capturada em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com os agentes, a autora trabalhava como cuidadora de idosos em uma residência e administrava os recursos financeiros de uma senhora. A vítima, filho desta senhora, após saber que a mãe estava com feridas e sendo mal-cuidada, fez um registro por maus-tratos contra a mulher. Segundo apurado nas investigações, a autora, ao saber do registro policial, contratou um matador de aluguel para assassinar a vítima e contou toda a situação para uma outra profissional, que havia sido contratada para ajudar nos cuidados com a senhora aos fins de semana. Assustada com as circunstâncias, a nova funcionária expôs a situação para a vítima, que foi até a delegacia relatar o caso. Durante as diligências, os policiais foram até a residência da criminosa, onde encontraram e apreenderam cinco aparelhos celulares, televisões de última geração, eletrodomésticos e o cartão de crédito da senhora. As investigações apontaram, ainda, que a autora já vinha subtraindo recursos financeiros da mãe da vítima há um tempo e que todos os produtos foram comprados com o seu dinheiro. Na ação desta segunda, foram cumpridos pelos policiais civis mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra a autora. Ela vai responder pelo crime de tentativa de homicídio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeito de envolvimento na morte de policial da CORE teve prisão preventiva decretada por tentativa de homicídio por ordem de chefão do tráfico em plena rua de Copacabana em 2023

Um dos envolvidos na morte do policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) João Pedro Marquini, o criminoso vulgo Jeffinho do Antares teve a prisão preventiva decretada recentemente por outro crime, que foi cometido em 2023 em plena via pública de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo os relatos da própria vítima, no dia 19 de agosto de 2023, estava caminhando pela Rua Figueiredo Magalhães, esquina com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, quando Jeffinho, que estava na garupa de uma motocicleta, efetuou no mínimo quatro disparos de arma de fogo com uma pistola calibre .40, em sua direção, atingindo-a de raspão na perna direita e no abdômen sendo socorrida pelo Corpo de Bombeiros que a conduziu até o Hospital Miguel Couto. Consta ainda dos autos que a vítima ainda hospitalizado, teria reconhecido de forma inequívoca o autor dos disparos como sendo Jeffinho, oriundo da Comunidade Antares. Ato contínuo, a vítima relata ter sofrido mais duas tentativas de homicídio, registradas na 10ª DP e 12ª DP, e que atribuía tais atentados a Ronaldo Pinto, vulgo “R9”, dono do Morro Tabajaras, que teria ordenado sua morte por vingança, pois teria se negado a fazer parte do tráfico de drogas daquela comunidade. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

Líder do CV em Belford Roxo teve prisão decretada suspeito de mandar matar homens que entraram por engano em comunidade

A Justiça decretou este mês a prisão de uma das lideranças do Comando Vermelho em Belford Roxo, vulgo Soró, por uma tentativa de homicídio ocorrida contra dois homens que entraram por engano pa comunidade da Palmeira. O fato ocorreu em 2023. Consta da denúncia que, no dia 24 de novembro de 2023, por volta das 07h10, na Rua Maria Hadad, ms Comunidade da Palmeira, bandidos do CV efetuaram disparos de armas de fogo contra as vítimas B.O.M e B.A,C.S sendo que os crimes somente não se consumaram por circunstâncias alheias à vontade do agente, que, por erro de pontaria, não conseguiu atingir as vítimas com os disparos. De acordo com a denúncia, os crimes foram praticados por motivo torpe, em razão da perpetuação do controle territorial clandestino exercido por traficantes de drogas da localidade, os quais monitoram, de forma arbitrária, o ingresso e permanência de pessoas e forças policiais no local. Além disso, narra a denúncia que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas que, após entrarem, por equívoco, no interior da Comunidade da Palmeira, foram surpreendidas por cerca de seis traficantes, tendo um deles efetuado um disparo de arma de fogo enquanto elas ainda se encontravam no interior do veículo, e, posteriormente, outros dois disparos contra B.O.M quando esta levantou suas vestes e afirmou estar desarmada. Por fim, ainda foram efetuados novos disparos contra as vítimas enquanto estas fugiam do local. Além disso, no mesmo dia, os criminosos efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais civis que não chegaram a ser atingidos.Os bandidos envolvidos são responsáveis por determinar previamente a seus subordinados a execução de indivíduos não identificados que ingresam no interior da comunidade. FONTE: TJ-RJ

Traficante ‘Diaba Loira’ entrou para o CV do Rio três anos depois de sofrer tentativa de feminicídio em SC, seu estado de origem

