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operação policial

Grupo de Adilsinho acreditava que crimes ficariam impunes e que “ele teria crédito para matar mais uns trinta”, diz Justiça

De acordo com relatório do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o grupo liderado por Adilsinho demonstrava acreditar que eventuais outros crimes permanecerão impunes. Conforme consta no documento, há menção de que os mandados de prisão expedidos contra o líder teriam “caído”, e de que ele estaria com crédito para “matar mais uns trinta”. Segundo o relatório, a declaração foi extraída de diálogo ocorrido em março de 2024. O sigilo da conversa foi posteriormente levantado, o que permitiu que o conteúdo viesse recentemente aos autos. O documento aponta ainda que diálogos obtidos por meio de quebra de sigilo de dados revelam que integrantes da quadrilha se referem a Adilsinho como “patrão” e “01”. A decisão também destaca o poderio bélico do grupo criminoso liderado por Adilson, bem como o temor vivenciado pela população em relação à organização. Outro ponto ressaltado é a utilização, por parte da quadrilha, de aplicativos paralelos para envio de mensagens, com o objetivo de dificultar a obtenção de provas em interceptações telefônicas e na quebra de sigilo de dados. Consta nos autos que Adilsinho exerce forte influência e ocupa posição de liderança em grupo criminoso responsável pela prática de contravenção e comércio ilegal de cigarros. O relatório menciona ainda a existência de relação com outros homicídios na comarca do Rio de Janeiro, conforme indicado por exames de confronto balístico. O advogado de Adilsinho disse que ele nega qualquer envolvimento em homicídios e máfia dos cigarros.

Polícia fez operação em Paciência para evitar guerra de facções. Dois foram baleados (um morreu) e cinco fuzis apreendidos

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro realizou, na manhã desta quinta-feira (26), uma operação em Manguariba, em Paciência, na Zona Oeste do Rio., e impediu um ataque armado que seria promovido por uma milícia contra um grupo rival. Durante a ação, equipes da DRF e da DRFA foram recebidas a tiros e houve confronto. Dois criminosos foram baleados e socorridos ao Hospital Municipal Albert Schweitzer (um morreu) , e outros quatro foram presos em flagrante. Ao todo, foram apreendidos cinco fuzis, dois veículos, sete celulares, um rádio transmissor e munições. Segundo a corporação, a operação evitou um confronto de grandes proporções e reduziu a capacidade bélica do grupo criminoso. Nenhum policial ficou ferido. As investigações continuam para identificar outros envolvidos. Os presos usavam coletes com os dizeres :Operações Especiais Caça Urso” em referência ao Comano Vermelho. Manguariba é controlado pela milícia chefiada por Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL que está em guerra com.o grupo paramilitar comandado.por Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão é com.o Comando Vermelho. O.local vem sofrendo diversos ataques de Varão com.mortes inclusive de inocentes. No Carnaval, o.grupo de Varâo chegou tomar o controle de Manguariba mas a área foi recuperada por PL dias depois.

Processos na Justiça Federal detalham organização suspeita de fabricar cigarros clandestinos sob liderança atribuída a Adilsinho

