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Notícias

Bandido da Gardênia Azul (CV) foi jogar granada na polícia e bomba explodiu na sua mão

No fim da tarde de hoje, um tiroteio entre criminosos e policiais assustou moradores da comunidade da Gardênia Azul, especialmente na região da Via 7. Durante a ação, um suspeito tentou lançar uma granada contra os agentes, mas o artefato explodiu na sua mão e também feriu uma moradora que passava pelo local. O bandido ferido foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Indivíduos estão tacando fogo em pneus na região. FONTE: Página Jacarepaguá Notícias (Facebook)

Ex-policial civil que era da milícia agora estaria com o CV e aterroriza a Zona Oeste do Rio

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o ex-policial civil Pulgão teria se aliado a traficantes do Comando Vermelho para tomar a comunidade do Catiri, em Bangu, Uma das informações passadas à reportagem apontam que ele teria estado no Complexo da Penha se reunindo com o traficante Doca, chefão da facção, e estaria junto do ex-miliciano RD, que vem comandando bondes do CV em diversos ataques a redutos da milícia na Zona Oeste do Rio. Há relatos de que ele vem tocando o terror nos motoristas de transporte alternativo no Catiri e Jardim Bangu. Antes de ser preso, Pulgão atuava como miliciano e dominava áreas na Zona Oeste do Rio Pulgão foi solto no ano passado.. Ele é condenado por chefiar uma milícia e foi acusado de usar o aparato da Polícia Civil para disputar territórios com o Wellington da Silva Braga, o Ecko, que morreu em 2021. Ele estava preso desde o dia 3 de julho de 2018, quando foi surpreendido com comparsas quando saía de uma boate na Barra da Tijuca por agentes da Corregedoria da Polícia Civil. No carro de Pulgão, que era roubado, os policiais encontraram ainda cinco fuzis, três pistolas, uma metralhadora antiaérea e munição de diferentes calibres. FONTE: Páginas Milícia RJ News e Bau do Rio OFC (Twitter)

Preso por ataque a helicoptero da CORE estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos por atacar PMs

Preso suspeito de ser um dos autores do ataque ao helicóptero da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em março que deixou o copiloto baleado, Douglas Fernando Lúcio da Silva, o Douginho, estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos de prisão em regime fechado. Em 2019, na comunidade da Coreia, em Senador Carmará, ele participoiu de um confronto com PMs e acabou saindo baleado. Na ocasião, PMs faziam patrulhamento pela Rua Caminho Anes Dias quando se depararam com um veículo Fiat Palio dirigido por Douglas, cujos ocupantes efetuaram diversos disparos contra os agentes, que revidaram. Mesmo depois de os ocupantes do Palio pararem de atirar, outros bandidos também fizeram disparos contra os PMs. Cinm Douglas e os comparsas, foram apreendidos na ocasião, um fuzil, uma espingarda e um radiotransmissor ligado na frequência do tráfico local. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Com o avanço do TCP e do CV na região das Vargens e do Recreio, somente uma milícia ficou na área. SAIBA MAIS

Segundo relatos nas redes sociais, hoje com o avanço do TCP e CV nas regiões de Vargens (Grande e Pequena) e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, somente uma milícia sobreviveu na área: a que atua na comunidade do Beira-Rio, no Recreio. A quadrilha é liderada por um indivíduo chamado Vinicius, que conta com seu braço-direito um suposto PM conhecido como Bigode. A milícia da Beira-Rio surgiu nos anos 2000, com o então sargento PM de vulgo China Banai à frente das comunidades Beira-Rio, 14 e Servidão D todas na Avenida das Américas. Após a morte do China, o então ex motoboy Vinicius deu golpe e assumiu o comando. Com o avanço do tráfico, Vinicius ficou acuado e se viu forçado a fazer uma aliança com antigos milicianos, como o Fernandes um ex- PM e miliciano de Vargens que atuaria hoje de forma discreta na cobranças da vans, mototáxis, mercados, igrejas e empresas de internet. Dois cunhados que atuariam na milícia_ vulgos DVD e Gonazga,_ seriam responsáveis por várias mortes e por ameaçar moradores da comunidade Beira-Rio. Há relatos de que Vinicius dvem fazendo várias covardias com moradores. A comunidade não aguentaria mais sofrer nas mãos dele e de seu bando. FONTE: Página InformaçõesVargens (Twitter)

