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Traficantes de Mesquita exploravam serviço ilegal de internet e extorquiam moradores e comerciantes

Traficantes de drogas forçavam moradores de Mesquita a usarem um provedor ilegal de internet. Eles exploravam a oferta ilegal de serviços de internet e televisão por assinatura e extorquiam moradores e comerciantes locais Em uma operação ontem, foram apreendidos sete modens furtados de uso exclusivo uma concessionária de telecomunicação, além de cabos de fibra óptica e caixas herméticas utilizadas ilegalmente para distribuição de sinal. Um homem foi preso em flagrante pelo crime de receptação qualificada. Segundo a Polícia Civil, além de ser uma fonte de financiamento para o tráfico de drogas, o esquema impunha um monopólio sobre os serviços, impedindo a atuação de concessionárias regulares e utilizando os serviços de telecomunicações como forma de controle territorial e financeiro. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Polícia invadiu churrasco da milícia em Nova Iguaçu. 40 foram detidos. VIDEO

A Polícia Civil deteve cerca de 40 suspeitos nesta segunda-feira(24) em uma operação contra a milícia que age em Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Apenas 14 ficaram presos. Onze armas foram apreendidas (pistolas e revólveres) e veículos foram recuperados. O estaria reunido em um sítio pertencente a um homem identificado como Eduardo do Doce. A quantidade grande de detidos fez com que a polícia precisasse acionar um ônibus para realizar o transporte dos presos. O sítio servia como ponto de encontro para os integrantes da milícia. Na hora que a polícia chegou, os suspeitos participavam de um churrasco. Os policiais estavam atrás de paramilitares ligados a Juninho Varão, miliciano que domina áreas em Nova Iguaçu e Seropédica. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro.

Fuzil apreendido e suspeito morto em Paraty

Policiais militares apreenderam um fuzil, uma moto e entorpecentes, na Avenida Aloísio de Castro, Condado, Paraty, nesta segunda (24/02). Após o confronto, um criminoso foi detido e um outro ferido, não resistiu. A ocorrência encaminhada à 167ª DP.. Foi o primeiro fuzil apreendido na Costa Verde Fluminense este ano. FONTE: PMERJ

Fuzil e três pistolas apreendidos e dois presos em Meriti

Policiais do 21BPM apreenderam um fuzil, três pistolas, dois rádios transmissores e entorpecentes, na Avenisa Metrópole, São João de Meriti, hoje (24/02). Após o confronto, três criminosos foram detidos. Ocorrência encaminhada à 64ª DP. O Batalhão de Meriti está no topo da lista da apreensão de fuzis no Estado este ano. A unidade recolheu até agora 19 fuzis, mesmo número do 41° BPM (Iraja). Fonte: PMERJ

Nando Bacalhau (CV) foi o primeiro chefão preso a deixar o RJ

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do RJ começou, na manhã deste domingo, a transferência de 10 presos considerados de alta periculosidade para presídios federais. E o primeiro a deixar o RJ foi o traficante Nando Bacalhau, apontado como chefe do Complexo do Chapadão (CV), na Zona Norte do Rio. Os nomes dos outros que serão transferidos ainda não foram divulgados mas especula-se que Marreta, um dos lideres do CV, seja um dos próximos. Bacalhau estava preso em Bangu e foi realocado para a Penitenciária Federal de Catanduvas, situada no Paraná. Ele possui um vasto histórico criminal, com 45 registros que incluem tráfico de drogas, associação ao tráfico, homicídio qualificado, roubo agravado, associação criminosa, falsidade ideológica, constrangimento, posse, uso e venda de armas de fogo e munições…. Desde 2023, Nando Bacalhau foi o 35º preso transferido pelo Governo do Estado para presídios federais. Entre os mais recentes, estão o miliciano Luiz Antônio da Silva Braga, também conhecido como ‘Zinho’, o contraventor Rogério de Andrade e o chefe do tráfico do Morro do Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio, Robson Aguiar de Oliveira, vulgo ‘Binho’. FONTE: Secretareia de Administração Penitenciária, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Assassino de menino de três anos apanhou de traficantes e disse que agrediu a criança porque ela mordeu seu dedo