Investigações conduzidas pela Polícia Federal e processos que tramitam na Justiça Federal apontam que o contraventor Adílson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, é investigado por supostamente comandar uma organização criminosa estruturada voltada à fabricação e comercialização clandestina de cigarros. De acordo com peças processuais, a estrutura investigada é descrita como complexa e sofisticada, contando, segundo os autos, com divisão de funções e possível participação de empresários, advogados, pessoas ligadas a milícias privadas e até agentes públicos que estariam sob suspeita de colaboração. As apurações indicam ainda movimentação financeira considerada expressiva e atuação que não se limitaria ao estado do Rio de Janeiro, podendo alcançar outras unidades da federação. Suposta exploração de trabalhadores paraguaios Conforme relatado em decisões judiciais, a investigação aponta que cidadãos paraguaios teriam sido aliciados e trazidos ao Brasil para atuar em fábricas clandestinas, em condições que estão sendo apuradas como possivelmente análogas à escravidão. Os autos mencionam que trabalhadores teriam sido transportados vendados, com restrição de acesso a celular, submetidos a jornadas de aproximadamente 12 horas diárias, sem emissão de notas fiscais relativas à produção e sob contexto descrito como de intimidação armada. Essas circunstâncias ainda são objeto de análise judicial. Estrutura e divisão hierárquica Segundo a Polícia Federal, a organização investigada apresentaria hierarquia definida. Adilsinho é apontado nas investigações como possível líder do grupo, exercendo, conforme descrito nos autos, poder de coordenação financeira e estratégica. Abaixo dele estariam: Todos esses papéis constam como hipóteses investigativas descritas nos processos em andamento. Origem das atividades e histórico De acordo com os autos, o vínculo de Adilsinho com a contravenção ligada ao jogo do bicho e máquinas caça-níqueis remonta a meados dos anos 2000. As investigações apontam que, ainda naquela época, ele já teria influência territorial em áreas exploradas pela contravenção, o que, segundo a linha investigativa, teria facilitado a posterior expansão para o mercado clandestino de cigarros. As apurações indicam que, a partir de 2018, teria sido estruturada a fabricação e comercialização de cigarros clandestinos por meio de empresas formalmente constituídas, com possível apoio de responsável contábil ligado à empresa Cia Sulamericana de Tabacos, com o objetivo, segundo a investigação, de conferir aparência de legalidade às operações. Consta nos processos que teria havido manipulação contábil, emissão de notas fiscais consideradas ideologicamente falsas e declaração inverídica de rendimentos. Mudança de estratégia em 2021 Segundo a Polícia Federal, após procedimentos fiscais da Receita Federal e avanço das investigações criminais em 2021, o investigado teria abandonado a tentativa de operar por meio de empresas formais, migrando para modelo integralmente clandestino. Ainda conforme os autos, naquele ano teria sido iniciada a montagem de um complexo industrial clandestino, com parte significativa das operações em Duque de Caxias, região onde, segundo a investigação, o grupo possuiria influência territorial. Movimentação financeira Relatórios anexados aos processos indicam que, em 2020, uma das empresas vinculadas ao investigado movimentou aproximadamente R$ 45 milhões na Caixa Econômica Federal e R$ 30 milhões no Santander, com predominância de operações em espécie. As autoridades apontam que o patrimônio atribuído ao investigado, sob suspeita de ter sido adquirido com recursos ilícitos e posteriormente submetido a mecanismos típicos de lavagem de capitais, ultrapassaria R$ 25.192.812,50, além de cerca de US$ 1.000.000,00. Esses valores constam em relatórios periciais e ainda dependem de conclusão judicial definitiva. Capacidade produtiva das fábricas Uma das fábricas clandestinas investigadas teria faturamento mensal estimado em, no mínimo, R$ 9 milhões, considerando produção aproximada de 150 caixas por dia, com 50 pacotes por caixa e 10 maços por pacote, vendidos a cerca de R$ 4 cada unidade. Os números são estimativas apresentadas nos autos e fazem parte da investigação. Episódios de violência e apurações paralelas Os processos também mencionam que integrantes do grupo seriam investigados por atuar como segurança armada da estrutura clandestina. Consta ainda referência à morte de um ex-policial militar, proprietário de duas empresas que estariam sob suspeita de terem sido utilizadas para dissimular valores supostamente provenientes da atividade ilícita. Ele foi executado a tiros em 15 de junho de 2023, na Barra da Tijuca. Eventual relação com disputas internas ou comerciais é objeto de investigação. Interceptações telefônicas autorizadas judicialmente registraram conversa entre um homem identificado como Alex e uma mulher chamada Jordana, na qual ela demonstraria receio de sofrer represálias ao atuar em negócios que poderiam contrariar interesses atribuídos ao grupo investigado. O conteúdo integra os autos e ainda será analisado no curso da ação penal. O grupo é investigado por diversos crimes De acordo com investigações em curso e elementos constantes em autos judiciais, o grupo investigado é suspeito da prática de diversos ilícitos, entre eles: Ainda conforme as investigações, o montante movimentado pelo grupo ao longo do período de funcionamento da atividade sob apuração poderia alcançar cifras milionárias. Os valores exatos seguem sob análise pericial e dependem de confirmação no curso da ação penal. As condutas descritas são objeto de investigação e ainda serão analisadas pelo Poder Judiciário, sendo assegurado aos citados o direito ao contraditório e à ampla defesa. De acordo com investigações em curso e elementos constantes em autos judiciais, o grupo investigado é suspeito da prática de diversos ilícitos, entre eles: Ainda conforme as investigações, o montante movimentado pelo grupo ao longo do período de funcionamento da atividade sob apuração poderia alcançar cifras milionárias. Os valores exatos seguem sob análise pericial e dependem de confirmação no curso da ação penal. As condutas descritas são objeto de investigação e ainda serão analisadas pelo Poder Judiciário, sendo assegurado aos citados o direito ao contraditório e à ampla defesa. Situação atual Os fatos descritos integram investigações da Polícia Federal e ações penais em andamento na Justiça Federal. Parte das acusações já resultou em medidas cautelares e denúncias formais, enquanto outros pontos permanecem sob apuração. Até o momento, não há condenação transitada em julgado em relação ao conjunto dos fatos mencionados. As defesas dos citados podem se manifestar sobre as acusações. O advogado de Adilsinho disse que ele nega qualquer envolvimento em homicídios e máfia dos cigarros.

