Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica suspeitos de matar um homem em 2023 acusado por eles de traficar drogas sem autorização

A Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica, vulgos Chica, Marcelinho Macabu, Zazá e um chamado Lucas por um homicídio cometido em maio de 2023. Segundo a denúncia, no dia 07 de maio de 2023, por volta de 20h20min, no estabelecimento denominado “Quiosque da Carlinha”, situado na Rua Rita Batista, nº 10, Campo Lindo, Seropédica/RJ, os suspeitos, teriam matado a vítima Marcos Paulo da Silva Pereira mediante disparos de fuzis calibres 7,62mm e 5,56mm, que causaram múltiplos ferimentos em seu corpo. Uma testemunha reconheceu a participação do falecido milciiano Tubarão no epísódio., afirmando que foram criados juntos desde criança, e que ele seria o chefe da milícia de Seropédica. Tubarão foi morto em confronto com a polícia em 06 de fevereiro de 2024. Além de o identificar, Bruno o apontou como sendo o indivíduo que derrubou Marcos e realizou o primeiro disparo com arma de fogo contra a vítima, tendo o identificado por meio de gravação de vídeo da câmera de segurança do local, em razão do porte físico, pela violência, forma de agir e pela roupa que ele usava. A testemunha também reconheceu Chica e Thiago “Bomba”, falecido na guerra contra o Bonde do Miliciano Zinho no km 32. Outras testemunhas diseram que Marcos morreu pois estaria traficando drogas no Quiosque onde foi morto, sem a autorização da milícia. Do mesmo modo, uma outra testemunha, que estava presente com a vítima no local dos fatos, declarou que Marcelinho Macabú sentou à mesa do Quiosque e,momentos depois, um homem de cor negra, vulgo “Zazá”, apareceu e ordenou que o bar fosse fechado, assim como que todas as pessoas deveriam ir embora. Dando continuidade e complementando o relato da testemunha, uma outra pessoa presente na hora dos fatos , também presente no local, confirmou a identidade de Macabú, e afirmou que milicianos encapuzados chegaram em um carro pequeno, de cor clara, e que jogaram Marcos Paulo ao chão, desferindo muitos tiros em cima da vítima, e logo depois se evadiram do local. Zazá estaria de camisa preta no vídeo, tendo sido a pessoa quem tomou o celular da mão de alguém do bar, após o crime, e mandou todo o comércio fechar e todos irem embora. A mãe de Marcos também identifcou Tubarão como o executor de seu filho ao visualizar as imagens de câmera de segurança vinculadas ao procedimento. A identificação, segunda ela, se deu pelas roupas, pelo modo de andar, bem como pela bandana com fiapos brancos nas pontas. Além disso, também reconheceu Chica que teria aparecido trajando uma blusa de cor roxa clara e portando uma pistola, tendo sido registrado pelas filmagens. Acrescentou que identificou Licas como cobrador da milícia de Tauã. Por fim, momentos após o encontro, relatou também afirmou que Marcos teria retornado para mesa onde estava. Após isso, Tubarão, juntamente com outros milicianos, executaram a vítima com muitos tiros na frente de todos. Ainda sobre seu depoimento, disse que acreditou que a vítima foi executada pois no local não poderia haver concorrência na venda de drogas. Ao final, a autoridade policial destacou a peça “relatório de imagens”, protocolo 049265-1861/2023, onde as cenas gravadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento foram minuciosamente detalhadas, indicando a atuação de cada um dos indivíduos que participaram da empreitada criminosa. Em tal documento se pode constatar, “quadro a quadro”, a sequência de fatos que culminou com a execução sumária de Marcos Paulo, bem como a violência da ação, mesmo em um comércio repleto de pessoas. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça mandou soltar estudante baleado por PM que estava sob custódia por ter sido confundido com um ladrão. SAIBA OS MOTIVOS

