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Homem que baleou e manteve passageiros reféns dentro de ônibus na Rodoviária do Rio foi condenado a 25 anos de prisão

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), obteve, nesta terça-feira (29/07), a condenação de Paulo Sérgio de Lima, vulgo “Paulinho”, pela tentativa de homicídio de duas pessoas e por manter reféns passageiros no interior de um ônibus, na Rodoviária do Rio, no dia 12 de março de 2024. O réu foi condenado a 25 anos e três meses em regime fechado por tentativa de homicídio triplamente qualificado (emprego de meio que resultou perigo comum, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de arma de fogo de uso restrito), sequestro e cárcere privado. De acordo com a promotoria, o denunciado atirou contra as duas vítimas pois acreditava que eram policiais à paisana que estavam no coletivo para prendê-lo. Em seguida, impediu que os outros 15 passageiros, entre eles uma criança de dois anos, saíssem do ônibus. Ele ainda usou uma das vítimas como “escudo humano”. A decisão judicial destaca que a conduta do acusado, na prática e no itinerário do crime, demonstra que lhe faltou qualquer sentimento de empatia para com o semelhante ao manter as vítimas restritas de sua liberdade, dentro de um ônibus, sob os holofotes da imprensa, durante várias horas. “Em plenário, hoje, o acusado, em sua autodefesa, chegou a dizer que gostaria de ser diretor de filme, a indicar que tirou felicidade e gozo pela situação de palco que vivenciou com a sua dramática colocação das vítimas sob seu comando”, pontuou o Juízo.

Traficante Flamengo (TCP) e membros de sua quadrilha tiveram as prisões decretadas por homicídio de suposto X9 vinculado a milícia

O traficante Flamengo do Barro Três em Duque de Caxias e membros de sua quadrilha vulgos Sagaz e Di Ouro, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por um homicídio cometido em março deste ano e tiveram as prisões preventivas decretadas. O crime ocorreu em dia 06 de março de 2025, por volta das 03h30min, os denunciados, em comunhão de ações e desígnios com o adolescente vulgo Abençoado”), invadiram a residência da vítima Edson Ramos Guimarães, localizada no bairro Parque Samiropólis, em Duque de Caxias/RJ, e o executaram com disparos de arma de fogo de calibre restrito (9mm), sob a alegação de que a vítima seria “X9” e teria vínculos com milicianos Segundo a autoridade policial e o Ministério Público os acusados integram organização criminosa armada com domínio territorial (facção TCP), o que evidencia risco de reiteração delitiva; “ Surgiram nas redes sociais hoje a informação que dois jovens teriam sido sequestrados por traficantes do Bairro 3 após serem confundidos com bandidos rivais. FONTE: TJ-RJ

Suspeito de envolvimento em atentado contra bicheiro que está foragido era um dos líderes da máfia dos cigarros comandada por contraventor na Baixada

Segundo investigações da DRACO, um dos envolvidos no atentado contra o contraventor Vinicius Drumond, o vulgo Cachoeira, que está foragido, era um dos líderes do esquema criminoso da máfia dos cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho em Nilópolis. Cachoeira era suspeito de comandar a distribuição dos cigarros contrabandeados, além de coordenar ações de intimidação a comerciantes e recolhimento de propina dos pontos de venda, a coação de empresários, inclusive com uso de sequestros e ameaças armadas, Ele havia sido preso em 2022 após um sequestro na cidade de uma comerciante que se recusou a vender somente os cigarros fornecidos pela máfia. A vítima foi coagida, ameaçada de morte e mantida em cativeiro por algumas horas como forma de intimidação. A vítima relatou à polícia que já havia recebido ameaças anteriores, mas que a situação saiu do controle quando passou a comprar de fornecedores legais e não mais da quadrilha. O sequestro foi um dos elementos que levou a Polícia Civil do Rio de Janeiro a aprofundar as investigações. A prisão de Cachoeira ocorreu após meses de investigação, com uso de escutas telefônicas e vigilância. Ele foi indiciado por organização criminosa, sequestro, extorsão e comércio ilegal de produtos contrabandeados. A operação que prendeu Cachoeira levou ainda à apreensão de mais de 200 caixas de cigarros ilegais,a rmas e munições, cadernos de anotações com nomes de comerciantes e valores cobrados, veículos usados para transporte e vigilância e celulares com conversas sobre cobranças e ameaças. FONTE: Polícia Civil do RJ

