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operação policial

PRF apreendeu três toneladas de maconha na Dutra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de três toneladas de maconha, ontem (18). A ação aconteceu na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), no Sul Fluminense. A droga estava escondida em um fundo falso de um caminhão frigorífico. O material seria entregue no Rio de Janeiro. Os patrulheiros abordaram o veículo e, com auxílio do Grupo de Operações com Cães (GOC-RJ), realizaram uma revista detalhada na carga transportada. As cachorras K9s May e Corona indicaram a presença de ilícitos no compartimento de carga do frigorífico. O motorista acabou confessando que havia grande quantidade de material entorpecente no interior do veículo, em um fundo falso, não sabendo precisar a quantidade. Ele contou que receberia uma quantia em dinheiro para levar a carga do Paraná até a Baixada Fluminense, onde um comparsa indicaria o local de entrega na capital fluminense. Foi necessário o uso de equipamentos e ferramentas para acessar o compartimento onde a droga estava escondida, totalizando pouco mais de três toneladas de maconha. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil (89ª DP). FONTE: PRF

Com a falência da empresa do Faraó dos Bitcoins, relembre o golpe dado pela firma nos clientes anos atrás

Durante esses últimos dias, a imprensa carioca noticiou a falência da GAS Consultoria, empresa de propriedade do criminoso Glaidson Acácio, conhecido como ‘Faraó dos Bitcoins’, que está preso. A firma foi envolvida anos atrás em um esquema de suposta oferta pública de contrato de investimento, pretensamente sem prévio registro, vinculado à especulação no mercado de criptomoedas, com previsão de retorno financeiro de 10% sobre o capital investido, com remessa do proveito financeiro de duvidosa legalidade para o exterior, que contaria com a participação de pessoas físicas e sociedades empresárias supostamente vinculadas ao Faraó dos Bitcoins e sua mulher, responsáveis pela GAS. Glaidson e seus comparsas comandavam uma pirâmide financeira, constituindo crime contra o sistema financeiro. Um cliente, por exemplo, celebrou um contrato com a GAS iara o investimento em criptomoedas do montante de R$13.000,00 (treze mil reais), divididos em dois contratosde R$5.000,00 (cinco mil reais) e R$8.000,00 (oito mil reais), respectivamente. O contrato entabulado visava a obtenção de rentabilidade por intermédio das moedas. A rentabilidade do esquema não era a partir de lucro com investimento em criptoativos, ela advém dos novos aportes e com uma remuneração muito alta, as pessoas são estimuladas a reaplicar o dinheiro que elas ganham Entretanto, na data de 24 de agosto de 2021 – pouco mais de um mês após a assinatura dos contratos – a pessoa foi surpreendida quando o grupo econômico ganhou as manchetes dos jornais por meio da operação da Polícia Federal batizada de Operação Kryptos, momento em que foi apreendido mais de R$ 150 milhões sob a acusação de que Glaidson e comparas na verdade foram articuladores um esquema de pirâmide financeira, o que constitui contra o sistema financeiro. A partir daí, a empresa deixou de honrar os compromissos avançados entre as partes utilizando-se do argumento de que não mais se tinha possibilidade de realizar qualquer tipo de pagamento em função de bloqueios sofridos por determinações judiciais, restando os valores inadimplentes desde o início da Operação Kryptos. Argumentaram ainda que mesmo com a rescisão contratual entre as partes não possuem qualquer outro modo de devolver o valor primitivo investido.]Glaidson foi acusado de contratar um grupo para eliminar concorrentes no mercado de bitconis. Um deles sofreu tentativa de homicídio, mediante disparos de arma de fogo contra a vítima em via pública em horário de grande circulação de pessoas. A vítima narrou que a arma de fogo ´falhou´ quando o autor tentava efetuar mais disparos, motivo pelo qual recebeu golpes com a arma (´coronhadas´) na cabeça A vítima teria enviado mensagem para diversos clientes ´investidores´ sobre uma matéria noticiando que a empresa concorrente G.A.S. estaria sendo investigada pelo Ministério Público e que deveria quebrar até o fim do ano, sugerindo que pessoas ‘retirassem’ o dinheiro lá investido, pois as contas da G.A.S. seriam bloqueadas, estando, ‘a de Búzios’, já bloqueada. A vítima atuava como ´Operador de Investimentos´ em moedas de bitcoin e no mês em que fora vitimado estaria em débito com alguns ´investidores´, entretanto sem se apurar possíveis ameaças. FONTE: Superior Tribunal de Justiça

Suspeito preso com celulares no Morro dos Macacos (TCP) tentou subornar PMs com R$ 20 mil

