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operação policial

Bandidos do CV atacaram o Dendê (TCP) e mataram um rival. Na fuga, bateram de frente com a PM. Teve tiroteio com três baleados

Traficantes do Comando Vermelho atacsram os rivais Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Na ação, um bandido vulgo Vulcão acabou sendo morto. Durante a fuga dos invasores, PMs fizeram um cerco Houve reação e tiroteio. Três suspeitos foram baleados Três fuzis foram apreendidos. Um dos feridos foi identificado como Trix, considerado um “homem de guerra” do Comando Vermelho. Levou um.tiro de fuzil.na barriga e encontra-se em estado grave. O veículo onde estava os criminosos atingiu um motociclista que foi arremessado de um viaduto, caiu sobre um carro e morreu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 17º BPM (Ilha), na tarde desta quarta-feira (21/05), policiais militares do serviço de inteligência se depararam com criminosos armados na saída da Ilha do Governador, próximo à Ponte Velha. Foi feito o cerco e houve confronto. Dois criminosos ficaram feridos e o veículo onde estavam atingiu um motociclista que passava na via. Com o impacto o condutor caiu do viaduto.   Foram apreendidos 3 fuzis, um equipamento de transmissão e dois coletes balísticos. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ e rede social do jornalista Bruno Assunção

Preso traficante que levou o CV para Rio das Ostras

Foi preso nesta quarta-feira (21/05), o traficante apontado como o responsável por levar o Comando Vermelho a Rio das Ostras, na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, ele é oriundo da comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio. O criminoso saiu do local em 2010 e se mudou para Rio das Ostras, onde foi responsável por introduzir e estruturar o tráfico de drogas no município. O narcotraficante possui várias anotações em sua ficha criminal, como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e até mesmo homicídio, evidenciando sua alta periculosidade e sua relevância dentro da facção. Ele era considerado foragido desde que recebeu benefícios da Justiça e não retornou. Seu paradeiro foi descoberto e ele foi preso nesta quarta, em um imóvel em Rio das Ostras. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória por tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao CV que teve 240 armas e 48 mil munições apreendidas na semana passada em residência de luxo na Barra da Tijuca

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao Comando Vermelho que foi alvo de operação na semana passada do Ministério Público e da Polícia Civil que culminou com a apreensão de 240 armas e 48 mil munições em uma residência de luxo na Barra da Tijuca., Zeus ou Da Roça – elementos sugerem sua possível posição de liderança no Comando Vermelho, com atuação estratégica e estruturante no financiamento e operacionalização das atividades ilícitas da facção. Conforme narrado na denúncia, trata-se, em tese, de figura central no tráfico de drogas e armas, com possível domínio territorial da comunidade da Muzema e participação ativa na guerra de expansão contra milicianos, circunstâncias que indicam elevado grau de periculosidade e capacidade de desestabilização da ordem pública. Há indícios de que sua influência ultrapasse a atuação local, intermediando grandes volumes financeiros, logísticos e operacionais, movimentando cifras milionárias, como sugerido pelos registros de compra de mais de R$ 5 milhões em drogas e armamentos em período inferior a um mês. Zeus encontra-se foragido da Justiça, homiziado no Complexo do Alemão, utilizando-se, em tese, de terceiros e de empresas para fins de lavagem de dinheiro, dificultando o rastreio patrimonial e a execução de medidas judiciais. As provas extraídas da nuvem de seus dispositivos apontam para o exercício de função de comando e coordenação sobre outros denunciados, atuando como elo entre fornecedores, operadores logísticos e agentes financeiros da organização. Doca ou Urso – ocupa liderança de alto escalão do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Ele mantém Edgar mantém vínculo direto com o também denunciado Zeus”, o qual é apontado nas investigações como um dos principais responsáveis pela logística de aquisição e distribuição de armas e entorpecentes em larga escala no Estado do Rio de Janeiro. O conteúdo das conversas interceptadas e documentadas nos autos aponta indícios de que “Doca” possa integrar o núcleo de comando da organização criminosa, figurando em tese como destinatário direto de materiais bélicos e entorpecentes, bem como devedor de valores relacionados a transações ilícitas. Tais elementos sugerem que o denunciado poderia manter ativa e relevante participação nas atividades do grupo, inclusive com possível articulação de abastecimento de seus redutos. Dom ou Baixinho do Mato – exerça liderança direta em uma célula interestadual da organização, sendo possivelmente responsável por articular o transporte e a distribuição de drogas e armas, ordenar atos de violência e manter comunicações com diversos subordinados – ao menos 11 denunciados sob sua influência direta. Tal poder de comando seria evidenciado, inclusive, em episódios como a suposta ordem para queimar um ônibus, resultando na morte do motorista, com o intuito de desviar ações policiais, circunstância que evidenciaria sua periculosidade e absoluto desprezo pela vida humana e pela ordem institucional. Ele encontra-se foragido da Justiça, ocultando-se no Complexo do Alemão e utilizando identidade falsa com documentos emitidos em nome de “Júlio Renner de Lima Ferreira”, Cupim – exerce a função de transportar drogas e armas de fogo a mando de liderança hierárquica superior, como o denunciado Jonathan (“Dom”).As interceptações apontam para uma atuação reiterada no transporte de armamentos, inclusive com a aceitação de valores por quilo transportado, sugerindo uma ação profissionalizada e estável na prática criminosa. Em um dos diálogos captados, o denunciado teria admitido estar encarregado pelo fretamento de três carabinas, o que evidencia risco concreto à segurança pública, diante da natureza do armamento em circulação. Zebete – ocupa posição estratégica e de confiança na facção Comando Vermelho, sendo, em tese, responsável por acautelar grandes quantias em espécie, oriundas do tráfico de drogas e do comércio ilícito de armas. As provas colhidas sugerem que o denunciado atue como tesoureiro informal do denunciado Jonathan (“Dom”), com atribuições consistentes em guardar valores, realizar pagamentos por determinação da liderança e negociar carregadores de armamento com outros traficantes, afigurando-se, em tese, como elo financeiro relevante na engrenagem da facção. Ademais, a movimentação de valores vultosos, como os R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) possivelmente arrecadados em nome da organização criminosa, reforça os indícios de envolvimento direto e permanente com o financiamento das ações do tráfico Mototáxi Manguinhos – atua na logística armamentista do grupo, sendo possivelmente responsável pelo transporte clandestino de armas de fogo, inclusive fuzis desmontados, com o objetivo de dificultar a ação policial e assegurar o abastecimento bélico da facção. Ainda segundo a denúncia, há indícios de que ele não se limita ao transporte, mas também comercializa armamentos, tendo, em tese, oferecido 40 carregadores de fuzil, o que, se confirmado, indica sua participação ativa no núcleo operacional e comercial do arsenal da organização. Armeiro Salgueiro – responsável direto pela manutenção e conserto de armamento pesado (incluindo fuzis), supostamente pertencente ao denunciado Jonathan, vulgo “Dom”. Os elementos colhidos na investigação, como áudios, vídeos e mensagens trocadas por aplicativos, indicam que o denunciado atua como armeiro de confiança do tráfico há pelo menos um ano, tendo sob sua responsabilidade um acervo rotativo de armamento de guerra, essencial para manter o poder bélico da facção nas comunidades dominadas. Leda – responsaãvel pelo transporte e guarda de valores em espécie provenientes da venda de entorpecentes, além de gerenciar repasses destinados à chamada “caixinha do tráfico”. Sua eventual ligação com supostas lideranças da facção, como os denunciados Zeus e Xurupita sugere um papel ativo e permanente na estrutura criminosa, não se limitando a atos isolados, mas indicando um comprometimento duradouro com os objetivos ilícitos da facção.JC – atuação direta no comércio ilícito de armas e drogas, em parceria com outros integrantes da organização, incluindo o suposto líder, ora denunciado, “Dom”. Além disso, segundo a denúncia, há indícios de que JC teria solicitado ajuda de “Dom” para a confecção de documento falso, o que reforçaria sua intenção de se ocultar da persecução penal.Locco – Xurupita – é supostamente responsável por transações de grande porte, como a negociação de 100 kg de entorpecentes diretamente com outro possível membro de alta hierarquia da organização criminosa, o denunciado “Dom”. Além disso, há indícios de sua forte inserção na estrutura da facção, com articulação direta na distribuição de drogas

TERESÓPOLIS: Morador de rua foi espancado por traficantes porque discutiu com um bandido do Complexo do Alemão (CV)

Um morador de rua foi submetido a um ‘tribunal do trafico’ em Teresópolis após discutir com um bandido do Complexo do Alemão O crime ocorreu no dia 14 de abril, no bairro Bomm Retiro. Os bandidos espancaram o homem até ele ficar inconsciente. Hoje, a policia fez uma operacão para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra envolvidos no caso, incluindo menores. A equipe da 110ª DP realizou diversas diligências, analisou as imagens das câmeras de segurança e identificou os envolvidos nesse crime. Na ação desta terça, três pessoas foram presas por homicídio e três adolescentes foram apreendidos por ato infracional análogo ao mesmo crime, no bairro de São Pedro. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso em Queimados líder do CV na Paraíba