A Justiça soltou o estudante Igor Melo de Carvalho e também o mototaxista Thiago Marques que foram apontados como os autores do roubo a mulher de um PM, que os perseguiu e acabou baleando Igor, que perdeu um rim e está internado em estado grave no Hospital Getúlio Vargas. Consta dos autos que a vítima teria imputado a dupla a suposta prática do crime de roubo e, após noticiar o fato ao seu marido, ambos teriam localizado os dois. Ambos alegam que o carona teria tentado efetuar disparos, oportunidade em que o marido da vítima teria disparado contra Igor.A mulher do PM teria reconhecido os autores pela cor de camisa que utilizavam, mas não foram apreendidos com a dupla nem a suposta arma do crime nem o telefone celular subtraído. Posteriormente, foram divulgados pela mídia e juntadas aos autos inúmeras informações que enfraquecem os indícios de autoria. Conforme consta dos documentos, Igor teria saído do trabalho e solicitado corrida através do aplicativo Uber, sendo certo que Thiago era o condutor que atendeu à solicitação. Portanto, todas as informações indicam que tanto o PM Carlos Alberto quanto sua mulher Josilene teriam confundido a dupla com os supostos autores do crime de roubo, de forma que os indícios de autoria restam totalmente esvaziados, impondo a imediata soltura dos custodiados. Por fim, a Justiça destaca que ambos são primários e há documentação juntada do custodiado Igor juntada aos autos, a indicar o exercício de atividade laborativa lícita e residência fixa. Tendo em vista os requerimentos das defesas, encaminhem-se cópias para a Promotoria de Investigação Penal e Corregedoria da Polícia Militar. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de matar mulher que ameaçou ir na boca de fumo do Mandela (CV) contar que estava sendo molestada por ele. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, o acusado contou tudo na delegacia

Um homem que levou uma colombiana para a sua casa, na Favela do Mandela, em Manguinhos, é acusado de matá-la ao tentar impedir que ela fosse até a boca de fumo contar que ele estava supostamente a molestando. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, ele foi até a delegacia e contou tudo. A Justiça decretou sua prisão temporária. Tudo começou no dia 16 de fevereiro quando o acusado conheceu Carolina , que lhe disse que era colombiana, estava passando por dificuldades e se encontrava em situação de rua. Ele falou que morava sozinho na Mandela e perguntou se ela gostaria de ficar em sua residência, o que foi aceito. Tudo estava indo bem e ambos estavam trabalhando, até que dias depois, o homem, o foi para um churrasco na casa de seu amigo e deixou a moça em casa. Quando retornou para sua residência e ao sair do banho, percebeu que sua carteira, dinheiro e celular, que estavam em seus bolsos, haviam sumido;.Ele questionou Carolina se ela havia pego seus pertences. Ela disse que não e ele falou que que procuraria nas coisas da mulher. Carolina começou a gritar dizendo que, se o declarante continuasse, iria até a boca de fumo, que fica próximo a residência e diria que ele estava molestando-a; Carolina começou a puxá-lo e gritar;, falou que ia até a boca e tentou sair dando um soco no rosto no homem, que revidou e deu um murro no rosto da moça, que caiu no chão e bateu a cabeça. Ela perdeu a consciência. O homem entrou em desespero e começou a fazer massagem cardíaca em Carolina, porém a mesma não dava sinais de consciência. Ligou para seus filhos e relatou o ocorrido. O filho e o genro dele, que moram no Jacarezinho orientaram o declarante para vir até esta a delegacia, pois estavam com medo dos traficantes do local descobrirem; O homem foi até a DP e relatou todo o fato. Afirmou nunca ter tido nenhum tipo de relação sexual com Carolina. PMs foram até o local e souberam que havia o corpo de uma mulher, aparentando ter cerca de 30 anos, que foi deixado por populares na UPA de Manguinhos, Informações médico-hospitalares apontaram para as seguintes lesões externas apresentadas pela vítima: Lesões em face, como escaras, esquimoses e hematomas periorbitais, sugestivos de agressão física, edema labial de origem traumática e sinais de estrangulamento. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia detalhes da sentença que condenou dois traficantes do CV a 160 anos de prisão pela morte de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e deixou seis pessoas feridas em Três Rios em 2020. Alvo era uma das vítimas sobreviventes que pertencia ao TCP. Crime foi planejado. Cidade foi tomada por bandidos

