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Chacina deixou quatro mortos em Silva Jardim (RJ). Crime foi transmitido pela internet

Quatro pessoas foram assassinadas na noite passada na cidade de Silva Jardim, no interior fluminense. O crime foi cometido com requintes de crueldade, com direito a transmissão da execução pela internet. Uma das vítimas foi identificada como César de Lima Pany, de 25 anos, era morador do bairro Caju e estava com amigos no momento em que os criminosos chegaram e realizaram vários disparos de arma de fogo. FONTE: Notícias de Rio Bonito (Facebook)

Ataque a tiros deixou quatro feridos e um morto em Três Rios. Alvo era um bandido do CV que morreu

Quatro pessoas foram baleadas e uma morta em um ataque a tiros em um posto de gasolina em Três Rios, no interior fluminense. Segundo informações preliminares, um veículo Renegade de cor marrom subiu a rua Barbosa de Andrade e, em frente ao posto Shell, ocupantes realizaram diversos disparos de arma de fogo. O alvo dos atiradores era um indivíduo conhecido como Pedrinho, morador do bairro Alto Pury’s w e ntegrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ele foi atingido pelos disparos, socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os feridos são três mulheres e um homem, com idades entre 20 e 33 anos. Uma das mulheres levou dois tiros (antebraço e genitália) e uma outra foi atingida por três disparos (coxa, glúteo e joelho) Pedrinho acumulava 13 passagens pela polícia, sendo três delas por homicídio. A cena do crime foi isolada para perícia. Testemunhas estão sendo ouvidas, e imagens de câmeras de segurança da região devem ajudar nas investigações. FONTE: Cidade em Fico News (Facebook)

Leia reações dos moradores durante mais uma noite de guerra no Catiri

Moradores ficaram apavorados com mais uma noite de guerra na comunidade do Catiri, em Bangu, entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Veja reações Meu Deus! Acabaram com a paz no bairro Tenho parente c 3 crianças aí….fico c coração tão apertado meu Deus A verdade é que se eles conseguirem invadir nem a polícia entra mais nem na cancela, nem no JD bangu, nem nos bg 1,2, 3 e 4 e cancela. Eles vão tomar tudo… e aí quem tá reclamando , vai reclamar com razão. Infelizmente, é só olhar o cenário de outros bairros que viraram comunidade. Temos que orar, pra Deus fazer esse povo esquecer nosso bairro e começar a ver desvantagens em tomar o bairro. Acabaram com nosso bairro que tristeza Um lugar que era tão tranquilo de morar, agora ninguém tem paz pra ir e vir O que tem aí nesse bairro que é tão disputado? Eu sou moto uber e toca corrida prai direto mas nunca aceito só vive assim mo guerra Triste viver essa guerra, o lugar era um paraíso não tinha nada Senhor proteja os moradores q tem q sair p trabalhar e estudar, misericórdia Deus Que tristeza, era um dos lugares mais calmo e hoje s encontra assim FONTE: Bangu Notícias (Instagram)

Guerra entre o CV e a milícia se acirrou no Catiri

Um novo capitulo da guerra entte traficantes da Vila Kennedy (CV) e alguns milicianos que estariam tentando retomar o controle do Catiri, em Bangu, ocorreu na última noite. Segundo moradores, milicianos do Montanha chegaram para supostamente retomar a comunidade. .Uma ponte foi incendiada pelos criminosos. O policiamento foi reforçado na região. Policiais militares do 14° BPM enfrentam diversos ataques, sem conseguir acessar alguns pontos. Autoridades entraram em contato com a cúpula da segurança pública para solicitar apoio operacional de outros batalhões para a área. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Preso traficante do TCP suspeito de ser o autor de diversos homicídios nas Vargens. Saiba um dos casos

