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operação policial

Alvo de operação hoje que terminou com morte de um dos cabeças envolvido em morte e tentativa de homicídios de policiais, CV da Costa Verde tinha grupo de Whatsapp para monitorar a polícia e administrar o tráfico

Antes da operação de hoje em Paraty que resultou na morte do traficante Pablo Miguel Rodrigues Pereira, o Bigode, a polícia já tinha mapeada as principais lideranças do Comando Vermelho na região da Costa Verde. Segundo uma investigação, Bigode comandava o tráfico na comunidade da Glória mas a região tinha outras lideranças da facção como Vidigal, líder da Lambicada e Ronaldo, líder do Bracuhy. Todos integravam um grupo de Whatsapp chamado Família Angra CV que tinha outros bandidos de vulgos Sem Roupa, FB, Zóio, Maquinista, Pará, Pai ou Leleco (já morto), Bem Dez, “, “Goiaba”, “Cabelinho”, “Feio”, “Moleque” ou “menor”, “VK”, “DN”, Edmar, Gilberto, Naiara, Rhuam, entre outros. As comunidades da Costa Verde são abastecidas pelo Complexo do Alemão e a Rocinha não somente com drogas, mas ainda com mão de obra delinquente. Segundo informações apuradas, os participantes utilizavam-se deste grupo de mensagens para compartilhar informações pertinentes ao tráfico de drogas na Costa Verde, bem como promover o monitoramento das ações policiais, existindo 25 (vinte e cinco) membros como administradores, ou seja, operadores de telefones celulares com poder de incluir ou excluir membros. Morto hoje, Pablo Miguel reagiu à ação policial e optou pelo confronto armado contra as equipes. Além de comandar a venda de entorpecentes na região, ele incitava ataques contra agentes de segurança pública e também estava envolvido no homicídio de um policial civil, ocorrido em setembro do ano passado, no município de Angra dos Reis. Três integrantes da organização criminosa foram presos e foram apreendidas uma arma, drogas e anabolizantes. A operação desta quarta-feira teve como base uma investigação que apurou a tentativa de homicídio contra um policial militar, ocorrida em 17 de junho de 2025, em frente à residência da vítima. Na ocasião, criminosos fortemente armados efetuaram disparos de fuzil e pistola e fugiram após a reação do agente. O veículo utilizado na ação criminosa foi incendiado posteriormente, na tentativa de destruir provas. Durante a ação desta quarta-feira, os policiais civis foram covardemente atacados por criminosos armados. A escolha pelo confronto foi exclusiva dos integrantes da organização criminosa, que optaram por enfrentar o Estado com violência. Os agentes atuavam de forma legal, técnica e planejada, reagindo para preservar suas vidas e garantir a segurança da população. O líder da facção foi neutralizado durante o confronto. Além do envolvimento na tentativa de homicídio do militar, o narcotraficante neutralizado nesta quarta, está diretamente ligado ao homicídio do policial civil em setembro, no bairro Balneário, e Angra. Uma semana antes da execução do policial, o traficante ameaçou os agentes da delegacia de Angra. Na ocasião, o criminoso usou redes sociais para intimidar os agentes. Em uma das mensagens, “Bigode” disparou: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber, que morreu. .

Traficante do CV que ia ser resgatado de delegacia e que comanda a quadrilha alvo de operação policial hoje chegou a nomear seu substituto na liderança do grupo mas este acabou morrendo em tiroteio com a polícia

Os traficantes da comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, alvos de operação hoje da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual do Rio, monitoram a presença de viaturas policiais e eventuais ações das forças de segurança nas imediações da referida localidade. Os membros da organização criminosa compartilham alertas em tempo real, orientações estratégicas e avisos preventivos, com o objetivo de ocultar entorpecentes de forma célere e eficaz diante de qualquer movimentação policial. A quadrilha que tem como líder o criminoso conhecido como Rato que foi alvo de tentativa de resgate na delegacia de Campos Elíseos no ano passado. Com a sua prisão, Rato já até tinha nomeado seu substituto, vulgo Murcho, mas este acabou sendo morto em operação policial dias depois da tentativa de resgate na unidade policial. Uma mulher lamentou na época a morte de Murcho e ainda sugeriu que havia X9 no meio dos traficantes. Segundo a Polícia Civil, os criminosos realizaram delitos para proteger comparsas envolvidos no ataque à distrital. Um dos pontos centrais da investigação foi a comprovação da existência de uma “caixinha” do tráfico, abastecida por lideranças locais, destinada a custear despesas de criminosos presos, aquisição de armamentos, compra de drogas e manutenção da estrutura do grupo. Os traficantes da Vai Quem Quer tem atuação integrada do tráfico de drogas com grupos do Comando Vermelho sediados na Rocinha e no Complexo da Penha.