Segundo investigações e processos que tramitam na Justiça, quadrilha de Adilsinho é suspeita de envolvimento em pelo menos 18 homicídios cometidos nos últimos anos. VEJA RELAÇÃO DAS VÍTIMAS

Investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e processos que tramitam no Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RJ) indicam que o grupo apontado como liderado pelo contraventor Adílson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, preso hoje, é suspeito de envolvimento em pelo menos 18 homicídios ocorridos nos últimos anos no estado. De acordo com decisões judiciais já proferidas, o bicheiro teve a prisão preventiva decretada em ao menos quatro desses casos. Nos demais episódios, a suposta participação do grupo ainda é objeto de investigação. Segundo consta em autos processuais, parte dos crimes teria sido cometida com o mesmo armamento, elemento que, conforme apontado nas apurações, reforça a linha investigativa de possível atuação coordenada. Casos sob investigação A seguir, a relação de vítimas mencionadas em investigações e processos judiciais que apuram eventual ligação do grupo: As investigações ainda apuram se há conexão formal entre todos os episódios. Atentados e possíveis conexões O grupo também é investigado por suposto envolvimento: Outro ponto destacado em investigações é que as armas utilizadas no homicídio do policial civil José Carlos Queiroz Vianna, ocorrido este ano em Niterói, teriam sido empregadas também nas mortes de Cristiano de Souza e Antônio Gaspazianni Chaves. A Polícia Civil apura eventual ligação entre os crimes. Outros investigados O policial militar Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como “Sem Alma”, apontado em investigações como ligado a Adilsinho, responde a processo por pelo menos três homicídios mencionados nas apurações: Daniel Mendonça, Cristiano de Souza e Marquinho Catiri. Situação processual Parte dos casos já resultou em decretação de prisão preventiva. Outros seguem em fase de investigação, sem denúncia formal até o momento. As defesas dos citados podem se manifestar sobre as acusações. O espaço permanece aberto para posicionamento. O advogado de Adilsinho disse que ele nega qualquer envolvimento em homicídios e máfia dos cigarros.