Preso acusado de matar o enteado Alisson Otávio, de três anos, em Belford Roxo, Pedro Henrique da Silva Pinto foi amarrado com fitas adesivas por traficantes como punição por ter sumido com a criança. Ele apanhou dos bandidos pois foi encontrado com lesões nos braços e na orelha sendo preciso atendimento médico. Inicialmente ele jurou que não havia feito nada com a criança. Disse que deixou o menino em casa para comprar leite e quando voltou, não o encontrou. Posteriormente confessou a policiais em depoimento que espancou o enteado e, ao perceber que ele havia morrido, decidiu ocultar o cadáver. ,Pedro revelou que agrediu o menino com tapas e socos no peito porque ele teria mordido seu dedo. Após o espancamento, ao perceber que o menino não reagia, o padrasto teria decidido ocultar o cadáver do menino. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Governador do Rio diz que ataque à delegacia está tendo resposta à altura: 35 bandidos foram presos e cinco mortos. Quatro morreram nesta madrugada em Caxias

Segundo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, a polícia está dando uma resposta à altura ao ataque à 60ª DP (Campos Elíseos) na semana passada. De acordo com ele, desde então, foram presos 35 criminosos que integram a facção que ordenou e executou a tentativa de resgate de presos na unidade, cinco foram mortos e quatro fuzis apreendidos. Quatros deles foram abatidos nesta madrugada na comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. “O Estado não se curva ao crime! A resposta à ousadia dos narcoterroristas que atacaram a 60ª DP. já veio com força”, disse o governante. Castro afirmou que a Força-Tarefa, com a Polícia Civil e a Polícia Militar, segue avançando para prender cada um dos responsáveis pelo ataque. “Terroristas atacaram uma delegacia e afrontaram o Estado. Isso não pode ficar por isso mesmo. A nossa polícia vai atrás de cada um que participou deste ataque e vai seguir firme no combate às máfias criminosas que atuam no Rio de Janeiro. O crime não tem vez no nosso estado – garantiu o governador. De acordo com as investigações, todos os detidos e mortos participaram, direta e indiretamente, da investida. Na madrugada deste sábado (22/02), durante ação de inteligência na região, os agentes foram atacados nas proximidades da comunidade Vai Quem Quer e houve intensa troca de tiros. Quatro criminosos morreram em confronto. Foram apreendidos um fuzil, três pistolas, farta quantidade de entorpecentes e rádios comunicadores. Um.dos mortos foi o vulgo Curió, 02 da favela. Na sexta-feira (21/02), os policiais civis prenderam o gerente do tráfico de drogas da comunidade da Mangueirinha. Com ele, foram apreendidos dois fuzis, munições e carregadores. Policiais militares participaram da ação. Na última terça-feira (18/02), outro integrante da facção também foi detido na posse de um fuzil usado no ataque. Segundo informações, o armamento seria de Joab da Conceição Silva, o narcoterrorista que comandou o ataque. Casa demolida era ponto de encontro de quadrilha Durante as ações realizadas nos últimos dias, um imóvel de luxo pertencente a Joab foi demolido, no Jardim Primavera. A casa, com piscina e churrasqueira, ainda estava em construção, mas já era utilizada pelo narcoterrorista e seus comparsas. Entre os detidos, está um casal que operava como “laranjas” de Joab. Os agentes também estouraram um depósito de bebidas suspeito de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro dele, que ajudava a financiar as atividades criminosas e a vida de luxo dos integrantes da facção e de seus familiares. FONTE: Twitter oficial do governador Cláudio Castro e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Leia agora todos os detalhes do ataque a um morador de rua que teve o corpo queimado por um adolescente que se dizia adepto do nazismo. Ele disse que foi pago para fazer isso