Rio Ônibus diz que foram 20 coletivos sequestrados e usados como barricadas na região de Madureira

O Rio Ônibus informa que 20 ônibus foram tomados por criminosos em questão de horas na região de Madureira sendo 15 municipais e cinco inrtermunicipais. . Em 2025, 81 coletivos já foram sequestrados. No momento, quatro linhas que circulam na região estão com itinerário impactado. Mais uma vez reiteramos o apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca. Ônibus sequestrados e utilizados como barricadas em MadureiraB11623 – 778 (Cascadura x Pavuna)B27217 – 940 (Ramos x Madureira)C27015 – 775 (Madureira x Jardim América)C27115 – SV774 (Madureira x Jardim América)D13043 – SV777 (Padre Miguel x Madureira)D86236 – 918 (Bangu x Bonsucesso)B32546 – 298 (Acari x Castelo)B32513 – 298 (Acari x Castelo)B44523 – 355 (Madureira x Tiradentes)B44694 – 721 (Vila Cruzeiro x Cascadura)B44551 – 712 (Cascadura x Irajá)B44631 -SR355 (Madureira x Tiradentes) Ônibus sequestrado entre Cascadura e CavalcantiB32621 – 298 (Acari x Castelo)74 (Madureira x Jardim América)SV774 (Madureira x Jardim América)778 (Pavuna x Cascadura) FONTE: Rio Ônibus

Alvo de operação ontem que prendeu sete, entre eles um PM, chefe da milícia do Catiri tem condenação de 15 anos por sequestro

O chefe da milícia do Catiri, em Bangu, Emson Alves Pereira, o Montanha, tem uma condenação por 15 anos em regime fechado acusado de participar de um sequestro em 2015. Montanha foi alvo ontem de operação da Polícia Civil na qual foram presos sete milicianos, entre eles um PM. Foram apreendidos com eles um fuzil, três pistolas e dois veículos blindados que eram usados pela quadrilha. O bando pratica extorsões contra comerciantes e moradores que são obrigados a pagar por utilização de serviços básicos como luz, internet e gás. Segundo a denúncia, Montanha e comparsas sequestraram J.P.A.J em 9 de abril daquele ano. Consta dos autos que, após restringirem a liberdade da vítima, Montanha e um parceiro levaram-na até um terreno abandonado, na Rua Jordão, onde a mesma foi entregue aos milicianos da região. Durante todo o tempo que mantiveram a vítima em seu poder, os criminosos realizaram contatos telefônicos com familiares da mesma com o intuito de obter um valor pecuniário a título de resgate. Apenas no dia 13 de abril de 2015, a vítima foi libertada após se comprometer a pagar certa quantia em espécie para os transgressores. Assim, dois dias após a libertação, um dos bandios forneceu um aparelho celular a um comparsa para que este realizasse contato telefônico com a vítima e exigisse a quantia de R$ 50.000 (cinquenta mil reais) até o fim daquela noite. Ocorre que a vítima informou não possuir tal importância e o bando passou a exigir uma quantia ainda maior, no valor de R$ 70.000 (setenta mil reais) a ser paga no prazo de 7 (sete) dias. Em seguida, a vítima propôs entregar aos transgressores, como forma de pagamento, o seu veículo, Toyota Corolla, cor prata, o que foi aceito.A vítima, orientada por policiais da Delegacia Anti Sequestro, acordou que a entrega do automóvel seria efetuada na lanchonete “Mc Donalds”, situada na Av.Brasil, bairro Bonsucesso. Desta forma, deixou o veículo em questão no estacionamento do estabelecimento, com as chaves sobre um das rodas e deixou o local. Decorrido alguns minutos, dois dos sequestradores chegaram ao local em um veículo kombi, cor branca. Ato contínuo, um dos bandidos desembarcou, aproximou-se do veículo da vítima e, após pegar as chaves, ingressou no mesmo, oportunidade em que foi abordado pelos policiais civis. Em seguida, os agentes abordaram o outro criminoso que continuava no interior da Kombi, vindo a arrecadar 10,9g (dez gramas e nove decigramas) da substância entorpecente Cocaína, distribuída da seguinte forma: 4,3g (quatro gramas e três decigramas) em 05 (cinco) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,4g (uma grama e quatro decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 0,6 (seis decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,2 (uma grama e dois decigramas) em 03 (três) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 2,1g (duas gramas e um decigrama) em 01 (uma) embalagem composta por saco plástico incolor, fechado por nó do próprio saco; e 1,3 (uma grama e três decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por sacos plásticos incolores, parcialmente envoltos por retalhos plásticos de cor azul ou amarela, fechados por grampos metálicos (vide laudo prévio de fl. 60). Na ocasião, os agentes constaram ainda que um veículo Toyota Corolla, que também estava no estacionamento, dava cobertura ao veículo tipo Kombi e, então, realizaram a pertinente abordagem. Em seu interior, estavam Montanha e mais dois sequestradores; Feita a revista, os agentes arrecadaram uma pistola calibre .040, marca Zigana; um fuzil calibre .233, marca Colt; uma pistola calibre .040, marca Taurus, 31 (trinta e uma) munições CBC calibre .223 e 67 (sessenta e sete) munições CBC calibre .40; 01 (um) carregador calibre 5.56; 06 (seis) carregadores calibre .40, bem como vários coletes a prova de bala. FONTE: PCERJ e TJRJ