Polícia Civil confirma um morador morto e outros dois feridos em operação em Belford Roxo

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF), com apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), realizaram uma ação de inteligência na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, nesta segunda-feira (02/02). Cinco narcotraficantes foram capturados e os agentes também apreenderam armas e drogas. Durante a operação, as equipes foram covardemente atacadas pelos integrantes da facção, que abriram fogo não apenas contra as forças de segurança, mas também contra moradores da região, colocando deliberadamente a população na linha de tiro. O alvo das diligências, desta segunda, era o criminoso conhecido como “RF”, apontado como liderança do Comando Vermelho na região, após o Setor de Inteligência da DRFA-BF obter informações precisas sobre seu paradeiro. Investigações conduzidas pela DRE-BF indicam que ele é o responsável por ataques contra policiais durante uma ação realizada no início de janeiro pelas especializadas da Baixada Fluminense. Para assegurar a fuga do líder, os narcotraficantes promoveram um ataque indiscriminado, mirando tanto as forças de segurança quanto pessoas da comunidade. Três moradores foram feridos e socorridos por policiais civis para uma unidade de saúde, mas um deles não resistiu aos ferimentos. Após o confronto, o criminoso chegou a divulgar um áudio no qual se vangloria de ter atirado contra os policiais.Cinco narcotraficantes permaneceram no local para confrontar a ação policial, atuando como cobertura armada para garantir a fuga do líder da facção. Todos foram presos. As investigações seguem para localizar a liderança criminosa e responsabilizar todos os envolvidos na organização.

Polícia diz ter frustrado plano de ataque terrorista no Centro do Rio

Após um trabalho silencioso e preciso de inteligência, policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) impediram a execução de um ataque terrorista, frustrando a ação criminosa antes que fosse colocada em prática. Os agentes deflagraram a “Operação Break Chain” e cumpriram dezenas de mandados de busca e apreensão, nesta segunda-feira (02/02), em endereços na capital, Região Metropolitana e no interior do estado, todos ligados a investigados que programavam manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, nesta segunda. Até o momento, três pessoas foram presas. A investigação teve início após a especializada tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados com o objetivo de organizar manifestações antidemocráticas, programadas para ocorrer nesta segunda, às 14h, em diversos estados do Brasil. No Rio de Janeiro, o ato seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro. Inicialmente, a ação estava planejada para cumprir medidas cautelares contra quatro envolvidos. Após informações de inteligência e apuração dos agentes, contudo, outros 13 foram identificados nesta manhã, levando a autoridade policial representar por mais mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça. De acordo com o apurado, embora se identificasse como apartidário e anticorrupção, o grupo autodenominado “Geração Z” incitava e preparava atos de violência e terrorismo, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos. O objetivo era provocar pânico, desordem e caos social.Os agentes identificaram que os integrantes do grupo compartilhavam conteúdos voltados à radicalização e ao confronto. Também foram encontradas orientações e materiais instrutivos para a confecção de artefatos incendiários improvisados, como o chamado “coquetel molotov”, além de bombas caseiras com bolas de gude e pregos em seu interior. As práticas evidenciam a intenção do grupo de causar destruição e caracterizam risco concreto à população.Os alvos dos mandados de busca e apreensão são investigados pelos crimes de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário. Todos são participantes ou administradores de grupos vinculados ao Rio de Janeiro e exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas, incluindo a escolha de um local sensível do cenário político fluminense para a realização do ataque.

PM foi morto ao tentar impedir guerra do tráfico em Guadalupe

O.policial militar Marcelo de Lima Balthar foi morto durante a última noite em Guadalupe Segundo relatos, ele foi atingido quando tentava impedir um confronto entre traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro. PMs receberam via rádio nformação de confronto entre facções no Bairro 13 e se deslocaram para o local. Ao chegarem no ponto, os agentes se depararam com um Fiat Toro ocupando por bandidos fortemente armados. Ao perceberem a aproxikmação dos policaisi,, os criminosos atiraram e houve confronto. Balhtar foi atingido no rosto e ainda foi socorrido ao Hospital Albert Schweitzer, em Realongo, mas não resisitu aos ferimentos.