Policiais militares da UPP Macacos detiveram no sábado (18/05),  um homem e apreenderam com ele oito aparelhos celulares na Rua Armando Albuquerque, em Vila Isabel, no Morro dos Macacos. .Na ação, o suspeito tentou subornar os policiais oferecendo 20 mil reais por sua liberdade. A ocorrência foi encaminhada para a 20ª DP.  FONTE: PMERJ

Leia agora sobre o terror e as condições insalubres que viviam paraguaios que trabalhavam em regime de quase escravidão em fábricas clandestinas de cigarros de poderoso contraventor do Rio

Sobre os paraguaios que foram achados durante a semana trabalhando em quase regime de escravidão em uma fábrica clandestina de cigarros pertencentes ao contraventor Adilsinho, investigações da Polícia Federal de anos atrás apontaram que eram oferecidas a eles promessa salarial de R$ 3.000,00 (três mil mensais, que seriam depositados em favor da família do trabalhador ou quitados, no Paraguai, quando o trabalhador retornasse para casa; A remuneração seria acrescida de um vale de R$ 500,00 (quinhentos reais), em espécie, que poderia ser adiantado para financiar seu translado para o Brasil ou pago no local de trabalho. Às vezes, o aliciador mencionava que a fábrica estaria em São Paulo, mas sempre dizia ser legalizada, jamais revelando quem seria o empregador e qualseria, precisamente, o endereço do local de trabalho. Alegava que o trabalho duraria pouco tempo, variando de 2 a 4 meses, com a possibilidade de retorno. Os cidadãos paraguaios eram orientados a cruzar a fronteira em Foz do Iguaçu, sem passar pelo controle migratório, e pegar um ônibus turístico para São Paulo, muitos deles a suas próprias expensas. Há casos de trabalhadores que pegaram outro ônibus no terminal rodoviário até o Rio de Janeiro, desembarcando no meio do caminho para encontrar pessoas responsáveis por seu transporte até a fábrica. Nos demais casos, os trabalhadores já foram abordados na rodoviária de São Paulo e transportados de ônibus fretado para o Rio de Janeiro. Porém, o trecho final era sempre realizado da mesma forma. Todos os cidadãos paraguaios precisaram desembarcar dos coletivos para entrar em um carro particular, sem saber o destino. Quando muitos trabalhadores eram recrutados simultaneamente, todos eram transportados em vans. Dentro dos veículos, os trabalhadores tinhamseus olhos vendados e seus aparelhos de telefonia móvel eram tomados pelos motoristas, que não se identificavam, nem mantinham diálogo durante o trajeto. A venda somente era retirada dos olhos do trabalhador dentro do galpão, quando descobriam que não poderiam mais sair do local, nem mesmoolhar para o lado de fora, e que seus telefones não seriam restituídos. Os trabalhadores eram frequentemente ameaçados de morte quando manifestavam sua vontade de deixar o galpão. Na fábrica, havia câmeras de segurança, totalizando 16 canais de monitoramento eletrônico com gravação DVR. Um homem alertava que os trabalhadores estavam sendo observados e quem tentasse sair seria capturado novamente, prometendo que mal injusto e grave lhe acometeria. Ele também afirmava que os arredores eram extremamente perigosos para dissuadir a evasão de trabalhadores aqueles que cogitavam fugir do galpão, sequer sabiam onde estavam e temiam por sua vida. Trata-se de trabalhadores estrangeiros, com situação migratória irregular, sem recursos financeiros, privados de acesso a meios de comunicação, que não foram informados quanto ao endereço do local de trabalho. transportados de olhos vendados por mais de uma hora, sendo diariamente ameaçados e sujeitos a vigilância ostensiva. Por isso, os cidadãos paraguaios eram forçados a permanecer trabalhando, não tendo decisão a respeito da continuidade da prestação de serviços.Na fábrica, os trabalhadores cumpriam jornadas extenuantes e eram submetidos. a condições desumanas e degradantes. A fábrica clandestina de cigarros funcionava 24 horas por dia, 7 dias por semana, e contava com dois geradores de energia para que a produção não precisasse ser interrompida. Nesse sentido, os 24 trabalhadores se revezavam em 2 turnos de trabalho, com duração de 12 horas consecutivas, trocando toda a equipe nos horários de 07h00 e 19h00. Como as máquinas não poderiam parar de operos trabalhadores faziam apenas uma pausa de 10 a 15 minutos para se alimentar, não podendo o intervalo ser usufruído por mais de um trabalhador simultaneamente. Nessa dinâmica, os trabalhadores ficavam impossibilitados de gozar de repouso semanal. Além disso, os trabalhadores eram encarregados da própria limpeza do local, inclusive das instalações sanitárias, sempre fora de seu turno de trabalho. Na área de produção do galpão, havia fiações expostas, vazamento de combustível, ausência de ventilação natural e acúmulo de materiais inflamáveis (e.g., diversas caixas de papelão empilhadas), causando grave risco de incêndio e Nas imagens, nota-se que não havia aparelhos extintores de incêndio, sinalização de emergência ou rota de fuga. Havia um único alojamento coletivo, cujas condições eram precárias. As camas eram revezadas pelos trabalhadores de diferentes turnos, sendo que algumas ficavam separadas por papelões. A falta de revestimento nas paredes prejudicava a limpeza e a higiene do recinto, enquanto a falta de janelas dificultava a ventilação e a renovação doar.Na cozinha, a higiene também era precária. Havia alimentos sem controle de validade e sem acomodação ou armazenamento adequados, além de estarem expostos ao contato com animais domésticos. Nos depoimentos, consta que não eram fornecidos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ou vestimentas de trabalho. As vítimas eram obrigadas a continuar trabalhando mesmo quando estavam doentes, sendo-lhes negada a assistência médica. Uma pessoa sem qualificação profissional ministrava medicamentos e fazia curativos, às expensas do trabalhador. Havia pessoas operando maquinário com cortes e queimadurasnas mãos. Não havia treinamentos para operação de máquinas e equipamentos, nem sobre adequado uso, guarda e conservação de EPIs. Também há relatos decalor excessivo no galpão, goteiras na área de produção da fábrica e no alojamento, presença de pragas no local, como mosquitos, baratas e ratos, e falta de material para limpeza, secagem e enxugo das mãos nos lavatórios. Alguns trabalhadores narraram, ainda, que consumiam água da torneira ou proveniente de um poço, sendo que esta sequer era transparente.. FONTE: Relatório da Polícia Federal disponível no site jurídico Jusbrasil