Leia agora em detalhes como foi o ataque planejado contra um morador de rua no Pechincha, em Jacarepagá, que teve o corpo queimado por coquetéis molotov, caso que foi tramado um adolescente e o soldado do Exército Miguel Felipe. Segundo consta, o Laboratório de Operações Cibernéticas da Polícia Civil tomou conhecimento de que no dia 19/02/2025 uma pessoa em situação de rua foi atacada com o uso coquetel molotov e tal agressão foi transmitida, ao vivo, através do servidor da plataforma Discord denominado “696”. Realizadas investigações, foi verificado através de conversas explícitas entre frequentadores da Plataforma Discord, versando sobre um ataque a ser realizado contra um morador de rua. O relatório técnico acostado aos autos chegou à identificação do menor B.V.T.A como autor da agressão, Inclusive foi possível constatar que o ataque ocorreu numa distância de 550 metros de sua casa. Paralelo às investigações, consta que a avó e a irmã do adolescente desconfiaram de que algo pudesse ter ocorrido, diante do comportamento dele e, constataram os fatos ao verificarem o celular do menor, que, após, lhes confessou o atentado contra o morador de rua, quando, então, a família a 41ª Delegacia de Polícia para noticiar os fatos. O adolescente contou que criaram um grupo no Discord chamado “Evento foto no mendigo”onde os integrantes planejaram todo o atentado, como por exemplo: como iriam executar, quem seriam os autores, o instrumento que utilizariam para o crime, etc;. B teve a ideia de atear fogo em um mendigo e para executar seu plano chamou Miguel para participar do crime; Em um grupo russo, no telegram recebeu um PDF com instruções de como fazer um coquetel molotov. No dia 18/02/2025, por volta das 19h, ele comprou cerca de 4 litros de gasolina em um posto de combustíveis. Ele preparou preparou 3 garrafas de coquetel molotov. Para realizar o atentato, se vestiu com uma calça preta, tenis preto da adidas, uma camiseta azul, quase preta, uma balaclava de caveira e um óculos escuros de armação cinza, além de estar com uma mochila nas costas, onde havia um galão de gasolina, 3 molotovs e roupas para trocar após o ato criminoso. Marcou encontro com Miguel e avistaram o mendigo Eles prepararam uma call no discord para transmitir ao vivo o momento em que ateariam fogo no mendigo. A live possuía 221 pessoas assisitindo;. Ao se aproximar do morador de rua, o declarante constatou que ele era negro e por isso continuou com a empreitada criminosa, pois se o mesmo fosse branco, não cometeria o ato contra a vítima; B se aproximou do morador de rua, enquanto Miguel filmava toda a ação. O adolescente tirou de sua mochila 2 coqueteis molotov e atirou os dois em direção ao morador de rua; O morador de rua pegou fogo, tendo saído correndo e gritando por socorro, enquanto estava em chamas; Ele tinha a ideia de após jogar os coqueteis molotov, joga em seguida o galão de gasolina que estava na mochila do declarante, mas não teve tempo, pois o morador de rua correu em chamas; Depois, o adolescente e Miguel correram de volta até o ponto onde se encontraram onde aguardaram por cerca de 40 minutos, momento em que ambos trocaram de roupas, tendo Miguel ido embora de uber e o declarante andando para sua casa; Para praticar o referido ato contra o morador de rua, o declarante teve a promessa de receber a quantia de R$ 250,00 de “Andrey” e “Reduzir”, para que o declarante pudesse consertar a sua bicicleta. Ele não recebeu o valor de R$ 250,00. Disse que é adepto ao regime nazista alemão, que inclusive se automutilou com um corte onde fez referencia a uma suástica. Falou possuir possui em seu telefone celular diversas imagens de adolescentes que se auto mutilaram por sua ordem. Tais automutilações são chamadas de “plaquinhas. suas vítimas costumavam se automutilar por dinheiro, que era pago por “Perssy, Reduzir e Andrey. Em seu telefone celular existe diversos arquivos de abuso sexual infantojuvenil; Chegou a induzir uma menina de 12 anos a introduzir uma faca em sua vagina; Falou que Andrey” transferiu ao declarante a quantia de R$ 50,00 para que comprasse a gasolina utilizada no ato e recebeu o dinheiro pelo aplicativo “Z1 A avó disse que só tomou conhecimento a respeito dos fatos no dia, 19/02/2025. Seu genro contou para a declarante que havia um galão e uma garrafa, ambos contendo gasolina, em um “quartinho” que fica na garagem da casa dela, junto com uma camisa vermelha. O menor, a princípio, negou que fosse de sua propriedade. Mas sua irmã acessou o telefone do rapaz, momento em que viu um vídeo, em que ele estava de máscara e ateava fogo em um morador de rua, naquela madrugada do dia 18 pro dia 19 de fevereiro. Havia fotos de B com essa mesma máscara, com a legenda “horas antes do atentado”; As familiares, pelas conversas do aplicativo Discord, disseram acreditam que o jovem tenha sido pago para o ato por um indivíduo de nome “Andrey”, pois o menor dizia “Andrey, o limite da minha conta é de 455 reais”; A avó ficou muito desesperada com todo o ocorrido, e deixou que a irmã do rapaz continuasse analisando o telefone celular. A irmã viu também arquivos de “pornografia infantil” no celular de B; O militar Miguel Felipe se vangloriava o tempo todo dizendo: “Fizemos algo grande, todos no discord estão comentando”. A irmã confirmou que viu um video no celular do menor, em que ele estava de máscara ateando fogo em um morador de rua, enquanto o ato era filmado por Miguel. Além das mídias referentes ao crime apurado, havia também diversos arquivos de “pornografia infantil; Ela foi até o local do crime, que é próximo de sua casa eobservou que o chão estava todo queimado. O adolescente teria dito que o crime foi planejado e que foram pagos para fazer isso. O valor do pagamento foi de 750 reais para cada e que foi pago por um indivíduo de