Homem que revendia drogas foi sequestrado por traficantes em Caxias por perder cargas de entorpecentes para a PM

Até agora não foi encontrado o homem que teria sido sequestrado por traficantes da Vila Urussai, em Duque de Caxias na ultima sexta-feira (27).por ter perdido duas cargas de drogas para a PM Ele foi identificado como Marcelo Chaves da Silva, de 45 anos. Segundo relatos, os bandidos foram ao local em cinco motos e um Fiorino capturaram Marcelo e o jogaram no baú do carro. Além de sequestrarem Marcelo, os criminosos invadiram a residência onde ele morava e roubaram eletrodomésticos e roupas. Ainda segundo relatos, Marcelo revendia drgas e já teria perdido duas cargas para a PM. A família procura o corpo. FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook)

Leia todos os detalhes de um sequestro cometido por guardas municipais de Belford Roxo. Vítima passou quase dois dias em cativeiro

Guardas municipais de Belford Roxo foram denunciados por sequestro. O fato ocorreu entre as 23h30min do dia 06 de dezembro de 2024 e a madrugada do dia 07 de dezembro de 2024, na Boate Pink Flamingo, situada na Rua Raul Pompéia, nº 102, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Os guardas usaram, publicamente, de distintivo de função pública que não exerciam (de policiais civis) e, com isso, privaram de liberdade as vítimas H.C.S, C.G, J.H e V, mediante cárcere privado, mantendo-as detidas, contra suas vontades, para suposta “averiguação”, visto que teriam reconhecido as vítimas como supostos integrantes de um grupo que aplicava “Boa noite Cinderela”. Os suspeitos, subtraíram, mediante graves ameaças, para si ou para outrem, 01 (um) tênis da marca Jordan, 01 (um) Iphone 16 Pro Max e 01 (uma) carteira com cartões, todos de propriedade de uma das vítimas. No mesmo dia, os guardas, nas imediações da Delegacia de Copacabana (13ª DP) constrangeram, mediante graves ameaças de lhe causar mal grave a vítima H, com o intuito de obterem para si ou para outrem indevida vantagem econômica no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais), sob a alegação de que C teria prometido este valor para que todos fossem liberados e que a vítima Hyago teria que providenciá-lo. .Após isso, entre as 16h do dia 07 de dezembro de 2024 e até por volta das 14h50min do dia 09 de dezembro de 2024, os criminosos sequestraram H.C.S , e o mantiveram assim, em cárcere, por mais de 24 (vinte e quatro) horas, para obterem, para si, vantagem como como condição do resgate. H na companhia de amigos foi até a Boate Pink Flamingo. Ocorre que, após cerca de 40 (quarenta) minutos, as vítimas foram abordadas pelos denunciados, que se identificaram como policiais civis e levaram H para um outro andar da boate, onde indagaram se ele estaria em companhia de C, afirmando, logo em seguida, que já sabiam quem eles eram e que tinham filmagens armazenadas. Em seguida, os suspeitos privaram a liberdade as vítimas mantendo-as em cárcere na boate, afirmando que estavam detidas para averiguação, e impedindo-as que fossem embora do local. Pouco depois, os guardas liberaram uma das vítimas , em seguida, conduziram os demais para a Delegacia de Copacabana (12ª DP). Salienta-se que, segundo a vítima H, já na Delegacia, a vítima C, que acabou detida por conta de um mandado de prisão expedido em seu nome, lhe afirmou que havia feito um acordo com os suspeitos, que se identificavam como policiais civis, para que todos fossem liberados mediante o pagamento da quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais). C, inclusive, tentou