As redes sociais repercutiram nesta semana a história da traficante conhecida como DIaba Loira, flagrada dando tiros de fuzil na PM na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. A criminosa se chama Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos. Ela é catarinense e sobreviveu a uma tentativa de feminicídio em Santa Catarina em 2022. O ataque quase tirou sua vida — perfurou o pulmão e exigiu cirurgia. Agora, três anos depois, virou alvo da polícia. Conhecida agora como “Diaba Loira”, natural de Tubarão (SC), passou a integrar o Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro. Ela já declarou em vídeos nas redes sociais que “só sai no caixão” e que “não se entrega viva”. A vida no crime começou ainda no seu estado de origem. No dia 27 de maio de 2023, ela foi flagrada transportando 7,1g da droga conhecida como cocaína, fracionada em três porções1 destinadas à venda na cidade de Tubarão. Na ocasião, a denunciada conduzia os entorpecentes no interior do veículo Peugeot cor preta, quando se envolveu em acidente de trânsito e, acionada a Polícia Militar, a guarnição recebeu informações de que Eweline estava sendo investigada pela comercialização dedrogas com a utilização do automóvel para realizar a venda de entorpecentes por intermédio de “tele-entrega” FONTE: Jornal Razão (Instagram) e TJ-SC

Faltam dois envolvidos para serem presos no caso do espancamento na Lagoa. SAIBA QUEM SÃO

Faltam dois envolvidos no espancamento de dois homens na saída de uma boate na Lagoa para a polícia prender, São eles Jacobo Pareja Rodriguez, de 26 anos e de Felipe de Souza Monteiro, de 24. Eles foram denunciados pelo Ministério Público (MPRJ) por tentativa de homicídio qualificado contra um estudante de Direito. Os dois já são considerados foragidos da Justiça.  Jacobo é apontado como um dos que chutaram a cabeça da vítima e, segundo a polícia, filho de um traficante colombiano e que teria fugido para o Paraguai após o crime . Felipe tem passagens por tráfico e posse de arma, e que teria fugido para o Rio Grande do Sul, foi expedido um Mandado de Prisão, pela 4ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tentativa de Homicídio Qualificado, e foi cometido por motivo cruel e torpe e não se consumou por circunstâncias alheias à vontade dos acusados.  O crime ocorreu na madrugada do dia 23/05/2025, em um bar localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, onde houve um desentendimento entre a vítima e um dos envolvidos, Pedro Vasconcelos do Amaral Sodré, conhecido como “Rebordão”, de 26 anos, Quando pegava o carro para ir embora, a vítima foi cercada pelo grupo de agressores com chutes e socos na cabeça, ficando desacordado. Bruno Fernandes Moreira Krupp, segundo as investigações, incentivou as agressões gritando para que os integrantes do grupo continuassem a chutar a vítima violentamente.  De acordo com as investigações da 15ª DP, “Rebordão” foi quem deu início a confusão ainda no interior da boate, e foi apontado como o autor dos 22 golpes na cabeça do estudante.  De acordo com os agentes da 15ª DP (Gávea), ao menos nove pessoas espancaram as vítimas. A investigação aponta que o ataque foi motivado por um desentendimento que começou em uma casa noturna, que também fica na Lagoa.  Entre os presos está o casal Pedro Vasconcellos do Amaral Sodré de Mello, que tem nove anotações criminais e é investigado por tráfico de drogas, clonagem de cartões e roubo, e sua  namorada e estudante de direito, Luma Melo Rajão, de 20 anos, que disse ser chamada pelo apelido  ‘Maria Manicômio’, o modelo Bruno Fernandes Moreira Krupp, de 29 anos, que em 2022, ele atropelou e matou o adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, de 16 anos, na Barra da Tijuca, enquanto pilotava uma moto sem habilitação a mais de 150 km/h. Em março de 2023, Krupp deixou a a prisão após ser beneficiado por um habeas-corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, Artur Velloso Araújo, de 18 anos, que  aparece nas imagens também desferindo chutes e socos na vítima já caída e foi preso em São Paulo. Todos são de classe social alta”, disse a delegada Daniela Terra, da 15ª DP.   Quem tiver informações sobre sobre a localização desses dois foragidos da Justiça, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Membro da quadrilha de Peixão (TCP) tentou matar homem porque ele teria terminado relacionamento com sua prima

Um membro da quadrilha de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, tentou matar um homem só porque ele terminou o relacionamento com sua prima. O fato ocorreu em agosto de 2023 em Cordovil. Na ocasião, M.A.L supostamente teve que se retirar às pressas da Comunidade onde residia, uma vez que um indivíduo que era gerente do tráfico de drogas da comunidade Cidade Alta, situada no Bairro Cordovil, seria primo de sua ex-namorada e estaria constantemente o perseguindo, bem como teria desferido diversos disparos de tiros contra seu carro, tendo em vista que a moça não teria aceitado o fim do relacionamento com o rapaz. O caso foi remetido a um dos Tribunais do Júri da Comarca da Capital, para os devidos fins de direito e com vistas ao prosseguimento na forma da lei. Proceda a Serventia às diligências e comunicações necessárias. FONTE: TJ-RJ

Vereador que quase foi morto pelo tráfico em Caxias disse que os bandidos fizeram disparos de fuzil contra ele e falaram . “Vai morrer todo mundo”