A PMERJ efeuou a prisão, na Comunidade do Canal, em Vargem Grande, de Cleysson Fernando de Souza Brazil, vulgo “Negão”, uma das principais lideranças do tráfico da região. Foragido da Justiça, o criminoso é apontado como autor de diversos homicídios na região das Vargens. Um dos homicidios do qual ele é acusado foi de Jean Carlos Santana da Costa, que foi morto em decorrência de uma emboscada na qual estavam também presentes outras duas pessoas. Segundo relatos, a vítima morava na Cidade de Deus com sua noiva, e que, trabalhava no salão de festas e no depósito de bebidas da família da moça. Jean gostava de frequentar bailes funk na CDD, área dominada pelo Comando Vermelho. Em Vargem Grande, o tráfico é comandado pelo Terceiro Comando Puro cujas lideranaçs são Gabriel Cocão e Diego Cara de Mula. Em 2021, os integrantes do TCP proibiram os moradores de Vargem Grande de frequentar à Cidade de Deus, por se tratar de uma região dominada pela facção rival. Jea ainda continuam indo aos bailes funks, mas evitav postar fotos nas redes sociais Em fevereiro de 2024, uma testemunha que acompanhava Jean no dia do crime secidiu se mudar de Vargem Grande em virtude do aumento da repressão promovida pelos faccionados da localidade, que passaram a exigir que os moradores o desbloqueio do aparelho celular, para que eles pudessem verificar qualquer vínculo do morador com as ideias do CV, como fotos, vídeos, músicas e contatos que fizessem alusão à facção rival; A testemunha foi morar na CDD incentivada por Jean sob a perspectiva de que a comunidade lhe proporcionaria mais oportunidades de emprego e, assim, o declarante poderia reconstruir a sua vida;] No dia 6 de maio de 2024 após sair de um “bico” no restairamte. a testemumha encontrou com Jean e um amigo, que os convidou para irem até o Recreio,, pois precisava pegar um “negócio” com um homem vulgo Pereba. No caminho, Pereba ligou para o amigo da testemunha e disse “eu tô aqui, eu tô aqui” e que, de maneira sincronizada, o veículo que transportava os 3 três amigos parou de funcionar, próximo a uma loja do Mc Donalds Logo depois, um carro branco parou e deles desceram Diego Cara de Mula e Negão (Cleysson), segurança do primeiro portando um revólver; Os dois fizeram diversos disparos contra Jean e os outros dois e fugiram. A testemunha ao ouvir o primeiro disparo, se abaixou e se salvou. Chegou a ouvir, “Mula, mula, mula” A testemunha disse acreditar que o amigo marcou encontro com Pereba para comprar drogas.e que este teria se aliado a Gabriel Cocão, e, sob ordens dele, teria organizado uma emboscada para assassinar os três amigos; O amigo da testemunha disse que marcou de pegar maconha com Pereba , que era um conhecido em Vargem Grande, onde residiu durante a infância. Disse que andava com receio de Vargem Grande porque no passado se envolveu com uma moça e que depois que terminaram, ele continuou trabalhando o pai dela. Depois disso, Vjovem começou a se relacionar com o GB da Maré (Gabriel Cocão) e que acha que GB ocupa a função de gerente do tráfico em Vargem Grande.Falou que não viu quem desferiu os disparos porque imediatamente após os ocupantes do veículo HRV branco (que emparelhou) abrir a porta traseira, saiu correndo e se escondeu. Mesmo depois de escondido tentou mandar mensagem para Pereba. , ele afirmava que estava ali, mas já tinham acontecido os disparos.Contou ainda que Mula também era um conhecido da sua época de infância em Vargem Grande que ele trabalha para o GB da Maré. Por estar com medo, se mudou para a Bahia. Segundo a Justiça, verifica-se que há indícios de que Cara de Mula e Negão “cara de mula” e seriam os executores do homicídio e das tentativas de homicídio, além de serem pessoas diretamente ligadas à cúpula da organização criminosa que domina territorialmente a região de Vargem Grande.Quanto a Pereba, verifica-se que os indícios apontam que teria atraído as vítimas para a emboscada. Porém, demanda outras diligências para elucidar sua participação no homicídio em questão, bem como eventuais partícipes. A investigação aponta que há suspeitas de que a execução do amigo da testetmunha. seria do interesse do gerente da área dominada. FONTE: PMERJ e TJ-RJ

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Um morto e quatro feridos em ataque no Recreio

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Sinvaldo Gomes de Morais ocorrida na ultima noite no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. . Na ação criminosa, outras quatro pessoas ficaram feridas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A área e disputada entre o CV, TCP e milícia FONTE: PCERJ

PM prendeu cinco do CV no Catiri e pegou fuzis

Três elementos do Bonde do Gadernal que atuavam na Vila Kennedy (CV), foram presos na comunidade do Catiri, em Bangu, com dois fuzis e uma pistola Na mesma comunidade, só que em um.outro pontio, PMs prenderam mais dois suspeitos e pegaram uma granada e uma pistola. Há relatos de que os bandidos presos deram um baque no Catiro que é controlado pela milícia do Montanha. FONTE: PMERJ

Polícia apontou envolvimento de Juninho Varão e integrantes do seu GAT em tentativa de homicídio contra homem que pertenceu a outra milícia mas Justiça não decretou prisão