ADILSINHO FOI PRESO EM CABO FRIO

O contraventor Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O contraventor foi preso em uma ação conjunta pela Polícia Federal e Polícia Civil em um trabalho que contou com apoio de aeronaves. Um PM foi preso fazendo sua segurança. Adilsinho é apontado como chefe da máfia de cigarros contrabandeados no Rio de Janeiro e patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Investigações apontam que Adilsinho seria o mandante de homicídios, entre eles do miliciano Marquinho Catiri. É nvestigado por envolvimento em outros assassinatos ligados ou a máfia de cigarros ou então às disputas no jogo do bicho principalmente contra Bernardo Bello. É considerado o maior produtor de cigarros falisficados do Estado. Adilsinho era um dos integrantes da nova cúpula do jogo do bicho no Rio que teria também Rogério Andrade e Vinicius Drummond mas teria ocorrido um racha no grupo. A Para o secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, a prisão demonstra a força do trabalho integrado e da inteligência policial. “Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da FICCO, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado.” O preso foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais e, posteriormente, será transferido ao sistema prisional do estado. A FICCO/RJ é uma força-tarefa permanente que reúne a Polícia Civil e a Polícia Federal, com foco na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, por meio de ações integradas de inteligência e repressão qualificada.

Quadrilha especializada em furtos de caixas eletrônicos que envolvia criminosos do RJ e de SC com ajuda do CV já era investigada pelo menos desde 2022

Já em 2022, a Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Rio investigava a quadrilha que praticava furtos em caixas eletrônicos que contava com a participação de criminosos do Rio de Janeiro e de Santa Catarina com ajuda de traficantes do Comando Vermelho. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Dudu, já participava dos crimes na época O grupo arregimentava integrantes para a quadrilha e mantinha relações com membros da facção Comando Vermelho, com o objetivo de se homiziar em favelas e adquirir estrutura e veículos para realizar suas empreitadas criminosas. O bando fazia o arrombamento ou qualquer transposição de barreira física que permitisse o acesso a um estabelecimento comercial no qual existisse caixa eletrônico, para só então entrar no local e manusear equipamentos específicos para abertura de cofres, como a lança térmica. Eles faziam o rompimento ou destruição de obstáculo que impedisse o acesso ao caixa eletrônico. Dudu, alvo da operação de hoje, era guia” dos demais membros do grupo criminoso, transportando-os das comunidades onde estavam instalados para os locais eleitos para o cometimento dos crimes. Uma das bases do grupo no Rio era o Morro da Coroa, em Santa Teresa, e furtos praticados em Xerém, Duque de Caxias. Policiais explicaram que o modus operandi dessa organização consistia deles entrando em estabelecimento comercial, geralmente, na madrugada e faziam o arrombamento, por exemplo, se o estabelecimento comercial tivesse um caixa eletrônico e uma casa nos fundos ou uma igreja, o que fosse, eles entravam fazendo um buraco nesse outro imóvel para ter acesso ao estabelecimento que tinha um caixa eletrônico; que eles usavam lança térmica, que é um material que vai derretendo o caixa eletrônico e eles conseguem ter acesso onde está o dinheiro; As investigações que levaram a operação de hoje que terminou com sete presos foram feitas pela DRACO. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra alvos no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Também foi solicitado o bloqueio de cerca de R$ 30 milhões vinculados ao grupo. A ação conta com o apoio de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Até o momento, cinco pessoas foram presas. As investigações apontam que se trata de uma organização interestadual com estrutura hierarquizada e divisão clara de funções. O grupo contava com núcleo de liderança, braço técnico-operacional especializado no uso de maçarico industrial, núcleo de inteligência responsável pelo levantamento prévio de alvos e setor logístico-financeiro encarregado da movimentação e ocultação dos valores ilícitos, por meio de sofisticado esquema de lavagem de capitais. Foi apurado que, nas ações contra caixas eletrônicos, integrantes oriundos de Santa Catarina se deslocavam ao Rio de Janeiro, onde recebiam apoio logístico da facção Comando Vermelho. Os narcotraficantes do Rio forneciam veículos roubados para fuga, maquinário e ferramentas utilizadas nas explosões, além de locais para abrigo e esconderijo antes e após os crimes. Os agentes identificaram movimentação de cerca de R$ 30 milhões ao longo de cinco anos, por meio de contas de pessoas físicas e jurídicas usadas para dissimular a origem ilícita dos recursos. Parte da lavagem ocorria em uma joalheria de Niterói, também investigada por ocultar valores provenientes do tráfico de drogas no Complexo do Viradouro, evidenciando a conexão entre crimes patrimoniais sofisticados e o financiamento do tráfico armado. Além do bloqueio de valores, foi requerida a indisponibilidade de bens móveis, imóveis e veículos de luxo vinculados aos investigados, com o objetivo de descapitalizar a organização e interromper seu fluxo financeiro. A operação mira, de forma simultânea, os núcleos operacional e financeiro do grupo criminoso.