Leia agora como foi a tentativa de homicídio contra o vereador Leone Pereira da SIlva ocorrida no último dia 28 de maio, na comunidade da Coréia, em Saracuruna, Duque de Caxias. O político foi ao local para realizar atividade de fiscalização de obra pública municipal, ocasião na qual ele e sua assessora Fabiana foram abordados de forma violenta por diversos homens armados, dentre os quais foram identicados Bradock (traficante) e Alvarenga, líder comunitário. O vereador afirmou que, no momento da fiscalização, estava acompanhado de sua assessora parlamentar. Poucos minutos após sua chegada ao local, foi abordado por um indivíduo que posteriormente identificou como líder comunitário, o qual ordenou que o vereador se retirasse do local, alegando tratar-se de “área de outro político Em seguida, Alvarenga realizou uma videochamada e, ao mostrar o parlamentar pela câmera, afirmou: “Leone tá aqu, dando uma de maluco e não quer sair, vem aqui”. Logo em seguida, chegou ao local um grupo de aproximadamente oito indivíduos, distribuídos em quatro motocicletas, todos ostentando armas de fogo em via pública.Ao menos quatro desses homens portavam fuzis; Dentre os suspeitos armados, foi possível reconhecer de forma inequívoca o homem que liderava o grupo, conhecido pelo vulgo “Braddock”, O vereador afirmoutem conhecimento de que o referido indivíduo, vulgo “Braddock”, é apontado como o líder do tráfico de drogas na Comunidade do Coréa, localidade esta sob domínio da organização criminosa denominada Comando Vermelho (CV). Disse que também conseguiu visualizar nitidamente os rostos dos demais integrantes do grupo armado, e afirma possuir plena capacidade de reconhecê-los individualmente, caso necessário. Ao se aproximarem, os criminosos passaram a realizar diversos disparos de arma de fogo na direção do político e de sua assessora, ao mesmo tempo em que proferiam ameaças verbais, incluindo a frase: “Vai morrer todo mundo”; Nesse momento, pôde identificar claramente que o próprio “Braddock” foi um dos indivíduos que efetuaram disparos com fuzil contra sua pessoa e contra sua equipe de apoio. Os disparos passaram muito próximos do local onde se encontravam, o que gerou pânico e sensação iminente de morte, Temendo por suas vidas, o vereador e a assessora evadiram-se correndo até o veículo em que estavam, logrando êxito em embarcar e deixar rapidamente a localidade em alta velocidade, sob evidente risco de serem alvejados. Após alcançar um local seguro, entrou em contato com outros vereadores e com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para relatar o ocorrido. Em seguida, dirigiu-se ao seu escritório parlamentar. Em razão do forte abalo emocional causado pelo atentado, apenas conseguiu comparecer a delegacia dias depois para formalizar a comunicação dos fatos; Disse ainda que recebeu ameaças contra sua vida. Na delegacia, lhe foi apresentado um mosaico fotográfico contendo nove imagens de indivíduos distintos, ocasião em que reconheceu de forma inequívoca Alvarenga. como sendo o indivíduo que o ameaçou e realizou a videochamada no momento da abordagem, Reconheceu também, a partir de um segundo mosaico contendo nove fotografias, o indivíduo conhecido pelo vulgo “Braddock”, identificado posteriormente como Rafael Madeira Pitambeira,, como sendo o homem que liderava o grupo de traficantes que chegou ao local em motocicletas e que foi um dos responsáveis pelos disparos de fuzil que quase atingiram o declarante e sua assessora parlamentar O vereador apresentou o print com a ameaça que recebeu. FONTE: TJ-RJ

Traficantes tentaram matar vereador em Caxias. Dois suspeitos foram presos

Traficantes tentaram matar um vereador e uma assessora dele no último dia 28 de maio em Duque de Caxias. Dois homens suspeitos do crime foram presos ontem. Segundo os agentes, os criminosos possuem posições de destaque na comunidade da Coreia, em Duque de Caxias, sendo um deles “frente” do local vulgo Bradock e o outro líder comunitário. A investigação aponta que o vereador e sua assessora foram abordados por um dos presos. O criminoso foi informado pelo líder comunitário do local que o parlamentar e sua funcionária estavam na localidade e tentaram impedir a presença deles, alegando que a área seria controlada por outro político. Durante a abordagem, narcoterroristas da região, todos armados com fuzis, passaram a ameaçar de morte o vereador e sua assessora. Os criminosos dispararam contra a dupla, com um dos tiros passando próximo à cabeça do parlamentar. Após tomar ciência do fato, os agentes da 60ª DP prontamente realizaram diligências para localizar e responsabilizar os envolvidos. Diante dos fatos, os policiais cumpriram mandados de prisões temporárias por tentativa de homicídio e associação para o tráfico de drogas. Segundo os agentes, os presos já possuíam passagens pela polícia, com registros de envolvimento em crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. FONTE: Polícia Civil do RJ

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