A policia investiga o envolvimento do miliciano Juninho Varão e sua quadrilha na tentativa de homicídio contra um outro paramilitar em agosto do ano passado, em Seropédica. Segundo os autos, a vítima, conhecida como Macabu narrou em sede policial que no dia 17/09/2024 que “encontrava-se na Rua Maria A. Grijo quando um veículo Fiat Grande Sinea ocupado por quatro indivíduos chegou ao local. Os ocupantes do carona e do banco de trás do lado direito desembarcaram do veículo armados de pistola e passaram a afetuar disparos de arma de fogo na direção a Macabu; O alvo afirmou ter integrado a milícia do “Tubarão” anos atrás, deixando de atuar na milícia depois da morte dele, porém os milicianos rivais da milícia do “Varão” acreditavam que o declarante ainda faz parte da milícia do tubarão, motivo pelo qual atentaram contra a vida dele; Por já ter integrado a milícia do Tubarão, ele reconheceu dois autores, os vulgos GB e Tatah, Disse que GB” desembarcou do banco do carona na parte da frente do veículo enquanto Tatah desembarcou do banco de trás, do lado direito;. Ambos estavam armados de pistola; Segundo Macabu, ainda havia mais um elemento que desembarcou do veículo armado de fuzil. O alvo conseguiu fugir pela BR 465 sentido CIEP, quando avistou policiais militares e pediu ajuda. Um dos disparos atingiu o declarante pelas costas saindo pela parte da frente de seu corpo; Após ser socorrido pelos policiais militares foi conduzido para o UPA do km 47. Quando enquanto estava internado na UPA, familiares do declarante compareceram ao Hospital São Francisco, localizado em itaguaí, acreditando que Macabu havia sido levado para lá; Enquanto estavam no local viram o momento em que o miliciano vulgo Colombiano” foi ao hospital ver se o declarante estava internado para “terminar” o serviço. Macabu tem conhecimento que Colombiano é integrante do GAT da milícia do Varão. Outro miliciano ora identificado pelo vulgo “Nenzinho” foi a UPA de Seropédica ao lado da maternidade, ver se encontrava o declarante Nenzinho também” é integrante do GAT do Varão. Após as oitivas dos policiais envolvidos na ocorrência e o que foi relatado pela vítima, fica claro que GB, Tatah e Colombiano participaram de forma direta na prática do crime, uma vez que todos foram visto no local do crime e nos locais onde a vítima poderia ser encontrada após atentarem contra a sua vída, tendo ainda a participação de Juninho Varão conhecidamente e citado pela vítima como sendo o chefe da milícia a qual os demais fazem parte, sendo certo que mesmo que não visto no local, é dele que parte todas as ordens que os demais devem seguir, ou seja foi dele a ordem de atentar contra a vída da vítima, já que Macabu faz ou fazia, conforme declarou, parte de outro grupo paramilitar”. Apesar de haver fortes indicios da participação dos quatro no fato o juiz entende que não há demonstração de modo concreto e suficiente, inexistindo qualquer menção sobre em que medida a prisão temporária, no presente momento, asseguraria o resultado útil da investigação criminal. Em outras palavras, a despeito de a autoridade policial apontar que a decretação da prisão temporária é providência necessária para possibilitar a continuidade das investigações policiais, em especial, “o levantamento de todas as circunstâncias que revestem a dinâmica do crime”, não indicou, de modo concreto e suficiente, de que forma isso ocorreria e o motivo pelo qual a prisão, medida excepcional e subsidiária no sistema, mostra-se imprescindível para as investigações. “Ademais, não vislumbro fatos novos ou contemporâneos que indiquem a necessidade da prisão, devendo-se levar em conta o lapso temporal transcorrido entre a ocorrência do fato, a representação policial pela temporária e o momento presente. Destaco, outrossim, que a gravidade abstrata dos fatos, somada à prova da materialidade e aos indícios de autoria, não permitem, por si sós, a decretação da segregação cautelar dos investigados a título de prisão temporária. Do mesmo modo, a mera alegação de interferência nas investigações, sem sequer mencionar de que forma isso estaria acontecendo ou quais as possíveis testemunhas que estariam sendo, efetivamente, ameaçadas, não acarreta a conclusão pela imprescindibilidade da medida extrema.”, disse o juiz. FONTE? TJ-RJ

Investigação descobriu uso de quentinhas para a entrega de drogas e celulares em presídios do RJ

Uma investigação da Polícia Civil demonstrou a existência de uma organização criminosa que utilizava “quentinhas” para entregar drogas, celulares e outros ilícitos em presídios do Rio. Hoje, a polícia faz uma operação contra envolvidos neste esquem. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços no Centro, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá e Bangu, na Zona Oeste, Ilha do Governador, na Zona Norte, e Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações se iniciaram a partir de uma prisão em flagrante, em Bangu, realizada em 2023. Na ocasião, agentes da Seap flagraram o motorista de uma van de entrega de quentinhas no interior do presídio Nelson Hungria transportando diversas “quentinhas” adulteradas. Foram apreendidos em seu interior 20 kg de drogas, entre maconha e cocaína, 71 telefones celulares, 19 chips para telefone celular, 96 carregadores de telefone celular, 96 fones de ouvido e três balanças de precisão. Além do motorista, dois agentes da Seap também foram presos por terem facilitado a entrada dos bens. Segundo apurado, os criminosos aliciavam pessoas na empresa que fornecia as marmitas para que não colocassem os lacres corretos na van, deixando-os com o motorista. Depois, o veículo, que deveria seguir diretamente para o presídio, desviava a rota e parava em estabelecimentos para realizar a troca de marmitas boas por adulteradas. O lacre correto era colocado e a van seguia para o seu destino. Nos presídios, policiais penais que estavam em conluio com o esquema criminoso facilitavam a entrada, não realizando as vistorias devidas, permitindo que as quentinhas com drogas, celulares e outros ilícitos chegassem até os presos. A ação desta terça visa obter outras informações sobre todo o esquema criminoso, a fim de robustecer as investigações, bem como identificar todos os envolvidos e rastrear o destino dos valores percebidos durante as operações criminosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

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