fugir da Delegacia, mas acabou contido por policiais. Já por volta das 16hs do dia 07 de dezembro, H após ser autuado pela prática de porte de drogas para o uso próprio, visto que tinha em seu poder 02 (dois) pinos de cocaína e uma pequena quantidade de lança perfume, acabou liberado pela Autoridade Policial, ocasião em que, ao sair da Delegacia, se deparou com os denunciados sentados em um bar bebendo. Com efeito, ao avistarem a vítima saindo da Unidade Policial, os guardas JEFFERSON e IGOR chamaram por H, que foi ao encontro da dupla. Neste momento, os bandidos afirmaram para a vítima que C os havia prometido R$ 100.000,00 (cem mil reais), para que todos fossem liberados e que a vítima, então, deveria providenciar o valor, tendo H respondido que entraria em contato com a esposa de C para que ela efetuasse o pagamento da quantia. No entanto, insatisfeitos e ansiando pelo pagamento da vantagem, os guardas passaram a constranger a vítima, exigindo de H o pagamento da quantia prometida por C, sendo certo que, após algum tempo, a quantia diminuiu para R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), tendo a vítima, efetivamente, efetuado transferências nos valores de R$ 1.950,00 (mil novecentos e cinquenta reais), R$ 1.000,00 (mil reais) e R$ 500,00 (quinhentos reais) para chaves aleatórias de PIX informados pela dupla. Ato contínuo, ao perceberem que a vítima não tinha mais dinheiro, os guardas denunciados subtraíram os pertences da H e decidiram levá-la para outro local, a fim de mantê-lo em cativeiro, momento em que fizeram contato com um comparsa e com ele acordaram o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para que fornecesse o local em que a vítima seria mantida em cativeiro. Então, os guardas colocaram a vítima no porta-malas de um carro e a conduziram até o cativeiro providenciado pelo comparsa , na casa deste, onde H foi mantido em cárcere, com os pés e as mãos algemados, além de tocas cobrindo seu rosto, até por volta das 11h do dia 08 de dezembro de 2024, quando, diante da chegada da mãe do terceiro suspeito, a vítima foi obrigada a se portar como se amigo dos denunciados fosse e, em seguida, foi retirado da casa e novamente colocado no porta-malas de um veículo e algemado. Após, os criminosos saíram com o carro, pararam em um local parecido com uma oficina, onde se apossaram de uma pistola e, seguiram mantendo a vítima privada de sua liberdade, no interior do porta-malas do veículo utilizado, onde permaneceu até as 11h do dia 09 de dezembro de 2024. Salienta-se que, durante todo o tempo, os suspeitos, utilizando os aparelhos celulares da vítima H, faziam contato com familiares desta, exigindo o pagamento de valores à título de resgate, seja por meio de mensagens e ligações pelo WhatsApp, seja por meio de envio de vídeos com a vítima algemada e com o rosto coberto, como estes abaixo: Já por volta das 11h do dia 09 de dezembro de 2024, a vítima foi colocada no interior do veículo, junto com os criminosos, ocasião em que o trio reiniciou as negociações com os familiares de H, exigindo pagamento de quantias para que o lesado fosse libertado. Destaque-se que após os contatos dos bandidos com os familiares da vítima, estes compareceram até a DAS (Delegacia Antissequestro), que iniciou diligências a fim de obter

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Sequestro com pedido de resgate milionário na Pavuna. Vítima ia fazer parceria de tráfico de drogas com a quadrilha. Três foram presos

