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Polícia procura terceiro envolvido em homicídio cometido em Japeri em dezembro por causa de fio de cobres. Vítima temia ser morta e foi executada na frente do filho de cinco anos. LEIA DETALHES

De acordo com o Portal dos Procurados do Disque Denúncia, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense procura Lucas Silva Rosa, vulgo “China”, de 30 anos que, segundo a Justiça,, é um dos envolvidos ainda em liberdade, pelo crime de Homicídio, cometido em na madrugada do dia 16/12/2025, pelo motivo na rivalidade de furto de cobre em Japeri. Contra o criminoso “”China”, consta um mandado de prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Japeri, pelo crime de Homicídio Qualificado.Já foram preso pelo DHBF, João Paulo Alves de Oliveira, o Joãozinho e Jorge Igor Guimarães da Siklva (Júnor Barbeiro). De acordo com os autos do Tribunal de Justiça, o depoimento da testemunha S.M.C que afirmou que: seu filho, conhecido como KimEle teria afirmado, segundo o processo, que, se algo lhe acontecesse, os culpados seriam Juninho, Joãoinho e China. O motivo do conflito foram furtos de cobre. O processo diz que na madrugada do dia 16/12/2025, entraram na residência de Kim enquanto ele dormia e o mataram; Os autos apontam que Kim havia mencionado anteriormente que Juninho usaria a arma de Joãozinho para matá-lo. O texto da decisão judicial informa que a versão foi confirmada pela testemunha A.A.R.J , que afirmou que: no dia 15/12/2025, os indivíduos conhecidos como China e Júnior Barbeiro passaram em uma motocicleta; Babeiro proferiu a ameaça “Vou lhe matar ainda hoje”.Joãozinho possui um revólver calibre 38. A testemunha reconheceu Barbeiro e China nas imagens de segurança correndo após o fato; na gravação de áudio da residência, ouve-se a vítima dizendo “Koé menor, meu filho aqui, menor”, antes dos disparos. Kim chamava Joãozinho de menor. Uma terceira testemunha J.L.M.C afirmou, segundo os autos, ,que: ouviu a porta de alumínio da residência da vítima ser arrombada; ouviu a voz da vítima dizendo “Qual é menor, tô com meu filho aqui”. A testemunha disse ter visto pela janela quando um dos executores passou correndo no corredor; o indivíduo portava uma pistola; reconheceu China, Joãozinho e Barbeiro. Os autos descrevem a execução do crime no interior da residência da vítima, em repouso noturno e na presença de seu filho de cinco anos,

Mulher que se apropriou de bens de homem que teria sido morto por traficantes em Vargem Pequena fazia parte da quadrilha, diz Justiça

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a mulher suspeita de se apropriar dos bens de um homem assassinado por traficantes da comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, foi presa em situação de flagrância sob a imputação de integrar associação criminosa voltada ao tráfico de drogas na localidade exercendo papel ativo na organização. De acordo com os autos, em diligências para apurar o homicídio de Francisco Filipe Rodrigues, os policiais verificaram que Luciene Brito dos Santos assumido a posse do imóvel, estabelecendo no andar térreo um bar e promovendo a locação dos outros dois imóveis residenciais pertencentes à família da vítima. Consta no processo que declarações testemunhais colhidas nos autos indicam que a autuada integraria organização criminosa voltada ao tráfico ilícito de entorpecentes na comunidade César Maia, sendo apontada como integrante ativa da associação estável e permanente destinada à mercancia de drogas. Há, ainda, relatos no sentido de que, imediatamente após o homicídio, familiares da vítima teriam sido expulsos da residência, inclusive com criança de pouca idade, ocasião em que a autuada teria se apropriado do imóvel e passado a explorá-lo economicamente. Segundo o que saiu na imprensa, a mulher teria inventando aos traficantes que Francisco tinha ligação com facção rival e por isso ele acabou torturado e morto.

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

Garota de programa foi morta com golpes de bengala e teve o corpo queimado em Campos (RJ),. Suspeito foi preso e confessou o crime

A Polícia Civil prendeu o suspeito do feminicídio contra uma garota de programa chamada Kelen Santos Pereira, de 25 anos, em Campos, Ela foi assassinada no final de janeiro e teve o corpo queimado, segundo informações que saíram no portal Campos 24 Horas. De acordo com a matéria, o homem preso pelo assassinato de Kelen, confessou o crime. Segundo as investigações, o crime ocorreu após um programa, motivado por desentendimento financeiro. O texto do portal diz que, o suspeito relatou que matou a vítima com golpes de bengala de motocicleta no bairro do Jockey Club. Em seguida, colocou o corpo no banco traseiro de um carro e o levou até a localidade de Lagoa de Cima, onde ateou fogo. O crime ocorreu no dia 31 de janeiro de 2026, quando a jovem foi encontrada morta e com o corpo carbonizado às margens da RJ-208, na Estrada de Lagoa de Cima, zona rural de Campos. De acordo com as investigações, Kelen morava com amigas no Centro de Campos e teria saído de casa na tarde do dia 31 com um homem, com destino a Lagoa de Cima, não sendo mais vista desde então.