As polícias do Rio e Paraíba prenderam um dos líderes do Comando Vermelho no estado nordestino. O bandido foi pego hoje em uma chácara na zona rural em Queimados, na Baixada Fluminense, de onde comandava o crime organizado na região do Sertão Paraibano. No momento da abordagem, ele tentou se passar por outra pessoa, apresentando documentos com nome falso. A investigação aponta que ele utilizava aquela identidade há pelo menos dez anos, período em que abriu contas bancárias com os dados falsos para movimentar valores oriundos de atividades ilícitas praticadas na Paraíba. De acordo com as investigações, o homem começou na vida do crime com matador de aluguel e, subindo na hierarquia do tráfico, passou a liderar a facção criminosa na região paraibana Contra o criminoso, havia sete mandados de prisão pelos crimes de organização criminosa, homicídio qualificado, tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, tortura, porte ilegal e disparo de arma de fogo. Ele também foi autuado em flagrante por uso de documento falso. Durante a ação, os policiais apreenderam seis telefones celulares. Os aparelhos eram utilizados para comunicação com membros da organização criminosa na Paraíba e para repassar ordens a seus subordinados. FONTE: Polícia Civil do RJ

Presa mulher acusada de espancar até a morte suposta amante do marido em Caxias

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderu ontem a acusada pelo assassinato de Jéssica dos Santos Moreira, de 30 anos. O casao aconteceu no último sábado (17/05), em Vila Guanabara, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A autora espancou a vítima, que era suposta amante do seu marido, até a morte . Segundo as investigações, a mulher foi atacada brutalmente enquanto andava pela rua.  A assassina jogou álcool no rosto da vítima e a agrediu. A maioria dos golpes foi na região da cabeça, sendo que, mesmo após cair, Jéssica seguiu sendo agredida. O ataque foi registrado por câmeras de segurança. Após ser capturada, a autora confessou o crime. Ela relatou que teve o apoio direto do companheiro, que permaneceu ao seu lado durante a agressão sem qualquer intervenção e possibilitou sua fuga. Além disso, contou que o crime foi motivado por ciúmes.   O homem é considerado foragido da Justiça. Ambos responderão pelo crime de homicídio qualificado, com indícios de conduta articulada e divisão de tarefas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia já tem um suspeito da morte de agente da CORE na Cidade de Deus (CV)

A polícia pede informações que levem ao paradeiro de Matuê, um dos envolvidos na morte de policial da CORE na Cidade de Deus. O traficante Ygor Freitas de Andrade, vulgo “Matuê”, de 28 anos, é ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ontem após a morte do agente, foi feita uma operação na comunidade que deixou cinco presos. O Disque Denúncia (2253-1177) divulgou, nesta segunda-feira (19), um cartaz com o título – Quem Matou? – para auxiliar nas investigações e no inquérito policial instaurado pelo Núcleo de Investigações de Morte de Agentes de Segurança da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a fim de obter informações que levem à identificação e prisão dos envolvidos na morte do policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), José Antônio Lourenço, morto na manhã desta segunda-feira (19) durante a Operação Gelo Podre, ocorrida na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, quando baleado por criminosos, ligados à facção Comando Vermelho (CV).  Durante a ação, equipes da Core prestavam apoio a uma operação da Delegacia do Consumidor (Decon) para fiscalizar a qualidade do gelo vendido nas praias da Barra da Tijuca e Recreio, ambas na Zona Oeste do Rio. Na comunidade, uma fábrica foi interditada por uso de água contaminada por fezes e um dos responsáveis pelo local foi encaminhado para a delegacia.  Ele chegou a ser socorrido por colegas e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. A DHC assumiu o caso e no início da tarde, a Polícia Civil iniciou uma busca contra os criminosos envolvidos na morte do policial. Durante a ação, um intenso tiroteio provocou o fechamento da Linha Amarela, no sentido Fundão.  Quem tiver informações sobre sobre a identificação e localização do envolvidos , favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Polícia Civil.do RJ e Disque Denúncia

Homicídios cometidos pelo Novo Escritório do Crime eram chamados de missões. PM envolvido com o bando disse que “toda hora tinha missão e nunca tinha visto tanta gente para morrer”. Quadrilha sentia prazer em matar. “vamos estragar a vítima”

Os homicídios cometidos pelo Novo Escritório do Crime eram chamadas de missões. AS missões quais seriam executadas mediante recompensa aos assassinos. Em uma conversa monitorada, o PM Bruno Estilo, um dos integrantes do bando, disse que ‘toda hora tinha uma missão “Nunca vi tanta gente para morrer” Sobre as execuções, Estilo mandou o seguinte recado para André Boto, outro envolvido com a quadrilha “Se eu soubesse disso naquela época eu tinha ido mais vezes, ia ganhar muito mais. Dessa vez eu não ganhei nada, só o pagamento normal.” Um outro integrante do bando falou que Estilo participa de um grupo criminoso que é comandado em primeiro grau por Rogério Andrade e tem uma vertente, por ele integrada, que é liderada por Flávio Pepe e por Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, e também com a participação de Papa ou 2P. ,Ele afirmou que todas as mortes que ocorrem a mando de Batata eram realizados pelo ‘Novo Escritório do Crime”, cujos integrantes se valiam da posição de Estilo como PM para conferir segurança à atividade criminosa. Segundo seu relato, Papa era o mais cruel, ele que executava. Bruno Estilo dirigia os carros usados nos crimes porque como é PM, em caso de cotrratempos, podia dar carteirada. O grupo criminoso utiliza fuzis calibre 7,62 para a prática de homicídios, os quais são fornecidos por Boto e Batata. Bruno, inclusive, foi até Curicica, reduto de Boto, buscar armas. O membro do grupo disse que eles pegaram três fuzis calibre 762, todos Fal. além de 30 carregadores, todos municiados. As armas na ocasião, foram levadas para o Catiri, em Bangu. O bando sentia prazer em matar e desejava o fazer da forma mais violenta e cruel possível. É o caso, inclusive, do episódio em que Rodriguinho” disse para o também Estilo” providenciar o “62” (em referência ao fuzil de calibre 7.62), pois queria “estragar” a vítima Tal estrago, no caso concreto, fora efetivamente verificado, na medida em que a vítima Neri Peres Júnior foi atingida por 36 (trinta e seis) disparos de arma de fogo, os quais foram disparados justamente por fuzil de calibre 7.62 e, ainda, por pistola de calibre 9mm. Neri tinha ligação com o miliciano Orlando Curicica e haveria por parte dele a intenção de assumir o domínio da milícia atuante em Realengo, que anteriormente era comandada pelo policial militar Luiz Henrique Carvalho, que teria morrido em maio de 2021 Antes do homicídio de Neril, Bruno estava sem dinheiro. Após o crime, estava com muita grana tanto que fez obra em sua casa e sua esposa botou silicone, O grupo também tinha capacidade alta de exterminar testemunhas e destruir provas, além de, simplesmente desaparecer em fuga, conforme já consolidado em outras oportunidade. FONTE: MPRJ

Policial civil morreu baleado na Cidade de Deus (CV)

Um policilal civil lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) morreu após ser baleado na cabeça durante operação na comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na manhã desta segunda-feira (19). O agente foi levado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, onde foi submetido a uma cirurgia mas não resistiu, Em nota, a Polícia Civil comunica com profundo pesasr a morte do policial civil José Antônio Lourenço, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), brutalmente assassinado por criminosos durante operação na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, nesta segunda-feira (19/05). A perda de um dos nossos é sentida com dor e indignação. A Sepol se solidariza com os familiares, amigos e colegas neste momento de luto, também vivido por cada um da instituição. As diligências para identificar os responsáveis por esse ataque covarde já estão em andamento O policial participava de uma operação que mira uma quadrilha que vende gelo contaminado nas praias do Recreio e da Barra da Tijuca,. Pm fevereiro deste ano, uma ação constatou — após laudos periciais — a presença de coliformes fecais no produto oferecido. Os agentes estão nas ruas para cumprir mandados de busca e apreensão, a fim de verificar a qualidade da água e apurar demais crimes na coleta e produção do gelo. As investigações tiveram início após a fiscalização em conjunto com Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (DPMA), Cedae, Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Superintendência de Combate aos Crimes Ambientais (SUPCCA) — todos participam da ação desta segunda. Durante a investigação foram juntados dois laudos produzidos pela Cedae apontando a presença de coliformes fecais nas amostras de gelo coletadas.  A ação desta segunda, que conta com presença de policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), mira as empresas e endereços ligados à fabricação do gelo. Serão verificadas também a regularidade do consumo de água e de energia elétrica, além de possíveis crimes ambientais e contra o consumidor. FONTE: Voz das Comunidades (Facebook) e Polícia Civil do RJ

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