SEAP recaptura três presos que não haviam voltado para a cadeia

Três presos que não retornaram ao sistema prisional fluminense voltaram para trás das grades após ação da Divisão de Busca e Recaptura da SEAP. A operação foi entre os dias 17 e 24 de abri A recaptura mais recente foi no dia 24, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. Natã Raimundo Julião Luiz, considerado de alta periculosidade, não retornou à cadeia desde a saída de Natal. Também responde por roubo. No dia 21, foi a vez de Danilo Henrique Nascimento Silva. Ele foi localizado na Zona Norte do Rio, no bairro da Abolição, e tinha mandado de prisão por roubo desde novembro do ano passado. Leonardo Abreu Mendonça foi encontrado em Barra Mansa, no sul do estado. Desde março, ele era procurado pela polícia depois de não retornar da Visita Periódica ao Lar. Ele responde por homicídio, tráfico e porte ilegal de arma. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Leia agora relatos de testemunhas sobre crime bárbaro cometido por traficantes da Serrinha (TCP) contra rapaz que foi esquartejado por possuir contatos com bandidos do CV. Cinco tiveram as preventivas decretadas. Namorada da vítima e jovem de quem o rapaz ajudou a tirar do tráfico são apontados como possíveis envolvidos

Confira agora detalhes de um crime bárbaro cometido por traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira,  A vítima foi Matheus Andrade de Oliveira, assassinado em outubro de 2024, e que teve o corpo decapitado pelos bandidos, que filmaram o crime e divulgaram nas redes sociais, fato que desagradou a cúpula da quadrilha. Cinco tiveram a prisão preventiva decretada, entre eles os líderes do tráfico na Serrinha, vulgos Lacosta e Coelhão.  O pai de Matheus disse que ele residia na casa no Morro do Fubá, em Cascadura, área dominada pela facção de drogas Terceiro Comando Puro (TCP. O filho tinha o hábito sair em grupos de “Bate Bola” e possuía em seu telefone celular contatos de integrantes da facção Comando Vermelho, pois Matheus tinha conhecidos de infância que enveredaram no caminho do tráfico de entorpecentes, e por este motivo, ele ainda mantinha o contato destes homens na agenda de seu telefone; Segundo o seu relato, Matheus havia aberto uma pizzaria chamada Brothers Pizzaria e Lanchonete, próximo à comunidade Jorge Turco, que atualmente é dominada pela facção Comando Vermelho. O pai alertou o filho sobre o perigo de abrir um empreendimento em área dominada pelo tráfico de drogas, entretanto, Matheus não o escutou e seguiu em frente;  No dia 26/10/2024, o pai recebeu um alerta de um homem sobre um vídeo de um corpo espostejado que seria de Matheus, que teria sido executado pelos traficantes do Terceiro Comando Puro que dominam a área da comunidade do Fubá em Cascadura. A partir daí, o pai e o amigo partiram para a comunidade do Fubá e logo que chegaram, se depararam com quatro traficantes, três deles portando fuzil e o outro uma pistola. O pai dconversou com dois deles que portavam fuzil e  Nesta conversa, o pai perguntou pelo seu filho, se ele havia sido levado e morto dentro da comunidade. Os  traficantes negaram que alguém havia sido morto naquela localidade e impediram que o pai subisse o morro para falar com o dono;  A namorada de Matheus disse para o pai dele que ela havia sido feita de refém pelos traficantes do TCP desde às 19h do dia 25/10 até às 01h do dia 26. A moça reside na comunidade do Fubá e foi sequestrada no caminho de volta para casa e mantida em cárcere. Os traficantes a mantiveram presa em um quarto dentro de uma casa localizada na comunidade do Fubá, e utilizaram o telefone