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Homem preso suspeito de matar mulher e jogar corpo no Rio Acari contou como cometeu o crime. Vítima chegou a dizer para amiga que achava que ele era doente e psicopata

Preso acusado de matar a cuidadora de idosos Flávia Dornellees e jogar o corpo no Rio Acari, Adriano Fernandes Castro confessou como cometeu o crime. Ele disse que3 o fato ocorreu dentro de um hotel em que estava hospedado com a vítima, após uma discussão: Fávia não gostou de ser questionada por Adriano e deu um tapa no rosto dele; Flávia estava um pouco alterada por conta do álcool consumido anteriormente; Adriano se defendeu do tapa de Flávia e ela tentou dar outro;Nesse momento, Adriano revidou as agressões com outro tapa. Flávia se sentiu ofendida e afirmou que “homem nenhum nunca me bateu. Vou falar para o meu tio, que é envolvido no tráfico, para matar você. Você vai sair do hotel e você pode ter certeza que você vai ser um homem morto. Eu vou fazer questão que meu tio e minha família encham você de bala.”;] Então, Adriano deu uma gravata (mata-leão) em Flávia que não se debateu muito; Após soltar Flávia percebeu que ela estava morta; Ele então colocou o corpo de Flávia no banco do carona de seu carro e saiu do motel;Ele foi direto para o Rio Acari onde deixou o corpo de Flávia Uma amiga de Flávia disse que ela mantinha um relacionamento extraconjugal chá um ano om Adriano Ferrnandes Castro, preso suspeito do crime.Segundo ela, Flávia conseguia pequenos intervalos nesse período aos finais de semana para se encontrar com Adriano. Além dos finais de semana, ela conseguia ficar com o amante durante pequenos espaços de tempo durante a semana; ]De acordo com a testemunha, quando a vítima não conseguia se encontrar com Adriano, este ficava possesso e ameaçava cortar o dinheiro que lhe dava semanalmente; Nestes momentos de raiva, Adriano seguia Flávia em diversos lugares, inclusive em sua residência; Flávia chegou a dizer para a amiga que acreditava que Adriano fosse doente e psicopata; A amiga de Flávia disse que ela se desentedeu com Adriano quando esta comprou um Voyage que hoje está em nome de Adriano. A vítima confessou que comprou o carro no cartão do amante, além de uma viagem para o marido e a filha para o Ceará. A confusão entre Flávia e Adriano começou depois que a vítima descobriu que o Voyage estava no nome do amante. Flávia exigiu que Adriano fizesse uma intenção de venda do veículo para o seu nome, mas que a testemunha não sabe se o home mchegou a fazerA última briga do casal ocorreu há duas semanas quando Adriano teria dado um tapa no telefone e o quebrou e Flávia e esta exigiu que o amante lhe comprasse um novo só que Adriano teria ficado com inveja e que isso teria sido mais motivos de discussões entre os dois nessa última semana; A testemunha disse suspeitar que sua amiga estaria correndo risco e nem sequer comentou acerca de um encontro com Adriano durante uma noite quando oi a última vez que a declarante falou com Flávia.”. O marido de Flávia disse que achava que Adriano era apenas amigo de Flávia e não desconfiava que os dois tinham um caso.

Para o STF, ao vazar informações para TH Joias, Bacellar queria mantar vínculo da política com o CV de olho em milhões de votos no próximo pleito eleitoral

Para o STF, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, era sabedor das notórias interações de TH Joias com o Comando Vermelho, visto que o parlamentar foi preso e permaneceu encarcerado por 10 meses entre 2017 e2018, tendo sido posteriormente condenado a quase quinzeanos de reclusão pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por tráfico de drogas. Por isso, Bacellar tomou ciência prévia da ação policial, conversou com o principal alvo de tal ação e ainda o orientou sobre a retirada de objetos de interesse da persecução da residência. Para o órgão, são fortes indícios da participação do presidente da ALERJ em organização criminosa.  O possível objetivo subjacente da ação obstrutiva é a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que seavizinha, do qual Bacellar foi especulado como futuro candidato ao governo. Todos esses elementos descortinam a existência de um verdadeiro estado paralelo, capitaneado pelos capos dapolítica fluminense que nos bastidores vazam informações que inviabilizam o sucesso de operações policiais relevantes contrafacções criminosas violentas, a exemplo do Comando Vermelho. Bacellar tinha influência não só na ALERJ  mas também no Poder Executivo estadual onde   gere a nomeação de cargos diversos na Administração Pública, inclusive em setores sensíveis à atuação de organizações criminosas, como a Polícia Militar e a Polícia Civil, de modo a potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida na atividade investigativa.