Homem matou concunhado dentro da UPA em Senador Camará, diz Justiça. Polícia apreendeu com ele faca suja de sangue

Na semana passada, policaiis do 14º BPM estavam em serviço quando foram acionados por Maré Zero que pediu prioridade para as viaturas do Batalhão que estivessem próximas à UPA de Senador Camará, pois naquele local havia um homem esfaqueando diversas pessoas, de acordo com informações do TJ-RJ. A guarnição chegou primeiro ao local, Av. Santa Cruz, n. 6486, onde populares indicaram a direção que o agressor, depois identificado como Yago de Lima Ferreira, havia tomado em rota de fuga. O suspeito estava em uma rua atrás da UPA – Rua Santa Marcia – andando normalmente e, ao avistar os PMs, soltou a faca que tinha consigo, e levantou as mãos. Os policiais conseguiram detê-lo, algemá-lo, e arrecadar ao solo a faca ora apreendida, suja de sangue. Posteriormente, a equipe de policiais tomou conhecimento de que o autor havia esfaqueado a esposa, o filho dela e, no interior da UPA, a vítima fatal Rafael Ferreira dos Santos. Segundo a Justiça, trata-se de crime de extrema gravidade em concreto, em que o custodiado matou violentamente uma das vítimas que era com a irmã de sua esposa, através de facadas na UPA de Senador Camará/RJ. Além disso, o agente também esfaqueou a sua esposa, que se encontra internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer, além do seu enteado, o que também foi presenciado por testemunhas. De acordo com os autos, haveria contradição entre o relato do preso (momento de sua chegada à UPA) e a das funcionárias (que indicaram que as vítimas teriam chegado primeiro, e não custodiado como indicado no seu relato). Além disso, uma das testemunhas relata o estado de exaltação do custodiado, indicando que, possivelmente, caçava as vítimas.

Polícia prendeu 438 suspeitos de vários crimes no RJ. Um deles é acusado de matar um idoso em um roubo