celular dela para se comunicar com Matheus como se fosse a própria namorada dele;  Os traficantes tentaram combinar um encontro com Matheus se fazendo passar pela jovem. Ela relatou que escutou quando alguém passou um rádio para um dos traficantes, ordenando que a mesma fosse liberada;  Ela disse desconfiar que este foi o momento em que Matheus foi pego pelos traficantes. O rapaz estava em seu carro, um fiat Argo 1.0, cor preta, placa FZZ1J38, ano 2017/2018, Renavam 01132822707 quando foi sequestrado;  Ela contou ainda que há aproximadamente um ano, o barbeiro que cortava o cabelo do Matheus pediu ajuda a ele pois o filho dele havia entrado para a facção Comando Vermelho. O barbeiro pediu a Matheus algum contato dentro da facção, pois ele precisava interceder para que seu filho (que desconhece o nome) deixasse o CV;  Matheus passou o contato de alguém dentro do CV, e o barbeiro se dirigiu até este contato, e conseguiu que o filho deixasse o tráfico de drogas.. Pouco tempo atrás, este menino voltou para a comunidade do Fubá e se uniu à facção Terceiro Comando Puro daquela localidade; Matheus comentou algumas vezes que este menino “estava olhando torto” para ele. Além disso, Matheus continha contatos de traficantes do CV na agenda de seu celular, o que já é suficiente para que ele seja considerado X9 pelas “leis do tráfico de drogas”, podendo ter sido a motivação para o crime;  O amigo do pai da vítima disse que, na noite do dia 25/10 para o dia 26/10,  começou a perceber que o status do Whatsapp de pessoas conhecidas começou a mudar para emojis chorando.  Descobriu o que estava acontecendo quando conversou com o compadre de Matheus que lhe disse que o mesmo havia sido “pego” pelos traficantes do TCP que dominam o morro do Fubá.. Ele foi com o pai de Matheus perguntar aos traficantes sobre o paradeiro do rapaz. Logo avistaram cerca de cinco ou seis traficantes, dois deles armados de fuzil; Os traficantes desviaram o olhar e disseram que não sabiam de nada.. A testemunha disse que ouviu dizer através de boatos que a ordem para a execução foi dado pelo dono conhecido pelo vulgo de “Lacoste e seu braço direito, vulgo Coelhão. Disse acreditar que os traficantes do TCP consideraram Matheus como “X9”, pois ele tinha conhecidos da facção rival, Comando Vermelho, havia contatos de traficantes do CV na agenda do celular. Ao que parece havia uma conversa no celular dizendo o que segue “se os rivais invadirem aqui, acaba essa bagunça”; Ap ser indagado sobre a identificação dos algozes de Matheus, o declarante alegou saber serem os traficantes do TCP, provavelmente do Complexo da Serrinha ou da comunidade do Fubá, porém, desconhece nomes e/ou vulgos; O compadre de Matheus disse que sempre foi mais expansivo, gostava de sair durante o carnaval na turma dos “Bate Bola” de Cascadura, tinha muitos conhecidos, alguns deles traficantes pertencentes à facção Comando Vermelho, que eram moradores da região de Cascadura e após enveredaram para o mundo do crime, se unindo ao CV mas Matheus mantinha estes vínculos, inclusive na agenda do telefone celular;  Contou que no dia 25 de outubro de 2024, ele foi abordado por um entregador de Ifood, que conhece apenas de vista;. Este homeme sabia da ligação de amizade entre o declarante e Matheus, relatou o seguinte: “Pô cara, pegaram o Matheus na porta de casa, bateram nele e levaram ele no carro”; Estes homens eram os traficantes do TCP do Morro do Fubá. O declarante seguiu em seu carro e logo mais adiante, foi abordado por outro homem de cor de pele

Entenda a atuação de uma quadrilha que subtraía cabos de telecomunicações e tinha elo com o CV