Bacellar orientou TH Joias a retirar objetos da sua casa antes de operação para prendê-lo

Sobre a prisão do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado Rodrigo Bacellar, a decisão do STF informa que ela se deveu diante dos fundados indícios do vazamento de informações sigilosas que frustraram o cumprimento de operação em face do também deputado TH Joias, que acabou preso por envolvimento com o Comando Vermelho no mês de setembro. “Já no dia da operação, mais precisamente às 06:03h, a gravidade das interações vai além: TH envia para Bacellar a foto de um celular contendo as imagens do sistema de segurança. do imóvel objeto da busca, com a equipe policial desta Polícia Federal em seu interior, além de compartilhar com ele o telefone de sua advogada.”: A Polícia Federal ressaltou que Bacellar tinha o conhecimento prévio sobre a alteração do número de “TH Joias”, assim como orientou o investigado na remoção de objetos da sua residência, a indicar um envolvimento direto “no encobrimento do investigado à atuação dos órgãos de persecução penal” A Polícia Federal ressaltou que “TH inicia contato com Bacellar chamando-o de “01” e informando que está utilizando um novo número.Bacellar respondeu com uma figurinha, sugerindo que já tinha conhecimento de que haveria a troca. A atuação de Bacellar teve o objetivo de frustrar o sucesso da operação policial. na apreensão de bens de interessa da investigação A autoridade policial afirma, ainda, que (a) “logo após a efetivação das medidas cautelares, o Governador do Estado e a cúpula da ALERJ promoveram uma célere manobra regimental.  Esta ação política, que remete à notória Carta Picciani, resultou no retorno imediato de um deputado titular ao cargo, exonerando TH Joias (seu suplente) do mandato parlamentar, conforme consta na edição extraordinária do DOERJ de 3/9/2025 , dia da deflagração dasoperações policiais”, e (b) “a movimentação se justifica como uma estratégia imediata de controle de danos, visando desvincular a imagem da ALERJ do investigado TH Joias, que, como é de conhecimento público, era aliado político e presença constante em eventos institucionais dos Poderes Executivo e Legislativo”. Nesse aspecto, consigna que “tal articulação serve como forte indício de que o vazamento de informações pode ter tido como objetivo primário a proteção de agentes políticos aliados à organização criminosa”, e que “um possível objetivo subjacente da ação obstrutiva é a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro”. Por fim, aponta que “tais elementos denotam o grau acentuado de vulneração à ordem pública decorrentes das condutas do investigado, Chefe do Legislativo estadual e, portanto, figura central no combate à criminalidadeviolenta no Estado do Rio de Janeiro”, diz a decisão.,  Veja prints de conversas

Presidente da Alerj foi preso suspeito de vazamento de informações na operação que prendeu TH Joias

Na manhã desta quarta-feira, 3/12, a Polícia Federal deflagrou a operação Unha e Carne para combater a atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, que teve o deputado estadual TH Joias preso por envolvimento com o Comando Vermelho. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e oito mandados de busca e apreensão, além de um mandado de intimação para cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).  A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

Carro adaptado para guerra do tráfico com seteiras para encaixar fuzil foi apreendido no Chapadão (CV)

A Polícia Civil realiza, nesta quarta-feira (03/12), mais uma ação da “Operação Torniquete”, na comunidade do Gogó de Guadalupe, no Complexo do Chapadão, Zona Norte do Rio. As diligências, coordenadas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), visam ao combate ao braço do Comando Vermelho que ordena e fomenta a prática do roubos de veículos. Até o momento, quatro criminosos foram capturados e um carro blindado, com seteiras, foi apreendido. O objetivo da ação é cumprir mandados de prisão, mas também apurar informações de inteligências para robustecer investigações em curso. Segundo apurado pela DRFA-CAP, a comunidade é um dos bunkers da facção criminosa para onde são levados automóveis subtraídos no Rio de Janeiro.Durante as diligências desta quarta, dois criminosos foram presos em flagrante, com drogas e arma. Outros dois procurados pela especializada também foram capturados. Um carro adaptado para “guerra do tráfico” foi localizado e apreendido. De acordo com as investigações, o veículo blindado foi rusticamente adaptado para ser usado nos “bondes” dos narcotraficantes. Outros automóveis produtos de crime também foram localizados .A “Operação Torniquete” foi implementada para reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. Desde setembro de 2024, já são mais de 700 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em quase R$ 43 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

Preso padrasto suspeito de matar menino de dois anos

Policiais civis da 55ª DP (Queimados), com apoio de policiais militares, prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (01/12), um homem que assassinou o próprio enteado, de dois anos. Ele foi capturado momentos após o crime, a partir de trabalhos de investigação da unidade. A vítima deu entrada em uma unidade de saúde, na noite desta segunda, e funcionários constataram hematomas por todo corpo da criança. Diante dos fatos, a delegacia foi acionada e, em ação rápida, iniciaram diligências investigativas. Agentes foram à residência da vítima, ouviram testemunhas e identificaram e localizaram o homem responsável pelo crime. O homem, que era padrasto da criança, confessou que agrediu o menino. Segundo relatos, ele é agressivo e já havia batido na criança outras vezes. O criminoso foi autuado em flagrante por homicídio qualificado.