MP e polícia detiveram cerca de 50 pessoas e fecharam pontos de jogo do bicho de Rogério Andrade

O Ministério Público e a Polícia Civil fecharam dezenas de pontos de jogo do bicho, em vários bairros da Capital controlados pela organização criminosa liderada por Rogério de Andrade, que está preso. Além de grande quantidade de material apreendido na operação Safari, foram detidas 50 pessoas. Os locais de jogo foram levantados após trabalho de investigação e de Inteligência desenvolvido pelo MPRJ. A operação de hoje teve sua gênese no mapeamento de pontos do bicho pertencentes a Rogério de Andrade, cuja organização criminosa persiste em suas atividades ilícitas. A ação estratégica permitirá seguirmos o rastro do dinheiro do bicho. A CSI/MPRJ Mobilizou 50 viaturas e 100 agentes para a operação FONTE: Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro

Veja modo de atuação de uma quadrilha de roubadores de celulares ligadas ao CV. Dinheiro das vendas dos aparelhos subraídos ajudava a financiar a caixinha da facção

Uma quadrilha que rouba telefones celulares e ainda praticava extorsões contra as vítimas, com o objetivo de desbloquear e revender os aparelhos é alvo de operação da Polícia Civil no RJ. O bando é ligado ao Comando Vermelho. Os agentes buscam cumprir 43 mandados de prisão na capital, Duque de Caxias, São João de Meriti, Barra do Piraí e também no estado de São Paulo. Até o momento, mais de 30 pessoas foram presas. MODUS OPERANDI O bando não apenas roubava os dispositivos, mas intimidava violentamente as vítimas para obter senhas e acessos. Os criminosos faziam ameaças diretas, intimidação psicológica e coação financeira, exigindo pagamentos ou informações sob a ameaça de represálias. A estratégia tornava a quadrilha ainda mais lucrativa, pois dispositivos desbloqueados têm maior valor de revenda e permitem o acesso a contas bancárias e aplicativos financeiros das vítimas. O primeiro ato da organização envolvia a subtração dos celulares em áreas de grande circulação, como Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil. Para garantir exclusividade no fornecimento, os líderes davam armas aos assaltantes, eliminando intermediários e estabelecendo vínculos diretos com traficantes que autorizavam os roubos em troca de parte dos lucros. Após os roubos, agia o núcleo de extorsão, que utilizava diversos métodos para coagir as vítimas a fornecerem senhas e acessos financeiros, como ameaças via aplicativos de mensagem ou SMS, uso de informações obtidas na dark web, golpes de phishing e pressão psicológica. Quando esses métodos falhavam, os celulares eram desmontados e vendidos como peças para assistências técnicas clandestinas. O grupo lavava o dinheiro obtido com a venda dos celulares desbloqueados e das extorsões. Os valores eram distribuídos entre contas bancárias de terceiros, dificultando o rastreamento, sacado em espécie e escondido em locais estratégicos e também como fonte de receita da “caixinha” do CV, que financia as atividades criminosas e disputas territoriais e garante pagamentos para parentes de faccionados, estejam eles presos ou em liberdade. Os bandidos envolvidos no esquema ostentavam luxo nas redes sociais, com a compra de bens de alto valor e festas financiadas pelo crime. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

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