Os condenados a 160 anos pelas mortes de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e que deixaram seis pessoas feridas em Três Rios em 2020, são Leonardo Félix de Freitas, o Léo Jack e Ualifer Medeiros de Araújo, vulgo Cagado, integrantes do Comando Vermelho. O motivo torpe, reconhecido pelos Jurados, tem por fundamento a disputa pelo tráfico de drogas na região, pertencendo os criminosos à Organização Criminosa Comando Vermelho. Um dos baleados pertencia ao Terceiro Comando Puro e era o alvo da ação. Os denunciados e o alvo já vinham tendo problemas anteriores em razão de pertencerem a organizações criminosas diversas e por disputarem a mercancia de drogas na mesma região. Na data dos fatos, as vítimas, seus familiares e amigos se encontravam comemorando o aniversário do alvo quando Leonardo e Ualifer chegaram de moto e passaram a disparar em direção a todos os presentes. Na Cidade de Três Rios, o tráfico de drogas já não mais permite ações isoladas. As comunidades locais estão corrompidas e as facções, arregimentadas por pessoas que nada têm a perder, avançam abruptamente, criando rotinas violentas com regimentos e regras que lhes são próprias. Caso contrariadas, a morte é certa, pelo que se convencionou chamar de ¿Tribunal do Tráfico¿. Léo Jack era um dos chefe do tráfico da cidade, contando com o auxílio de ¿Cagado. Contra Léo Jack consta anotação na Ficha de Antecedentes Criminais condenação transitada em julgado por tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na data de 20/04/2015, por acórdão condenatório. A pena foi cumprida apenas em 16/12/2020. A menina morta, Maria Alice de Freitas Neves, foi atingida por 18 disparos. O delito foi cometido durante o repouso noturno, por volta das 22h30, na Travessa Senhor dos Passos, nº 389, Casa 02, Ladeira das Palmeiras, Cidade de Três Rios, neste Estado. No caso, trata-se de área destinada à residência. Houve planejamento de todo o delito, representado pelo armamento empregado no crime, pelas roupas que visavam não permitir a identificação de cada qual, pela cobertura de outros membros faccionados e ainda não identificados e, principalmente, pela fuga com uma motocicleta. Inclusive, os autos apontam que um dos indivíduos passou anteriormente no local dos fatos, entre às 19h e 20h de 30 de junho de 2020, para averiguar as condições do local. A paz pública foi colocada em xeque com a conduta dos homicidas. Os moradores locais foram extremamente abalados com a ocorrência dos assassinatos. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

Traficantes Flamengo e Corinthians do TCP dividem bocas de fumo em favela de Caxias. O segundo comanda um esquema de roubo de veículos em que é exigido resgate das vítimas

Investigação revela como os traficantes Corinthians e Flamengo dividem o comando do tráfico na comunidade do Pantanal, em Duque de Caxias, reduto da facção criminosa Terceiro Comando Puro. No local, Corinthians controla três bocas de fumo: Zero, Geruza e Marquesa. Flamengo manda nas bocas do Barro Novo, B13, Favelinha, Jacapaz ou Terra Prometida. Na parte onde Corinthians comanda,, os roubos de (veículo, telefones e cargas) são liberados e quem comanda os roubos é o vulgo “Léo Morango. Corinthians ordena roubos de veículos nesta região, usufruindo de percentuais utilizados para abastecer a logística do tráfico de drogas na compra e distribuição de drogas e de armamento, bem como para proveito pessoal, Um dos destinos dos veículos subtraídos, conforme se vê no depoimento de uma vítima, quando não é o desmanche, é a própria devolução às vítimas e/ou seguradoras, mediante pagamento de valor extorsionário, denominado pelos criminosos como “resgate” Em um dos roubos, a vítima foi até a boca de fumo tentar reaver seu veículo e, por incrível que pareça, o bandido orientou o lesado a na delegacia fazer o registro de ocorrência e acionar o seguro, sendo certo que, após esse trâmite, o traficante faria contato com a vítima para negociar o pagamento do resgate Diamante é o segundo na hierarquia na parte da comunidade onde manda o vulgo Corintihans, Ele tem uma irmã “que vem a ser tesoureira, gerente do pó de R$ 5, R$40 e do crack. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Em conversa interceptada, traficante que explorava condomínios em Duque de Caxias confessou homicídios. “Eu que matei o Xandão, matamo o Wendel, matamo um monte de milícia nessa p…”. Autos revelam mais detalhes da investigação