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) realiza, nesta terça-feira (24/02), nova etapa da “Operação Espoliador”, deflagrada de forma simultânea nos 92 municípios do estado, com a mobilização de agentes de todas as delegacias. Até o momento, 438 criminosos foram capturados. A ofensiva busca desarticular toda a cadeia dos crimes contra o patrimônio, alcançando líderes de quadrilhas, executores, colaboradores e receptadores, que sustentam e impulsionam essas práticas criminosas. Dentre os diversos presos, está um criminoso que ostenta 23 anotações criminais, sendo 14 por crimes patrimoniais, capturado pela 1ª DP (Praça Mauá). Os agentes também prenderam, outro bandido que acumula 14 passagens criminais, por homicídio, receptação, roubo e extorsão. Contra eles, foram cumpridos mandados de prisão. Em Cabo Frio, na Região dos Lagos, policiais civis da 126ª DP (Cabo Frio) prenderam dois criminosos foragidos da Justiça. O primeiro capturado é apontado como responsável por um latrocínio, onde um idoso foi alvejado durante o roubo de um veículo. Ao todo, o criminoso possui sete anotações criminais, sendo duas por roubo. Durante a mesma ação, a distrital capturou um homem condenado a 18 anos de prisão por roubo qualificado. Ele acumula 11 passagens criminais. “Esses são criminosos da pior espécie. A Polícia Civil vem, reiteradamente, com uma série de operações, tirando esses bandidos de circulação. O que dificulta, na verdade, é o retrabalho. Mais de 60% dos presos já possuíam anotação criminal. Mesmo com toda movimentação das delegacias, alguns criminosos voltam as ruas no dia seguinte a prisão. A Polícia Civil continuará prendendo, mas precisamos que haja uma reformulação”, esclareceu o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. Ainda na Espoliador, agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) recapturaram um marginal condenado a oito anos de prisão pelo crime de roubo. O bandido já havia sido preso, mas foi beneficiado com a condicional durante o cumprimento da pena. Na ocasião, ele descumpriu as condições impostas e foi intimado a voltar para o regime fechado. O homem, contudo, não compareceu para se apresentar e, após intenso trabalho de inteligência da unidade, foi localizado. De acordo com os agentes, o homem possui extenso histórico criminal, com dezenas de anotações por crimes patrimoniais. A ofensiva desta terça-feira segue a mesma estratégia, com base em inquéritos conduzidos pelas unidades da Polícia Civil que identificaram criminosos de alta periculosidade com mandados expedidos pela Justiça. As apurações indicam ainda que parte dos roubos é fomentada por narcotraficantes que, além do tráfico de drogas, exploram os territórios com outras atividades ilícitas. Com base em trabalhos de inteligência e em inquéritos conduzidos pelas unidades, foram identificados diversos criminosos de alta periculosidade ligados a crimes contra o patrimônio, que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça. As investigações apontam que parte dos roubos é fomentada por narcotraficantes que, além da venda de drogas em comunidades, exploram o território por meio de outras atividades ilícitas. Na última etapa da Espoliador, realizada em março do ano passado, 610 criminosos foram presos em um único dia, incluindo uma liderança de facção. Essa foi a maior operação em número de presos já realizada. A ação desta terça-feira tem como foco desarticular toda a cadeia criminosa, alcançando líderes de quadrilhas, executores, colaboradores e receptadores. Estes últimos, responsáveis por estimular as práticas delituosas. De acordo com o secretário de estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, uma das facções investigadas é responsável por cerca de 80% dos roubos de veículos e 90% dos roubos de carga na capital e na Região Metropolitana. “Para ampliar os lucros, as organizações criminosas também emprestam armas e oferecem suporte logístico para a prática de outros delitos, como roubos de cargas, veículos, a transeuntes, residências, instituições financeiras e estabelecimentos comerciais”, afirma o secretário. “Essa ação é uma prova do empenho da Polícia Civil no combate a esses grupos criminosos.”

Presos dois cabeças da quadrilha de Juninho Varão

Dois homens apontados como integrantes da milícia de Juninho Varão foram presos nesta terça-feira (24) por agentes da 35ª DP. Entre os detidos está Glauber da Mota Pereira, conhecido como “Uber”, apontado como chefe do GAT da milícia e responsável por ações armadas do grupo. Com ele, os policiais apreenderam roupas camufladas de uso semelhante ao das Forças Armadas e uma pistola Taurus PT 809 calibre 9mm com numeração suprimida. Segundo as investigações, ele atua na região de Nova Iguaçu, na divisa com Campo Grande. O outro é Bruno Eduardo de Andrade Gomes, o “Shang Lee”, apontado como liderança nas comunidades João XXIII e Conjunto Alvorada. Contra ele havia dois mandados de prisão por homicídio, além de 14 anotações criminais. Com o suspeito, foi apreendida uma pistola Glock calibre .40. De acordo com a polícia, ambos teriam participado de ataques recentes em comunidades de Santa Cruz e Campo Grande.

Apreensão de fuzil no Catiri com a sigla 5.3 reforça suspeita de aliança entre a milícia e o TCP na área

Na sexta-feira passada, um miliciano morreu em confronto com a polícia no Catiri, em Bangu. Na ocasião, um fuzil foi apreendido e tinha a inscrição 5.3 , numeros usados pela milicia e a facçdo Terceiro Comando Puro A apreensso reforça a suspeita de alianca entre os dois grupos na região, o que não é uma novifsde ja que foi ventilada em outras épocas também. O fuzil também tinha o.nome de Gaspar, antigo chefe da milícia local que não tem muito tempo que foi preso. Vale lembrar que o Comando Vermelho vive em guerra com a milícia para tomar a área. Os comentários que apareceram são de que a suposta aliança da milícia seria com traficantes de Senador Câmara que fica próximo do Catirii. L

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