Chefe do PCC preso na Bolívia correu risco de ser excluído e até morto pela facção anos atrás

Preso na última sexta-feira em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, principal líder do PCC que estava em liberdade, correu risco de ser expulso e até morto pela facção anos atrás. Na época, foi enviada uma carta de um suposto integrante da facção a um promotor de Justiça que dizia “Nessa operação contra o Tuta isso fará com que o Tuta seja excluído do PCC e será alvo fácil pos perderá o apoio da facção e corre o risco de morrer na mão da própria facção”. Tuta teria assumido a chefia do PCC após “Marcola” e outros 21 integrantes da liderança da facção terem sido transferidos, em fevereiro de 2018, de presídios de São Paulo para o Sistema Penitenciário Federal. Tuta estava foragido desde 2020 detido por uso de documento falso em Santa Cruz de la Sierra. O diretor-geral da Polícia Federal, informou que o escritório da Interpol na capital federal — que é uma coordenação dentro da Diretoria de Cooperação Internacional da PF — foi acionado para checar suas bases de dados e informar com precisão à polícia boliviana a respeito da pessoa que estava se apresentando com documento falso. “Imediatamente foi feita a checagem e aqui eu ressalto a importância, uma vez mais, da nossa base de dados biométrica, que permitiu praticamente em tempo real retornar a informação ao nosso oficial de delegação lá em Santa Cruz de la Sierra e aos colegas da Polícia da Bolívia, informando tecnicamente quem era exatamente aquela pessoa que estava ali e, com isso, permitindo que a polícia boliviana fizesse a detenção dessa pessoa”, ressaltou. Após feita a identificação do foragido, a Polícia Federal comunicou o êxito da captura ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). “O ministro Ricardo Lewandowski também, pela relevância do caso, informou ao presidente Lula e ao nosso chanceler, embaixador e ministro Mauro Vieira, que prontamente acionou a nossa missão diplomática na Bolívia para que acompanhasse o caso e prestasse todo o apoio às nossas unidades naquele país”, afirmou Rodrigues. FONTE: Tribunal de Justiça de São Paulo e Governo do Brasil

Principal lider do PCC na rua foi preso na Bolívia

Foi preso ontem em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o criminoso considerado o principal lider do PCC que estava em liberdade , vulgo Tuta Ele é apontado como um dos principais articuladores de um esquema internacional de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC. Tuta foi recentemente condenado por associação criminosa e lavagem de capitais, com pena superior a 12 anos de reclusão. Além disso, ele consta na Lista de Difusão Vermelha da Interpol, o que motivou a intensificação dos esforços para sua localização e captura. O bandido permanece sob custódia das autoridades bolivianas, aguardando os procedimentos legais que poderão resultar em sua expulsão ou extradição ao Brasil. FONTE: Polícia Federal