Traficante do CV que foi preso hoje em Vargem Pequena teve prisão preventiva decretada nesta terça-feira por homicídio. Após cometer o crime, bandidos expulsaram família da vitima e obrigaram novos moradores a pagarem aluguel para o tráfico

No mesmo dia que foi preso em operação na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, o traficante Lilinho do Comando Vermelho teve a prisão preventiva decretada por um homicídio. Segundo o TJ-RJ, a filha da vítima afirmou que no dia dos fatos (não mencionado nos autos), os criminosos foram até o terraço da casa da vítima e determinaram que o mesmo descesse as escadas, quando então a vítima foi surpreendida pelos disparos de arma de fogo realizados por um dos suspeitos, que estava sem capacete e aompanhado de Lilinho, que pode ser reconhecido, pois a testemunha reside desde sempre na comunidade onde os criminosos circulam livremente. Após o fato, há relato de que os denunciados empreenderam fuga e não prestaram socorro à vítima Os autos dizem que um amigo da vítima disse que após os fatos a família da vítima foi expulsa de sua residência, sendo ordenado que os inquilinos pagassem aluguel diretamente para o tráfico local, que atualmente a construção é utilizada como refúgio dos criminosos. Os autos disponíveis para cosulta não dizem o nome da vítima nem o local onde ocorreu o fato, muito menos descreve a motivação do crime.

Homem preso suspeito de matar grávida disse que vítima era garota de programa e tentou lhe atacar primeiro e ele agiu para se defender. No entanto, lesões no corpo da moça contrariam versão. SAIBA MAIS

Lucas Santana da Silva, preso hoje suspeito de matar uma grávida em Nova Iguaçu na última sexta-feira contou à polícia como cometeu o crime, segundo os autos do processo no TJ-RJ. Clarice Custódio de Barros foi encontrada sem vida com lesões corporais compatíveis com o uso de arma branca O, laudo de perícia necropapiloscópica que atestou a identidade da vítima, o termo de reconhecimento de cadáver assinado por sua genitora e o laudo de necropsia que identificou a morte causada por choque hemorrágico, associado a trauma raqui-medular, produzidos por instrumento perfurocortante. Na data de ontem, 09/02/2026, às 17h22, Lucas compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos acerca do fato, e informou que conheceu a vítima por meio da internet e contratou seus serviços profissionais a serem executados em 05/02/2026. Segundo ele, Clarice era garota de programa. Afirma que durante uma discussão a vítima puxou uma faca de serra e o ameaçou, pelo que ele teria se defendido, logrando êxito em direcionar a faca para a vítima e desferindo dois golpes em seu pescoço. contra a vítima, que apresentava dez feridas perfurocortantes, além de lesão dos grandes vasos cervicais e fratura da coluna cervical, circunstâncias que evidenciam a gravidade e a intensidade da violência. Pelo que se percebe das investigações, o suspeito afirma ter agido em legítima defesa, apenas para repelir uma agressão iniciada pela vítima, mas o que se perceber pelo conjunto probatório dos autos do processo nº 0002012-57.2026.8.19.0038 é que suas alegações são absolutamente incompatíveis com a extensão, a multiplicidade e a gravidade das feridas constatadas. Ademais, conforme narrado pela douta autoridade policial na representação pela prisão temporária, as agressões atingiram a medula espinhal da vítima, estrutura vital cuja lesão demanda força e reiteração incompatíveis com um único ato defensivo. Por fim, após toda a violência perpetrada contra a vítima, o autor deliberadamente se evadiu do local do crime, não prestou qualquer tipo de socorro ou acionou atendimento médico, comportamento que se revela destoante do esperado de quem age para repelir agressão injusta e atual.

Miliciano preso hoje foi figura central na tomada de territórios do CV na Grande Jacarepaguá na década passada. RELEMBRE COMO FOI A GUERRA