Veja agora mais detalhes da investigação sobre a ação de traficantes em condomínios residenciais do bairro de Nossa Senhora do Carmo, em Duque de Caxias, que foi alvo de operação conjunta do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil ontem. Os autos do processo revelam a nova hierarquia do bando, que é comandado por Leandro dos Santos Sabino, o Flamengo, traficante do Terceiro Comando Puro (TCP) e detalhes sobre crimes de tortura praticado pelos bandidos. Flamengo, segundo as investigações, teria sido o responsável homicídios de Wendel Silva de Souza e Alexandre Cezar Pereira. O criminoso foi interceptado e comentou sobre os homicídios. “Fui em quem matei p…, eu que matei o Xandão nessa p… aí, matamo o Wendel, matamos um monte de milícia nessa p… aí rapá”. A nova hierarquia é a seguinte: Flamengo é o líder. É o chefe do tráfico na comunidade Barro 3. Índio, Vaguinho da Água e Gordinho são os braços armados da organização. Índio é o responsável pelas extorsões aos moradores, bem como por expulsar aqueles que se insurgem contra a quadrilha, tendo sido colocado como síndico no Condomínio Bolzano por Leandro. Ele tem a função de repassar parte dos lucros provenientes das cotas condominiais para o líder do bando e foi identificado como o indivíduo que praticou torturas. Vaguinho da Água é reconhecido como autor de diversos roubos e outros crimes na região sendo apontado ainda como integrante do tráfico de drogas local, e foi identificado como o indivíduo que ficou na parte de baixo do apartamento da vítima que foi torturada dando cobertura para os comparsas. Gordinho exerce a função de segurança nos condomínios, tendo sido identificado como o indivíduo que ficou na parte de baixo do apartamento da vítima torturada dando cobertura para os comparsas. Yuri também é integrante do tráfico local e responsável por executar as ordens de Flamengo e Índio, tendo participado da sessão de tortura narrada na denúncia. Loira é responsável pelo cumprimento das ordens dadas por Flamengo. Ela é síndica do Condomínio Rotonda e estava junto de Índio e Yuri no momento em que as vítimas foram torturadas. A tortura Uma família foi torturada pelos criminosos. As pessoas foram agredidas com com golpes de madeira, martelo, socos e chutes. Os criminosos subtraíram R$ 1.000,00 de uma da vítimas R$ 300,00 de outra e três celulares. Eles ainda tomaram os apartamentos das vítimas, que foram questionadas se eram X9. O bando explorava os condomínios Volterra, Rotonda, Parma, Pádua e Bolzano Os criminosos colocavam pessoas de sua confiança na administração dos condomínios para cobrança dos serviços fornecimento de água gás, internet e tv à cabo clandestino, bem como de taxas condominiais dos moradores. Fonte: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça toda a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo

Processo na Justiça que resultou em condenações esmiúça a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo. Além do tráfico de drogas, o bando tinha atividades correlatas como a prática de roubos de carga e roubos de veículos, receptação, homicídios, assim como uma constante execução de atividades de convencimento e aliciamento de agentes públicos da polícia para que não façam o devido combate à atividade criminosa. Os valores arrecadados com o tráfico de drogas, são em sua maioria destinados à compra de insumos, armamento, pagamento de mão de obra, mesadas à traficantes presos, pagamentos de servidores públicos da polícia e agentes penitenciários, familiares e possível lavagem de dinheiro. O grupo atuava no Morro da Torre, Beira Rio, Morro do Cabrito, Água Mineral, Girassol, Lodial e Lagoa/Boaçu, em São Gonçalo e Buraco do Boi, localizada em Niterói, área limítrofe com São Gonçalo, todas redutos do Comando Vermelho. A malta está voltada para prática do tráfico de drogas, roubos de cargas e veículos, receptação, corrupção de agentes A quadrilha fazia uso constante de extrema violência e de armamentos de grosso calibre, como fuzis e pistolas, gerando uma rotina de terror aos moradores, comerciantes e empresários das comunidades capturadas. Paulinho, que chegou a ficar preso durante anos, concentrava em suas mãos o poder de comando para consecução das atividades da ORCRIM, na medida em que detinha a capacidade de executar e determinar os atos necessários à materialização dos crimes. Ele é irmão de Luiz Queimado, membro da alta cúpula do Comando Vermelho e dominava diversas comunidades em São Gonçalo, antes de seu óbito 7 . Como forma de manter o controle sobre as atividades da malta, Neymar delegou as funções de comando para Di Maria. Ele ficou preso com seu chefe e adquiriu sua confiança. Ele apelidou seu comando de ‘Gestão Fabulosa e como forma de diferenciar o material entorpecente vendido nas comunidades dominadas criou uma etiqueta (“carimbo”) aposta nas drogas, que caracteriza e indica a delimitação territorial da sociedade delinquencial. Dollar era o frente da Buraco do Boi sendo o responsável pela organização e comando das “bocas de fumo”, viabilizando o pleno funcionamento do tráfico de drogas. Ele tinha ainda a função de orquestrar os roubos de carga nas imediações da favela. Biri, mesmo cumprindo penam tinha a incumbência de agenciar novos integrantes para atuação no Buraco do Boi e ainda era o responsável pela intermediação da compra de armamento para malta, através de contatos com Di Maria. Bolha era o gerente de “pó” (cocaína) e de maconha na comunidade do Boi. Ele tratava sobre aquisição e preparo de drogas diretamente com Di Maria. No Novo México, Pantera era o “frente” sendo responsável pela tomada de decisões, venda de drogas, contabilidade e prestação de contas do produto do crime, Bosquinho era o responsável pelo transporte de drogas das comunidades. Ele seria a pessoa responsável por buscar os “carimbos”, ou seja, as etiquetas que são anexadas às embalagens das drogas. Tais etiquetas são fabricadas no interior da Comunidade da Nova Holanda no Rio de Janeiro. Por exercer a atividade de Uber, a utilização de “Bosquinho no transporte de drogas, torna a ação mais segura para o tráfico, uma vez que, em eventual abordagem policial, se passaria por um trabalhador comum. No Lodial, o frente era FP, que por ser muito jovem, era supervisionado por Zulu. Preso, o bandido vulgo Novato recebia”mesada” na cadeia, sendo considerado membro “faixa preta”, isto é, fiel aos líderes da organização criminosa. Ele ainda reforçava sua condição de integrante da quadrilha ao se auto intitular “bandido matador de polícia” e ao afirmar para “Neymar que seria solto em breve e que ia colocar o tráfico para funcionar bem, como estava funcionando na Lodial. A comunidade Girassol tinha como principal elemento o vulgo Salgueiro. Na Água Mineral, o frente era Bocão, que era encarregado de entregar propina aos policiais corruptos. Na Lagoa/Boaçu, o braço-direito de Di Maria era Dedeco, que ficava responsável pela guarda do entorpecente, tendo ainda a função de auxiliar na distribuição das drogas entre os diversos pontos de revenda sob o controle da malta e realizar anotações sobre a venda do entorpecente em caderno de contabilidade. Therry, era vapor” e “olheiro”, na localidade conhecida por “Flamengo”, na Rua Roberto Duarte, Boaçu. Na Beira Rio e Morro da Torres, a principal figura era Cabeludo. No Morro do Cabrito, Yuri Gordão era o gerente e articulador de roubos de cargas e de veículos na região de São Gonçalo, Tinha como prática articular e autorizar os “menores” a praticar roubos, determinando que não sejam realizados em área sob controle da facção criminosa CV. Ele deixou veículos roubados no interior da Comunidade do México, contrariando ordens do chefe “Di Maria”. Tal fato teria desagradado o bandido”, que deu ordens para que o veículo fosse recolhido por outros membros da malta. Gordão, no entanto, retrucou afirmando que tinha autorização de Paulinho para praticar os roubos, tendo dito que não roubaria nas comunidades sob comando de “Di Maria. ]Lorran Canalha eraencarregado de enterrar as cargas de drogas em galões para armazenamento e posterior revenda do material entorpecente. Ainda atuava como “vapor”, dando “plantão na boca de fumo” quando exerce a atividade de venda do entorpecente. Também executava roubos de veículos em benefício da malta, com a utilização de armas da ORCRIM, por ordem e autorização de “Di Maria. Filho é enteado de Di Maria e pessoa de extrema confiança dele”, que o trata como se fosse filho. Tinha a incumbência auxiliar seu padrasto na gestão da atividade espúria da súcia, além de auxiliá-lo nos deslocamentos de motocicleta pelas comunidades dominadas, sendo esta função sensível e relevante, na medida em que há mandados de prisão pendentes de cumprimento para Di Maria”. Ele ainda auxiliava seu padrasto nos deslocamentos para encontrar os fornecedores (matutos) de drogas que possibilitam o abastecimento dos “estoques”. Total ou Playboy , preso em Bangu, era homem de confiança de Marcinho VP e do falecido Elias Maluco e exercia a

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima