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operação policial

BOPE matou cinco do CV em Guaratiba

Cinco narcoterroristas do Comando Vermelho foram mortos em confronto com policiais do BOPE em Guaratiba na Zona Oeste do Rio. Segundo a policia, os criminosos estavam escondidos em uma área de mata conhecida como Largo do Correia. O objetivo dos bandidos era estabelecer uma base operacional para a facção e, a partir dali, tentar expandir o domínio sobre partes de Campo Grande e Santa Cruz.. Eles estão tentando transformar o Largo do Correia em um “complexo” para receber mais criminosos e, futuramente, expandir para Guaratiba, Campo Grande, Cosmos e Santa Cruz. Eles escolheram o Correia devido à grande área de mata, que oferece facilidade para se esconder das forças de segurança. Desse confronto, os militares do BOPE continuam nas buscas pelos que fugiram por uma pequena área de mata. Há uma possibilidade do número de terroristas abatidos ou presos aumentarem. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

Preso suspeito de monitorar para o tráfico motoristas de aplicativo na Região dos Lagos e os impedirem de circular se não pagasse taxa

Foi preso na última quarta-feira (18) em Araruama, um homem que atuava a serviço do tráfico de drogas na comunidade Jardim São Paulo, em Araruama. Ele era responsável por monitorar motoristas de aplicativo e de entrega de comida, impedindo que circulassem na área sem o pagamento de uma taxa imposta pela facção criminosa que atua na localidade. O bandido também é suspeito de diversos roubos na Região dos Lagos. Os crimes eram praticados em associação com outros criminosos e com a participação de adolescentes. O investigado fornecia as armas utilizadas nas ações e se valia da idade dos comparsas para tentar driblar a responsabilização penal. O homem estava foragido desde agosto de 2024. Após duas semanas de monitoramento, foi localizado e preso. Contra ele, havia dois mandados de prisão pelos crimes de roubo majorado, associação criminosa e corrupção de menores. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso homem que com ajuda de traficantes do CV torturou a própria namorada após ela ter furtado a sua mãe

Um homem foi preso na última quarta-feira em Duque de Caxias suspeito de junto com traficantes do Comando Vermelho de torturar a própria namorada que era acusada por eles de ter furtado a mãe dele. A mulher torturada havia sido presa horas antes, por furtar os cartões bancários da mãe do então namorado e efetuar diversas compras, causando prejuízo superior a R$15 mil. Após ser capturada, ela relatou aos agentes que havia sido agredida e coagida a devolver o dinheiro, fato que foi investigado e confirmado pela equipe. Segundo agentes, o autor, em companhia de três interantes do CV, torturaram uma mulher na Comunidade Vila Sapê, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante as agressões, ele a forçou confessar o crime e devolver os valores. Ainda de acordo com os policiais, após a sessão de tortura, a vítima foi liberada e retornou para sua residência, momento em que o acusado passou a exigir dinheiro dos familiares dela, sob a ameaça de a levar novamente para a comunidade. Os investigadores da 62ª DP verificaram que o histórico da localização do celular do criminoso, que o indiciado sua presença no interior da Vila Sapê no horário da pratica de tortura. Além disso, em um aplicativo de mensagens, os policiais encontraram diálogos dele com traficantes da localidade, admitindo toda a ação criminosa. Diante desse cenário probatório, os policiais deram voz de prisão ao autor. As investigações prosseguem para confirmação da identificação dos outros três traficantes envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

CV atacou a milícia em Guaratiba

Relatos de intenso tiroteio agora de noite no Largo do Correia, em Guaratiba. Segundo informações que circulam, vários traficantes do Comando Vermelho estiveram.no local, que é dominado por milicianos. Após o “baque” do CV no Largo do Correia, o caveirão que estava baseado na Estrada Carvalho Ramos com Tinguí (entrada do Salim) foi deslocado para as Casinhas, no Tinguí. A polícia já havia recebido informações sobre uma possível investida criminosa na nossa região. O caveirão foi enviado às Casinhas para garantir segurança aos moradores. Um segundo blindado, do 27º BPM, foi deslocado para dar apoio no Largo do Correia. FONTE: Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