Investigações, que levaram à denúncia de 22 ipessoas, revelaram um sofisticado esquema criminoso, baseado na subtração de cabos de telecomunicações e energia elétrica, com posterior recolhimento do material por empresas de reciclagem ligadas aos próprios líderes da organização e lavagem dos lucros ilícitos por meio de transações bancárias fracionadas, aquisição de veículos de luxo, emissão de notas fiscais falsas e simulação de contratos com empresas reais. A quadrilha atuava realizando fraude documental e disfarce operacional, ação furtiva com vigilância armada. Os furtos ocorriam durante a madrugada, com batedores armados em motocicletas, ligados ao tráfico de drogas, garantindo a evasão e a proteção da operação. Os criminosos amarravam os cabos aos caminhões, puxando-os com força, causando danos estruturais severos às estações subterrâneas. Os cabos subtraídos eram transportados para galpões e ferros-velhos em Queimados, Baixada Fluminense; no Morro do Fallet, Centro do Rio; e no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo — todos de propriedade dos líderes da organização, situados em territórios dominados por facções criminosas. O grupo dividia o percentual do faturamento com os traficantes locais, garantindo a proteção do território. Nos depósitos, os cabos eram decapados, fracionados e queimados para eliminar vestígios de origem, e revendidos a ferros-velhos e metalúrgicas no Rio de Janeiro e, principalmente, em São Paulo, com apoio de intermediadores. Parte dos pagamentos era feita com veículos de luxo, e outra era lavada por meio de empresas ligadas ao núcleo de comando, nos ramos de alimentos e comunicação, com emissão de notas fiscais falsas, anúncios e propaganda de clientes fictícios. Segundo apurado, o líder do grupo era também o elo com o tráfico do Fallet. Atuava como contador da facção, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem via empresas reais. O homem foi preso pela Polícia Civil do Paraná por ser o elo entre fornecedores de drogas daquele estado e traficantes de drogas do Rio. Os galpões usados pelo bando ficaram em áreas dominadas pelo Comando Vermelho e os envolvidos dividiam os lucros com os integrantes da facção, que também faziam a segurança armada do grupo. A mulher dele assumiu a liderança após sua captura, comandando pagamentos, lavagem, contratos simulados e gerenciamento de empresas. Outros integrantes do núcleo central do grupo incluíam organizadores de equipes e contato com batedores armados, um grande receptador e responsáveis pela movimentação do material ilícito. Hoje a Polícia Civil faz uma megaoperacão voltada à desarticulação da organização criminosa. Sete pessoas foram presas O objetivoé o cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, incluindo residências dos alvos, sete ferros-velhos e metalúrgicas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Há ainda mandados de prisão preventiva expedidos contra integrantes da organização criminosa, inclusive da cúpula, e o pedido judicial de bloqueio de até R$ 200 milhões em contas bancárias e ativos financeiros, além do sequestro e indisponibilidade de bens e imóveis como casas e veículos de luxo, lanchas , cavalos de raça., entre outros. FONTE: PCERJ

Vizinhos disseram que desconfiaram que homem matou mulher em Caxias e enterrou o corpo no quintal porque quando bebia ele dizia que havia matado um homem e porque a vítima já havia contato de suposto estupro que ele cometeu

Vizinhos desconfiaram que Márcio André da SIlva Teodoro havia matado Dulcilene da Costa Rodrigues, encontrada morta com o corpo enterrado e concretado em Duque de Caxias, porque quando ele bebia dizia que havia matado um homem além do fato de Dulce, como a v[itima era conhecida, ter contado sobre o estupro da filha da ex-companheira de Márcio. Márcio e Dulcilene já haviam sido namorados em 2020 mas há quatro meses, ele havia se mudado para a casa dela porque queriam matar devido a suspeita de Márcio ter estuprado a filha de 13 anos de sua ex-copmanheira. Ao desconfiarem de que Márcio teria matado Dulce e enterrado o corpo no qiuintal da casa, vizinhos começaram a cavar os fundos do terreno. Após o corpo ter sido encontardo, a polícia foi acionada, Uma vizinha chegou a perguntar a Dulce sobre Márcio e ela lhe disse que ele era só um amigo. Ela disse ainda que na tarde da última segunda-feira (21) viu Márcio saindo da casa de Dulce de bicicleta com uma mochila nas costas. Preso, Márcio confessou o crime e teve a prisão temporária decretada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Está preso homem suspeito de matar e concretar corpo de ex-namorada em Caxias

Está preso o homem suspeito de matar e concretar o corpo da ex-namorada em Duque de Caxias. Márcio André da Silva Teodoro entrou em contato com familiares, pedindo por ajuda, dizendo ele que iria se entregar.. Segundo relatos, há dois meses, ele havia fugido de Vigário Geral acusado de estuprar crianças e também havia dito que iria se entregar e fugiu. A família já precavida entrou em contato com a PM relatando que estavam se comunicando com ele, e assim armaram uma emboscada na Centrall do Brasil onde ele acabou sendo capturado. Ele confessou que cometeu o crime após uma discussão. A vítima do feminicídio foi Dulcilene da Costa Rodrigues, de 39 anos. O corpo foi achado ontem enterrado no quintal de casa no bairro do Pilar. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

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