Um dos quatro traficantes mortos em Belford Roxo era suspeito de ter matado mototaxista horas antes

Segundo o Portal dos Procurados do Disque Denúncia, o traficante vulgo Maçã, um dos quatro mortos durante operação do 39º BPM na comunidade Rola Bosta, em Belford Roxo, era suspeito da morte do mototaxista Rafael Vilela da Silva na tarde de sexta-feira no interior de um ferro velho no bairro Bom Pasttor. De acordo com o que foi divulgado pelo portal, PMs foram ao local após receber dados de inteligência da AIB 39, dando conta de que traficantes oriundos da Comunidade da Penha, a mando dos criminosos conhecidos como “Doca da Penha”, “Soró do Castelar ou Jetta” e “Esquilo”, estariam incursionando na Comunidade do Gogó da Ema com o objetivo de praticar diversos crimes na região. Ao chegar ao local, a guarnição localizou diversos criminosos armados, dentre eles os traficantes conhecidos pelas alcunhas de “Bibico”, “JN”, “Urubuzinho” e “Maçã”, os quais se encontravam em um veículo Hyundai HB20, de cor cinza, onde houve confronto e todos foram baleados. . Ressalte-se que os traficantes “JN” e “Bibico” exerciam a função de frente de guerra da organização criminosa, sendo responsáveis por tentativas de tomada das comunidades do Gogó da Ema e do Trio de Ouro, além de figurarem como autores de diversos homicídios ocorridos na região do Bom Pastor, conforme dados de inteligência. Registra-se, ainda, que circula nas redes sociais vídeo no qual um indivíduo armado com um fuzil executa um mototaxista no interior de um ferro-velho, mediante vários disparos à queima-roupa, fato que, segundo informações, é atribuído ao traficante conhecido como “Maçã”. Diante dos fatos, a guarnição prestou imediato socorro aos acusados, conduzindo-os ao Hospital Municipal de Belford Roxo (Joca), onde todos não resistiram aos ferimentos. São eles: JOÃO VITOR DE JESUS FERREIRA, vulgo “BIBICO”, de 18 anos JEFFERSON RICHARDSON NASCIMENTO ROMÃO, vulgo “ JN ou ASTRO” , de 24 PATRICK WILLIAN DA SILVA, vulgo “URUBUZINHO”, 26 BRUNO LUIZ BRAGA FERREIRA, vulgo “MAÇÔ, de 22. Na ação, foram apreendidos os seguintes armamentos, que estavam de posse dos traficantes. : – 01 FUZIL AK 47 DE NUMERAÇÃO SUPRIMIDA – 01 FUZIL COLT CAL 556 DE NUMERAÇÃO SUPRIMIDA – 01 FUZIL COLT CAL 556 DE NUMERAÇÃO SUPRIMIDA – 01 FUZIL COLT CAL 556 DE NUMERAÇÃ

Menina de dez anos foi morta em ataque ocorrido em favela em guerra em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Sophia Loren Soares Camilo, de 10 anos. Na ação, o pai da vítima foi ferido e socorrido para um hospital. O autor do crime foi detido por policiais militares e conduzido para a delegacia. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. O fato ocorreu na comunidade do Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo. A arma utilizada no crime foi apreendida. A ocorrência foi encaminhada à 54ª DP. A informação que circula é que teria ocorrido um atrito verbal entre o autor dos disparos e o pai da criança. O suspeito preso foi identificado como Weverson Gomes da Silva. O local tem sido o palco de uma guerra há alguns meses entre os traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro. A guerra começou depois que o traficante Esquilo, que era do TCP, deu golpe de estado e colocou o CV na comunidade. A partir daí, virou uma disputa sem fim. Na última sexta-feira, um mototaxista foi morto no Bom Pastor. Imagens do crime foram divulgadas na internet.