Traficante do CV preso no Catiri é suspeito de envolvimento na morte de dois policiais

Um dos cinco criminosos presos durante operação da Polícia Militar na favela do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na última quarta-feira (18). Caio Felipe Ferreira da Cruz, o Reizin, é suspeito de participar da morte de um policial penal, Henry dos Santos Oliveira, em 19 de dezembro de 2024, em Santa Cruz, Zona Oeste. e também envolvimento na morte do PM Marcos Antônio Cortiñas López, de 58 anos, no dia 17 de fevereiro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Preso um dos bandidos mais violentos da Região dos Lagos que havia recrutado criminosos do Pará que foram mortos pela polícia

Foi preso hoje um dos criminosos mais violentos da Região dos Lagos. Ele foi localizado em Jaconé, Saquarema. Bruno dos Santos Azevedo, o BR ou Índio Mal é apontado como uma das lideranças da facção criminosa que atua na localidade. Na ação, foram apreendidos um fuzil, dezenas de munições e grande quantidade de drogas que estavam na posse do detido. De acordo com os agentes, além da atuação de gerência no tráfico de drogas, ele atua como braço de guerra da quadrilha e é investigado por relação com criminosos do Pará. Há indícios da participação dele no recrutamento de cinco bandidos daquele estado para atuar na Região dos Lagos. Em dezembro do ano passado, tais indivíduos foram neutralizados em confronto com policiais civis em Saquarema. No fuzil apreendido com o preso havia inscrições fazendo alusão à facção criminosa e à cidade de atuação da quadrilha. FONTE: Polícia Civil do RJ

Leia reações dos moradores durante mais uma noite de guerra no Catiri

Moradores ficaram apavorados com mais uma noite de guerra na comunidade do Catiri, em Bangu, entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Veja reações Meu Deus! Acabaram com a paz no bairro Tenho parente c 3 crianças aí….fico c coração tão apertado meu Deus A verdade é que se eles conseguirem invadir nem a polícia entra mais nem na cancela, nem no JD bangu, nem nos bg 1,2, 3 e 4 e cancela. Eles vão tomar tudo… e aí quem tá reclamando , vai reclamar com razão. Infelizmente, é só olhar o cenário de outros bairros que viraram comunidade. Temos que orar, pra Deus fazer esse povo esquecer nosso bairro e começar a ver desvantagens em tomar o bairro. Acabaram com nosso bairro que tristeza Um lugar que era tão tranquilo de morar, agora ninguém tem paz pra ir e vir O que tem aí nesse bairro que é tão disputado? Eu sou moto uber e toca corrida prai direto mas nunca aceito só vive assim mo guerra Triste viver essa guerra, o lugar era um paraíso não tinha nada Senhor proteja os moradores q tem q sair p trabalhar e estudar, misericórdia Deus Que tristeza, era um dos lugares mais calmo e hoje s encontra assim FONTE: Bangu Notícias (Instagram)

Guerra entre o CV e a milícia se acirrou no Catiri

Um novo capitulo da guerra entte traficantes da Vila Kennedy (CV) e alguns milicianos que estariam tentando retomar o controle do Catiri, em Bangu, ocorreu na última noite. Segundo moradores, milicianos do Montanha chegaram para supostamente retomar a comunidade. .Uma ponte foi incendiada pelos criminosos. O policiamento foi reforçado na região. Policiais militares do 14° BPM enfrentam diversos ataques, sem conseguir acessar alguns pontos. Autoridades entraram em contato com a cúpula da segurança pública para solicitar apoio operacional de outros batalhões para a área. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Preso traficante do TCP suspeito de ser o autor de diversos homicídios nas Vargens. Saiba um dos casos