Saiba o quem é quem da quadrilha especializada em produção e venda de drogas sintéticas alvo de operação da PF nesta semana no Rio. Grupo tinha ligação com o CV, montou laboratórios na Penha e Rocinha e possuía intermediário para fazer contato com o traficante Doca

A organização criminosa denominada Cartel Brasil, que foi alvo de operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro essa semana e é especializada em explorar a produção em larga escala e a comercialização de drogas sintéticas, notadamente comprimidos de MDA E MDMA, de modo a viabilizar a manufatura, transporte, venda e demais atividades de traficância, era associada ao Comando Vermelho. Havia laboratórios do bando no Complexo da Penha e na Favela da Rocinha, dois dos principais redutos da facção sendo que um membro da quadrilha era o responsável pelo contato do líder com Doca, chefão do CV. O líder do bando é Vinicius Abade. Ele é o responsável por comandar o esquema criminoso de produção, venda e distribuição de entorpecentes, com logística de transporte coordenada em nível nacional através de serviço de frete operado por parte de seus colaboradores (transporte pessoal) e da remessa postal de comprimidos realizada por meio de uma empresa. Rato encontra-se à frente de um dos laboratórios clandestinos de produção de ecstasy da organização criminosa Cartel Brasil, também instalado no interior do Complexo da Penha, nesta Cidade, sendo responsável pela aquisição de insumos, montagem de laboratórios, produção de drogas, logística de distribuição, bem como pela operacionalização de transações financeiras realizadas em nome da organização.” Rato e Vinicius foram flagrados em conversas sobre a produção e distribuição de drogas sintéticas, incluindo aquisição de insumos, montagem de laboratório, produção de drogas, logística e transações financeiras, de acordo com a análise de conversas da Polícia Federal, inclusive de envio de foto por Whatsapp para Vinicius referente a etapa de produção da droga sintética, Leiliane, esposa de Rato, efetua transferências financeiras para empresas e indivíduos envolvidos no esquema criminoso, além realizar a aquisição de insumos e equipamentos essenciais, participar diretamente do processo de produção de drogas sintéticas e auxiliar ativamente na contagem e empacotamento do material entorpecente.” Ela emprestava conta para o marido. Em uma escuta, Rato disse paraa mulher para contar as “balas” e lacrá-las. De acordo com o relatório de inteligência financeira nº 1000698, no período de 22/07/2021 a 17/07/2022, movimentou, de forma atípica, a quantia a crédito o valor total de R$ 749.392,99, e à débito o total de R$ 750.609,23Hiuri “possui função ativa e crucial na fabricação de drogas sintéticas para a presente organização criminosa, sendo responsável pelo manuseio de produtos químicos e pela operação de máquinas de compressão de ecstasy.” Rato enviou mensagem para Hiuri falando sobre o MD estar úmido. Em outra mensagem o chefe da quadrilha enviou a quantia de R$ 1.000,00 para Hiuri, referindo-se a ele como “menininho que bate”, Milho está diretamente vinculado às atividades de produção de drogas sintéticas, manuseio de máquinas de compressão de comprimidos de ecstasy, sendo também usado como intermediário em transações financeiras associadas aos desígnios criminosos da organização criminosa.” Há uma conversa em que Milho reclamou sobre a dificuldade em utilizar a máquina compressora de comprimidos. Há ainda uma conversa onde ele, sugere que a organização criminosa arrume um sítio para produção das drogas sintéticas. Bel “atua como revendedora de expressiva quantidade de substâncias entorpecentes, interagindo principalmente com Vinicius e Rato.Bel também participa de transferências bancárias para a organização criminosa Fex possui envolvimento direto na produção, testagem, distribuição e comercialização de drogas sintéticas, operando a partir de um laboratório clandestino instalado no interior da Comunidade da Rocinha. Coxinha atua na produção e comercialização de drogas sintéticas, sobretudo, no que se refere à montagem do laboratório clandestino instalado na Comunidade da Rocinha, nesta sendo responsável pela compra de compostos químicos necessários para a produção de MDA/MDMA, tais como: helional, peroxido de hidrogênio, dimetilsulfóxido (DMSO), hidroxilamina, dentre outros Diongador ou Cabeludo -“é responsável por adquirir grandes lotes de droga em seu formato final (comprimidos de ecstasy) ou na forma de “sal” (substrato dos comprimidos) e por comercializar os entorpecentes produzidos por Vinicius, efetuando transações que envolvem a utilização de veículos como parte do pagamento.” Em mensagens trocadas, ele conversou com Vinicius conversaram sobre o valor de R$ 1.000.990,00 (hum milhão e novecentos mil reais), que seria pago pelo grupo criminoso de São Paulo, sendo Dionga responsável pela negociação. Matheuzinho – desempenha papel central na cadeia operacional da súcia criminosa, revelando uma extensa rede de distribuição de MDA/MDMA para várias regiões do Brasil, sendo responsável por organizar a venda de grandes quantidades de drogas sintéticas para diferentes compradores, incluindo indivíduos identificados pelos vulgos “Jaba”, “Lc Su”, “Mohammed Joabe – “é responsável pela produção, venda, transporte, armazenamento e por intermediar a distribuição de drogas sintéticas produzidas pela organização criminosa Cartel Brasil, em especial, no que se refere às atividades desenvolvidas no laboratório clandestino instalado na Rua Mario Barbosa nº 85, no Bairro de Xerém, em Duque de Caxias/RJ, onde foi preso em flagrante delito Há conversas que indiciam a participação de Joabe.no esquema criminoso de transporte de drogas para Guarujá/RJ. Ele foi preso flagrante em 21/11/2023,, em um laboratório construído para produzir droga sintética, localizado na zona rural de Duque de Caxias. Há indícios suficientes para o recebimento da denúncia em relação ao denunciado. Malva ou Gordinho : “participa ativamente na logística de envio e entrega de drogas sintéticas da súcia criminosa, sendo responsável por realizar o transporte de substâncias entorpecentes aos seus clientes, o translado de produtos químicos destinados à fabricação, bem como o pagamento de fretes e serviços.” Há conversas onde é discutido o transporte de 5.000 comprimidos de ecstasy, pagamentos via pix, transporte de substâncias como Polivinilpirrolidona (PVP), e referências a locais de entrega, como a rodoviária e o Complexo da Penha. Vejamos algumas conversas: Antônio Donizete – apresenta expertise técnica no processo de produção de ecstasy e se encontra diretamente envolvido nas atividades de produção, compra e distribuição de substâncias ilícitas, possuindo laboratório clandestino próprio para a sua fabricação, além de realizar a revenda de drogas sintéticas compradas de Vinicius. Tarta – : “possui um profundo envolvimento com a venda de drogas sintéticas da presente organização criminosa, principalmente MDA, utilizando-se, para tanto, de propriedades e outros bens como “moeda de troca” para diversificar os meios

Travesti reinvidica participar de partilha dos bens deixados por chefão do tráfico morto essa semana na Maré

A travesti Luana Rabello, conhecida como “Mulher-Gato”, está reinvidicando fazer parte da partilha dos bens do traficante Thiago da Silva Folly, o TH da Mare, morto em operação policial essa semana. Ela ganhou notoriedade nas redes sociais após declarar que mantinha um relacionamento com o bandido. Segundo Luana, sua relação com TH ia além do aspecto sexual, sendo marcada por cumplicidade e parceria. Ela afirmou que esteve ao lado dele nos momentos difíceis e, por isso, considera ter direito à partilha dos bens deixados por ele. Mulher Gato é conhecida por frequentar bailes funk no Complexo da Maré, especialmente o “Baile da Disney”, e já foi presa em 2021 por roubo. FONTE: Página Portal da Cidade (Facebook)

Bandidos do Pará foram feridos e presos após ataque do CV contra a milícia em Bangu

Dois bandidos do Pará foram.presos essa semana suspeitos de estarem envolvidos nas disputas territoriais de facções criminosas na Zona Oeste do Rio. Eles fazem parte de um braço do Comando Vermelho responsável pela “guerra” contra a milícia na região. Os agentes foram informados sobre um ataque armado realizado por membros do Comando Vermelho no Jardim Bangu. Os policiais civis descobriram que criminosos, utilizando dois veículos, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra uma área controlada por milicianos e, em seguida, fugiram em direção à Vila Kennedy. Durante as apurações, as equipes tomaram conhecimento de que dois envolvidos no ataque foram feridos e socorridos para um hospital da região .As equipes identificaram um deles era a liderança de uma quadrilha envolvida com o tráfico de drogas daquele estado. Segundo investigações, tal grupo havia se estabelecido na área da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, após expulsão da milícia local. A dupla possui registros criminais por tráfico de drogas e associação criminosa nos estados do Pará e do Rio de Janeiro. FONTE: Polícia Civil.do.RJ

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