Três integrantes de uma quadrilha envolvida com extorsão e tráfico de drogas foram.presos ontem Na ação, os agentes libertaram uma vítima mantida em cárcere privado, no bairro da Pavuna, na Zona Norte do Rio. Conforme a família da vítima, o homem estava desaparecido desde da última sexta-feira (20/06).As investigações apontaram que o grupo criminoso extorquia a vítima solicitando R$ 1,2 milhão para sua libertação. O imóvel onde o homem estava sendo mantido refém é estruturado com cela e algemas, além de ser vigiado por dois homens. Segundo os agentes, a vítima veio de outro estado para iniciar uma parceria no tráfico de drogas com a quadrilha delituosa.   Os agentes da DAS prontamente deram início às diligências, realizaram análises de imagens das câmeras de segurança e resgataram a vítima. Na ação, os policiais capturaram três integrantes da quadrilha criminosa, dentre eles o operador financeiro responsável por gerenciar as transferências bancárias do grupo. Com os presos, foi encontrada farta quantidade de drogas.m quarto integrante da quadrilha, que seria o possível líder, foi identificado e os agentes realizam diligências para localizá-lo. A autoridade policial representou pela prisão temporária, que foi deferida nesta segunda-feira (23/06) pela Justiça.As investigações continuam para apurar a motivação do crime e a relação com o comércio de entorpecentes. FONTE,: Polícia Civil do RJ

Rapaz foi sequestrado e teria sido morto por traficantes do Complexo do Alemão (CV) por ser considerado X9. Com medo, família se mudou da favela e só registrou caso na polícia um ano depois. Corpo nunca apareceu

No dia 18 de agosto de 2023, Anderson Almeida Costa, estava assistindo ao jogo do Flamengo num bar na Rua Canitá, em frente a numérica 546, Inhaúma, interior do Complexo do Alemão. Por volta das 22h40m do mesmo dia, ele foi sequestrado por bandios. Na ação havia o veículo Corolla com quatro ocupantes e mais seis motocicletas com dois ocupantes cada, todos fortemente armados; Os traficantes mandaram todos que estavam no local ficarem quietos e disseram ainda: “ninguém viu nada, ninguém sabe de nada e ninguém fala nada”. Falaram ainda para não comparecerem na polícia para não sofrerem as consequencias. Anderson foi obrigado a entrar num veículo Corolla que se dirigindo para o interior da comunidade para desenrolar uma situação. Todos seguiram para a Grota. Um dos bandidos que teriam participado da ação é o vulgo Caoco. Era ele quem dava as ordens para os outros traficantes. Outros criminosos envolvidos eram Mamo e Filipinho O pai de Anderson questionou Caoco sobre o motivo de levarem seu filho e o bandido mandou ele ficar tranquilo. Ele disse que se Anderson estivesse devendo não iria ficar de “bobeira” fazendo churrasco na entrada da favela; O pai disse ao criminoso que estavam fazendo covardia com seu filho mas Caoco não deu ouvidos, virou de costas e foi embora. Filipinho ainda falou para ele para não se meter, pois não tem nada haver contigo não; Desde então, o pai não teve mais notícias do filho. No dia seguinte do desaparecimento, a família conseguiu acessar a conta do interior da comunidade, e todos disseram que Anderson foi morto e teve seu corpo ocultado pelo tribunal do tráfico de drogas por ser considerado como “X9”; Diante de tal situação, com medo de ser morto mudou-se da Rua Canitá n° 546, alguns dias após o desaparecimento de Anderson, o pai se mudou do local e não frequentou mais a localidade com medo dos traficantes que lá se encontram; Comentou-se que Caoco era matador da localidade sendo autor do homicídio do Michel do Depósito do Rock, Davi do Ferro velho, Manelzinho da internet da Relicário entre outros; O líder do tráfico local é o traficante Pezão. E que nenhuma morte que acontece no interior da comunidade acontece sem anuência dele. A família só registrou o fato um ano após o ocorrido, em 23/07/2024, pois tanto o comunicante como seus familiares residiam na favela e tinham medo de represálias. Após deixar a comunidade, o pai e seu outro filho se sentiram confortáveis o suficiente para relatar o acontecido. FONTE: Polícia Civil do RJ

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