A PMERJ efeuou a prisão, na Comunidade do Canal, em Vargem Grande, de Cleysson Fernando de Souza Brazil, vulgo “Negão”, uma das principais lideranças do tráfico da região. Foragido da Justiça, o criminoso é apontado como autor de diversos homicídios na região das Vargens. Um dos homicidios do qual ele é acusado foi de Jean Carlos Santana da Costa, que foi morto em decorrência de uma emboscada na qual estavam também presentes outras duas pessoas. Segundo relatos, a vítima morava na Cidade de Deus com sua noiva, e que, trabalhava no salão de festas e no depósito de bebidas da família da moça. Jean gostava de frequentar bailes funk na CDD, área dominada pelo Comando Vermelho. Em Vargem Grande, o tráfico é comandado pelo Terceiro Comando Puro cujas lideranaçs são Gabriel Cocão e Diego Cara de Mula. Em 2021, os integrantes do TCP proibiram os moradores de Vargem Grande de frequentar à Cidade de Deus, por se tratar de uma região dominada pela facção rival. Jea ainda continuam indo aos bailes funks, mas evitav postar fotos nas redes sociais Em fevereiro de 2024, uma testemunha que acompanhava Jean no dia do crime secidiu se mudar de Vargem Grande em virtude do aumento da repressão promovida pelos faccionados da localidade, que passaram a exigir que os moradores o desbloqueio do aparelho celular, para que eles pudessem verificar qualquer vínculo do morador com as ideias do CV, como fotos, vídeos, músicas e contatos que fizessem alusão à facção rival; A testemunha foi morar na CDD incentivada por Jean sob a perspectiva de que a comunidade lhe proporcionaria mais oportunidades de emprego e, assim, o declarante poderia reconstruir a sua vida;] No dia 6 de maio de 2024 após sair de um “bico” no restairamte. a testemumha encontrou com Jean e um amigo, que os convidou para irem até o Recreio,, pois precisava pegar um “negócio” com um homem vulgo Pereba. No caminho, Pereba ligou para o amigo da testemunha e disse “eu tô aqui, eu tô aqui” e que, de maneira sincronizada, o veículo que transportava os 3 três amigos parou de funcionar, próximo a uma loja do Mc Donalds Logo depois, um carro branco parou e deles desceram Diego Cara de Mula e Negão (Cleysson), segurança do primeiro portando um revólver; Os dois fizeram diversos disparos contra Jean e os outros dois e fugiram. A testemunha ao ouvir o primeiro disparo, se abaixou e se salvou. Chegou a ouvir, “Mula, mula, mula” A testemunha disse acreditar que o amigo marcou encontro com Pereba para comprar drogas.e que este teria se aliado a Gabriel Cocão, e, sob ordens dele, teria organizado uma emboscada para assassinar os três amigos; O amigo da testemunha disse que marcou de pegar maconha com Pereba , que era um conhecido em Vargem Grande, onde residiu durante a infância. Disse que andava com receio de Vargem Grande porque no passado se envolveu com uma moça e que depois que terminaram, ele continuou trabalhando o pai dela. Depois disso, Vjovem começou a se relacionar com o GB da Maré (Gabriel Cocão) e que acha que GB ocupa a função de gerente do tráfico em Vargem Grande.Falou que não viu quem desferiu os disparos porque imediatamente após os ocupantes do veículo HRV branco (que emparelhou) abrir a porta traseira, saiu correndo e se escondeu. Mesmo depois de escondido tentou mandar mensagem para Pereba. , ele afirmava que estava ali, mas já tinham acontecido os disparos.Contou ainda que Mula também era um conhecido da sua época de infância em Vargem Grande que ele trabalha para o GB da Maré. Por estar com medo, se mudou para a Bahia. Segundo a Justiça, verifica-se que há indícios de que Cara de Mula e Negão “cara de mula” e seriam os executores do homicídio e das tentativas de homicídio, além de serem pessoas diretamente ligadas à cúpula da organização criminosa que domina territorialmente a região de Vargem Grande.Quanto a Pereba, verifica-se que os indícios apontam que teria atraído as vítimas para a emboscada. Porém, demanda outras diligências para elucidar sua participação no homicídio em questão, bem como eventuais partícipes. A investigação aponta que há suspeitas de que a execução do amigo da testetmunha. seria do interesse do gerente da área dominada. FONTE: PMERJ e TJ-RJ

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

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