Miliciano preso pela DRACO em Guaratiba essa semana disse à Justiça que foi agredido por policiais. Falou que levou coronhadas de fuzil na barriga, peito e costela. Corregedoria será acionada

Um dos bandidos presos durante operação da DRACO contra milicianos nesta semana em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, relatou à Justiça que foi agredido por policiais, segundo processo do Tribunal de Justiça do Rio. Ele disse que levou chutes, socos e coronhadas de fuzil por policiais civis, na região da barriga, peito, costela. Contou que levou um chute no rosto, quebrando seus óculos. Segundo ele, as agressões ocorreram na casa em que foi apreendido. Disse que um comparsa também preso presenciou as agressões. Falou que os policiais eram morenos. Não foi conduzido por estes policiais, mas todos estavam na Delegacia. Ele foi apresentado com um aranhão na perna. Falou ainda que foi agredido por cerca de 20 minutos, que moradores viram as agressões. Acrescentou que um dos moradores da casa viu as agressões e foi agredido pelos agentes, mas não foi preso. Disse que estava com R$ 1.800,00 no momento da prisão e que os policiais pegaram este dinheiro, não sabendo se a quantia foi apresentada em Delegacia. Sobre as agressões, a Justiça determinou que fossen encaminhadas cópias dos autos para a Promotoria de Investigação Penal e para a Corregedoria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Sobre a operação, policiais civis da DRACO realizavam diligência no bairro de Guaratiba, quando, aos passarem nas proximidades da Comunidade Piraquê foram alvo de disparos de arma de fogo. Os agentes progrediram para o interior da comunidade e viram um grupo de criminosos em duas direções. Assim, as equipes se dividiram. Uma das equipes, mesmo sob disparos de arma de fogo, avançou pela Rua Padre José Alves e, após acompanhamento, logrou capturar dois suspeitos. Um deles portava um fuzil AK, enquanto o outro portava uma arma de fogo calibre 12. No local também foram apreendidos materiais táticos, como roupas camufladas, duas facas, rádios comunicadores e telefones celulares. A segunda equipe policial seguiu pela Rua Oito de Novembro, onde um terceiro bandido foi capturado após realizar disparos contra os agentes e na posse de uma pistola calibre .9mm municiada. Na residência em que ele foi detido, foram encontrados um caderno de anotações de cobrança, farto material tático, como coturno, roupas camufladas e chapéu. Nesse ínterim, um dos policiais foi baleado e o resgate dificultado ante a forte resistência dos criminosos. Ato contínuo, os policiais foram até o local e se depararam com o agente alvejado e um criminoso portando uma arma de fogo do tipo escopeta, calibre 12 e apresentando forte resistência, com a realização de novos disparos contra a equipe policial. Durante o confronto, este homem acabou alvejado, foi socorrido e veio à óbito na unidade hospitalar.

Quatro mortos e quatro fuzis apreendidos em ação da PM em Belford Roxo

Ação de monitoramento e inteligência do 39º BPM resultou na apreensão de 04 fuzis, 03 carregadores e 01 granada, na Comunidade Rola Bosta, em Belford Roxo, na última sexta-feira (30). Durante a ação, houve confronto. Quatro criminosos foram feridos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. A ocorrência foi encaminhada à 54ª DP. O prefeito da cidade, Márcio Canella, comemorou nas suas redes sociais QUATRO CRIMINOSOS, A MANDO DO DOCA E DO SORÓ, DERAM UM ATAQUE EM BELFORD ROXO E SE DERAM MAL: ENCARARAM A POLÍCIA E SENTARAM NO COLO DO CAPETA. ENQUANTO EU COMANDAR ESSA CIDADE, BELFORD ROXO NÃO SERÁ REFÉM DE BANDIDO NENHUM!

Suposto segurança de Adilsinho foi preso suspeito de envolvimento em morte de policial civil em Niterói

Investigado por supostamente pertencer ao grupo de seguranças do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, José Gomes da Rocha Neto, conhecido como Kiko, foi preso hoje suspeito de estar envolvido no assassinato do policial civil José Carlos Queiroz Vianna, ocorrido em outubro do ano passado, em Niterói. O criminoso foi localizado e capturado na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, após trabalho contínuo de investigação. É o quinto suspeito preso pelo crime. As apurações apontam que o homem teve papel direto no planejamento do homicídio. Ele recebia prestações de contas sobre o monitoramento da vítima, realizado por meses até o crime, além de informações detalhadas sobre a execução e a queima do veículo utilizado no ataque ao agente. Com ele, foram apreendidos aparelhos celulares, que serão submetidos à perícia. O preso possui anotações criminais por organização criminosa, homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Kkio responde a processo por homicídio pela Justiça do Maranhão.

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