Preso hoje pelo Ministério Público Estadual, o miliciano Diego Luccas Pereira, o Playboy, foi acusado de participar anos atrás de uma invasão na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca, para a consolidação de um cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho, segundo informações do TJ-RJ. O cumprimento do mandado contou com esforços de inteligência combinada, que permitiram localizar o denunciado, que se encontrava foragido. Diego foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), no âmbito de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado a partir do desdobramento da Operação Naufrágio 2, deflagrada em setembro de 2024, em razão da constituição de organização criminosa do tipo milícia, integrada por agentes das forças de segurança. O mandado foi cumprido no município de Iguaba Grande, na Região dos Lagos. De acordo com o TJ-RJ, em 07/12/2017, no período vespertino, membros das” milícias “atuantes nos bairros de Campinho (Morro do Fubá) e de Jacarepaguá uniram e invadiram a comunidade da Chacrinha. Ao invadirem tal localidade, os criminosos promoveram confrontos armados com a organização criminosa que lá atuava, qual seja, aquela chefiada por Nome, vulgo” Lica “. Há registro, inclusive, do óbito de um membro da quadrilha chefiada por Lica “, no confronto com os invasores da comunidade,Participaram da citada invasão mais de trinta pessoas fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Digão, Macaquinho, Leleo, 2P, Recife, Ratão, PQD, Pezão, Dandi. ]Chama atenção o fato de que antes mesmo da referida invasão ocorrer, mais precisamente em 04/12/2017, ela já havia sido noticiada ao Disque-Denúncia. Já no específico dia da invasão, o 07/12/2017, o Disque-Denúncia tornou a receber informações sobre o conflito armado que estava ocorrendo na Comunidade da Chacrinha naquela datas. Importante destacar que a invasão narrada nestes autos permitiu que um novo grupo criminoso, aquele denunciado nestes autos, assumisse o controle da Comunidade da Chacrinha e lá praticasse suas ações criminosas. A tomada da Comunidade da Chacrinha pelos denunciados agravou a guerra entre grupos criminosos pelo domínio territorial da região da Praça Seca, uma vez que Nome, vulgo” Lica “, – expulso da localidade – se aliou ao Comando Vermelho e, por vezes, tentou retomar o controle da regiãos. Após se estabelecer na região da Chacrinha, nova invasão foi arquitetada pelo grupo criminoso denunciado, que novamente recebeu reforço de novos membros oriundos de outras áreas da Zona Oeste. Desta vez, o alvo foi a Comunidade da Covanca, em Jacarepaguá, que também tinha interesse estratégico para consolidaçãa.do mencionado cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho. Foi assim que, em 17/03/2019, a organização criminosa, fortemente armada, invadiu a Comunidade da Covanca para consolidar seu domínio territorial, evitar a expansão do Comando Vermelho e obter seus ganhos econômicos ilícitos a partir da exploração de atividades criminosas. Participaram da citada invasão dezenas de pessoas, fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Pitbull, Flavinho, Recife, Jamaica, Fabi, Michel ou Cher, Dengudo, Pezão, PQD, Digão, Chocolate, Orelha e Vitinho. Durante a invasão, diversos disparos de arma de fogo foram efetuados pelos criminosos. Tais disparos chegaram, inclusive, a ferir ao menos um morador da localidade. Tanto após a invasão da Chacrinha, quanto após a invasão da Covanca, o modo de agir dos criminosos foi o mesmo. Uma vez dominada a região, o bando colocou em prática o seu vasto cartel criminoso. Na Chacrinha e na Covanca a malta iniciou a prática regular de extorsões contra moradores e comerciantes, com a cobrança de valores em dinheiro como uma suposta “taxa de segurança” 9. A súcia também implementou monopólio do fornecimento de água e passou a explorar e comercializar sinais clandestinos de internet e de televisão a cabo, obrigando a contratação com ela de tais serviços. Visando manter o domínio de suas atividades criminosas, os membros da malta passaram a ser frequentemente vistos pelas ruas das comunidades dominadas portando armas longas e curtas de forma ostensiva. O porte ostensivo de armas também se fez necessário para proteção dos territórios dominados contra invasões de outros grupos criminosos. Macaquinho e Leleo , incumbiam a gestão do esquema criminoso, uma vez que ocupavam o topo da hierarquia da estrutura delituosa da súcia e foram os responsáveis pelas estruturação das invasões. Em relação a invasão da comunidade da Covanca, especial liderança também exerceram “Pitbull”, então responsável por aquela localidade, e vulgo “Fabi”, que era o chefe da região de Curicica, e forneceu homens e armamento para a invasão. Importante destacar que, em abril do corrente ano, veículos de comunicação divulgaram que o bando que dominava a maior parte das comunidades da Endereçoutilizando de uma espécie de “boleto” para suas extorsões. Tais boletos são exatamente iguais a outros que foram apreendidos em investigação do GAECO/MPRJ e DRACO, que levou ao oferecimento de denúncia em face dos chefes da “milícia” da Comunidade do Campinho no final do ano de 2018 – dentre os quais os A identidade entre os documentos demonstra como efetivamente grupos criminosos de diferentes regiões se uniram para dominar as regiões da grande Jacarepaguá. O bando praticava os delitos de extorsão a moradores, comerciantes e prestadores de serviço a pretexto de oferecer serviços de segurança, roubos, invasões a domicilio, exploração e comercialização de sinais clandestinos de internet, televisão a cabo e do comércio de gás e água, além de porte de armas de fogo. O miliciano Playboy do Fubá tinha sido preso pela última vez em 2020 em um hotel de luxo na Barra da Tijuca. Pela quebra de sigilo do seu telefone, a polícia conseguiu conhecer mais membros da organização e entender a estrutura de funcionamento. Com Playboy, foram achados CNH falsa, celular e algumas anotações. Playbou fazia a administração através de conversas de whatsapp com membros da organização. As informações prévias que tinham era que a organização se estruturava em atividade típica de milícia, venda de internet, telefone, água e gás, com arrecadação de lucro em cima de determinada localidade e centrava no Morro do Fubá, Campinho, Praça Seca e se expandia para outras comunidades de Jacarepaguá. Havia algumas com células autônomas,

Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

Preso suspeito de matar grávida em Nova Iguaçu

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam, nesta terça-feira (10/02), um homem pelo assassinato de uma mulher grávida no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu na última sexta-feira (06/02), no interior da residência da vítima, no bairro Cerâmica. A notícia da morte da vítima foi divulgada pelo jornalista Bruno Assunção e pela nossa reportagem ainda na sexta-feira. De acordo com as investigações, Clarice Custódio de Barros, de 25 anos, foi encontrada sem vida, com múltiplas perfurações provocadas por instrumento cortante, em uma cena que evidenciava extrema violência. Laudos periciais apontaram que a vítima estava grávida e que a causa da morte foi choque hemorrágico associado a trauma raquimedular, o que demonstra a brutalidade empregada na ação criminosa. As apurações indicaram que o autor manteve contato prévio com a vítima por meio da internet e foi até o imóvel onde o homicídio foi praticado. Imagens de câmeras de segurança da região registraram a presença do homem nas proximidades da residência horas antes do feminicídio. Após o ataque, ele deixou o local sem prestar socorro, e a vítima foi encontrada posteriormente por familiares. Com o avanço das investigações e o cerco policial, o homem foi à DHBF e confessou o crime. No entanto, a versão apresentada sobre a dinâmica dos fatos mostrou-se incompatível com os achados periciais, especialmente quanto à extensão, multiplicidade e gravidade das lesões constatadas nos exames médico-legais. Diante dos elementos reunidos, foi decretada a prisão preventiva pelo crime de feminicídio.

CV atacou reduto da milícia em Santa Cruz e PM prendeu oito que podem ter participado da ação

Traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade do Rola, em Santa Cruz, na última noite, conforme relato publicado na página Milícia RJ News no X e confirmado pela Polícia Militar. Segundo publicação no X, houve intensa troca de tiros entre os traficantes e os milicianos da localidade comandados por PL, sucessor de Zinho. Por volta de 2:30h da madrugada, traficantes do CV, tentaram entrar no Rola, mas bateram de frente com os milicianos e na troca de tiros, os traficantes tomaram prejuízo. Há relatos não oficiais que houve invasores saindo baleados e perdendo armas, como fuzis. Um grupo de whatsapp noticiou que um traficante do CV, de vulgo Barbosa, foi capturado pelos milicianos nessa madrugada no momento em que eles trocavam tiros com os milicianos na comunidade do Rodo. Barbosa teria sido capturado vivo e foi esquartejado, segundo o que foi divulgado, sem confirmação oficial. A página divulgou um vídeo que mostra armas supostamente perdidas pelos traficantes no ataque. Hoje pela manhã, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (10/02), uma operação estratégica na Comunidade César Maia, em Vargem Pequena, Zona Oeste da capital. A ação foi conduzida por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e resultou na prisão de oito homens, entre eles o criminoso Willians da Silva Santos de Almeida, conhecido como “Lilinho”, um dos principais integrantes do grupo que organizou a invasão da Comunidade Camorim e Asa Branca.O preso tem anotações criminais por roubos, tráfico de drogas e homicídio. Além de outro criminoso que ameaçava comerciantes na região. Os agentes também apreenderam dois fuzis, uma pistola e uma granada. A operação foi desencadeada a partir de um trabalho de inteligência integrado entre a Subsecretaria de Inteligência (SSI) e o BOPE, que identificou a atuação de criminosos autodenominados “Equipe Caos”.O grupo é apontado como responsável por investidas armadas em comunidades da Zona Oeste, promovendo confrontos e tentando expandir a atuação do tráfico de drogas na região. Segundo informações de Inteligência, o grupo criminoso participou de um ataque à Favela do Rola, em Santa Cruz, e articulava novas incursões nas comunidades do Camorim e Asa Branca. A pronta resposta da Polícia Militar impediu o avanço das ações criminosas e reforçou a presença do Estado nas áreas afetadas.

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