MPRJ apura supostas propinas pagas por facções a diretores de presídios para reduzir operações de apreensões de celulares e drogas

A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital do MPRJ informa que existe procedimento sigiloso de investigação sobre suposta corrupção no sistema penitenciário fluminense , cujas informações não podem ser disponibilizadas. Segundo o que circula, esta sendo apurado o suposto pagamento de subornos a diretores penitenciários no estado, especialmente no complexo de Gericinó, para reduzir as operações internas em troca da chamada taxa de tranquilidade. Os promotores investigam alegações de que diretores e agentes penitenciários receberam quantias ilegais de prisioneiros ligados a facções como o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro para reduzir inspeções, apreensões de celulares, drogas e outros itens proibidos dentro das unidades. A prática, que teria começado em 2025, ficou conhecida como a “taxa silenciosa”, supostamente paga para garantir menos operações e um ambiente mais favorável para as atividades das facções.

TCP tenta se restabelecer em Niterói. Em uma semana, houve três ataques

Traficantes do Terceiro Comando Puro vêm tentando se restabelecer em Niterói, que tem todas as suas comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. Os ataques começaram meses atrás mas se intensificaram essa semana com baques do TCP na comunidade da Palmeira, no Fonseca, no Preventório, em Charitas e a última, no Morro do Estado, no Centro. A ação na Palmeira foi frustrada por uma ação da PM, que prendeu dois suspeitos e recolheu dois fuzis. A Palmeira faz parte do conjunto de favelas conhecido como Fonsequistão, que já foi de domínio do TCP até o início desta década. No dia do ataque na Palmeira, circulou essa mensagem na internet. Atenção: Há risco iminente de confronto armado entre o Terceiro Comando e o Comando Velho no Complexo do Fonseca. Por motivos de segurança, recomenda-se evitar transitar pelas seguintes áreas e proximidades: • Palmeiras • São Januário (final da rua) • Santo Cristo  • Santo Cristo Coreia • Travessa Continental • Travessa Bahia • Travessa Dona Ana • Cel. Leôncio • Morro Seco • Pimba No mesmo dia, os bandidos do TCP foram até o Preventório. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram o tiroteio e o desespero dos moradores. Um homem acabou sendo morto no confronto. O último ataque ocorreu no Morro do Estado que também já foi de domínio do TCP durante um bom temp. Um vídeo que circula na internet mostrou criminosos fortemente armados chegando à comunidade em uma Fiorino branca, numa ação que a Polícia Civil já trata como uma grave tentativa de invasão. Segundo relatos, os ataques do TCP em Niterói tem sido comandados pelos traficantes vulgos Dril, que comandava a comunidade do Sabão, em Niterói, e o Morro da Dita, em São Gonçalo, quando eles eram controlados pela ADA (Amigos dos Amigos) e Galo, que comandava o Fonsquistão na época do TCP. Em junho, Dril já havia tentado entrar no Sabão e houve tiroteio. Também atacou o Morro do Boa Vista, no São Lourenço e também aconteceu confronto Dril se esconderia no Complexo da Maré.

PMs que participaram da megaoperação no Alemão e na Penha são suspeitos de furtar um fuzil e vender a criminosos

A Corregedoria da PM realizou uma operação para prender cinco policiais do Batalhão de Choque suspeitos de crimes cometidos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro. Entre as acusações está o furto de um fuzil, identificado por imagens de câmeras corporais, que teria sido revendida a criminosos. Imagens mostraram um sargento desmontando um fuzil encontrado no chão e colocando na mochila e um outro policial mexendo em um veículo dentro da comunidade. Também foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. A investigação é conduzida pela 1ª DPJM. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que a Corregedoria-Geral da Corporação iniciou, nesta sexta-feira (28/11), uma operação decorrente de investigações realizadas a partir da análise das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos policiais militares no dia 28/10. Na ação, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão. Ao todo, dez policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque são alvos da operação. As investigações estão sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que identificou indícios de cometimento de crimes militares no decorrer do serviço. Eles já foram presos e serão encaminhados para a Corregedoria. Os Mandados de buscas ainda estão sendo cumpridos. O comando da corporação reitera que não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. A megaoperação deixou 122 mortos, sendo 117 suspeitos e cinco policiais.

Operação no Complexo de Israel (TCP) contra barricadas parou a Avenida Brasil e apreendeu fuzis

A polícia realizou uma operação contra o Terceiro Comando Puro no Complexo de Israel, na Zona Norte da cidade como etapa da Operação Barricada Zero e encontrou diversos obstáculos em chamas. Há relatos de que os bandidos, nos dias anteriores, teriam retirado outras barricadas do local. Por questões de segurança, a Avenida Brasil foi fechada para o avanço das equipes. Segundo o secretário da PM, coronel Marcelo Menezes, oito veículos foram usados como barricadas e incendiados, dois fuzis foram prendemos e foram presos dois marginais na comunidade Cidade Alta. Teve resistência. ” Nosso foco principal é garantir a paz, a tranquilidade, o direito de ir e vir das pessoas e entregar esses territórios aos verdadeiros donos, que são os moradores dessas regiões”, disse. De acordo com a PM, a ação ocorreu na Cidade Alta, Pica Pau, Kelsons, Quitungo, Tinta, Dourados, Dique, Furquim Mendes, Guaporé,

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